quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Já é tarde.
Eu diria mesmo, muito tarde.
Para mim é!
Já em plena sexta, escrevo sobre a quinta.
Que não foi um bom dia.
Acontece!

A boina de Saragoça

Tal como disse o Tio Jorge, hoje de manhã, gosto destes dias de frio.
Faz-me lembrar o Inverno que passei em Saragoça, as visitas de estudo a Jaca e Canfran, onde a neve fazia parte da paisagem.
Pena que aqui só faça frio, pois gosto de ver a paisagem toda branca.
Pode ser que a neve nos visite no fim-de-semana e fique até ao dia de Natal.
Não sou grande apreciadora da quadra, mas parece que a neve combina bem com ela.
Aqui o meu Marquito, que não gosta do frio, no sábado vai ficar congelado quando representar os veteranos do Alverca, na Quinta do Conde, contra a União Alentejana.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Gosto mais do frio do que da chuva.
Mas há muito gente que corrobora desta opinião.
Mas já agora, que está esta friagem, porque não menos uns graus e neve?
A mim parecia-me bem, até porque estamos no Natal.
Força lá nisso S. Pedro!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Sabe sempre bem uma folga, principalmente, quando não estamos à espera dela.
Foi o que aconteceu hoje, pelo que Sintra ficou para amanhã.
Dia do almoço da minha gente, coincidindo com a despedida da Chefa.
Uma grande mulher!

Primeira sensação

Andam por aqui umas manchas estranhas no monitor!
Recordei o Vasco Santana a dizer às tias, no Jardim Zoólogico, que as manchas da girafa “eram fígado”.
Por acaso este monitor – de 17’’, em vez das 15’’ dos daqui – é meu, um que sobrou lá pelo acampamento.
Não lhe auguro o final feliz!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Gosto de concursos televisivos!
Já fiz por lá algumas incursões, mas sempre mal sucedidas.
Vem esta conversa a respeito do Milionário Alta Pressão, passatempo da RTP.
Hoje acertava todas.
Quando estamos no sofá é fácil!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Esta época natalícia inflaciona as reuniões à volta da mesa.
Hoje é o Gang da Mealhada que se junta para o habitual almoço mensal.
Ainda sem sítio destinado, nem presenças confirmadas, ele vai acontecer.
Nem que seja eu sozinho!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Utilizando uma gíria futebolística, diria que estou limitado.
Esta dorzita que teima em repetir-se, deixa-me irritado.
Mas eu não sou rapaz de me deixar ficar.
Vou tentar perceber porque motivo ela aparece, sem pedir licença.
Manias!

Primeira sensação

Sempre me lembro de ter esta sensação.
Primeiro o desejo de chegar ao aniversário.
Depois, esvaziado o dia 12, no horizonte surge o Natal.
Claro que já se perdeu alguma magia deste momento.
Mas continuo a gostar das prendas, da alegria das surpresas, masmo sem a visita a meio da noite à chaminé.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Foi um belo dia!
Tudo correu muito bem.
O almoço, o hóquei do Ricardo, o jantar em casa da Kakui, a vitória do Benfica, enfim, um dia quase perfeito.
Faltou apenas que a chuva tivesse ficado sossegada.
Por isso não houve cachopas amarelas.
Para o ano chegam os 52 anos.
De caras!

Primeira sensação

Hoje sou pequenino!
Cinquenta e um anos depois cá estou eu em grande forma.
Gosto muito de fazer anos, por isso, este dia é sempre uma festa.
Para já vou bater nas cachopas amarelas, antes do almoço em família.
Até porque o meu cunhado também faz mais um.
Ah, é verdade, já recebi duas prendinhas e muitos beijinhos da Princesa e do puto.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Boa prestação do Ricardo no ténis.
Não deu para chegar à final, mas para quem treina tão pouco, foi bem agradável.
Amanhã é a minha vez.
O resto do dia foi a nosso gosto.
Calmo e sossegado.

Primeira sensação

Finalmente vamos ter um fim-de-semana sem chuva!
Resultado: as cachopas amarelas vão estar em exibição, em dois torneios da UJA.
Hoje o Ricardo, amanhã eu.
Divertimento assegurado!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Gosto deste mês!
Não só porque é o meu, mas porque proporciona encontros pouco prováveis ao longo do ano.
Hoje foi o jantar da malta do meu trabalho, resultando em três horas de boa disposição, com os problemas do dia a dia lançados para bem longe.
O outro lado também apareceu.
O Zeca Serra, colega de muitas lutas - dentro e fora do pavilhão - resolveu partir, inesperadamente, antes do Natal.
Só me lembro de uma forma do homenagear: "Oh Matias, olha a porta!"

Ponto e vírgula

O Ricardo era um fã da banda.
Ouvia a sua música e viu-os ao vivo, a última vez no Pavilhão Atlântico.
Ainda há poucos dias, quando ouviamos, no Chico Picasso, o CD ao vivo do concerto, lhe tinha perguntado: “Quando sai o próximo disco dos Da Weasel?”
Eu também gostava, e muito, influenciado pelo puto.
Tinha pensado que, na próxima oportunidade, gostava de os ver ao vivo.
Já não vou conseguir.
Dezassete anos depois terminou a aventura.
Li, esta manhã no i, uma definição que assenta como uma luva à banda de Pacman e companhia: A banda Tintim: para ouvintes dos 7 aos 77 anos.

Rosa Sensual

Primeira sensação

Volto ao Benfica-Olhanense de há uma semana.
Durante os dias que se seguiram foram várias as insinuações do favor de Moretto – porque já jogou na Luz – referindo esses mesmos iluminados, que o golo de Cardozo não lhe devia ser atribuído, mas sim considerado auto-golo.
Já alguém viu um remate, em que bola se escapa das mãos do guarda-redes, ser considerado um golo na própria baliza?
Eu não me recordo.
Sobre facilidades recordo-me de Beto, que ao serviço do Leixões – num ano em que os leixoneneses ganharam no Dragão – ter sofrido quatro golos esquisitos dos azuis-e-brancos, no estádio do Mar, quando já estava comprometido com FC Porto.
É curta a memória dos homens!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Após a fuga do Sol

Nem sempre correm bem os meus cozinhados!
Hoje, um erro de leitura numa receita de frango, feita na Bimby, transformou um bom petisco, nuns estilhaços do galináceo.
A família disse que estava bom.
Parece o Anthony Bourdain, apresentador do No Reservations.
Para ele está sempre tudo delicioso!

A boina de Saragoça

Hoje não estou muito inspirada.
Estou doente, cansada e desiludida com algumas coisas que tem acontecido nos últimos dias.
Valeu a visita de estudo de hoje ao Museu da Electricidade, para vermos a Exposição Falemos de Casas, integrada na Trienal de Arquitectura.
Muito interessante para quem gosta dos temas do urbanismo.
Não tão interessante para quem se preocupa com vernizes e maquilhagem.
Enfim é a sociedade que temos!
Hoje fico por aqui.
Até para a semana.

Cláudia Paulino