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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Kingsbridge

Ontem referi que ia começar a ler o último livro de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.
As primeiras linhas foram digeridas hoje, no comboio, tendo percebido que o cenário da história regressava a Kingsbridge.
Sou um admirador da forma de escrever de Follett, que com este livro regressa à saga iniciada em 1989 com Os Pilares da Terra e em 2007 com Mundo sem Fim, quatro livros que chegaram ao cinema.
Lidas as primeiras linhas, as espetativas são enormes e tudo indica que vamos ter mais uma história fabulosa, esta iniciada em meados do século XVI.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Os livros que vou lendo


Depois de ter terminado há dias Nome de Código: Leoparda de Ken Follett, segui para a saga Millennium.
No início do ano, eu e Princesa vimos os filmes correspondentes aos três primeiros livros, resultantes das história escritas por Stieg Larsson, que faleceu antes de completar o quarto, que acabou por ser escrito por David Lagercrantz - também ele jornalista sueco - que li assim que saiu.
Consegui convencer a Princesa a ler - depois de uma longa ausência - A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o tal quarto episódio, e agora está em pulgas para ler este, que hoje terminei, a quinta história da saga.
Em O Homem que Perseguia a sua Sombra, mantém-se a emotividade das histórias de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander.
Agora temos que esperar pelo sexto episódio.

Fui à prateleira e vou começar a ler o último título de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A primeira vez

Nunca me tinha acontecido!
Não tenho nada contra o José Luís Peixoto - um alentejano de Galveias - mas não gostei da minha primeira experiência literária da sua obra.
Tentei ler Uma Casa na Escuridão, mas desisti.
Não compreendo a forma de contar a história.
Há anos chegou-me à mão o Memorial do Convento de José Saramago.
Uma tentativa, duas, três, mas cheguei ao fim e gostei muito da história de Blismunda e Baltasar.
Também me esforcei desta vez, mas não consegui.
Desculpa Zé, há sempre uma primeira vez!

Fui ali à prateleira e regresso a Ken Follett.
Nome de código: Leoparda.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

E agora os livros ...

Uma das coisas que me dá prazer é pegar num livro e usufruir da sua riqueza.
Depois da minha passagem à pré-reforma, o meu tempo de leitura diminuiu muito, antagonicamente à minha disponibilidade.
Era no comboio que eu aproveitava para ler, pelo que ultimamente não tem sido fácil conseguir a disponibilidade para a leitura.
Em resumo, preguiça!
Vamos ao que interessa.
A partir de agora vou dedicar, pelo menos 30 minutos por dia para dar cabo dos muitos livros que por aqui andam.
Ontem, numa visita à ARIC, ofereceram-me os 20 Anos ao Serviço das Rádios Locais que estou a ler e de seguida vou-me estrear com José Luís Peixoto.
Agora não pára!

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Camacho

Terminada a leitura do livro anterior, há que procurar outro, antes que as aulas me roubem o tempo disponível.
Vários estavam em lista de espera.
Este já me foi oferecido há algum tempo.
Mas esta altura é momento ideal para o ler, Camacho, Um Ano e Meio no Benfica.
Escrito pelo jornalista Gabriel Alves, deixo aqui uma passagem do autor: "Carismático, de forte personalidade, o técnico espanhol abraçou o projecto Benfica tendo em conta o imenso historial do clube que ostenta por símbolo uma águia".
Mantêm-se actual.

Barrabás

"Barrabás chegou à família por via marítima".
Começa assim A Casa dos Espíritos, da chilena Isabel Allende, terminando da mesma maneira.
Curioso.
O desafio para ler este livro foi-me lançado pelo Ouriço, neste post.
Fui à procura do livro e... adorei.
A evolução da família Trueba, transversal ao derrube de Salvador Allende, dá-nos um romance de excepção.
Não perca.
Agora quero ver o filme.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Rita Ferro

Estava a ler o desabafo do Ouriço ao meu post sobre A cidade dos deuses selvagens, que entretanto já terminei. Já percebi que ele gosta da autora.
Eu também gostei. Curiosamente foi o segundo livro que li da Isabel Allende, o outro foi o Zorro. Agora fiquei curioso em ler A casa dos espíritos, que já deu origem a um filme gravado no nosso Alentejo.
Agora enquanto o Ouriço anda de volta do Kafka, eu sigo para uma literatura mais light. Tenho por aqui dois ou três livros da Rita Ferro, que ofereci à Célia e escolhi o último editado por esta escritura, Não me contes o fim.
Ainda vou nas primeiras páginas, mas dentro do estilo, parece-me interessante.
Aqui fica a sinopse.

