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sábado, 30 de junho de 2018

Um sábado em Montargil


Portugal foi eliminado do Mundial, a Matilde não ganhou, mas foi um sábado muito bom e com uma excelente companhia.
A repetir, claro!

terça-feira, 13 de março de 2018

Caldeirada na Trafaria

O Gang da Mealhada reuniu-se hoje na Trafaria.
Reforçados pelo João - irmão do Luís - emigrado no Brasil há muitos anos e, atualmente, de férias por cá - fomos até ao Restaurante Chave d'Ouro.
Atendimento simpatiquíssimo, uma excelente caldeirada de peixe, intercalada com as habituais discussões sobre o nosso pobre futebol.
Muitas brincadeiras sobre o tema, com o nosso grupo maioritariamente vermelho, repicando os argumentos dos irmãos sportinguistas, reforçados pelo staff da casa, com o Sôr Zé sempre muito ativo e brincalhão.
Três horas bem passadas, com a promessa de um regresso em breve.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Cu Torto

O Gang dos Sagitarianos deslocou-se ontem, de comboio, até Évora para mais um encontro à mesa.
Só pelo caminho escolhemos o local do almoço.
Entre as várias opções escolhemos O Moinho do Cu Torto, recorrendo às opiniões da net e a informaçoes recolhidas pelo Manuel Fernando.
Publicada uma selfie do trio no FB, logo chegaram reações positivas em relação à escolha.
Como o próprio nome indica, trata-se da antiga casa de um moleiro que tinha a alcunha de Cu Torto.
Excelente atendimento, umas entradas com um queijo espetacular, feijoada e pézinhos de coentrada, costeletas de borrego com batata frita e bolas de migas, para acabar com sericaia e bolo rançoso.
Uma visita a repetir!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Dia de Gang

Este é o original.
O Gang da Mealhada juntou-se na Ti Lurdes mais uma vez.
Mensalmente reunimo-nos, almoçamos e falamos do que nos apetece.
Hoje faltou o Paulo - o único que não é CGD - mas a boa disposição nunca falta.
Com a idade a avançar, a conversa sobre doenças e os abusos ao longo dos anos, vai dominando os assuntos em discussão.
Mas queremos continuar a reunirmo-nos à mesa mais uma porrada de anos.
Todos!

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Gangs à mesa

Mais uma reunião de trabalho, desta vez no restaurante A Camponesa das Beiras, bem perto da sede da Caixa Geral de Depósitos.
Este é o Gang da João XXI, que nasceu há alguns anos, como já expliquei anteriormente.
Estivemos neste dia, cinco ao redor da mesa, sempre com boa disposição, não deixando os assuntos da CGD de fora da conversa.
Gosto muito destes encontros, com gente muito mais nova, onde, inevitavelmente, recuperamos assuntos antigos.
A ementa foi das alheiras aos choquinhos grelhados, passando por uma febras no carvão.
Entre cada garfada - com tinto, água e cola - as conversas também chegaram ao futebol - só os homens - e às viagens realizadas e procurando perceber onde podemos ir no futuro.
Voltamos a encontrar-nos em 2018!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Gangs à mesa

Este é um espaço que nasce hoje e vai surgir muitas vezes, porque mensalmente tenho várias destas reuniões de trabalho.
A de hoje foi do Gang dos Sagitarianos, no restaurante O Galito, a dois passos da Catedral da Luz.
Este é um dos muitos locais onde só podemos - no meu caso - ir de tempos a tempos, porque o preço médio fica muito acima de uma refeição normal.
Começamos com umas entradas compostas por azeitonas, empadas de perdiz, salada de pimentos assados, salada de coelho e uns excelentes ovos com farinheira.
Optámos pelo prato recomendado pelo Chefe, que hoje era Ensopado de Borrego - comparado com o que a Berta - a minha Sogra - perdeu na qualidade, mas o vinho tinto alentejano Pêra-Grave, com que acompanhámos a refeição era muito bom.
Antes dos cafés, um Sericaia e um pudim Abade de Priscos que dividimos pelos três sagitarianos e nascidos em dezembro.
O pior foi mesmo o preço da refeição!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Almoços e gangs

Depois de ter explicado anteriormente a minha presença em diversos grupos, com antigos colegas de trabalho e não só, vou passar a trazer aqui um pouco de cada uma das minhas presenças nesses encontros.
Vou começar amanhã com um encontro do Gang dos Sagitarianos.

