domingo, 3 de abril de 2011

Primeira sensação

Espreito através do vidro da janela da sala.
O tempo está feio.
Vento e frio, com umas nuvens a prometerem chuva.
Mas enquanto ele não chega, vamos lá bater nas cachopas amarelas em dia de ida à Catedral e de cortar o cabelo.

sábado, 2 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Foi o que eu costumo apelidar de um sábado perfeito.
Tudo em grande tranquilidade, como diria o selecionador nacional, Paulo Bento.
Por falar no cargo, estive a ouvir na RTP o anterior titular do título, Carlos Queiros.
Dois esclarecimentos: sempre gostei da sua postura como cidadão, da mesma forma que não admiro a sua localização política.
Mas cada vez mais me convenço que somos um país favorável aos compadrios.
Se fossemos uma república séria, Laurentino Dias, Luis Horta e companhia já estavam à procura de outro emprego.

Primeira sensação

Pois é!
Ontem foi o 1º de Abril, o tradicional dia das mentiras.
O Tio Jorge não fugiu à tradição e deixou a sua.
Claro que o maquinista nos levou direitinho até ao destino sem greves a meio, nem boleias na Herbie.
Agora vou-me despachar para ir jogar uma futebolada.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

O final do dia foi mais calmo.
Regresso a casa a horas, de comboio, sem paragens imprevistas.
À noite a surpresa de ver - no Facebook - a Ana, amiga do Pico, que nos faz ter mais saudades daquela maravilhosa ilha.
Apesar da época ser de crise, temos que lá voltar.
Em breve, espero!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Em mais um dia de paralização na CP, com a promessa de serviços mínimos nas primeiras horas do dia, fui até à estação ver como paravam as modas.
Lá estava o meu vermelhinho das 7 e 22 que partiu pontualmente.
O pior foi depois!
Chegados à Bobadela, vi o maquinista sair da cabine – eu ia na primeira carruagem como habitualmente – que foi de pronto rodeado por diversos passageiros.
Aproximei-me ainda a tempo de o ouvir dizer “vou fazer greve a partir de agora”.
Enquanto uns tentavam demovê-lo e outros lhe atiravam uns piropos ordinários, eu, percebendo que nada havia a fazer, encaminhei-me até à Nacional 10 que passa ali ao lado, procurando um autocarro ou uma boleia.
Chegou primeiro a segunda, com um avôzinho simpático a dar-me uma carona no seu Carocha amarelo.
Se tivesse um número na porta parecia a Herbie.
Deixou-me na Segunda Circular, em frente ao Estádio da lagartagem, onde alguns minutos depois apanhei o Metro – por acaso hoje não havia greve – que me trouxe até ao trabalho.
Linda forma de começar o dia!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Hoje estou virado para dois assuntos.
O tempo e mais uma greve da CP.
Sobre os comboios... estamos falados. Afinal as greves são contra uma possível privatização.
A temperatura é que está um bocadinho tonta.
Amanhã a máxima vai chegar aos 25 graus ou mais.
Mas no sábado até parece que vai chover.
Vá-se lá perceber isto.
O melhor é privatizar o Sol.
Mas antes das eleições a 5 de Junho!

A boina de Saragoça

Parece que começou a Primavera.
O Sol a raiar desde cedo até ao anoitecer.
Gosto destes dias, mas não gosto do calor que surge com eles.
Digamos que não me dou muito bem com a temperatura alta, até já fiquei com umas férias estragadas por causa do calor e se não tomo as devidas precauções volta a acontecer o mesmo.
Contudo, parece-me que nestes dias as pessoas andam mais coloridas, mais alegres, mais bem-dispostas, esquecendo um pouco os problemas da vida.
Será que este ano o mês de Abril conseguirá evitar o ditado popular “Abril, águas mil”?
Vamos esperar para ver.
Ai, quase que me esquecia.
Ontem foi o aniversário de Poborsky, o melhor jogador de sempre da história do futebol.
Deixo-lhe aqui uma mensagem de parabéns, pois estou certa que é um leitor assíduo do Tio Jorge.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Mais um mês que termina.
E acaba com Sol.
Segundo as previsões, Abril vai ser solarengo.
O quarto mês do ano, vai ter, só, dezoito dias e meio de trabalho, para mim e para mais alguns.
Parece injusto?
Bem, também é para aqueles que estão pagar a crise.
Alguns, repito!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Esqueci-me desta ontem!
O puto fez mais uma boa.
Mandou o telemóvel sozinho a Lisboa.
Depois esperou por ele na paragem do autocarro, tendo ele regressado todo satisfeito pelo passeio.
A viagem de emancipação do LG branco do Ricardo.

