segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Esta segunda tem algo de diferente!
Pois tem.
Tem um feriado amanhã.
E vai ser um dia muito ocupado.
Para já, o meu joelho direito, hoje, queixou-se muito.
A Princesa chegou meio engripada.
O primeiro dia de Novembro quer-se bem melhor.
Se faz favor!

Almoço na televisão

O bebé 7 mil milhões nasceu!
Com direito a bolo e tudo, representantes da ONU celebraram, esta segunda-feira, o nascimento da bebé sete mil milhões nas Filipinas, ao entregarem um bolo comemorativo a Danica May Camacho.
Fiquei na duvida.
De manhã, ouvi na TSF, segundo a ONG Plan International, que o estatuto vai para uma recém-nascida - Nargis de seu nome - no Estado indiano de Uttar Pradesh, um dos mais pobres do país, como a habitante sete mil mil milhões.
Eu logo calculei que não ia ser fácil!

Primeira sensação

Neste último dia de Outubro parece que o País desertou.
Comboio com pouca gente, estacionamento à vontade, um autêntico dia de ponte.
Parece que querem acabar com elas.
Com as pontes entenda-se.
E com alguns feriados também.
Cá para mim acho que querem é acabar é com Portugal!

domingo, 30 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Afinal não houve passeio de bicicleta!
O cansaço, em conjunto com uma demorada conversa com um amigo, deixou-me sem tempo ... nem vontade.
O resto do domingo mais comprido do ano, foi calmo e tranquilo.
Com o hóquei em sossego, tudo se cumpriu no acampamento.

Primeira sensação

Dormida mais uma hora - não se esqueçam que a dita cuja mudou esta noite - vamos lá à nossa habitual sessão de cachopas amarelas.
Quando chegar ao acampamento, se não vier muito cansado, vou dar uma voltinha de bicicleta.
Sim, porque o corpo precisa de trabalhinho e o joelho agradece.

sábado, 29 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Mais um jogo do Glorioso.
Meia hora fabulosa, 15 minutos a repousar e uma segunda parte pouco conseguida.
Nenhuma equipa consegue 90 minutos de domínio total, pois o mais importante é ganhar, ganhar e ganhar.
Mais um passo rumo ao título!

Não se esqueça.
Às duas da manhã atrase o relógio uma hora.
Chega a hora de Inverno!

Almoço na televisão

O almoço de sábado tem pouca TV.
Em casa da Isilda, habitualmente, além da velha e nós os três, estão a Cláudia e o Marquito.
Atualmente o Ricardo almoça cedo, pois vai para a canoagem em Cascais, enquanto que o meu genro - coisa estranha - tem, quase sempre, futebol pelos veteranos do FC Alverca.
Somos uma família muita desportiva.
Entre a conversa, não sobra muito tempo para olhar a televisão.
Mas deu para perceber que o PM e PR vão os dois à cimeira no Paraguai.
Espero que tenham pedido ao Takuara Cardozo para lhes indicar uma pensão baratinha.
Sim, porque estamos em crise!

Primeira sensação

Jogo difícil em Oeiras, contra a outra equipa, da nossa série, que se vai apurar para a fase do título de campeão distrital, em conjunto com o Sporting.
Vitória por 6-8, com 3-6 ao intervalo, com os leões sempre na frente do marcador.
Destaque para excelente moldura humana presente no pavilhão, apesar da hora imprópria.

Como me deitei já hoje, o descanso foi menor.
Resta aproveitar bem este dia com 25 horas!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Hoje o Ricardo vai jogar às 22:15 em Oeiras!
Por causa deste horário, no mínimo estranho, recordei-me de uma história que aconteceu na Parede.
No tempo do Alverca, a equipa do puto - bem mais na altura - jogava contra a equipa local.
Normalmente, as equipas mais jovens jogavam mais cedo.
Mas naquela noite, como jogava o Sporting - coincidência nesta história - colocaram os meus meninos alverquenses a jogarem para lá das 11 da noite.
Claro que não deixei passar isso em branco, manifestando o meu desagrado.
Já lá vão alguns anos!

Almoço na televisão

Brasil, Brasil e mais Brasil!
Duarte Lima acusado de homícidio de Rosalina Ribeiro pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
Mano Menezes convoca seis que jogam em Portugal.
Passos Coelho em Brasília com Dilma Rousseff.
Cavaco Silva discursa em São Paulo na Câmara Portuguesa de Comércio.
Os donos da Chafarica são brasileiros.
Puxa, que saco!
Uma pergunta a terminar: será que o PM e o PR foram no mesmo voo?

