Todos nós sabemos que Portugal é uma zona sísmica de risco.
Recordo-me muito bem de um tremor de terra ocorrido em 28 fevereiro de 1969, principalmente o ruído que vem associado a ele.
Há uns anos, estava na sede da CGD quando a secretária mexeu.
Hoje, dez minutos antes do meio dia, estava ao computador e o ecrã ganhou vida própria.
Abanou, pareceu que queria partir, mas segundos depois parou.
Ainda fui à varanda ver se poderia ter sido algum acidente na estrada, mas não.
Nos últimos 20 anos foi o mais forte registado em Portugal, 4,9 na escala de Richter, com epicentro na zona de Arraiolos.
Acho que foi a terceira vez que senti a terra mexer.
Não deu para assustar, mas tremeu bem.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
Em direto
Arranque da 2ª volta do Campeonato de Portugal com a deslocação do Vilafranquense ao campo Pardal Monteiro em Pêro Pinheiro.Não foi um jogo muito entusiasmante, mas os ribatejanos tiveram sempre o controlo do jogo.
A equipa da casa sabia do perigo que vinha do seu adversário, nunca arriscou muito, procurando jogar no erro dos visitantes.
Foi uma partida sem grandes ocasiões para marcar, onde a paciência dos pupilos de Vasco Matos foi premiada aos 87 minutos.
Um golo que saiu do banco, com Fabinho a cruzar para o desvio, muito oportuno, de Gonçalo Gregório.
O Vilafranquense assumiu a liderança da série D, ultrapassando - com mais um ponto - o Mafra, que este domingo empatou (1-1) em Fátima.
sábado, 13 de janeiro de 2018
Alma Vilafranquense
Depois do primeiro texto ter nascido de uma conversa com o Luquinhas - que entretanto foi para o Benfica, emprestado ao Aves, antes de regressar a Vila Franca de Xira, cedido pelo clube da 1ª Liga - hoje chega a entrevista com o Carraça, jogador que, curiosamente defrontei uma vez no torneio na Charneca do Lumiar, já lá vão uns 40 anos, eu com a camisola do Alhandra e ele com a do Vilafranquense.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Kingsbridge
Ontem referi que ia começar a ler o último livro de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.
As primeiras linhas foram digeridas hoje, no comboio, tendo percebido que o cenário da história regressava a Kingsbridge.
Sou um admirador da forma de escrever de Follett, que com este livro regressa à saga iniciada em 1989 com Os Pilares da Terra e em 2007 com Mundo sem Fim, quatro livros que chegaram ao cinema.
Lidas as primeiras linhas, as espetativas são enormes e tudo indica que vamos ter mais uma história fabulosa, esta iniciada em meados do século XVI.
As primeiras linhas foram digeridas hoje, no comboio, tendo percebido que o cenário da história regressava a Kingsbridge.
Sou um admirador da forma de escrever de Follett, que com este livro regressa à saga iniciada em 1989 com Os Pilares da Terra e em 2007 com Mundo sem Fim, quatro livros que chegaram ao cinema.
Lidas as primeiras linhas, as espetativas são enormes e tudo indica que vamos ter mais uma história fabulosa, esta iniciada em meados do século XVI.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Os livros que vou lendo

Depois de ter terminado há dias Nome de Código: Leoparda de Ken Follett, segui para a saga Millennium.No início do ano, eu e Princesa vimos os filmes correspondentes aos três primeiros livros, resultantes das história escritas por Stieg Larsson, que faleceu antes de completar o quarto, que acabou por ser escrito por David Lagercrantz - também ele jornalista sueco - que li assim que saiu.
Consegui convencer a Princesa a ler - depois de uma longa ausência - A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o tal quarto episódio, e agora está em pulgas para ler este, que hoje terminei, a quinta história da saga.
Em O Homem que Perseguia a sua Sombra, mantém-se a emotividade das histórias de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander.
Agora temos que esperar pelo sexto episódio.
