sábado, 19 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Ela prometeu, prometeu, prometeu e não falhou.
A chuva chegou, provocando a anulação de todos os jogos de ténis da tarde.
Antes de ela começar a cair com força, ainda tivemos tempo para dar uma volta por Lagos, na zona da marina, para depois regressarmos ao hotel, onde aproveitámos para jogar snooker, eu e o Ricardo.
Quero jogar sempre aqui.
Só as bolas mantêm a cor habitual.
O resto é lindo!
Pano vermelho, giz vermelho, paredes vermelhas e candeeiros vermelhos.
A sala de jogos mais próxima da perfeição

Primeira sensação

Bom, que paciência!
Este Vila Galé - passe a publicidade - é um excelente hotel. Mas o wifi...
Depois de um grande esforço cá cheguei.

O dia nasceu cinzento, mas sem chuva.
Condição para o Ricardo jogar a sua final, a última, por causa da idade e porque não deve vir a ser bancário, digo eu.
Ganhou bem (6-2 e 6-0), numa partida marcada pelo vento que não ajudou à qualidade.
Agora vamos almoçar e depois dar uma volta por Lagos.
Vamos ver se o tempo continua a colaborar!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Depois de alguma ginástica informática, cá estamos em Lagos.
Vou reforçar.
Com muita insistência lá consegui escrever/enviar algumas frases com uma net, de borla, é certo, mas a carvão!

Não perdemos a oportunidade, antes da chegada ao destino, de comer o verdadeiro frango da Guia.
Como diz o Sérgio Godinho, cuidado com as imitações!
De resto tudo excelente.
Uma viagem bem tranquila, o tempo bem agradável, um hotel quase a estrear com um quarto muito bom.
Temos, também, a companhia de várias equipas de ciclismo que participam na Volta ao Algarve.
Um fim de semana que promete!

Rosa Sensual

Primeira sensação

O dia começou com uma visita à minha vampira preferida.
Uma picadela daquelas que não se sentem.
Um espectáculo!
De seguida vou fazer um peixinho delicioso para o almoço, arrumamos a mala e vamos até Lagos onde o Ricardo vai jogar a final do torneio de ténis do SBSI, no escalão 17/18 anos.
Se houver net por lá, logo trago mais novidades.
Se não... até domingo à noite.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A boina de Saragoça

Cada dia que passa uma história diferente que aparece.
Pensei em algo que pudesse demonstrar as histórias que vejo e ouço todos os dias no meu trabalho.
Um dos meus alunos lembrou-me da letra desta canção do Boss AC com Mariza. Combina o fado com o Hip-pop.
Vale a pena ler e reflectir.

“Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo”

Até para a semana.

Cláudia Paulino

Após a fuga do Sol

Uma verdadeira noite europeia.
Nos meus tempos de menino, de rádio encostado ao ouvido, estas eram as noites de quarta-feira na Europa.
Taça dos Campeões Europeus, Taça dos Vencedores das Taças e Taça das Cidades com Feiras, eram a nossa companhia, via transistor a pilhas, porque na TV, nem pó.
Foi um jogo intenso, com 45 minutos de avanço do Glorioso, que quase lhe custava a vitória.
Mas contra uns alemães de segunda e um árbitro holandês de quarta categoria, o Benfica ganhou bem.
Nunca tinha visto livres diretos, vários, perigosos, com a barreira dos alemães a 6, 7 metros, perante a complacência deste senhor que já festejou um golo de uma equipa, durante um jogo que estava a apitar.
Apetece-me dizer.
Volta Olegário que estás perdoado!

Primeira sensação

Dia número um de férias, com uma ida à Catedral.
E vamos meia-dúzia.
A rapaziada do acampamento, os meus cunhados e a Isilda, vai tudo ver o Benfica.
Com o tempo a ajudar - se não chover já é ótimo - lá vamos nós, sem dispensar um belo courato para abrir o apetite para o jogo.
Os alemães que se cuidem!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Em dia de treino em Sintra, fico de baixa e a Princesa vai com o puto.
Uma dor marota, anda a chatear-me, mas eu vou dar cabo dela.
Além disso chegam agora dois dias de férias e uma viagem ao Algarve.
Não percam as cenas dos próximos episódios.
Giro, não?

