sábado, 19 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Ela prometeu, prometeu, prometeu e não falhou.
A chuva chegou, provocando a anulação de todos os jogos de ténis da tarde.
Antes de ela começar a cair com força, ainda tivemos tempo para dar uma volta por Lagos, na zona da marina, para depois regressarmos ao hotel, onde aproveitámos para jogar snooker, eu e o Ricardo.
Quero jogar sempre aqui.
Só as bolas mantêm a cor habitual.
O resto é lindo!
Pano vermelho, giz vermelho, paredes vermelhas e candeeiros vermelhos.
A sala de jogos mais próxima da perfeição

Primeira sensação

Bom, que paciência!
Este Vila Galé - passe a publicidade - é um excelente hotel. Mas o wifi...
Depois de um grande esforço cá cheguei.

O dia nasceu cinzento, mas sem chuva.
Condição para o Ricardo jogar a sua final, a última, por causa da idade e porque não deve vir a ser bancário, digo eu.
Ganhou bem (6-2 e 6-0), numa partida marcada pelo vento que não ajudou à qualidade.
Agora vamos almoçar e depois dar uma volta por Lagos.
Vamos ver se o tempo continua a colaborar!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Depois de alguma ginástica informática, cá estamos em Lagos.
Vou reforçar.
Com muita insistência lá consegui escrever/enviar algumas frases com uma net, de borla, é certo, mas a carvão!

Não perdemos a oportunidade, antes da chegada ao destino, de comer o verdadeiro frango da Guia.
Como diz o Sérgio Godinho, cuidado com as imitações!
De resto tudo excelente.
Uma viagem bem tranquila, o tempo bem agradável, um hotel quase a estrear com um quarto muito bom.
Temos, também, a companhia de várias equipas de ciclismo que participam na Volta ao Algarve.
Um fim de semana que promete!

Rosa Sensual

Primeira sensação

O dia começou com uma visita à minha vampira preferida.
Uma picadela daquelas que não se sentem.
Um espectáculo!
De seguida vou fazer um peixinho delicioso para o almoço, arrumamos a mala e vamos até Lagos onde o Ricardo vai jogar a final do torneio de ténis do SBSI, no escalão 17/18 anos.
Se houver net por lá, logo trago mais novidades.
Se não... até domingo à noite.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A boina de Saragoça

Cada dia que passa uma história diferente que aparece.
Pensei em algo que pudesse demonstrar as histórias que vejo e ouço todos os dias no meu trabalho.
Um dos meus alunos lembrou-me da letra desta canção do Boss AC com Mariza. Combina o fado com o Hip-pop.
Vale a pena ler e reflectir.

“Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo”

Até para a semana.

Cláudia Paulino

Após a fuga do Sol

Uma verdadeira noite europeia.
Nos meus tempos de menino, de rádio encostado ao ouvido, estas eram as noites de quarta-feira na Europa.
Taça dos Campeões Europeus, Taça dos Vencedores das Taças e Taça das Cidades com Feiras, eram a nossa companhia, via transistor a pilhas, porque na TV, nem pó.
Foi um jogo intenso, com 45 minutos de avanço do Glorioso, que quase lhe custava a vitória.
Mas contra uns alemães de segunda e um árbitro holandês de quarta categoria, o Benfica ganhou bem.
Nunca tinha visto livres diretos, vários, perigosos, com a barreira dos alemães a 6, 7 metros, perante a complacência deste senhor que já festejou um golo de uma equipa, durante um jogo que estava a apitar.
Apetece-me dizer.
Volta Olegário que estás perdoado!

Primeira sensação

Dia número um de férias, com uma ida à Catedral.
E vamos meia-dúzia.
A rapaziada do acampamento, os meus cunhados e a Isilda, vai tudo ver o Benfica.
Com o tempo a ajudar - se não chover já é ótimo - lá vamos nós, sem dispensar um belo courato para abrir o apetite para o jogo.
Os alemães que se cuidem!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Em dia de treino em Sintra, fico de baixa e a Princesa vai com o puto.
Uma dor marota, anda a chatear-me, mas eu vou dar cabo dela.
Além disso chegam agora dois dias de férias e uma viagem ao Algarve.
Não percam as cenas dos próximos episódios.
Giro, não?

