sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Primeira sensação
E mais um ano chega ao fim.Desde que trabalho, no que a minha memória consegue alcançar, este dia foi passado a laborar.
E já lá vão 31!
Lembro-me de um ano – estava em Alenquer – que quase chegava a casa no seguinte, entre complicações com números e acidentes na estrada.
Espero que hoje tudo seja mais calmo.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
A boina de Saragoça
O ano de 2010 está a terminar, tempo para um balanço final. Não foi dos melhores anos, mas também nem tudo correu mal.
A nível pessoal, está tudo doze estrelas.
A nível profissional, nem por isso. Continuo em busca de algo que me satisfaça plenamente. Há que continuar a procurar, pois um dia será o meu dia.
Para terminar o ano em beleza uma amigdalite resolveu juntar-se à minha pessoa para celebrarmos a entrada no novo ano. A coisa está difícil.
Enfim…
Um 2011 excelente, com muita saúde, paz e amor é o que desejo a todos os leitores do blogue do Tio Jorge.
Até para o ano.
Cláudia Paulino
Após a fuga do Sol
Primeira sensação
Final de ano dá sempre jeito para os balanços.Desportivamente, o Ricardo mudou de Paço de Arcos, para um regresso a Sintra.
Esperava mais coluna vertebral aos dirigentes do clube da linha.
No futebol, segundo ano de cativo na Catedral, segundo título de campeão.
Esta época está mais complicado, apesar dos lugares garantidos pela terceira vez.
Mas se na segunda metade da temporada as benesses para os trapaceiros terminarem, ainda podemos lá chegar.
Haja fé!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Com o caminhar da vida, no seu ritmo acelerado, colegas de trabalho vão chegando primeiro à última etapa do nosso percurso.Hoje mais um mais saltou a barreira da independência, como eu a vejo.
Ela tem tem vários nomes.
Reforma e aposentação são os mais comuns, mas eu quero lá chegar como activo.
Muito activo, assim o espero.
Primeira sensação
Seis horas e trinta e oito minutos.Nem mais um, nem menos um.
Todos os dias de trabalho, o telemóvel, promovido a despertador, produz aquela música irritante a esta hora.
Hoje não o fez, porque me esqueci de lhe dar essa ordem.
Conclusão: trinta minutos da rotina diária atrasada.
Mas o meu lugar no comboio, lá estava, à minha espera.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Mais uma experiência inovadora, no que à culinária diz respeito.Hoje foram umas codornizes que saltaram para dentro do forno... com batinhas assadas, claro!
Depois chegou a TV, normal, nada daquelas porcarias da TVI.
Um passatempo, de que nem gosto muito, mas com vários nomes grandes da rádio portuguesa.
Nestas alturas chegam-me as saudades do éter.
Um bichinho que está hibernado!
Primeira sensação
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Depois de um interregno para as férias natalícias, regressaram os treinos do hóquei.Aproveitei para ver na TV - pois no congelador de Sintra está-se bem é no bar - o Arsenal-Chelsea, um dos vários derbies londrinos, nesta altura talvez o mais apetecível, que os gunners venceram por 3-1.
Cada vez gosto mais do futebol inglês.
Futebol em velocidade, sem paragens, sem manhas, sem fitas, enfim, com respeito por quem paga o bilhete para ver um bom espectáculo.
Que são sempre quase todos os jogos!
Primeira sensação
Um dia sem trabalhar é bom.Então a uma segunda-feira, é uma maravilha.
Oportunidade para umas compras - já a contar com o 31 - uma hora a bater nas cachopas amarelas mais o Ricardo - se arranjarmos campo - e o resto de preguiça quanto baste.
Parece-me um dia interessante.
Por isso levantei-me cedo para o aproveitar bem!
domingo, 26 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Primeira sensação
sábado, 25 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Primeira sensação
Muita chuva ao deitar - já bem tarde - e acordar para lá do meio-dia, com as prendas espalhadas pelo acampamento.Livros, chocolates, roupa, uma Dolce Gusto e outras recordações engraçadas, foram alguma das lembranças recebidas.
Agora regressamos ao local do crime onde um peru e afins nos vai entreter pelo dia fora.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Após a fuga do Sol
Estamos de partida para casa da Berta.Lá vamos passar, como é habitual, a noite de Natal com a família - a Cláudia e o Marquito juntam-se amanhã - com o bacalhau e os doces a não faltarem.
Mas também vamos ter leitão, carne de porco à alentejena e a habitual discussão: A que horas se abrem as prendas?
A minha resposta é sempre a mesma: À meia-noite.
Mas nunca é.
É sempre antes!
Ponto e vírgula
Primeira sensação
Uma pequena reflexão nesta véspera de Natal.Não tenho medo da velhice. Encaro-a como o passo seguinte, necessariamente mais condicionado.
Vou tentar, dentro do que me for possível, não depender de ninguém, sempre por perto da minha Princesa.
Mas, quando chegar a altura de precisar, tenho a certeza que os meus filhos vão estar lá.
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