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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Jantares do Gang

Pois é, o problema é a data!
É que ontem era 1 de Abril, o tradicional dia das mentiras.
Logo, os Jantares do Gang vão continuar a ser em locais onde a cozinha foge dos sabores tradicionais do nosso país...
O próximo será num nepalês, não é Jorge?

Jantares do Gang

Idealizados pelo Jorge da Now Katrineta, rapidamente aceites pelo restante Gang da Sapataria, os Jantares do Gang tem vindo a angariar mais comensais.
Pensados para serem diferentes, os dois primeiros tiveram palcos paquistaneses e indianos.
Ora aqui é que a porca torce o rabo.
As reclamações, principalmente das senhoras, com a Áurea da Tertúlia à cabeça, reivindicaram outra ementa.
O Gang analisou a situação e resolveu alterar o cardápio.
Assim, o próximo jantar será na Mealhada, onde iremos comer um magnífico leitão assado, entre outras iguarias.
Só falta marcar a data.

Jantares do Gang

No sábado tivemos a 2ª edição dos jantares do Gang da Sapataria, desta vez na Graça, num restaurante indiano de nome Arga.
O número dos presentes, em relação ao primeiro – recordo que foi num restaurante paquistanês – aumentou substancialmente. Além dos três do Gang e respectivas famílias, marcaram presença a PP, Sara, Áurea e a Marisa com o seu Pedro, além de um amigo da Ana e do Jorge.
Foi com boa disposição e alegria que a noite se foi passando, mas relativamente aos novos sabores, fiquei um pouco desiludido.
Confesso que sou um encarniçado defensor da nossa gastronomia, o que me faz estar sempre de pé atrás. De tudo o que tivemos para saborear, e eram muitos os pratos, os mexilhões foi o que gostei mais... além do Borba tinto.
Para já, após duas jornadas o do Paquistão vai à frente.
Depois na parte final da noite, ou princípio do dia, como preferirem, lá fomos à procura do ambiente nocturno, na zona de Santos. Quando cheguei já o Pedro tinha comprado rosas para as senhoras, atendendo a que estávamos no Dia Internacional da Mulher. E o qué flô de serviço na zona agradeceu.
Não tem a ver com a idade, mas andar por ali às voltas para estacionar e depois encarar com um pequeno que só deixa entrar quem muito bem lhe apetece... não, há coisas muito mais interessantes para fazer.
Final de festa para mim.
A Now Katrineta vai contar o resto... acho.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Gang de comboio

O Gang do almoço diário, ou seja de trabalho, fez a segunda incursão até bandas da Mealhada.
Eu sei que já foi na sexta-feira, mas como já expliquei acima... blá, blá, blá...
Desta vez fizemos uma inovação.
Para almoçarmos de forma descansada, no que aos níveis alcoólicos diz respeito, fizemos a deslocação de comboio.
Intercidades, na ida e Alfa Pendular no regresso.
Os meus três companheiros de viagem, ficaram meio desconfiados quando lhes indiquei esta possibilidade.
Agora, acho que já não os consigo convencer a ir de automóvel.
Sobre o leitão, o habitual... de chorar por mais.
Para o ano lá estaremos... de novo.

domingo, 27 de maio de 2007

Belo fim-de-semana

Foi um fim-de-semana gastronómico de grande qualidade.
No sábado rumei à Mealhada com o Hélder, Luís, Caçador e com o Tintim. No Rocha, em minha opinião o melhor restaurante da Bairrada, dentro da especialidade, o leitão estava muito bom, regado com um excelente Murganheira, um espumante de qualidade acima da média.
Um almoço de quatro horas que culminou com uns carácois, já em Alverca.
Hoje a minha sogra presentou-me com um magnífico cozido à portuguesa, que ela tão bem faz.
Um weekend de comezaina muito interessante.
Só faltaram uns pastés de Belém...

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Cozido sempre

Um belo prato de cozido Ainda não tinha por aqui falado de gastronomia. Mas alguma vez tinha que ser.
E, claro, para quem me conhece melhor, o primeiro avanço na matéria tinha que ser...cozido à portuguesa, o meu prato preferido.
Já o comi nos mais diversos locais, mas o que recordo com mais agrado, não por ter sido o mais saboroso, mas por ser o mais curioso, foi o que consumi nas Furnas, na ilha de S. Miguel, Açores.
Mais interessante do que comê-lo, foi assistir à sua confecção no fundo da terra, de frente a um enorme e delicioso lago.
Se puder vá lá.