Fui à prateleira e vou começar a ler o último título de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.
As desculpas não se pedem, evitam-se
Parece que temos um novo caso de comunicação, talvez inventado por Francisco J. Marques.
Não é a primeira vez que isto acontece.
No final do jogo Sérgio Conceição agride verbalmente quem surge na sua mira.
Na conferência de imprensa seguinte, de lançamento de uma nova partida, surge o arrependimento e o pedido de desculpas.
Sabemos que ele - já o referiu muitas vezes - diz o que lhe apetece.
Será que tem a ver com falta de pilhas do boneco do seu filho?
Não é a primeira vez que isto acontece.
No final do jogo Sérgio Conceição agride verbalmente quem surge na sua mira.
Na conferência de imprensa seguinte, de lançamento de uma nova partida, surge o arrependimento e o pedido de desculpas.
Sabemos que ele - já o referiu muitas vezes - diz o que lhe apetece.
Será que tem a ver com falta de pilhas do boneco do seu filho?
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Alma Vilafranquense
Umas das atividades que gosto de fazer, na área do jornalismo, é deixar no papel aquilo que diversos intérpretes me contam.
Há dois anos o Pedro Castelo pediu-me para lhe dar uma ajuda na revista UDV Futebol SAD.
Vou deixar aqui os textos que produzi para esta aposta comunicacional.
Há dois anos o Pedro Castelo pediu-me para lhe dar uma ajuda na revista UDV Futebol SAD.
Vou deixar aqui os textos que produzi para esta aposta comunicacional.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Dia de Gang
Este é o original.
O Gang da Mealhada juntou-se na Ti Lurdes mais uma vez.
Mensalmente reunimo-nos, almoçamos e falamos do que nos apetece.
Hoje faltou o Paulo - o único que não é CGD - mas a boa disposição nunca falta.
Com a idade a avançar, a conversa sobre doenças e os abusos ao longo dos anos, vai dominando os assuntos em discussão.
Mas queremos continuar a reunirmo-nos à mesa mais uma porrada de anos.
Todos!
O Gang da Mealhada juntou-se na Ti Lurdes mais uma vez.
Mensalmente reunimo-nos, almoçamos e falamos do que nos apetece.
Hoje faltou o Paulo - o único que não é CGD - mas a boa disposição nunca falta.
Com a idade a avançar, a conversa sobre doenças e os abusos ao longo dos anos, vai dominando os assuntos em discussão.
Mas queremos continuar a reunirmo-nos à mesa mais uma porrada de anos.
Todos!
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Um arruaçeiro e um mal educado
Os adjetivos do título até se aplicam aos dois.
Comecemos por Pedro Gil, hoquista do Sporting.
No sábado tivemos derby pela primeira vez no excelente pavilhão João Rocha.
Um jogo intenso (3-3), corretíssimo, como demonstra os número de faltas acumuladas (16) pelas duas equipas durante o jogo.
Mas para Gil assim não tem piada.
Apito final e uma cabeçada em Nicolia.
Useiro e vezeiro neste tipo de agressões, não só em Portugal, será desta vez que o expulsam da modalidade?
Da mesma forma que o elogiei há dias atrás, não posso deixar passar esta acusação a um colega de profissão.Afirma Sérgio Conceição que diz sempre o que quer e quando quer.
Mas isso dá-lhe o direito de ser mal educado?
Chamar "boneco comandado" a Rui Vitória é uma forma grosseira de agredir verbalmente outro treinador, que apenas se referiu à sua falta de coerência, reforçada ontem quando falou no penalty por marcar a favor da sua equipa, mas esqueceu-se de uma situação idêntica a favor dos vimaranenses.
Curiosamente, dois atletas da escola do FC Porto.
domingo, 7 de janeiro de 2018
Em direto
Em dia de final de primeira volta, o Vilafranquense tinha uma deslocação difícil a Alcanena, estádio onde não tinha conseguido vencer na época passada, em duas ocasiões (empate e derrota).Na minha estreia em 2018, assisti à melhor exibição dos ribatejanos nesta temporada.
