sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Rosa Sensual

Primeira sensação

Declarações de Miguel Relvas - de ontem à noite – que eu ouvi hoje de manhã.
Segundo ele, nos países do norte da Europa só se pagam doze meses de ordenado.
Nesta tentativa de nos retirarem, definitivamente, estes dois meses de vencimento, esqueceu-se este senhor de referir os valores que nestes países recebem mensalmente, comparativamente com os nossos.
Se fosse intelectualmente honesto, também poderia dizer que nesses mesmos países não existem políticos corruptos e mentirosos como em Portugal.
Tinha-lhe ficado bem!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Vamos lá ver uma coisa.
Não sou muito mariquinhas, mas a picadela do Dr. Varatojo fez-me doer!
Recordei a sensação que tive quando o Mário - o enfermeiro que me assistiu no pós-operatório - me retirou o primeiro dreno do joelho.
Mas pronto, tudo bem.
Pior, foi a CP hoje.
Chove um bocadinho e tudo falha.
Atrasos e mais atrasos, ao ponto de para chegar a horas às picadelas, ter que ir de táxi.
E dizia-me o condutor: "Mas a esta hora, este trânsito?! Esta gente entra toda às dez? E já viu que são quase todos grandes carros!? Que cheguem os cortes e depressa."
Tenho que concordar com ele!

A boina de Saragoça

Finalmente chegou o Outono e o Inverno, as minhas estações preferidas.
Por esta altura, já os leitores do Tio Jorge estarão a pensar que sou louca por gostar deste tempo, mas como tenho alergia ao calor prefiro estas estações mais fresquinhas.
O único factor que me chateia quando chega o Outono, é a mudança de hora que acontece já no próximo fim-de-semana, sendo que temos que atrasar os nossos ponteiros 60 minutos.
De resto, gosto de chuva, das camisolinhas de gola alta coloridas e de diferentes estilos, gosto das botas e de chapinhar nas poças, enfim sou uma pessoa feliz com o regresso do meu amigo frio e da minha amiga chuva!
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Almoço na televisão

Por causa das picadelas – e da CP - o almoço foi mais tarde, pelo que vi as notícias da uma, na SIC.
A água dominava os títulos.
A que caiu em todo o País, a potes, na noite passada.
A que metem os líderes europeus, que não se entendem de maneira nenhuma, nem entre eles, nem com os bancos.
Para a culpa não morrer solteira, acusemos o São Pedro!

Primeira sensação

Hoje vai ser o dia das picadelas.
Vou fazer o primeiro tratamento de aplicação dos fatores de crescimento – que é composto por um plasma rico em plaquetas - na Cuf Descobertas, com o Dr. Varatojo.
Vai ser, mais ou menos, assim.
Tiram-me sangue, fazem-lhe um tratamento e depois aplicam-no diretamente na zona articular afetada, neste caso no meu joelho direito.
Vamos lá ver como corre a coisa!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Basta chover um bocado!
Fica logo tudo engatado.
Comboios, automóveis e afins.
Para acabar tudo em beleza, cheguei ao acampamento e ... não havia luz.
Maravilha!
Valeu um jantarinho apetitoso, para depois aproveitar-mos o resto de uma noite a três, em grande cavaqueira.

Ponto e vírgula

Já toda a gente sabe que sou um fã do Ricardo Araújo Pereira.
Não, não é só por ser do Benfica. É que em tempos de crise, rir é dos melhores remédios para combater a depressão.
Fiquem com este texto dele, sobre o tema da moda.

Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.

Almoço na televisão

Esta ideia já tinha largos meses.
Á hora de almoço, na Chafarica, no acampamento ou noutro sítio qualquer, onde a televisão esteja presente, surge, quase sempre, algo interessante para comentar, com o pormenor de não haver, nas maioria dos casos, som audível.
Sem caráter regular, ou seja, sempre que a inspiração, o assunto e a disponibilidade o permitirem, surgirá no Tio Jorge este espaço.