Primeira sensação

Segundo dia de greve dos comboios, segunda viagem do XO até à capital.
Logo à saída de Alverca, na rotunda da Cerveja, um automóvel bem batido.
Na A1 as habituais avarias, apesar da chuva e do piso molhado.
Já por Lisboa – perdoem-me a insistência – continuam os condutores de gincana.
Será que esta gente não tem amor à vida?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

A minha geração lembra-se do Ano Propedêutico, uma espécie de Tele-Escola de acesso à Universidade.
Eu, o Zé, o António e o Vítor - companheiros da Gago Coutinho – resolvemos estudar em conjunto.
Uma semana em casa de cada um – o António estava isento por morar na Arcena – lá nos colocávamos em frente à TV, todas as manhã, a partir das 9 até perto da hora de almoço.
Era uma seca!
Não tenho bem a certeza, mas acho que nenhum nós tirou proveito daquela aberração. Apenas serviu para reforçar a nossa amizade.
Fomos mantendo o contacto, mais com o Vítor que compartilhava comigo a paixão pelo futebol, no Alhandra. Na segunda metade da nossa vida, o destino foi traiçoeiro para ele.
Lutava há vários anos contra uma doença que lhe tirou a autonomia, tendo partido ontem.
Um almoço, a quatro, pensado há algum tempo, ficou por fazer.
Adeus Amigo!

Ponto e vírgula

Não se trata de uma novidade.
Apenas a divulgação da letra de uma canção dos Deolinda, lançada nos seus concertos, recentes, nos Coliseus.
Para refletirmos!


Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “casinha dos pais”
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “vou queixar-me pra quê?”
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração “eu já não posso mais!”
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Rosa Sensual

Primeira sensação

Como diz a Princesa “Não estamos habituados a ver-te com problemas físicos”.
Pois é.
O que é certo é que esta dor que de vez em quanto surge, tem, aparentemente, a ver com o esforço físico.
Não incapacitante, mas bem chata, está a precisar de um diagnóstico preciso.
Mas nem sonhem que isto me vai abater.
O ténis e a futebolada que se cuidem!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Se já estávamos atentos a estes assuntos, agora com mais um encartado, a atenção aumentou.
Gostava de perceber porque é que os nossos automobilistas ainda não perceberam que, com a estrada molhada, não se pode conduzir como se houvesse um sol radioso?
Um acumular de acidentes, aqui e acolá, fez com que hoje a ida a Sintra ficasse anulada.
Culpa dos grandes condutores portugueses!

Primeira sensação

Hoje é o Dia dos Namorados.
A nossa cumplicidade, o nosso namoro começou há muito.
Ela é o segredo da longevidade da nossa paixão.
Queria oferecer-te a melhor prenda do Mundo.
Fico-me pelas palavras.
Amo-te muito Princesa!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Em dia de jogo na Catedral, tivemos que fazer opções por estas bandas.
Como o Ricardo tinha jogo - o primeiro para a Taça APL - eu e ele fomos até Sintra, para defrontar o Nafarros.
Uma equipa que está no Nacional, fruto da incompetência de alguns clubes - que querem os mais fracos por lá - e da Associação de Lisboa, que nada faz para que sejam os melhores a representá-la.
Um equilibrado 12-1 foi o resultado final.
Na Luz estiveram a Princesa, a Cláudia o Marquito e a Inês - irmã da Kakui - que assistiram a um show de bola do Benfica.
Só um campeonato inquinado desde do início, vai impedir, muito provavelmente, esta equipa de ser campeã!

Primeira sensação

As previsões para hoje dão chuva.
Mas para já o céu deu uma trégua, o que quer dizer que vamos bater nas cachopas amarelas.
Mesmo com uma dor aqui e outra acolá!

