quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ponto e vírgula

O aproveitamento de uma publicidade, numa linha com seis milhões.

Primeira sensação

As despedidas são sempre dolorosas.
Os familiares sofrem, tendo longas horas para receberem os sentimentos de amigos e anónimos.
Encontramos pessoas que só vemos nestas ocasiões e outras que já não vemos há muitas luas.
Não sei como será a minha.
Mas quero que tenha música.
Quero que tenha alegria.
Quero que tenha os meus amigos.
Uma despedida à maneira!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Conhecemo-nos há perto de 30 anos.
Na Secundária dos Olivais, em frente ao ISEL - onde andei algum tempo, mais tarde - fomos fazer o 12º ano, na sua etapa inaugural.
O Manel da Joana.
Era assim que nos referíamos a ele.
Muito calmo, disfarçava a sua ligeira gaguez com a ponderação do seu discurso.
Quantas horas passámos - num grupo que nasceu com ele - pela noite fora, até o dia nascer, a falar de política, de futebol, sem nunca nos cansarmos.
A vida levou-nos por caminhos diferentes, mas sempre que nos reencontrávamos, lá estava aquele sorriso, sempre sincero.
A Joana, sua esposa, e a Patrícia, única filha, perderam uma parte muito importante da Família.
Eu perdi um grande Amigo!

Primeira sensação

Talvez porque o corpo se anda a queixar, hoje estou sem paciência.
Para nada!
Comboios que não aparecem.
Gentinha que arruma os carros onde não deve.
Computadores que não trabalham.
Pessoas irresponsáveis.
Enfim, à portuguesa!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Já há algum tempo que não o fazia.
O já célebre Bife à Pai!
Ficou muito bem, como é habitual, até porque a carne foi comprada pelo Ricardo.
Digamos que foi um trabalho em equipa.
O puto comprou o animal.
Eu confecionei.
Os três comemos.
Mais nada!

Ponto e vírgula

Por hábito, não gosto de me meter com os meus Amigos sportinguistas, até porque as derrotas custam sempre.
Mas este mail que recebi hoje, cujo texto já tinha visto no Facebook do Fernando Rato – um abraço para ti pelo teu desportivismo – está muito engraçado.
Coloquem a música do Pingo Doce nesta letra e digam lá se não está bem imaginado.

Zero de conquistas,
zero de satisfação,
aqui não há razão
para haver campeão...
Em Alvalade, o jogo é mau o ano inteiro
...Em Alvalade já ninguém possui dinheiro
Al-va-la-de, já não dá...

Rosa Sensual

Primeira sensação

Ironia das ironias!
Esta manhã ao chegar à estação, paasou por mim um vermelho, em grande velocidade, mas atrasado.
Tive de esperar por um verde, que lá chegou, lentamente.
Segundo consta, os vermelhos circulam com atraso - pois a festa ontem foi rija - mas querem recuperar para os do norte.
Coisas dos comboios!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Hoje foi dia de derby.
O verdadeiro.
O derby dos derbies.
Para já não é bom quando temos que falar do árbitro. Além de ser do Porto - uma mera coincidência - tem que aprender a distinguir os lances que merecem amarelo de entre os lances faltosos.
Talvez seja bom que alguém lhe mostre alguns jogos do campeonato inglês.
Se queria ser protagonista, conseguiu-o, pela negativa.
Se queria dar já o título aos batoteiros, teve azar.
Carrega Benfica!

Primeira sensação

Completamente sobre protesto!
Hoje estou assim.
Se as segundas já custam, esta depois de dois de férias e de um fim de semana excelente, vai ser um verdadeiro castigo.
Já para não falar no contentor de mails e nas resmas de pápeis que me cercam.
Ir de férias é complicado!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Balanço bem positivo destes dias, conjugando férias e descanso.
O Ricardo trouxe um bonito troféu, o alojamento era de boa qualidade e tirando este pequeno problema na garganta, tudo correu muito bem.
Já José Guilherme, ex-treinador da Académica, não pode dizer o mesmo.
Voltou a perder, demitiu-se e ficámos com uma dúvida.
Será que telefonou a Villas-Boas antes de renunciar?