Mas antes quero recuperar um Gang de que ainda não tinha falado.
No café da Lina, ao lado da estação da CP em Alverca, onde parei muitos anos quando regressava do trabalho e onde continuo a ir muitas vezes, criou-se um Gang do Corpo de Deus, não por ser religioso, mas porque o primeiro encontro foi nesse dia feriado.
O encontro foi em Évora - onde se vai manter - com a presença do Duarte - um alentejano de gema - e do Guilherme, dois amigos que trabalham nas OGMA, onde os meus Pais trabalharam muitos anos.
Em 2018 vamos regressar ao Alentejo, espero que com mais participantes.

domingo, 12 de novembro de 2017

50 anos com um X

Os 50 anos da Xana foram comemorados de ontem para hoje, à mesa de um restaurante no Parque das Nações e com direito a alguma bailação.
Uma noite bem gira, com gente bem disposta e de bem com a vida.
Que venham mais uns tantos.
Fica também por aqui o vídeo que eu e o Ricardo fizemos para a aniversariante.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Almoço e gangs

O Gang da João XXI é o último nesta descrição que tenho vindo a efetuar.
Este, como o da 5 de outubro, é composto por colegas que conheci aquando da minha mudança para o antigo edifício-sede do BNU, que dentro de pouco tempo - segundo consta - vai ser transformado num hotel.
De dois em dois meses reunimo-nos na Camponesa das Beiras, com aqueles que foram saltando para a Sede, sendo que como já expliquei no último post sobre este assunto, antes do final do ano todos estarão no edifício da João XXI, onde ingressei pela primeira vez em novembro de 1993.
Provavelmente vou dividir o grupo ao meio, ou outra solução que vou tentar encontrar.
Talvez um almoço trimestral, no outro local, com toda a gente, tipo casamento! 

sábado, 28 de outubro de 2017

Almoço e gangs

Como já expliquei anteriormente, almocei durante muitos meses com colegas diferentes, quando estava no Caixa Directa Universitários.
Com a reforma concretizada, criei dois grupos para nos encontramos à mesa, de dois em dois meses.
Um é o Gang da 5 de outubro.
Inicialmente mantínhamo-nos na Chafarica, mas com a mudança dos serviços para o Edifício Marconi - na Avenida Álvaro Pais, em frente à estação da CP de Entrecampos - mudámos o local de encontro para a Regueira, bem perto deste local.
O Zé Azevedo é o responsável pela mobilização, mas nem sempre é fácil irem todos, porque as horas de almoço não são coincidentes, devido a existirem dois turnos de trabalho.
Mas as mudanças não vão ficar por aqui.
Em breve devem ir todos para a João XXI.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Almoço e gangs

Este Gang nasceu em Loures - já aqui falei dessa ocasião - quando almoçávamos no Ímpar.
Na altura eu e o Barros estávamos por lá, o Tavares Sousa e o Custódio vinham da Sede. 
Mais tarde eu fui para Lisboa e o Barros para Torres Vedras, sendo que nessa altura assentámos a nossa sede gastronómica na Póvoa da Galega, na Churrasqueira Povoense.
Devido a problemas de saúde o Barros deixou de aparecer e aí nasceu o nome, fruto de os três termos o mesmo signo: o Gang dos Sagitarianos. 
Durante muito tempo o churrasco das diversas partes do porco, batatas fritas sem sal e salada sem sal, foram o nosso menu.
Agora com todos reformados, não temos um local certo para almoçar, mas continuamos a encontrar-nos de dois em dois meses, mais dia, menos dia.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Almoço e gangs

Este é um texto com bolinha vermelha, pois vou falar de casos de Menáge à Trois.
Não um, mas dois!
São mais dois gangs que sobreviveram e que para já se encontram em sítios diferentes.
Falando destes encontros à mesa - o que estavam a pensar? - o Gang MàT I encontra-se, por enquanto na Chafarica e normalmente à sexta-feira por causa da picanha, onde estão a Teresa e a Isaura.
O Gang MàT II almoça na Camponesa, como vai acontecer hoje, com a companhia da Soraia e da Kátia.
Uma vez por mês!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Almoço e gangs

O convite tinha chegado antes de deixar a Caixa.
Um grupo de colegas da zona Oeste - já reformados - almoçavam mensalmente.
Logo disse que quando chegasse a minha reforma faria parte do grupo.
Hoje tenho a responsabilidade de saber quem vai, num grupo de mais de 20 pessoas, que se reúnem, normalmente, na última sexta-feira de cada mês.
Assim criei o Gang do Oeste, que se junta à mesa perto do Sobral de Monte Agraço, mas vai fazendo incursões a outros locais, nomeadamente à Ericeira.
Uma curiosidade.
Sou o mais novo deste grupo, onde existem dois colegas com mais de 80 anos.

sábado, 21 de outubro de 2017

Almoço e gangs

Trabalho arrumado, até no título, pré-reforma confirmada - a reforma só chegará em dezembro de 2019 - precisava de encontrar uma solução para os almoços com os colegas.
Olhando para todos os encontros que mensalmente tinha, praticamente tinha que ir todos os dias a Lisboa.
Feita uma racionalização, criei diversos gangs, integrei um e continuo com esta excelente maneira de me encontrar com amigos e amigas que vão fazer sempre da minha vida.
Vamos lá conhece-los.
Este que é o gang original, o da Mealhada.
Já falei aqui nele - já tem uma versão alargada que se vai reunir à mesa trimestralmente - e todos os meses nos encontramos na Ti Lurdes, que é uma espécie da sede destes sete elementos cujos nomes já referi anteriormente.
Nos próximos dias vou falar dos outros.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Da primeira vez que estive na Sede - nesta fase final da minha carreira - já lá tinha ido algumas vezes.
Neste regresso à João XXI, foi lá que passei a almoçar, fruto da simpatia dos empregados e do dono da Camponesa das Beiras, o Senhor Ramos, um restaurante que está sempre cheio, na esmagadora maioria por colaboradores da Caixa.
A 20 de julho de 2015 chegou a minha pré-reforma.
E agora como fazer com os almoços?