Em jeito de actualização.
Assim que saímos de casa começou a chover.
Então isso faz-se S. Pedro?
Mas mesmo com muita água, as cachopas vestiram o fato de banho e levaram connosco uma hora.
À homem!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Há uns anos que não me acontecia uma destas!
Na brincadeira com bola desta manhã, as coisas não correram muito bem.
Num lance dividido - como se diz na gíria futebolística - levei a pior.
Como caneleiras é um objecto que não uso, a tíbia, do lado de fora, ficou em obras.
Nada que umas esfregadelas com betadine, associada ao ar livre, não resolvam.
Na boa!

Ponto e vírgula

Estou irritado.
Vejam estas coincidências.
Como exemplo de um banco privado, o BCP, aumentou os seus lucros em 2010.
A Caixa baixou os seus.
O BCP pagou menos impostos de que no ano anterior.
A Caixa vai continuar a entregar dividendos ao Estado.
Os empregados do BCP não contribuem com um cêntimo para as dificuldades nacionais.
Os da Caixa, que trabalham em concorrência com toda a Banca, pagam e bem.
A Caixa prepara-se para uma campanha publicitária com a contribuição, gratuita, dos seus colaboradores.
O BCP vai fazer uma com José Mourinho, que vai receber, segundo a imprensa, um milhão de euros!?
Já escrevi isto uma vez, quando a Rádio 2000 ficou de fora.
Que raio de País este!

Primeira sensação

Depois da chuva de ontem à noite, o dia surgiu bem solarengo.
Vamos ter um sábado normal, mas com bola.
Eu e o Ricardo vamos jogar uma futebolada com os amigos do Marco, no pavilhão do FC Alverca.
Para perder um bocadinho da barriga!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Isto agora são só novidades.
Hoje o Ricardo foi a um jantar de aniversário de um amigo.
Como o acampamento fica um bocadinho longe de tudo, passe o exagero, lá veio o inevitável pedido "Pai, posso levar o carro?"
Aconteceu a estreia, agora a solo.
Mas convém, à noite, acender as luzes do XO, senão ele chora!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Talvez seja por este motivo que a sexta-feira é o último dia de trabalho da semana, para uma maioria da população.
Porque chegamos a este dia mais cansados.
Esta semana, para mim, foi muito exigente.
O cansaço está por aqui e por ali.
A cabeça está a pedir dois dias de tranquilidade.
E o corpo assina por baixo!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Nada de muito surpreendente!
O Ricardo foi fazer o exame de condução e já trouxe o título.
Sem grande alarido, aprendendo à sua custa, sem a influência dos vícios dos pais, tornou fácil uma tarefa que ele achava bem mais difícil.
Estreou-se com o XO no regresso de Sintra, com uma afirmação engraçada "Treze anos no lugar do pendura quase que me ensinaram a conduzir."
Hoje passei eu para o lado direito!

A boina de Saragoça

Hoje faria 77 anos.
Fui visitá-lo e conversar um pouco com ele.
Tenho saudades dele.
Era dos poucos que conversava sem gritar, era paciente e estava sempre de sorriso na cara.
Parece que foi ontem que emigrou para outro sítio, melhor que o Planeta Terra, espero eu, e já se passaram 5 anos.
O tempo passa a correr, nunca lhe damos valor, corremos todos os dias e não damos atenção a pequenas coisas no dia-a-dia que no final nos fazem muita falta.
É preciso viver cada dia como se fosse o último, ter tempo para fazer o que mais gostamos e acima de tudo estar perto daqueles que mais gostamos.
Tenho saudades tuas avô.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Considero-me uma pessoa bem informada.
Pelo menos procuro estar.
Ontem à chegada a Alverca, disseram-me que hoje haveriam comboios. “Está lá afixado ao lado da bilheteira”.
Fui lá confirmar.
Sim senhor, lá estava a informação dos comboios previsto para o dia 10 de Fevereiro, onde se incluia o meu vermelhinho, para cá e para lá.
Manhã cedo, nem um para amostra!
Que façam greve – apesar de ter passe para um mês, que não é prolongado como devia ser – eu até tolero.
Mas não emitam informações enganadoras!