Excluindo os minutos inicias do jogo, foi um domínio total das diversas fases do jogo.
Num relvado em muito mau estado, os golos foram surgindo com normalidade.
David bateu um livre lateral, que desviou em Bob (29') e marcou de penalty (40'), na recarga depois da defesa de Fábio, bisando na partida.
O Alcanenense ainda reduziu antes do intervalo, mas os forasteiros voltaram a marcar por Marocas (49') e ampliaram por Luís Pinto, de penalty, já no último quarto de hora.
Extra futebol, almoçamos - eu, Barbosa, Luís e o Pedro - de novo na Tertúlia do Gaivoto, onde já tinhamos estado em abril do ano passado.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Queremos o cemitério aberto
Não estou de acordo com o título.
Os cemitérios deviam estar sempre fechados.
Assim, já não morria ninguém.
Deixem lá esta piada parva e vamos ao assunto.
Sou um espetador diário da SIC Notícias, porque na minha opinião é a melhor televisão, dentro do segmento informativo.
Mas por vezes tem a tentação de entrar na falta de qualidade da TVI e CMTV.
Há pouco deu uma notícia sobre um horário de funcionamento de um cemitério, na freguesia de Coutos de Viseu, no distrito viseense, que apenas abre ao fim de semana.
Mas desde quando é que isto é notícia?
Haja paciência!
Os cemitérios deviam estar sempre fechados.
Assim, já não morria ninguém.
Deixem lá esta piada parva e vamos ao assunto.
Sou um espetador diário da SIC Notícias, porque na minha opinião é a melhor televisão, dentro do segmento informativo.
Mas por vezes tem a tentação de entrar na falta de qualidade da TVI e CMTV.
Há pouco deu uma notícia sobre um horário de funcionamento de um cemitério, na freguesia de Coutos de Viseu, no distrito viseense, que apenas abre ao fim de semana.
Mas desde quando é que isto é notícia?
Haja paciência!
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Guerra das Estrelas
Uma história com quarenta anos.
É verdade, o primeiro filme da saga foi lançado em maio de 1977, uma ideia de George Lucas.
Por culpa do meu sobrinho Tomás - tem 11 anos - que abandonou os dinossauros para se dedicar à Star Wars, percebi que alguém da minha geração devia conhecer estes filmes.
Recolhida a informação, percebi que há discussão sobre a ordem com que se devem ver os filmes.
Recordei-me de ter ouvido o Nuno Markl na Comercial falar sobre o assunto.
Li o que ele escreveu sobre o assunto e comecei pelo episódio IV, que já vi.
Agora vou seguir para o V e VI, para depois ver o I, II e III.
Aqui chegado regresso à atualidade, visionando o VII e VIII, sendo que o episódio IX está agendado para dezembro de 2019.
Que a Força esteja connosco!
É verdade, o primeiro filme da saga foi lançado em maio de 1977, uma ideia de George Lucas.
Por culpa do meu sobrinho Tomás - tem 11 anos - que abandonou os dinossauros para se dedicar à Star Wars, percebi que alguém da minha geração devia conhecer estes filmes.
Recolhida a informação, percebi que há discussão sobre a ordem com que se devem ver os filmes.
Recordei-me de ter ouvido o Nuno Markl na Comercial falar sobre o assunto.
Li o que ele escreveu sobre o assunto e comecei pelo episódio IV, que já vi.
Agora vou seguir para o V e VI, para depois ver o I, II e III.
Aqui chegado regresso à atualidade, visionando o VII e VIII, sendo que o episódio IX está agendado para dezembro de 2019.
Que a Força esteja connosco!
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
O Bold e o Sublinhado são amigos da preguiça
Quase que dava um filme!
Vamos aos factos.
O Campeonato de Portugal - amigos da Sporttv, já não se chama CNS - nesta temporada passa por uma época de transição.
