Perdi o meu separador.Sim, um daqueles objetos que servem para assinalar a página onde vamos num livro.
Mas este não era um separador qualquer.
Era em couro e foi-me oferecido na viagem à Turquia.
Gostava muito dele.
Espero que ainda apareça!
Ouvi há pouco no rádio que o balanço dos acidentes rodoviários na época natalícia foi de 11 mortos.
Esta semana, entre o Natal e o novo ano, parece uma terra de ninguém.
Não sei se ainda por causa dos efeitos da greve dos maquinistas – que terminou à meia-noite – o que é certo é que o vermelhinho vinha às moscas.
E mais um Natal ficou para trás.
Já passava das duas da manhã quando o corpinho chegou à cama, pelo que a alvorada foi tardia.
Para não ter que cravar a net ao Santos - sim, ele já tem - escrevo antes da partida para o habitual anfiteatro da noite natalícia.
E chegámos ao dia mais interessante do calendário!
Reparem bem nestes pormenores.
Bem… tenho que confessar que não sou fã da época.
Dia de almoço do Gang do Oeste, na simpática Póvoa da Galega, com muito porquinho grelhado.
Já com o corpo a pedir cama, escrevo depois do treino desta noite.