sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Penso, logo...
Há pouco olhava para o calendário que descansava em cima da minha secretária. Ele, que estoicamente resiste à quase um ano, às senhoras da limpeza que teimam em agredi-lo quase diariamente.
Espevitei a vista e lá estava ela, a frase inspiradora, no rodapé da foto que embeleza o contador dos dias, de um autor para mim desconhecido: "Nenhum objecto ouve mais parvoíces que um quadro".
Curiosa, pensei. Porque não partilhá-la?
Pronto, a partir de hoje vão por aqui surgir frases, pensamentos ou reflexões, de autores mais ou menos conhecidos, ou mesmo de anónimos, porque não.
Sai a primeira.
"Nunca ande pelo caminho trilhado, pois ele conduz somente até onde os outros foram."
(Alexandre Graham Bell)
Espevitei a vista e lá estava ela, a frase inspiradora, no rodapé da foto que embeleza o contador dos dias, de um autor para mim desconhecido: "Nenhum objecto ouve mais parvoíces que um quadro".
Curiosa, pensei. Porque não partilhá-la?
Pronto, a partir de hoje vão por aqui surgir frases, pensamentos ou reflexões, de autores mais ou menos conhecidos, ou mesmo de anónimos, porque não.
Sai a primeira.
"Nunca ande pelo caminho trilhado, pois ele conduz somente até onde os outros foram."
(Alexandre Graham Bell)
29 de Novembro
Há 83 anos, morre o compositor italiano Giacomo Puccini. Escreveu as suas primeiras peças para órgão influenciado pelas canções folclóricas da Toscana e pelo estilo verdiano. É autor, entre outras, das seguintes óperas: La Bohème, Madame Butterfly e Tosca.Tinha 65 anos
in O Leme
A boina de Saragoça
Pode parecer um tema esquisito, mas até tem alguma lógica tendo em conta o que se passou esta semana. A nossa Cátia quase que voou, tal não era a ventania que se fazia sentir, tive mesmo de a agarrar pois estava mesmo a preparar-se para a descolagem.
Umas rajadas bem fortes que trouxeram outra baixa à nossa casa. Com a poeira que o vento traz a nossa, e mais uma vez, querida Cátia ficou com uma conjuntivite daquelas e ontem tivemos de ir ao posto médico para resolver o problema. O funcionamento do centro de saúde daqui pareceu-me muito familiar ao de Alverca. Muitas pessoas idosas, todas a reclamarem e sempre a porem defeitos em tudo e em todos... Enfim, é igual em todos os lados.
Na passada sexta-feira, saímos em visita de estudo ao município de Huesca, mais propriamente a Alquézar e Barbascos. Duas pequenas aldeolas perdidas no meio de montes e montanhas, mas com paisagens encantadoras e um património histórico muito importante. Aqui deixo uma foto para poderem apreciar a beleza da pequena aldeia de Alquézar.
No próximo fim-de-semana vamos a Bilbau, por isso, para a semana, esperem por mais novidades.
Besos de Zaragoza.
Hasta Jueves.
Cláudia Paulino
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Ponto e virgula
Depois de dia e meio em casa, com estômago e intestinos revoltados com alguma indelicadeza da minha parte, lá fui, no final do dia ao médico.
Nada da grave, os recados e cuidados do costume e uns comprimidos para chupar e outros para ingerir.
Amanhã já estarei de regresso ao trabalho e à UAL, onde deram pela minha falta.
Nada da grave, os recados e cuidados do costume e uns comprimidos para chupar e outros para ingerir.
Amanhã já estarei de regresso ao trabalho e à UAL, onde deram pela minha falta.
Olhar Jovem
Hoje, mais uma vez, não falarei de uma viagem radiofónica. O tema de hoje é o jogo do fim-de-semana em Turquel, um local que como vão ver, me traz boas recordações.
O jogo foi muito difícil, mas lá conseguimos ganhar por 5-4.
Mas não estou aqui para falar desta partida, mas da visita que fiz a esta vila do distrito de Leiria, há sensivelmente 3 anos, na altura ainda a defender as cores do Sporting.
Estava um dia horrível, chovia a potes e perto de hora e meia de caminho, nestas condições, não é muito agradável. Ainda por cima o rinque, que parece aqueles azulejos que as casas mais antigas têm no chão das cozinhas, já é difícil sem chuva, imaginem molhado.
O jogo começou normalmente mas, devido à chuva que caía de um buraco no tecto, tinha de ser interrompido várias vezes. Os dirigentes da equipa da casa não se mexiam, estavam a perder e então teve de ser o meu pai, que na altura era seccionista, a ir limpar o rinque. O árbitro estava sempre a dizer “Acho que é melhor parar o jogo…”. E o meu pai “Não, não é preciso, isto já está a ficar limpo!”. E, simultaneamente, lá (tentava) secar o terreno de jogo junto a uma das áreas. Assim que ele virava costas, já aquilo estava tudo molhado outra vez.