Cinco séries de 16 clubes, apurando os primeiros classificados e os 3 melhores segundos, que disputarão uma fase eliminatória para sabermos que são os dois que sobem e o campeão.
Na próxima temporada vamos ter quatro séries com 18 formações, subindo os dois primeiros.
Voltemos a esta época.
Quando fui ler o regulamento, para perceber os factores de desempate dos melhores segundos, percebi que este texto já estava preparado para a edição 2018/2019, incluindo um brilhante artº 85º Disposições transitórias que poupa trabalho "Na época desportiva de 2017/18, o campeonato de Portugal é disputado por 80 clubes, que são divididos em 5 séries de 16 clubes".
E a questão da forma de desempate dos melhores segundos?
Voltei a entrar em contacto - por mail - com a Federação Portuguesa de Futebol.
A resposta - que só chegava após uma insistência - envia-me para o nº 2, artº 12º Classificações e desempates que esclarece as condições em caso de empate, mas na mesma série.
Voltei a questionar e recebi a 22 de dezembro esta resposta "... informo que, para o assunto em específico, será divulgado (brevemente) o esclarecimento solicitado por V.Exa, através de
Comunicado Oficial".
Fiquei à espera
Hoje recebi mais um mail sobre o assunto.
Leiam:
Exmo. Senhor,
No seguimento do email infra, alerto uma vez mais para a leitura do nº 2, artº 12º do regulamento do CP
Artigo 12.º Classificações e desempates
2. Quando, no final das séries disputadas por pontos referidas no artigo anterior, existam Clubes em situação de igualdade pontual, o desempate é efetuado de acordo com os seguintes critérios e ordem de preferência:
a) O maior número de pontos alcançados pelos Clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si, na fase da Prova em causa;
b) A diferença entre o número de golos marcados e o número de golos pelos clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si, na fase da Prova em causa;
c) A maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos
Clubes empatados, nos jogos realizados na fase da prova em causa;
d) O maior número de vitórias na fase da prova em causa;
e) O maior número de golos marcados na fase da prova em causa;
f) O menor número de golos sofridos na fase da prova em causa
A isto chama-se preguiça.
Esqueceram-se deste pequeno ... pormaior, nada que uma letra mais grossa e umas palavras com uns riscos por baixo não resolva.
Vamos aos factos.
O Campeonato de Portugal - amigos da Sporttv, já não se chama CNS - nesta temporada passa por uma época de transição.
Cinco séries de 16 clubes, apurando os primeiros classificados e os 3 melhores segundos, que disputarão uma fase eliminatória para sabermos que são os dois que sobem e o campeão.
Na próxima temporada vamos ter quatro séries com 18 formações, subindo os dois primeiros.
Voltemos a esta época.
Quando fui ler o regulamento, para perceber os factores de desempate dos melhores segundos, percebi que este texto já estava preparado para a edição 2018/2019, incluindo um brilhante artº 85º Disposições transitórias que poupa trabalho "Na época desportiva de 2017/18, o campeonato de Portugal é disputado por 80 clubes, que são divididos em 5 séries de 16 clubes".
E a questão da forma de desempate dos melhores segundos?
Voltei a entrar em contacto - por mail - com a Federação Portuguesa de Futebol.
A resposta - que só chegava após uma insistência - envia-me para o nº 2, artº 12º Classificações e desempates que esclarece as condições em caso de empate, mas na mesma série.
Voltei a questionar e recebi a 22 de dezembro esta resposta "... informo que, para o assunto em específico, será divulgado (brevemente) o esclarecimento solicitado por V.Exa, através de
Comunicado Oficial".