Um debate no parlamento, naquelas audições de uma qualquer comissão parlamentar, com o ministro da Finanças, em direto na TV.
Um senhora de um partido – não identificado - que está contra o Governo.
Apesar de estar a ler, engasgava-se - o som hoje estava mais alto - a cada dez letras.
Alguns deputados devem gostar de aparecer na TV.
Como não são selecionados para concursos, tipo Preço Certo, vão para a AR.

Primeira sensação


Desta vez não se enganaram no dia.
Chuva e mau tempo prometidos para quarta-feira e cá estão.
Já há uns largos meses que não abria o meu pequenino.
O meu chapéu de chuva que tantas vezes me tem tapado a moleirinha.
Já por diversas vezes tentou aprender a voar.
Mas continua-me fiel, sempre a fazer-me companhia dentro da minha mochila.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

O Dr. Varatojo mandou-me, entre outras atividades, andar a pé.
Fruto das necessidades de transporte do Ricardo para a faculdade, são várias as vezes que me desloco para o acampamento, com as perninhas a dar a dar.
Já tinha visto!
No terreno marginal, à via que liga a rotunda do Jumbo à do Pingo Doce, o lixo por ali depositado deixa qualquer um envergonhado.
Há de tudo.
Garrafas, latas, todo o tipo de embalagens de cartão, guardanapos, papel e mais papel.
Porque somos tão porcos!?

Rosa Sensual

Primeira sensação

Já deram por isso concerteza.
Nem sempre é fácil encontrar as palavras que chegam a esta hora da manhã.
Porque a rotina transforma as novidades em lugares comuns.
Agora é trabalhar umas horas, almoçar, regressar ao trabalho e voltar ao acampamento, quando o dia se estiver a vestir de noite.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Pelo sim, pelo não, não vá a eletricidade se esquecer de aparecer de novo, hoje escrevo mais cedo, antes do treino do Ricardo.
Que hoje é mais tarde, às 9 e meia.
Mas esta é a nossa rotina semanal.
Por isso aproveitamos todos os poucos minutos que estamos juntos.

Primeira sensação

Acontece quase sempre assim!
Uma chuva mais forte - que estava prometida desde sábado - e lá se vai a energia elétrica.
Foi o que aconteceu ontem à noite, quando me preparava para escrever.
O Mac tinha bateria, mas não havia internet, pois esta precisa de eletricidade.
Quando ela regressou, já eu estava quase a dormir.
Conclusão: o Após a fuga do Sol fez gazeta!

Ontem mais uma jornada de hóquei com a vitória (19-1) sobre o Seixal - a equipa mais fraca da série – no início da segunda volta.
Sexta à noite há mais em Oeiras.

domingo, 23 de outubro de 2011

Primeira sensação

Levantei-me quase com a certeza que hoje não tinhamos cachopas amarelas.
As previsões eram de chuva - já para ontem - mas para minha surpresa, o Sol estava bem acordado.
Por isso toca a vestir, que elas estão à nossa espera.
A chuva fica para mais tarde!

sábado, 22 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Dia de jogo do Glorioso, é sempre hora e meia de tensão.
Recordámos um início de época, onde eu e o puto - bem mais pequeno - assistimos em Aveiro, à vitória (2-3) - marcaram Karadas (2) e Petit - do Benfica, no ano em que fomos campeões pela mão de Trapattoni.
Hoje vencemos bem, mas parece que nem todos viram o mesmo jogo!
Carrega Benfica!

Primeira sensação

Um tipo sonha cada coisa!
Esta noite andei entretido com monitores de computador.
Tinha um que era meu, grande, mas queria um que não fosse meu, também grande.
Mas só havia pequenos.
Que aborrecimento.
E ainda tive tempo para ver - da varanda do acampamento - o Ricardo jogar hóquei mesmo ali em frente.
Uff!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Este treino à sexta é pesado!
Porque a semana está a terminar, com o cansaço acumulado.
Mas as duas próximas ainda vão ser piores, pois vamos ter dois jogos neste dia da semana.
Agora resta descansar, aproveitar bem as horas de sono e esperar que não se lembrem de aumentar mais qualquer coisa esta noite.
Como alguém dizia hoje: "Já nem vejo as notícias"!

Rosa Sensual