Muita chuva no início do dia, dando força aos que dizem que a linda Braga é o penico do céu.
Ainda procurei um emprestado no hotel, mas lá fui à procura do 43 para me levar à Universidade do Minho onde a Horta do Pedro jogava hoje.
O trajeto até à paragem era curto e o casaco, mais um chapéu foram o suficiente.
Dos 15 minutos de viagem deu para perceber que os poucos passageiros que viajavam aquela hora (8 da manhã) - estamos em férias escolares - todos sabiam o nome do condutor, o Sr. Mário.
O jogo foi bem disputado.
O disnível no marcador (9-1) para o lado de Santarém, é muito enganador.
A diferença foi a eficiência: os açorianos apareciam em posição para marcar, acertavam nos ferros - que neste caso são de madeira - atiravam ao lado e permitiam a defesa do guarda-redes.
Os escalabitanos, é caso para dizer, cada tiro, cada melro.
O Pedro - jogou a segunda parte na baliza - esteve bem, mas também ele sofreu com a eficiência do outro lado.
Regresso ao hotel, mochila às costas, almoco rápido perto da estação e fui apanhar o Alfa.
Pela primeira vez andei num dos novos, que disponibilizam um tomada elétrica em cada lugar.
Nos dias que correm dá muito jeito.
Agora é recuperar o físico - uma gripalhada anda a tentar vencer-me - e descansar, para estar em forma para receber o 2018.
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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Braga está linda!
O dia começou muito cedo, mas torto.Dores no corpo, garganta, muito, irritada e um corpo a pedir cama.
Mas promessa é promessa e fiquei de ir ver o meu afilhado Pedro, que está em Braga no torneio Inter-Regiões de futsal, no escalão de sub 18.
O Miguel Bastos foi-me buscar à estação da CP, levou-me a comer uma francesinha e ficámos à espera do jogo que era no centro da cidade.
Mas as coisas não correram bem.
Por um motivo que não sei, o jogo foi parar - à última hora - fora de Braga e já não o consegui ir ver.
Vim para o hotel, descansei um pouco e antes de jantar dei uma volta por esta cidade muito linda, onde o comércio tradicional convive com as lojas, habituais, das grandes superfícies.
Ficam umas fotos.
sábado, 25 de novembro de 2017
Madeira à, quase, 17 anos de distância
Este fim de semana o Ricardo está na Madeira com uns amigos.
Eu e a Princesa já lá fomos.
Fui à procura da data e descobri que faz 17 anos em janeiro, onde estivemos entre 13 e 15 do primeiro mês de 2001.
Não havia muito dinheiro disponível nessa altura - ainda hoje não há - mas o meu talento como selecionador de futebol, fez-me ganhar um concurso no jornal A Bola, que valia 100 contos em compras na Agência Abreu.
Foram três dias muito bem passados, onde nos divertimos muito e até deu para me esquecer do cartão multibanco - que recuperei - e um boné - que lá ficou - no restaurante Londres, situado na baixa do Funchal.
Ficam alguns bonecos dessa viagem e a equipa que valeu o prémio.
Eu e a Princesa já lá fomos.
Fui à procura da data e descobri que faz 17 anos em janeiro, onde estivemos entre 13 e 15 do primeiro mês de 2001.
Não havia muito dinheiro disponível nessa altura - ainda hoje não há - mas o meu talento como selecionador de futebol, fez-me ganhar um concurso no jornal A Bola, que valia 100 contos em compras na Agência Abreu.
Foram três dias muito bem passados, onde nos divertimos muito e até deu para me esquecer do cartão multibanco - que recuperei - e um boné - que lá ficou - no restaurante Londres, situado na baixa do Funchal.
Ficam alguns bonecos dessa viagem e a equipa que valeu o prémio.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Sagres, claro!
Há dois meses fui com o Vilafranquense à ilha Graciosa, com escala na Terceira.
Os voos para as Lajes, e de lá para Lisboa, foram efetuados pela TAP.
Contrariamente ao que é habitual na transportadora nacional, não houve serviço a bordo. Para lá o lanchinho estava em cima do banco e para cá o abastecimento - pequeno - era feito no bar localizado na zona de partida.
A explicação anunciada foi falta de meios humanos.
Regressei este fim de semana às viagens na TAP e as coisas melhoraram.
As sandes eram fraquinhas, mas já havia cerveja.
E fresquinha!
Os voos para as Lajes, e de lá para Lisboa, foram efetuados pela TAP.
Contrariamente ao que é habitual na transportadora nacional, não houve serviço a bordo. Para lá o lanchinho estava em cima do banco e para cá o abastecimento - pequeno - era feito no bar localizado na zona de partida.
A explicação anunciada foi falta de meios humanos.
Regressei este fim de semana às viagens na TAP e as coisas melhoraram.
As sandes eram fraquinhas, mas já havia cerveja.
E fresquinha!
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Açores é espetáculo
Os que me conhecem mais de perto, sabem da minha paixão pelos Açores.
Conheço o Pico, Terceira, Horta, São Jorge e São Miguel, todos elas com os seus encantos e belezas naturais.
Recentemente estive com a Princesa na capital açoreana das nove ilhas, visita que aumentou, ainda mais, o meu sentimento por aquele espaço situado no meio do Atlântico.
Como costumo dizer, por muito que expliquemos a beleza que vemos, só por perto percebemos o que significa, quando dizemos a alguém, sobre uma paisagem “É de tirar a respiração!”.
Deixo algumas fotos da ilha de São Miguel, aquando da última visita, em junho deste ano.




Conheço o Pico, Terceira, Horta, São Jorge e São Miguel, todos elas com os seus encantos e belezas naturais.
Recentemente estive com a Princesa na capital açoreana das nove ilhas, visita que aumentou, ainda mais, o meu sentimento por aquele espaço situado no meio do Atlântico.
Como costumo dizer, por muito que expliquemos a beleza que vemos, só por perto percebemos o que significa, quando dizemos a alguém, sobre uma paisagem “É de tirar a respiração!”.
Deixo algumas fotos da ilha de São Miguel, aquando da última visita, em junho deste ano.




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