Fiquei à espera
Hoje recebi mais um mail sobre o assunto.Leiam:
Exmo. Senhor,
No seguimento do email infra, alerto uma vez mais para a leitura do nº 2, artº 12º do regulamento do CP
Artigo 12.º Classificações e desempates
2. Quando, no final das séries disputadas por pontos referidas no artigo anterior, existam Clubes em situação de igualdade pontual, o desempate é efetuado de acordo com os seguintes critérios e ordem de preferência:
a) O maior número de pontos alcançados pelos Clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si, na fase da Prova em causa;
b) A diferença entre o número de golos marcados e o número de golos pelos clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si, na fase da Prova em causa;
c) A maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos
Clubes empatados, nos jogos realizados na fase da prova em causa;
d) O maior número de vitórias na fase da prova em causa;
e) O maior número de golos marcados na fase da prova em causa;
f) O menor número de golos sofridos na fase da prova em causa
A isto chama-se preguiça.
Esqueceram-se deste pequeno ... pormaior, nada que uma letra mais grossa e umas palavras com uns riscos por baixo não resolva.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Importam-se de falar em português?
Infelizmente acontece todos os dias.
Utilizar expressões ou palavras estrangeiras, quando existem na nossa língua equivalentes.
Quando ouvimos falar um economista, até parece que estamos noutro País.
Mas no desporto é a mesma coisa.
Time out ou flash interview são alguns dos exemplos.
Porque não dizem desconto de tempo ou zona de entrevistas rápidas?
Outro exemplo.
Ontem estava a ver o Swansea - Tottenham com comentários da Helena Costa.
Ela utilizou um dezena de vezes a palavra remontada.
Esta é uma palavra usada, por exemplo em Espanha, que significa recuperar de uma desvantagem.
Se temos uma das línguas mais ricas do Mundo, porquê usar outra?
Utilizar expressões ou palavras estrangeiras, quando existem na nossa língua equivalentes.
Quando ouvimos falar um economista, até parece que estamos noutro País.
Mas no desporto é a mesma coisa.
Time out ou flash interview são alguns dos exemplos.
Porque não dizem desconto de tempo ou zona de entrevistas rápidas?
Outro exemplo.
Ontem estava a ver o Swansea - Tottenham com comentários da Helena Costa.
Ela utilizou um dezena de vezes a palavra remontada.
Esta é uma palavra usada, por exemplo em Espanha, que significa recuperar de uma desvantagem.
Se temos uma das línguas mais ricas do Mundo, porquê usar outra?
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
O vídeo e as bicicletas
Não é uma notícia de hoje, pois ela surgiu no final de 2017.
O ciclismo vai ter vídeoárbitro.
Recordei-me de imediato de Veiga Trigo e o que escrevi há meses e que pode ler aqui neste link. https://tiojorge.blogspot.pt/2017/09/veiga-trigo-e-o-var.html
Nas três grandes voltas - Itália, França e Espanha - e em outras quatro provas, vamos ter comissários a analisar, exclusivamente, situações de dúvida, como surgiram no Tour de 2017 quando Peter Sagan foi excluído da prova por sprint irregular.
Querem apostar que quando houver recurso a esta ferramenta, ninguém vai colocar em causa a honestidades dos comissários?
Pois, o futebol é outro desporto!
O ciclismo vai ter vídeoárbitro.
Recordei-me de imediato de Veiga Trigo e o que escrevi há meses e que pode ler aqui neste link. https://tiojorge.blogspot.pt/2017/09/veiga-trigo-e-o-var.html
Nas três grandes voltas - Itália, França e Espanha - e em outras quatro provas, vamos ter comissários a analisar, exclusivamente, situações de dúvida, como surgiram no Tour de 2017 quando Peter Sagan foi excluído da prova por sprint irregular.
Querem apostar que quando houver recurso a esta ferramenta, ninguém vai colocar em causa a honestidades dos comissários?
Pois, o futebol é outro desporto!
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
domingo, 31 de dezembro de 2017
Um balanço interno
Inevitavelmente no último dia do ano, chegam os habituais balanços.
Recorrendo apenas à memória, vou recordar algumas histórias de 2017, sem preocupação cronológica.
O segundo ano do Pizzi no Principado, ainda com muitas asneiras, mas com enorme ternura.
O Pablo continua tranquilo.
