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domingo, 18 de dezembro de 2022

Paulinos no Mundial


Até aos últimos segundos, como na final de hoje, o Ricardo venceu em cima do apito final. 

Mundial da Vergonha

Argentina 2 (3) (4) vs França 2 (3) (2)

 

A final de quinze em quinze minutos

 

15’: Excelente início da seleção albiceleste, mas sem oportunidades de golo;

30’: Manteve-se a supremacia argentina e surgiu o primeiro golo (22’), com Messi a finalizar da marca dos 11 metros;

45’: Sempre melhores os sul-americanos, marcam o segundo golo (35’) por Di Maria, num exemplar lance de contra-ataque, chegando ao intervalo com uma vantagem justíssima;

60’: Reinício da final, com os argentinos a manterem-se por cima do jogo no primeiro quarto-de-hora;

75’: Quase tudo igual, apenas com o registo do primeiro remate à baliza efetuado pelos franceses (70’);

90’: Um penalty caído do céu (79’), transformado por Mbappé, reabriu a discussão, logo incendiada com o bis (81’) do francês, Messi ainda tentou evitar o tempo extra, mas Lloris não deixou;

105’: Ninguém a querer arriscar muito, melhores os franceses no arranque do prolongamento, mas os argentinos mais perto de marcarem por duas vezes;

120’: Começa a segunda parte, com Messi também a bisar (109’), mas outro penalty (116’) marcado por Mbappé – hat-trick do gaulês – volta a empatar tudo, levando o desempate para as grandes penalidades;

Penáltis: 0-1, Mbappé; 1-1, Messi; 1-1, Koman; 2-1, Dybala; 2-1, Tchouaméni; 3-1, Paredes; 3-2, Muani; 4-2, Montiel.

 

Depois da vitória em 1978 e 1986, trinta e seis anos depois, a Argentina sagra-se tricampeã mundial, numa final louca.


Mundial da Vergonha



sábado, 10 de dezembro de 2022

Paulinos no Mundial

Mundial da Vergonha

Inglaterra 1 vs França 2 

Excelente jogo de futebol, com uma arbitragem medíocre que empurrou os gauleses para as meias-finais. 

Mundial da Vergonha

Marrocos 1 vs Portugal 0

 

Com apenas uma alteração em relação à goleada frente à Suíça – saiu William, entrou Rúben Neves – o jogo começou conforme previsto, com o esperado autocarro marroquino em frente à sua baliza, obrigando Portugal a um jogo de enorme paciência – mas com pouca velocidade - com a estratégia da seleção africana a resultar perto do intervalo, tendo faltando a estrelinha a Portugal na primeira parte.

Na segunda metade o autocarro passou para dois andares, Fernando Santos mexeu bem na equipa, mas o golo não apareceu.

Hoje não era o nosso dia e a melhor seleção ficou pelo caminho.

Sem servir de desculpa, um árbitro argentino para este jogo?