Primeira sensação

Sinto-me irritado!
Comigo próprio.
Conheço as minhas limitações, nomeadamente as comportamentais, consigo lidar bem com elas, mas nem sempre as coisas correm bem.
Quase que exigo aos que me rodeiam, que sejam perfeitos, quando eu não sou.
Ao longo dos anos tenho vindo a corrigir-me, sempre com a ajuda da Princesa, mas ainda estou longe do topo.
Este é um trabalho individual que eu vou superar com êxito.
Tenho a certeza!

terça-feira, 29 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Já o disse por várias vezes!
Os nossos verdadeiros amigos, não são aqueles com quem falamos todos os dias, mas aqueles de que nunca nos esquecemos.
O Tó é um deles.
Nestas últimas semanas, uma máquina voadora, mais teimosa, fez com que permanecesse vários dias no México.
No regresso, chegou uma lembrança.
Uma garrafinha de tequila, Corralejo de seu nome.
Já provei e é bom.
Obrigado Amigo!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Terminado O Anjo Branco, o último título do José Rodrigues dos Santos – muito melhor escritor do que pivot televisivo – virei-me, como já tinha prometido, para Ken Follett, uma prenda da Kakui no dia do Pai.
Noite Sobre as Águas é uma espécie do Expresso do Oriente dos ares, uma ficção passada no início da Segunda Guerra Mundial.
A história promete!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Após a fuga do Sol

No dia em que a Princesa foi à revisão - aquelas coisas que as mulheres não devem descurar - aconteceu um facto pouco vulgar no acampamento.
Jantei sozinho com o puto.
Um belo frango com esparguete, complementado por uma conversa bem agradável.
Franguinho que ainda chegou para o meu amor!

Primeira sensação

Fim de semana muito atribulado.
A queda do Ricardo, muito aparatosa, mas apenas com umas negras.
A minha queda, literalmente de cú no chão, mas pouco mais.
A derrota dos miúdos do Sintra, dolorosa, mas que pode vir a ser benéfica.
E as eleições do rival da 2ª Circular?
Melhor do que saber ganhar, é saber perder!

domingo, 27 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Um dos grandes problemas do nosso País - reconhecido por quase todos - é a incompetência.
Aliado às dificuldades financeiras, o HC Sintra tem atravessado inúmeros problemas esta temporada, principalmente com as suas equipas de juniores e seniores.
O grande erro, em minha opinião, é a falta de diálogo entres as partes.
Casos e mais casos vão ocorrendo, mas parece que está sempre tudo bem.
Mas não está.
O que se assistiu hoje em Sintra foi muito feio.
Talvez esteja na altura de alguém fazer alguma coisa.
Mas com competência!

Primeira sensação

Neste dia de 23 horas, a alvorada foi às 7 da manhã.
A estreia da F1 na Austrália colocou-nos fora da cama, para de seguida irmos bater nas cachopas amarelas.
Quer dizer, íamos, pois a estrada está molhada, sinal de que ainda vamos dormir mais um bocadinho antes do almoço.
Entretanto, parece que a lagartagem lá conseguiu eleger um presidente.
Godinho Lopes é o novo líder, mas parece que a contagem não foi fácil.
Normal, no tempo dos viscondes não havia máquinas de calcular!

sábado, 26 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Depois de uma futebolada hoje de manhã - com o Ricardo a dar cabo da rede por de trás da baliza, no pavilhão do Alverca - a tarde foi de curar as mazelas.
Dores musculares, bolhas e afins, são o nosso entretenimento, para estarmos em forma amanhã, que ainda contou, antes da recuperação, com uma queda do Tio Jorge em pleno supermercado.
Um dia acidentado que vai terminar com a noite mais pequena do ano, aquela em que dormimos menos uma hora.
À 1 da manhã adiante o relógio sessenta minutos e entre na hora de Verão.

Ponto e vírgula

Até passou um pouco despercebido.
Como convinha.
No início do novo ano judicial, o Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, fez uma intervenção que mostrou em alguns minutos, o que vai na alma de muitos portugueses, que de forma honesta tentam levar uma vida decente.
São perto de nove minutos que vale a pena ouvir.
Lamentavelmente não há em Portugal muitas pessoas com esta coragem!