O Ricardo a conseguir uma ocupação efetiva, com um bom futuro à vista.
Eu e a Princesa festejámos o nosso 28º aniversário com três dias a visitar Lisboa e passámos quatro magníficos dias na ilha de São Miguel.
Falando de viagens, fui três vezes aos Açores - duas à Terceira e uma à Graciosa - para a narração de relatos do Vilafranquense.
No hóquei em patins, estive no Sidónio Serpa, em Ponta Delgada, para o relato do Marítimo - Alenquer, tive o privilégio da fazer parte da equipa da HP TV no Inter-Regiões na Mealhada - pela primeira a fazer equipa com o meu filho - e no troféu Jesus Correia, assim como colaborei com a transmissão da TV Parede FC, na segunda edição da Golden Cup.
A Princesa a ultrapassar bem o pós-operatório de outubro de 2017.
Continuei nos relatos na Rádio Voz de Alenquer, que teve como pontos altos a manutenção do Vilafranquense - último relato em Oleiros - e do Alenquer, que vencendo na derradeira jornada na Parede, manteve-se na 2ª divisão.
Os meus afilhados açorianos estiveram por cá e a Rafaela continua a crescer, todos bem lançados.
Foi um ano onde a Família mais próxima não teve problemas de saúde, um elemento fundamental para as coisas correrem bem.
O dinheiro é sempre pouco, mas foi chegando.
Que 2018 seja igual a este que agora termina!
Recorrendo apenas à memória, vou recordar algumas histórias de 2017, sem preocupação cronológica.
O segundo ano do Pizzi no Principado, ainda com muitas asneiras, mas com enorme ternura.
O Pablo continua tranquilo.
O Ricardo a conseguir uma ocupação efetiva, com um bom futuro à vista.
Eu e a Princesa festejámos o nosso 28º aniversário com três dias a visitar Lisboa e passámos quatro magníficos dias na ilha de São Miguel.
Falando de viagens, fui três vezes aos Açores - duas à Terceira e uma à Graciosa - para a narração de relatos do Vilafranquense.
No hóquei em patins, estive no Sidónio Serpa, em Ponta Delgada, para o relato do Marítimo - Alenquer, tive o privilégio da fazer parte da equipa da HP TV no Inter-Regiões na Mealhada - pela primeira a fazer equipa com o meu filho - e no troféu Jesus Correia, assim como colaborei com a transmissão da TV Parede FC, na segunda edição da Golden Cup. A Princesa a ultrapassar bem o pós-operatório de outubro de 2017.
Continuei nos relatos na Rádio Voz de Alenquer, que teve como pontos altos a manutenção do Vilafranquense - último relato em Oleiros - e do Alenquer, que vencendo na derradeira jornada na Parede, manteve-se na 2ª divisão.
Os meus afilhados açorianos estiveram por cá e a Rafaela continua a crescer, todos bem lançados.
Foi um ano onde a Família mais próxima não teve problemas de saúde, um elemento fundamental para as coisas correrem bem.
O dinheiro é sempre pouco, mas foi chegando.
Que 2018 seja igual a este que agora termina!
sábado, 30 de dezembro de 2017
Notas estúpidas
O prazo para trocar um conjunto de notas de escudos por euros terminou ontem.Estamos a falar de notas de 1000 (com a efígie de Teófilo Braga, 2000 (Bartolomeu Dias), 5000 (Antero de Quental) e de 10000 escudos (Egas Moniz).
Estas notas foram retiradas da circulação em 31 de dezembro de 1997, sendo que os portadores tinham 20 anos para as trocar pela nossa moeda atual.
Feito o enquadramento legal, reparem neste notícia de ontem.
Longas filas de pessoas, estiveram ontem muitas horas na sede do Banco de Portugal em Lisboa e Porto.
Muitas manifestavam desagrado pela situação.
Tiveram 20 anos, isso duas dezenas de anos, mas só ontem, no último dia do prazo legal, tiveram tempo para lá ir.
A isto chama-se estupidez!
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