Primeira sensação

Como estava previsto, o sol regressou esta manhã, possibilitando que o torneio prosseguisse, apesar de irmos almoçar bem mais tarde.
Como não só sou de dizer mal, quero referir que após ter reclamado na receção, o wifi têm-se portado muito bem.
O seu a seu dono!
O que não estava nas previsões era esta dor de garganta.
Começou ontem depois de almoço e mantêm-se por aqui, chata que está danada.
Próximo destino: uma farmácia!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Ela prometeu, prometeu, prometeu e não falhou.
A chuva chegou, provocando a anulação de todos os jogos de ténis da tarde.
Antes de ela começar a cair com força, ainda tivemos tempo para dar uma volta por Lagos, na zona da marina, para depois regressarmos ao hotel, onde aproveitámos para jogar snooker, eu e o Ricardo.
Quero jogar sempre aqui.
Só as bolas mantêm a cor habitual.
O resto é lindo!
Pano vermelho, giz vermelho, paredes vermelhas e candeeiros vermelhos.
A sala de jogos mais próxima da perfeição

Primeira sensação

Bom, que paciência!
Este Vila Galé - passe a publicidade - é um excelente hotel. Mas o wifi...
Depois de um grande esforço cá cheguei.

O dia nasceu cinzento, mas sem chuva.
Condição para o Ricardo jogar a sua final, a última, por causa da idade e porque não deve vir a ser bancário, digo eu.
Ganhou bem (6-2 e 6-0), numa partida marcada pelo vento que não ajudou à qualidade.
Agora vamos almoçar e depois dar uma volta por Lagos.
Vamos ver se o tempo continua a colaborar!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Depois de alguma ginástica informática, cá estamos em Lagos.
Vou reforçar.
Com muita insistência lá consegui escrever/enviar algumas frases com uma net, de borla, é certo, mas a carvão!

Não perdemos a oportunidade, antes da chegada ao destino, de comer o verdadeiro frango da Guia.
Como diz o Sérgio Godinho, cuidado com as imitações!
De resto tudo excelente.
Uma viagem bem tranquila, o tempo bem agradável, um hotel quase a estrear com um quarto muito bom.
Temos, também, a companhia de várias equipas de ciclismo que participam na Volta ao Algarve.
Um fim de semana que promete!

Rosa Sensual

Primeira sensação

O dia começou com uma visita à minha vampira preferida.
Uma picadela daquelas que não se sentem.
Um espectáculo!
De seguida vou fazer um peixinho delicioso para o almoço, arrumamos a mala e vamos até Lagos onde o Ricardo vai jogar a final do torneio de ténis do SBSI, no escalão 17/18 anos.
Se houver net por lá, logo trago mais novidades.
Se não... até domingo à noite.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A boina de Saragoça

Cada dia que passa uma história diferente que aparece.
Pensei em algo que pudesse demonstrar as histórias que vejo e ouço todos os dias no meu trabalho.
Um dos meus alunos lembrou-me da letra desta canção do Boss AC com Mariza. Combina o fado com o Hip-pop.
Vale a pena ler e reflectir.

“Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
Enão sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo”

Até para a semana.

Cláudia Paulino

Após a fuga do Sol

Uma verdadeira noite europeia.
Nos meus tempos de menino, de rádio encostado ao ouvido, estas eram as noites de quarta-feira na Europa.
Taça dos Campeões Europeus, Taça dos Vencedores das Taças e Taça das Cidades com Feiras, eram a nossa companhia, via transistor a pilhas, porque na TV, nem pó.
Foi um jogo intenso, com 45 minutos de avanço do Glorioso, que quase lhe custava a vitória.
Mas contra uns alemães de segunda e um árbitro holandês de quarta categoria, o Benfica ganhou bem.
Nunca tinha visto livres diretos, vários, perigosos, com a barreira dos alemães a 6, 7 metros, perante a complacência deste senhor que já festejou um golo de uma equipa, durante um jogo que estava a apitar.
Apetece-me dizer.
Volta Olegário que estás perdoado!

Primeira sensação

Dia número um de férias, com uma ida à Catedral.
E vamos meia-dúzia.
A rapaziada do acampamento, os meus cunhados e a Isilda, vai tudo ver o Benfica.
Com o tempo a ajudar - se não chover já é ótimo - lá vamos nós, sem dispensar um belo courato para abrir o apetite para o jogo.
Os alemães que se cuidem!