De vez enquanto sinto que ele me segreda ao ouvido.
Sinto que ele nunca me vai deixar.
Hoje fazia 77 anos.
Parabéns Pai!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Pois o futebol é assim!
Gostei de algumas coisas e de outras nem tanto.
Não gostei no relvado - uma vergonha -, do resultado e da nossa, já habitual, ineficácia.
Mas fiquei satisfeito com a nossa prestação, que depois dos 4-0 à Espanha, voltámos a exibir-nos bem perante outra das melhores seleções mundiais.
Um derrota que ficou empatada no duelo Ronaldo-Messi!

Primeira sensação

Como diz a Princesa “… vendedores de automóveis!”
É um pouco assim.
Quando é para vender é tudo fácil.
O pior vem depois.
O Chico Picasso anda à espera de uma coisinha há mais de 6 meses.
Acabou a tolerância!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

A terça está a ser, cada vez mais, o dia em que a cozinha nos vai trazendo coisas novas.
Hoje fiz uma cataplana de lulas.
Para a primeira vez não ficou má, com um sabor bem interessante que lhe deu o açafrão.
Agora vou aproveitar para fazer aquelas tarefas que o relógio não deixa fazer noutros dias.

Rosa Sensual

Primeira sensação

Apesar de ter decidido deixar de ler as parvoíces daquele senhor que escreve livros, – apesar de não termos a certeza que sairam da sua imaginação – além de dizer baboseiras na SIC, depois de ter sido corrido da TVI, hoje escapou-me a vista para a sua página, na ressaca da banhada no Dragão.
Com a azia na ponta da caneta, fala na venda de Davil Luiz, como tendo sido um excelente negócio para o Benfica, face à sua qualidade, referindo-se depois ao central brasileiro desta forma “…as suas abundantes cotoveladas na cara dos adversários não gozarão em Inglaterra da mesma impunidade que aqui sempre foi lei.”
O mais curioso é que compara a qualidade do agora jogador do Chelsea, com a de Bruno Alves, que diz ser muito melhor e ter sido vendido mais barato.
Percebe-se!
O internacional português é muito melhor, principalmente na forma como agredia e continua a fazê-lo a colegas de profissão.
Quem devia levar umas valentes cotoveladas era Miguel Sousa Tavares.
Nos tins-tins!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Não é novidade que as coisas não vão bem pelas bandas de Sintra.
Como diz o ditado "Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Antes que o céu se transforme em trovoada, o diálogo deve prevalecer, mesmo que seja necessário questionar a hierarquia.
Espero que a solução não chegue tarde demais.

Primeira sensação

Não sei se foi da carecada de ontem, mas o que é certo é que fui apanhado de surpresa.
Está cá uma friagem esta manhã!
Até os pézinhos – coisa rara – ficaram gelados.
Também apanhados na curva foram os os utentes do Metro.
Uma greve parcial, até às 11:30 horas, deixou muitos à porta.
Nas ondas do éter, as queixas do costume: “Não sabia de nada”.
Sempre distraídos estes tugas!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Final de dia em casa da Kakui e do Marquito para vermos o Glorioso.
Foi uma vitória difícil, pois se os sadinos jogassem sempre assim, não estavam aflitos, como se encontram.
Depois com este Cosme Machado a apitar - que não consegue disfarçar o seu anti-benfiquismo - esta vitória por dois golos valeu por cinco ou seis.
Ainda não me esqueci da roubalheira que foi o Benfica-Académica, na jornada inaugural do campeonato.
A qualidade deste senhor é igual à quantidade de cabelo.
Zero!

