sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Cu Torto

O Gang dos Sagitarianos deslocou-se ontem, de comboio, até Évora para mais um encontro à mesa.
Só pelo caminho escolhemos o local do almoço.
Entre as várias opções escolhemos O Moinho do Cu Torto, recorrendo às opiniões da net e a informaçoes recolhidas pelo Manuel Fernando.
Publicada uma selfie do trio no FB, logo chegaram reações positivas em relação à escolha.
Como o próprio nome indica, trata-se da antiga casa de um moleiro que tinha a alcunha de Cu Torto.
Excelente atendimento, umas entradas com um queijo espetacular, feijoada e pézinhos de coentrada, costeletas de borrego com batata frita e bolas de migas, para acabar com sericaia e bolo rançoso.
Uma visita a repetir!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Novo visual

Os óculos vão sempre fazer parte da minha vida.
Aos sete anos tive os primeiros.
Joguei futebol 14 anos - e andebol - com a sua ajuda.
Parti muitos, estraguei lentes diversas vezes, até à operação que fiz em 1999.
Depois de mais de dez anos sem precisar de ajuda, tive que recorrer a uns vidrinhos para ver nitidamente ao longe.
Quando regressei aos relatos, as lentes progressivas - caras que estão danadas - foram a solução.
Desta vez foi a armação que colapsou.
Consegui aproveitar as lentes e agora tenho uma pequena alteração no visual.
Espero que durem muito tempo.

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Política e futebol

As semelhanças são muitas.
Este fim de semana houve eleições para a liderança do PSD.
Venceu Rui Rio - de quem Pinto da Costa não gosta - que derrotou o sportinguista Santana Lopes.
No rescaldo logo se ouviu que a campanha eleitoral foi "elevadíssima", contrariamente ao que aconteceu na do PS, quando venceu António Costa, muito parecido com as discussões sobre a maior ou menor elevação dos atos eleitorais nos clubes desportivos.
Depois chegou a questão do líder parlamentar, muito semelhante quando há eleições para um clube, onde a continuidade do treinador é muita vezes posta em causa.
Desta vez parece que o chicote vai atingir Hugo Soares.
Se tivesse que escolher entre os dois concorrentes à cadeira laranja, escolhia Rio.
Até porque acho que ele é benfiquista!
Será?

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Imagens


A terra tremeu

Todos nós sabemos que Portugal é uma zona sísmica de risco.
Recordo-me muito bem de um tremor de terra ocorrido em 28 fevereiro de 1969, principalmente o ruído que vem associado a ele.
Há uns anos, estava na sede da CGD quando a secretária mexeu.
Hoje, dez minutos antes do meio dia, estava ao computador e o ecrã ganhou vida própria.
Abanou, pareceu que queria partir, mas segundos depois parou.
Ainda fui à varanda ver se poderia ter sido algum acidente na estrada, mas não.
Nos últimos 20 anos foi o mais forte registado em Portugal, 4,9 na escala de Richter, com epicentro na zona de Arraiolos.
Acho que foi a terceira vez que senti a terra mexer.
Não deu para assustar, mas tremeu bem.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Em direto

Arranque da 2ª volta do Campeonato de Portugal com a deslocação do Vilafranquense ao campo Pardal Monteiro em Pêro Pinheiro.
Não foi um jogo muito entusiasmante, mas os ribatejanos tiveram sempre o controlo do jogo.
A equipa da casa sabia do perigo que vinha do seu adversário, nunca arriscou muito, procurando jogar no erro dos visitantes.
Foi uma partida sem grandes ocasiões para marcar, onde a paciência dos pupilos de Vasco Matos foi premiada aos 87 minutos.
Um golo que saiu do banco, com Fabinho a cruzar para o desvio, muito oportuno, de Gonçalo Gregório.
O Vilafranquense assumiu a liderança da série D, ultrapassando - com mais um ponto - o Mafra, que este domingo empatou (1-1) em Fátima.

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sábado, 13 de janeiro de 2018

Imagens

Recupero aqui um espaço que já tinha anteriormente.
Belas fotos de desporto.
Uma por dia.

Alma Vilafranquense

Depois do primeiro texto ter nascido de uma conversa com o Luquinhas - que entretanto foi para o Benfica, emprestado ao Aves, antes de regressar a Vila Franca de Xira, cedido pelo clube da 1ª Liga - hoje chega a entrevista com o Carraça, jogador que, curiosamente defrontei uma vez no torneio na Charneca do Lumiar, já lá vão uns 40 anos, eu com a camisola do Alhandra e ele com a do Vilafranquense.  