Primeira sensação

Segundo dia de greve dos comboios, segunda viagem do XO até à capital.
Logo à saída de Alverca, na rotunda da Cerveja, um automóvel bem batido.
Na A1 as habituais avarias, apesar da chuva e do piso molhado.
Já por Lisboa – perdoem-me a insistência – continuam os condutores de gincana.
Será que esta gente não tem amor à vida?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

A minha geração lembra-se do Ano Propedêutico, uma espécie de Tele-Escola de acesso à Universidade.
Eu, o Zé, o António e o Vítor - companheiros da Gago Coutinho – resolvemos estudar em conjunto.
Uma semana em casa de cada um – o António estava isento por morar na Arcena – lá nos colocávamos em frente à TV, todas as manhã, a partir das 9 até perto da hora de almoço.
Era uma seca!
Não tenho bem a certeza, mas acho que nenhum nós tirou proveito daquela aberração. Apenas serviu para reforçar a nossa amizade.
Fomos mantendo o contacto, mais com o Vítor que compartilhava comigo a paixão pelo futebol, no Alhandra. Na segunda metade da nossa vida, o destino foi traiçoeiro para ele.
Lutava há vários anos contra uma doença que lhe tirou a autonomia, tendo partido ontem.
Um almoço, a quatro, pensado há algum tempo, ficou por fazer.
Adeus Amigo!

Ponto e vírgula

Não se trata de uma novidade.
Apenas a divulgação da letra de uma canção dos Deolinda, lançada nos seus concertos, recentes, nos Coliseus.
Para refletirmos!


Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “casinha dos pais”
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “vou queixar-me pra quê?”
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração “eu já não posso mais!”
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Rosa Sensual

Primeira sensação

Como diz a Princesa “Não estamos habituados a ver-te com problemas físicos”.
Pois é.
O que é certo é que esta dor que de vez em quanto surge, tem, aparentemente, a ver com o esforço físico.
Não incapacitante, mas bem chata, está a precisar de um diagnóstico preciso.
Mas nem sonhem que isto me vai abater.
O ténis e a futebolada que se cuidem!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Se já estávamos atentos a estes assuntos, agora com mais um encartado, a atenção aumentou.
Gostava de perceber porque é que os nossos automobilistas ainda não perceberam que, com a estrada molhada, não se pode conduzir como se houvesse um sol radioso?
Um acumular de acidentes, aqui e acolá, fez com que hoje a ida a Sintra ficasse anulada.
Culpa dos grandes condutores portugueses!

Primeira sensação

Hoje é o Dia dos Namorados.
A nossa cumplicidade, o nosso namoro começou há muito.
Ela é o segredo da longevidade da nossa paixão.
Queria oferecer-te a melhor prenda do Mundo.
Fico-me pelas palavras.
Amo-te muito Princesa!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Em dia de jogo na Catedral, tivemos que fazer opções por estas bandas.
Como o Ricardo tinha jogo - o primeiro para a Taça APL - eu e ele fomos até Sintra, para defrontar o Nafarros.
Uma equipa que está no Nacional, fruto da incompetência de alguns clubes - que querem os mais fracos por lá - e da Associação de Lisboa, que nada faz para que sejam os melhores a representá-la.
Um equilibrado 12-1 foi o resultado final.
Na Luz estiveram a Princesa, a Cláudia o Marquito e a Inês - irmã da Kakui - que assistiram a um show de bola do Benfica.
Só um campeonato inquinado desde do início, vai impedir, muito provavelmente, esta equipa de ser campeã!

Primeira sensação

As previsões para hoje dão chuva.
Mas para já o céu deu uma trégua, o que quer dizer que vamos bater nas cachopas amarelas.
Mesmo com uma dor aqui e outra acolá!

Em jeito de actualização.
Assim que saímos de casa começou a chover.
Então isso faz-se S. Pedro?
Mas mesmo com muita água, as cachopas vestiram o fato de banho e levaram connosco uma hora.
À homem!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Há uns anos que não me acontecia uma destas!
Na brincadeira com bola desta manhã, as coisas não correram muito bem.
Num lance dividido - como se diz na gíria futebolística - levei a pior.
Como caneleiras é um objecto que não uso, a tíbia, do lado de fora, ficou em obras.
Nada que umas esfregadelas com betadine, associada ao ar livre, não resolvam.
Na boa!

Ponto e vírgula

Estou irritado.
Vejam estas coincidências.
Como exemplo de um banco privado, o BCP, aumentou os seus lucros em 2010.
A Caixa baixou os seus.
O BCP pagou menos impostos de que no ano anterior.
A Caixa vai continuar a entregar dividendos ao Estado.
Os empregados do BCP não contribuem com um cêntimo para as dificuldades nacionais.
Os da Caixa, que trabalham em concorrência com toda a Banca, pagam e bem.
A Caixa prepara-se para uma campanha publicitária com a contribuição, gratuita, dos seus colaboradores.
O BCP vai fazer uma com José Mourinho, que vai receber, segundo a imprensa, um milhão de euros!?
Já escrevi isto uma vez, quando a Rádio 2000 ficou de fora.
Que raio de País este!