Primeira sensação

Num dia em que as cachopas amarelas voltam a fazer das suas, com o campo seco, recordo o Candelária-Benfica de ontem.
Uma arbitragem escandalosa!
Em Portugal temos um clube que foi 9 vezes campeão consecutivamente, numa altura em que raramente os jogos eram televisionados.
Agora, quando a maioria dos jogos são difundidos pela net, todos podemos ver as barbaridades que os senhores árbitros praticam.
Alguém que explique aqueles dois, que milhares de portugueses viram o que eles fizeram para o Benfica não ganhar.
No fim ficou 4 a 4!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Como eu dizia por aqui há dias - um ou dois, já não sei bem - andam por aqui algumas competições caseiras que me dão muito gozo.
Para já, a rivalidade começa dentro do acampamento, onde eu e o Ricardo tentamos ser os melhores.
Futebol e hóquei em patins enchem o nosso fim-de-semana virtual, onde os bons e maus resultados nos dão excelentes gargalhadas.
Aproveito para enviar um grande abraço ao Pedro Jorge Cabral que tem o melhor site de hóquei em patins nacional.
É aqui.

Primeira sensação

Ora aí temos uma manhã propícia ao aparecimento de D. Sebastião.
Ao contrário do que é habitual, hoje a alvorada foi bem cedinho.
O Ricardo tem exame médico em Sintra, pelo que fiquei a dever umas horas à cama.
Coisas dos hóquei!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10!
Não, não estou a reaprender a contar.
A contagem faz parte de um exercício de fortalecimento muscular que o Ricardo anda a fazer.
Pressão sobre o pé, força na perna e vamos lá.
Trabalho para manter durante algum tempo!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Gosto de ter sempre qualquer coisa que me mantenha atento.
Vamos lá ver como é que eu explico isto.
Algo que me faça fugir da rotina.
Qualquer coisa que transforme o dia em algo de diferente.
Uma forma de manter interessante esta vida.
A única que vamos ter!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Até já me cansa elogiar os meus jantares brilhantes!
Cada vez mais este união em redor da mesa, reforça a estrutura familiar, importante nos momentos difíceis que atravessamos.
Problemas que afligem uma grande maioria dos portugueses.
Uma classe média que cada vez mais sofre.

A boina de Saragoça

Hoje deixo-vos o meu pensamento do dia.
Chama-se Só de passagem.
Vale a pena ler e reflectir.

Conta-se que no século passado, um americano foi à cidade do Cairo no Egipto, como turista. Surgiu-lhe a oportunidade de aí visitar um famoso sábio e não a quis perder. Ficou, no entanto, muito surpreendido ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
- A vida na Terra é somente uma passagem... Apesar disso, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes.


Até para a semana.
Cláudia Paulino

Ponto e vírgula

Dois pormenores.
Raramente publico escritos de outros retirados de blogues.
Sou leitor habitual do Corpo Dormente do Bruno Nogueira.
Depois das explicações, um post bem divertido retirado do referido sítio.