Numa ilha brasileira, uma jovem do Porto vive e trabalha numa estância de turismo. Intercalando a narração com as aventuras e desventuras do seu quotidiano e do grupo de colegas de várias nacionalidades com quem o partilha, vivemos o seu percurso desde a adolescência no seio de uma família tradicional, as suas relações, a descoberta da vida, do amor e da sexualidade, e, acima de tudo, a vontade de se afirmar e de sobreviver.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A cidade dos deuses selvagens

Depois de jantar, sentei-me em frente do portátil. A ideia era fazer um post. Sobre o quê?
Pensei, voltei a pensar mas decidi ir acabar de ler o livro que estou a terminar.
Em 2002 Isabel Allende escreve A cidade dos deuses selvagens.
Uma ficção à volta do jovem Alexander Cold, que devido à doença da mãe parte com a extravagante avó Kate, numa expedição da National Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam "A Besta". Outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos norte-americanos, uma bela médica, um guia venezuelano e a sua surpreendente filha de nove anos.
Estou a poucas páginas do fim, vamos lá ver como termina...

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Amigo canino

Há coisas durante a nossa passagem por este mundo que gostávamos de fazer ou ter, mas em condições normais, dificilmente vamos conseguir.
Desde miúdo que gostava de ter um cão! É verdade, um cão e um a sério. Mas sempre comprendi que a morar num apartamento, não dá.
O curioso é que sempre tive medo deles, ao ponto, quando era garoto, dar voltas enormes para não passar num local onde andasse algum a passear.
Como parece que não vou satisfazer este meu desejo, pelo menos tão depressa, vou lendo sobre eles.
Este é o livro que estou a ler nesta altura. Descontraído e engraçado, conta-nos as aventuras e desventuras de um labrador e do deu dono.
Estou quase a chegar ao fim e com mais vontade de ter um amigo de quatro patas.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Vamos à leitura

Nesta fase de paragem dos estudos universitários, vou tendo mais tempo para ler outras coisas, que não só as que dizem respeito às áreas de estudo.
Vários livros estão em fila para a leitura. Depois de ter lido O Aprendiz, um thriller de arrepiar de Tess Gerritsen, chegou a vez de Apaga a luz e abraça-me, uma história de Isabel Wolff, que retrata a história de uma jovem que trabalha numa televisão.
Enquanto não regresso aos livros escolares vou aproveitando para pôr a leitura em dia, facto que só acontecia nas férias, onde me vingava da ausência forçada de tempo para este passatempo que me é tão querido.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Modas

As modas dominam esta geração. Há modas para tudo, roupas, perfumes, penteados, cores, carros, casas, etc.
Por isso, há algum tempo a esta parte, mais concretamente desde a edição do best-seller de Dan Brown, O Código da Vinci, apareceram umas resmas de livros a tratar os assuntos da Igreja, das ciladas mais ou menos armadas aos Papas, do lado negro do Vaticano e o diabo a sete.
Vou começar a ler O Último Papa de Luis Miguel Rocha, que aborda a possível conspiração para a morte de João Paulo I. Esta obra teve origem em documentos inéditos, entre eles um diário onde, supostamente, é desvendado o terceiro segredo de Fátima.
O mais intrigante, a ser verdade, é que o autor diz que foi vítima de roubo do seu computador portátil, onde estava a versão final do livro e não roubaram mais nada da sua casa.
Realidade ou marketing promocional, fica a pergunta.
Certo é que a história já vendeu mais de 200.000 exemplares, só em Portugal, tendo sido traduzido em cinco línguas.
Bem, agora vou ler o livro.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Harry Potter

Ainda falta o último e já estou com saudades dele. Sim, do Harry Potter, do sétimo e derradeiro livro da saga construída por J.K. Rowling. Como todos os fenómenos de popularidade ou se gosta muito ou detesta-se. Eu gosto muito.
Por isso trago aqui as capas dos seis livros já publicados e um breve resumo de cada um deles. Para quem já leu todos como eu, serve para recordar. Para quem ainda não começou, pode ser que se entusiasme.