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Já era um restaurante onde almoçava por vezes.
Situado na avenida da República, era um local onde comecei a ir quando algumas das colegas que almoçavam comigo mensalmente foram para a João XXI.
Chamava-se Varanda da República e digo chamava-se, pois da última vez que lá passei estava com aspeto de abandonado, não sei se para obras ou por ter encerrado.
Quando regressei em setembro de 2014 à Sede, este era o local onde me encontrava com quem se mantinha na 5 de outubro.
Ficava a meio caminho e dava jeito.
Por lá passaram quase todos os que partilhavam a mesa da Chafarica, antes e depois de mudar de local de trabalho.
Por esta altura chegámos a 2015 e a possibilidade de pré-reforma era uma séria hipótese.    

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

O departamento que integrei em 2010, era, e é, uma agência à distância para os clientes estudantes universitários.
Enquanto lá estive - mais de quatro anos - mudou de nome duas vezes, terminando com o nome da foto,  com a sigla CXU.
Como disse anteriormente, o restaurante escolhido foi a Chafarica.
Durante muito tempo fui sozinho, mas a partir de uma determinada altura - não me recordo quando e porque motivo - comecei a ter companhia à hora de almoço, em duo ou individualmente.
Vamos ver se não me esqueço de ninguém.
Judite e Guida, Pedro, Kátia e Soraia, Patrícia, Céline, Zé Azevedo, Teresa e Isaura, Ana Rita, Marina, Zé Augusto, Vera, Vanessa e Filipa e a Maria, partilharam comigo os 60 minutos do almoço, que esticávamos sempre mais um bocadinho, com conversas bem divertidas, onde procurávamos sempre fugir ao tema trabalho.
Acrescentar que durante este período, mantive sempre a minha presença mensal com o Gang da Mealhada.
Até que chegou o verão de 2014. 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Algum tempo tempo mais tarde o Gang da Mealhada deslocalizou-se da Ti Lurdes, fruto do excesso de confiança dos proprietários, que tratavam melhor os pontuais clientes, em detrimento dos residentes.
Fomos almoçando em locais diferentes, sem criar raízes, até que em julho de 2010 mudei-me para o edifício da avenida 5 de outubro.
Depois de algumas semanas a saltitar entre três locais, assentei no Restaurante Chafarica, situado na mesma artéria.
Por lá almocei mais de quatro anos, criando uma relação com os donos, ambos brasileiros, mas por cá há muitos anos, o senhor Cunha - já falecido - e o senhor Amadeu, além do Zé, o empregado.
Ainda lá volto quase todos os meses, vou encontrando clientes que por lá conheci e recordo os muitos almoços que partilhei com diversos colegas.
Vou explicar em breve.

sábado, 14 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Algum tempo depois chegaram à Avenida Óscar Monteiro Torres - onde fica a Ti Lurdes - o Rui Lopes - e a promessa das navalheiras - depois o Luís Ganito e o Paulo Garcia - que não é da Caixa - não me recordando de qual dos dois chegou primeiro.
Foram muitas horas de conversa, muitas discussões e opiniões divergentes, mas o grupo manteve-se sólido.
A idas à Bairrada mantiveram-se, com a novidade de irmos sempre de comboio.
Para norte de Intercidades, o regresso de Alfa, com o Regional a fazer o ligação de ida e volta entre Coimbra B e a Mealhada (na foto).
Muitas histórias destes diversos encontros gastronómicos - sempre a um sábado - que a partir de 2013, depois de uma paragem de mais de três anos - fruto da crise económica - estabilizou a data no final de outubro.
Telemóveis perdidos, outros recuperados, muita chuva a bloquear a linha do comboio, reclamações no livro da CP, são algumas das histórias deste Gang, cujas deslocações terminam, habitualmente, com um jogo da moeda na estação do Oriente - para as últimas bebidas do dia - onde a partida ocorre às 8 e 40 para um excelente dia, que este ano vai ocorrer a 4 de novembro.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Trabalho, almoço e gangs

Confirmada a minha presença diária na Ti Lurdes, à hora de almoço, integrei o grupo que na altura era composto pelo Hélder Lages, Madureira Santos e Luís Dinis Santos.
Penso que foi por essa altura, que aqui neste espaço, o batizei do Gang do Almoço.
Apreciadores de leitão, nasceu a ideia irmos à Mealhada dar cabo de um ou mais porquinhos pequeninos.
A primeira vez fomos de carro, reforçados pelo José Caçador, amigo do Lages.
A Churrasqueira Rocha foi o escolhido, a refeição foi excelente, com um Murganheira a dar, ainda mais, qualidade à degustação.
Foi assim que nasceu o Gang da Mealhada.