Rosa Sensual

Primeira sensação

Declarações de Miguel Relvas - de ontem à noite – que eu ouvi hoje de manhã.
Segundo ele, nos países do norte da Europa só se pagam doze meses de ordenado.
Nesta tentativa de nos retirarem, definitivamente, estes dois meses de vencimento, esqueceu-se este senhor de referir os valores que nestes países recebem mensalmente, comparativamente com os nossos.
Se fosse intelectualmente honesto, também poderia dizer que nesses mesmos países não existem políticos corruptos e mentirosos como em Portugal.
Tinha-lhe ficado bem!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Vamos lá ver uma coisa.
Não sou muito mariquinhas, mas a picadela do Dr. Varatojo fez-me doer!
Recordei a sensação que tive quando o Mário - o enfermeiro que me assistiu no pós-operatório - me retirou o primeiro dreno do joelho.
Mas pronto, tudo bem.
Pior, foi a CP hoje.
Chove um bocadinho e tudo falha.
Atrasos e mais atrasos, ao ponto de para chegar a horas às picadelas, ter que ir de táxi.
E dizia-me o condutor: "Mas a esta hora, este trânsito?! Esta gente entra toda às dez? E já viu que são quase todos grandes carros!? Que cheguem os cortes e depressa."
Tenho que concordar com ele!

A boina de Saragoça

Finalmente chegou o Outono e o Inverno, as minhas estações preferidas.
Por esta altura, já os leitores do Tio Jorge estarão a pensar que sou louca por gostar deste tempo, mas como tenho alergia ao calor prefiro estas estações mais fresquinhas.
O único factor que me chateia quando chega o Outono, é a mudança de hora que acontece já no próximo fim-de-semana, sendo que temos que atrasar os nossos ponteiros 60 minutos.
De resto, gosto de chuva, das camisolinhas de gola alta coloridas e de diferentes estilos, gosto das botas e de chapinhar nas poças, enfim sou uma pessoa feliz com o regresso do meu amigo frio e da minha amiga chuva!
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Almoço na televisão

Por causa das picadelas – e da CP - o almoço foi mais tarde, pelo que vi as notícias da uma, na SIC.
A água dominava os títulos.
A que caiu em todo o País, a potes, na noite passada.
A que metem os líderes europeus, que não se entendem de maneira nenhuma, nem entre eles, nem com os bancos.
Para a culpa não morrer solteira, acusemos o São Pedro!

Primeira sensação

Hoje vai ser o dia das picadelas.
Vou fazer o primeiro tratamento de aplicação dos fatores de crescimento – que é composto por um plasma rico em plaquetas - na Cuf Descobertas, com o Dr. Varatojo.
Vai ser, mais ou menos, assim.
Tiram-me sangue, fazem-lhe um tratamento e depois aplicam-no diretamente na zona articular afetada, neste caso no meu joelho direito.
Vamos lá ver como corre a coisa!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Após a fuga do Sol

Basta chover um bocado!
Fica logo tudo engatado.
Comboios, automóveis e afins.
Para acabar tudo em beleza, cheguei ao acampamento e ... não havia luz.
Maravilha!
Valeu um jantarinho apetitoso, para depois aproveitar-mos o resto de uma noite a três, em grande cavaqueira.

Ponto e vírgula

Já toda a gente sabe que sou um fã do Ricardo Araújo Pereira.
Não, não é só por ser do Benfica. É que em tempos de crise, rir é dos melhores remédios para combater a depressão.
Fiquem com este texto dele, sobre o tema da moda.

Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.

Almoço na televisão

Esta ideia já tinha largos meses.
Á hora de almoço, na Chafarica, no acampamento ou noutro sítio qualquer, onde a televisão esteja presente, surge, quase sempre, algo interessante para comentar, com o pormenor de não haver, nas maioria dos casos, som audível.
Sem caráter regular, ou seja, sempre que a inspiração, o assunto e a disponibilidade o permitirem, surgirá no Tio Jorge este espaço.


Um debate no parlamento, naquelas audições de uma qualquer comissão parlamentar, com o ministro da Finanças, em direto na TV.
Um senhora de um partido – não identificado - que está contra o Governo.
Apesar de estar a ler, engasgava-se - o som hoje estava mais alto - a cada dez letras.
Alguns deputados devem gostar de aparecer na TV.
Como não são selecionados para concursos, tipo Preço Certo, vão para a AR.

Primeira sensação


Desta vez não se enganaram no dia.
Chuva e mau tempo prometidos para quarta-feira e cá estão.
Já há uns largos meses que não abria o meu pequenino.
O meu chapéu de chuva que tantas vezes me tem tapado a moleirinha.
Já por diversas vezes tentou aprender a voar.
Mas continua-me fiel, sempre a fazer-me companhia dentro da minha mochila.