É apenas um miúdo magricela, míope e desajeitado com uma estranha cicatriz na testa. Estranha, de facto, porque afinal encerra misteriosos poderes que o distinguem do cinzento mundo dos Muggles (os complicados humanos) e que irá fazer dele uma criança especialmente dotada para o universo da magia. Admitido na escola Howgarts onde se formam os mais famosos feiticeiros do mundo, Harry Potter irá viver todas as aventuras que a sua imaginação lhe irá proporcionar.

Os dias de Verão com os Dursleys estavam a tornar-se insuportáveis. Harry Potter já não gostava muito de Muggles, mas o pior é que tinha de passar os seus dias de férias em casa dos Muggles mais Muggles de todo o planeta e arredores. Não havia maneira de voltar para a sua querida escola de feitiçaria... E ultimamente mesmo esse regresso encontrava-se ameaçado, pois o duende Dobby não cessava de o avisar de que algo terrível o aguardava em Hogwarts... Nada mais nada menos do que a revelação dos misteriosos e ameaçadores poderes da câmara do segredos.

Daquela vez Harry Potter não conseguira conter-se. Quebrara uma das regras principais de Hogwarts, não exercer técnicas de feitiçaria fora dos muros da escola. Mas aquela detestável Tia Marge merecia permanecer umas boas horas suspensa no tecto da sala dos Dursleys, inchada como um balão. Além disso já faltavam poucos dias para recomeçar as aulas. Mas o seu terceiro ano não irá ser fácil. Da prisão de Azkaban fugira o feroz Sirus Black, um dos mais fieis seguidores do assustador Lord Voldemort para o que Harry Potter continuava a ser o alvo favorito.

Graças à taça Mundial de Quidditch vai passar os últimos quinze dias de férias na companhia dos Weasleys e do seu amigo Ron. Mas a verdade é que nem tudo vai correr pelo melhor para o nosso herói. Quando Harry começa a sentir a sua cicatriz a doer terrivelmente, sabe que Lord Voldemort está de novo a rondá-lo e a ganhar poder. A marca da morte, que apareceu no céu, não pode significar outra coisa...Entretanto, este é um ano muito especial para Hogwarts, pois é lá que se irá realizar o célebre Torneio dos Três Feiticeiros, no qual Harry vai desempenhar um papel decisivo e que quase lhe irá custar a vida.


Sozinho com os Dursley, não consegue perceber por que razão Ron e Hermione lhe enviam respostas tão vagas às suas cartas...Isolado do mundo mágico a que pertence, Harry segue atentamente os noticiários, convencido de que até os Muggles se aperceberão de alguma coisa, se Lord Voldemort voltar a atacar... E é então que os acontecimentos se precipitam. Parece impossível, mas, no bairro mais Muggle do mundo Muggle, Harry é emboscado por Dementors! Para salvar a sua vida e a do primo Dudley, Harry não tem outra hipótese senão usar magia, mesmo sabendo que isso significará a sua expulsão mais que certa de Hogwarts.

Voldemort está mesmo de volta! Esta é a terrível confirmação que agita o início do sexto ano na escola de feitiçaria de Hogwarts. O crescente poder maléfico de Voldemort, e do seu vasto exército de Devoradores da Morte, é cada vez mais visível, não só no mundo da Magia como no mundo dos Muggles. Agora, mais do que nunca, é necessário reunir forças para combater o mal, e, para isso, Harry e Dumbledore visitam o passado misterioso de Voldemort, e o coração da magia negra, e desvendam alguns segredos verdadeiramente espantosos.


Chama-se na versão original Harry Potter and the Deathly Hallows, chega a 21 de Julho deste ano, mas a versão portuguesa, só no último trimestre de 2007.
A autora revelou, no final de 2006, que duas personagens vão morrer no último livro, só não se sabe se será o próprio Harry Potter...

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Tudo o que se passa...

uma espécie de livro de estilo da TSF O meu descobrimento da blogosfera, abriu-me as portas a outros locais e a outras opiniões. Quem procura textos sobre a rádio que se faz por cá e não só, não pode deixar de visitar o Blogouve-se, do João Paulo Meneses, jornalista da TSF.
Muitos temas interessantes dentro desta área, com a possibilidade de adquirirem o livro “Tudo o que se passa na TSF”, que se encontra esgotado no mercado, mas que Meneses, autor do mesmo, disponibiliza alguns volumes que tem em seu poder.
Vá lá e veja como.
É o livro que estou a ler neste momento.