Hoje voltei a ter carro.
No dia trinta e um de dezembro espetei-me, à campeão, na traseira de um carro.
Não foi só espetar-me. Foi como se o meu carro quisesse entrar pelo outro, à força.
Partir o vidro e sentar-se no banco traseiro, à patrão.
Aparte: Foi à tarde, para não começarem já a pensar que sou um bêbado inconsciente que vai conduzir embriagado.
Ou melhor, sou.
Mas não foi o caso nesse dia.
Voltando à história: esbardalhei-me contra num carro, o que é logo uma boa maneira de acabar o ano.
Ou isso, ou espetar uma lapiseira na menina do olho.
Quando reparei no carro em que tinha batido, apercebi-me que era um carro daqueles que tomamos consciência que a brincadeira vai sair cara.
Porsche Panamera.
Pois claro, ia lá agora espetar-me contra uma Ape 50 da Piaggio.
Não senhor, se é para fazer as coisas, que seja com muita dignidade.
E assim foi.
Sai o condutor do carro. Vem ter comigo e diz o seguinte:
"Epá, oh Bruno, que chatice, eu ainda por cima gosto tanto de ti".
E eu "Desculpa lá, claro que fui culpado, isso nem há discussão".
Ele: "Não te preocupes com isso, ficas com o meu contacto e depois combinamos para assinar a declaração amigável, que aqui as pessoas ficam todas a olhar, e reconhecem-te a ti e a mim".
Pausa.
Eu: "Ok, então dá-me lá o teu contacto, se fazes favor".
Trocámos contactos.
Como eu ia ter com o Eduardo Madeira, pedi-lhe para ele me ir buscar, porque o meu carro ia ser rebocado para o oficina, tal era o estado do bichinho.
Já no carro do Eduardo: "epá, aconteceu uma coisa muita estranha. A pessoa em quem eu bati devia estar a gozar comigo, porque disse para tratarmos de tudo depois para as pessoas não ficarem ali a reconhecer-nos aos dois".
Eduardo: "Mas quem era?"
Eu: "Eu sei lá, era um Carlos que mora aqui na zona e tem um Porsche Panamera.
Eduardo: "Oh, então tu foste bater no Carlos Martins?!"
Eu: "Exacto, é o nome dele. O que é que ele faz?"
Eduardo: "Bruno, é jogador do Benfica".
Pausa.
Resumindo, eu tenho a cultura futebolística de uma garoupa.
E mesmo assim acho que a garoupa era menina para dizer "ei, olha quem é ele, o gajo do Benfica".
Isto tudo debaixo de água, portanto também não se ia perceber grande coisa.

Hoje voltei a ter carro. Um mês depois ficou pronto.
Está como novo, mas cheio de si.
Não esquecer que ele foi ao Panamera do Carlos Martins.

Primeira sensação

Na ressaca do jogo de ontem ressaltam dois ou três registos.
Que o autocarro do Benfica, já no regresso, voltou a ser apedrejado.
Que naquele campo nenhum árbitro consegue ser, rigorosamente, honesto.
Que continuam a chover objectos para dentro do campo.
E a culpa não morre solteira.
Pinto da Costa é o nome dela!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Mais uma folga nas idas a Sintra, permitiu juntar-nos à volta da TV.
Apesar de algumas dificuldades técnicas, fruto da crise, deu-nos um enorme gozo ver a facilidade como o Benfica derrotou o FC Porto.
Ainda falta metade da eliminatória, mas uma coisa já ficou bem clara.
Para se ganhar neste campo - com uma expulsão vergonhosa e um campo bem inclinado por este árbitro que já ofereceu dois pontos esta época aos azuis-e-brancos na Figueira da Foz - é necessário ter classe.
Desta vez nem o túnel serviu de desculpa aos batoteiros.
Carrega Benfica!

Primeira sensação

Apesar de um céu bem azul, a temperatura continua muito baixa.
Já tenho saudades dos meus calções.
Dos meus chinelos.
Das minhas t-shirts.
Bom, bom era estarmos sempre com o termómetro bem mais acima.
Isso é que era!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Acabámos o dia a ver o Benfica na competição europeia de basquetebol.
Altura para recordarmos excelentes equipas encarnadas nesta modalidade.
Mesmo os mais desatentos, quem não se recorda de um cinco com Carlos Lisboa - o melhor jogador de sempre - Pedro Miguel, Henrique Vieira - o actual treinador - Mike Plowden - já desaparecido - e Jean Jacques, além de outros grandes nomes, como por exemplo José Carlos Guimarães e Steve Rocha.
Grandes equipas para um grande desporto!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Há por aí umas invenções, surgidas nas últimas décadas de que eu gosto.
E do Sol também!
Eu explico melhor.
Lá no alto do acampamento tem umas coisas chamados painéis solares.
Quando o astro-rei faz a sua aparição, ajuda-nos a poupar uns euros e dá-nos oportunidade de tomar banho de água quente, quando a caldeira se recusa – como é o caso – a fornecer aquilo que era suposto dar.
São as habituais independências cá do sítio!