 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Kingsbridge

Ontem referi que ia começar a ler o último livro de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.
As primeiras linhas foram digeridas hoje, no comboio, tendo percebido que o cenário da história regressava a Kingsbridge.
Sou um admirador da forma de escrever de Follett, que com este livro regressa à saga iniciada em 1989 com Os Pilares da Terra e em 2007 com Mundo sem Fim, quatro livros que chegaram ao cinema.
Lidas as primeiras linhas, as espetativas são enormes e tudo indica que vamos ter mais uma história fabulosa, esta iniciada em meados do século XVI.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Os livros que vou lendo


Depois de ter terminado há dias Nome de Código: Leoparda de Ken Follett, segui para a saga Millennium.
No início do ano, eu e Princesa vimos os filmes correspondentes aos três primeiros livros, resultantes das história escritas por Stieg Larsson, que faleceu antes de completar o quarto, que acabou por ser escrito por David Lagercrantz - também ele jornalista sueco - que li assim que saiu.
Consegui convencer a Princesa a ler - depois de uma longa ausência - A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o tal quarto episódio, e agora está em pulgas para ler este, que hoje terminei, a quinta história da saga.
Em O Homem que Perseguia a sua Sombra, mantém-se a emotividade das histórias de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander.
Agora temos que esperar pelo sexto episódio.

Fui à prateleira e vou começar a ler o último título de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo.

As desculpas não se pedem, evitam-se

Parece que temos um novo caso de comunicação, talvez inventado por Francisco J. Marques.
Não é a primeira vez que isto acontece.
No final do jogo Sérgio Conceição agride verbalmente quem surge na sua mira.
Na conferência de imprensa seguinte, de lançamento de uma nova partida, surge o arrependimento e o pedido de desculpas.
Sabemos que ele - já o referiu muitas vezes - diz o que lhe apetece.
Será que tem a ver com falta de pilhas do boneco do seu filho?

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Alma Vilafranquense

Umas das atividades que gosto de fazer, na área do jornalismo, é deixar no papel aquilo que diversos intérpretes me contam.
Há dois anos o Pedro Castelo pediu-me para lhe dar uma ajuda na revista UDV Futebol SAD.
Vou deixar aqui os textos que produzi para esta aposta comunicacional.




terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Dia de Gang

Este é o original.
O Gang da Mealhada juntou-se na Ti Lurdes mais uma vez.
Mensalmente reunimo-nos, almoçamos e falamos do que nos apetece.
Hoje faltou o Paulo - o único que não é CGD - mas a boa disposição nunca falta.
Com a idade a avançar, a conversa sobre doenças e os abusos ao longo dos anos, vai dominando os assuntos em discussão.
Mas queremos continuar a reunirmo-nos à mesa mais uma porrada de anos.
Todos!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Um arruaçeiro e um mal educado


Os adjetivos do título até se aplicam aos dois.
Comecemos por Pedro Gil, hoquista do Sporting.
No sábado tivemos derby pela primeira vez no excelente pavilhão João Rocha.
Um jogo intenso (3-3), corretíssimo, como demonstra os número de faltas acumuladas (16) pelas duas equipas durante o jogo.
Mas para Gil assim não tem piada.
Apito final e uma cabeçada em Nicolia.
Useiro e vezeiro neste tipo de agressões, não só em Portugal, será desta vez que o expulsam da modalidade?

Da mesma forma que o elogiei há dias atrás, não posso deixar passar esta acusação a um colega de profissão.
Afirma Sérgio Conceição que diz sempre o que quer e quando quer.
Mas isso dá-lhe o direito de ser mal educado?
Chamar "boneco comandado" a Rui Vitória é uma forma grosseira de agredir verbalmente outro treinador, que apenas se referiu à sua falta de coerência, reforçada ontem quando falou no penalty por marcar a favor da sua equipa, mas esqueceu-se de uma situação idêntica a favor dos vimaranenses.

Curiosamente, dois atletas da escola do FC Porto.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Em direto

Em dia de final de primeira volta, o Vilafranquense tinha uma deslocação difícil a Alcanena, estádio onde não tinha conseguido vencer na época passada, em duas ocasiões (empate e derrota).
Na minha estreia em 2018, assisti à melhor exibição dos ribatejanos nesta temporada.
Excluindo os minutos inicias do jogo, foi um domínio total das diversas fases do jogo.
Num relvado em muito mau estado, os golos foram surgindo com normalidade.
David bateu um livre lateral, que desviou em Bob (29') e marcou de penalty (40'), na recarga depois da defesa de Fábio, bisando na partida.
O Alcanenense ainda reduziu antes do intervalo, mas os forasteiros voltaram a marcar por Marocas (49') e ampliaram por Luís Pinto, de penalty, já no último quarto de hora.
Extra futebol, almoçamos - eu, Barbosa, Luís e o Pedro - de novo na Tertúlia do Gaivoto, onde já tinhamos estado em abril do ano passado.