Espreito através do vidro da janela da sala.O tempo está feio.
Vento e frio, com umas nuvens a prometerem chuva.
Mas enquanto ele não chega, vamos lá bater nas cachopas amarelas em dia de ida à Catedral e de cortar o cabelo.
Foi o que eu costumo apelidar de um sábado perfeito.
Em mais um dia de paralização na CP, com a promessa de serviços mínimos nas primeiras horas do dia, fui até à estação ver como paravam as modas.
Hoje estou virado para dois assuntos.
Parece que começou a Primavera.
Sinto-me irritado!
Já o disse por várias vezes!
Terminado O Anjo Branco, o último título do José Rodrigues dos Santos – muito melhor escritor do que pivot televisivo – virei-me, como já tinha prometido, para Ken Follett, uma prenda da Kakui no dia do Pai.
Fim de semana muito atribulado.
Um dos grandes problemas do nosso País - reconhecido por quase todos - é a incompetência.
Neste dia de 23 horas, a alvorada foi às 7 da manhã.
Depois de uma futebolada hoje de manhã - com o Ricardo a dar cabo da rede por de trás da baliza, no pavilhão do Alverca - a tarde foi de curar as mazelas.
Até passou um pouco despercebido.