Mas as coisas giras não ficaram por aqui.
Era costume eu levar a minha camisola de jogo para casa para lavar.
Contudo, naquele dia esqueceu-me - como o Gato Fedorento! - lá levei um ralhete do cota no carro. Como já não dava para voltar atrás, tivemos de parar em Alenquer para pedir uma camisola emprestada. E depois lá fomos para Turquel e, coincidência das coincidências, não sofri nenhum golo e fiz uma das melhores exibições desse ano, acabando o resultado por ficar em sete a zero a nosso favor. Devia ser um prenúncio para ir para o clube da Vila Presépio!
Para acabar, quero só desejar boa sorte à equipa nacional de sub-20 de hóquei em patins, que se encontra a disputar o Campeonato Mundial, no Chile.
Vejam lá se ganham isso!
Abraços e beijinhos para todos.
Até para a semana!
Ricardo Paulino
terça-feira, 27 de novembro de 2007
O Canto da Princesa
Tenho saudades do meu avô Manuel.
Já lá vão mais de vinte anos mas quando penso nele, sinto sempre um grande vazio.
Era um homem honesto, trabalhador, respeitado por todos os que conhecia e um babado com a filha e os netos.
Cortador de profissão, era conhecido pelo Manel do Talho e, ainda hoje, fico muito orgulhosa quando me identificam como sua neta.
Sócio fervoroso do Belenenses, nunca perdia um jogo em casa. Era também um fumador inveterado.
A minha infância foi toda passada ao seu lado.
Estávamos sempre lá por casa.
Se nos portávamos mal, bastava ele abrir os olhos, nem era preciso dizer mais nada.
O respeitinho é muito bonito.
Foram muitas as horas passadas no talho, algumas a vê-lo desmanchar as peças de carne, explicando sempre o que estava a fazer.
Quando queria uma moedita para os cromos, a fartura ou o bolinho, o Manel lá ia ao bolso.
Nunca dizia que não e quando olhava para mim, eu sentia sempre que o fazia com uma grande ternura e orgulho.
Partiu sem avisar, de um momento para o outro.
O coração deixou de bater e foi posto um ponto final na vida de uma das pessoas que eu mais amava.
Foi um golpe muito duro.
Os avós são, sem dúvida, das personagens que mais marcam a nossa vida.
Termino como comecei.
Tenho saudades do meu avô Manuel.
Célia Paulino
Já lá vão mais de vinte anos mas quando penso nele, sinto sempre um grande vazio.
Era um homem honesto, trabalhador, respeitado por todos os que conhecia e um babado com a filha e os netos.
Cortador de profissão, era conhecido pelo Manel do Talho e, ainda hoje, fico muito orgulhosa quando me identificam como sua neta.
Sócio fervoroso do Belenenses, nunca perdia um jogo em casa. Era também um fumador inveterado.
A minha infância foi toda passada ao seu lado.
Estávamos sempre lá por casa.
Se nos portávamos mal, bastava ele abrir os olhos, nem era preciso dizer mais nada.
O respeitinho é muito bonito.
Foram muitas as horas passadas no talho, algumas a vê-lo desmanchar as peças de carne, explicando sempre o que estava a fazer.
Quando queria uma moedita para os cromos, a fartura ou o bolinho, o Manel lá ia ao bolso.
Nunca dizia que não e quando olhava para mim, eu sentia sempre que o fazia com uma grande ternura e orgulho.
Partiu sem avisar, de um momento para o outro.
O coração deixou de bater e foi posto um ponto final na vida de uma das pessoas que eu mais amava.
Foi um golpe muito duro.
Os avós são, sem dúvida, das personagens que mais marcam a nossa vida.
Termino como comecei.
Tenho saudades do meu avô Manuel.
Célia Paulino
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
26 de Novembro
Há 85 anos, nasce Charles Schulz, cartoonista norte-americano, criador da turma do Charlie Brown. Morreu com 77 anos.
in Wikipédia
domingo, 25 de novembro de 2007
Ponto e vírgula
Acabei de ver na TV o FC Porto - Setúbal.
Os setubalenses, que ainda não tinham perdido esta época, fizeram uma exibição muita fraca. Atrevo-me a dizer, condicionada.
Dentro de pouco tempo, algumas semanas ou um pouco mais, vamos saber qual foi o preço desta prestação, realizada em ritmo de treino.
Vou estar atento.
Os setubalenses, que ainda não tinham perdido esta época, fizeram uma exibição muita fraca. Atrevo-me a dizer, condicionada.
Dentro de pouco tempo, algumas semanas ou um pouco mais, vamos saber qual foi o preço desta prestação, realizada em ritmo de treino.
Vou estar atento.
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