sábado, 10 de fevereiro de 2018
O meu Velho
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Casamento sem sexo
O Papa Francisco, num documento de exortação apostólica publicado em 2016, referiu que a Igreja deve abrir-se às "novas famílias" e desafiou as dioceses dos vários países a porem de parte "a fria moralidade burocrática" e a serem misericordiosas com quem se divorciou ou vive uma união fora do casamento.
O cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, publicou este terça-feira um documento em reação às afirmações do Papa.
Entre outras observações, refere que os católicos recasados - ou seja, quem ainda não obteve a nulidade da anterior ligação e tem uma nova relação - devem viver uma "vida em continência", ou seja sem a prática de relações sexuais.
É verdade, leram bem.
Podem voltar a casar, mas sexo, nem pó.
Depois querem que eu acredite que esta rapaziada regula bem da cabeça.
Aliás, acho que até percebo.
Quem vive uma vida sem sexo, fica desregulado mentalmente.
O cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, publicou este terça-feira um documento em reação às afirmações do Papa.
Entre outras observações, refere que os católicos recasados - ou seja, quem ainda não obteve a nulidade da anterior ligação e tem uma nova relação - devem viver uma "vida em continência", ou seja sem a prática de relações sexuais.
É verdade, leram bem.
Podem voltar a casar, mas sexo, nem pó.
Depois querem que eu acredite que esta rapaziada regula bem da cabeça.
Aliás, acho que até percebo.
Quem vive uma vida sem sexo, fica desregulado mentalmente.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Chantagem pura
Não gosto de estar sempre a falar no mesmo assunto, mas depois daqueles 50 minutos de monólogo de Bruno de Carvalho - tipo Fidel de Castro - tenho que fazer um pequeno comentário.
Não me vou referir aos lamentos que fez, alguns deles perfeitamente patéticos, mas apenas às condições que colocou para continuar como presidente.
Na Assembleia Geral (AG) do próximo dia 17, quer 75% de votos a favor para os dois primeiros pontos - os que ficaram pendurados na anterior AG - que se referem a alterações aos Estatutos e aprovação do Regulamento Disciplinar.
Mas há um terceiro ponto que se prende com a continuidade dos orgãos sociais, que terá de ter uma votação igual ou superior ao que obteve (86,13%) na sua reeleição.
Se isto não é chantagem, será o quê?
Não me vou referir aos lamentos que fez, alguns deles perfeitamente patéticos, mas apenas às condições que colocou para continuar como presidente.
Na Assembleia Geral (AG) do próximo dia 17, quer 75% de votos a favor para os dois primeiros pontos - os que ficaram pendurados na anterior AG - que se referem a alterações aos Estatutos e aprovação do Regulamento Disciplinar.
Mas há um terceiro ponto que se prende com a continuidade dos orgãos sociais, que terá de ter uma votação igual ou superior ao que obteve (86,13%) na sua reeleição.
Se isto não é chantagem, será o quê?
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Ditadura?
Que me desculpem os meus Amigos sportinguistas, mas o vosso Presidente passou-se!
Aquilo são maneiras de falar com os sócios do clube?
Não se pode estar em desacordo?
O que foi possível ouvir do discurso de Bruno de Carvalho roça o ridículo.
Não se pode tratar as pessoas como se fossem todas estúpidas, só porque não concordam com ele.
Depois fez uma birra, ameaçou demitir-se e deixou a assembleia.
Uma pessoa que baseia as suas convições em destilar ódio sobre todos de que não gosta, não merece o respeito de ninguém.
Haja paciência!
Aquilo são maneiras de falar com os sócios do clube?
Não se pode estar em desacordo?
O que foi possível ouvir do discurso de Bruno de Carvalho roça o ridículo.
Não se pode tratar as pessoas como se fossem todas estúpidas, só porque não concordam com ele.
Depois fez uma birra, ameaçou demitir-se e deixou a assembleia.
Uma pessoa que baseia as suas convições em destilar ódio sobre todos de que não gosta, não merece o respeito de ninguém.
Haja paciência!
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Em direto
Numa tarde fria de inverno, mas com sol, o Vilafranquense recebeu o Sintrense, equipa que na primeira metade do campeonato proporcionou os primeiros três pontos ao conjunto, na altura, orientado por Filipe Coelho.
Depois de ter perdido a liderança há uma semana em Coruche, os ribatejanos controlaram o jogo até ao terceiro golo, levantaram o pé, permitiram uma tímida reação dos forasteiros, mas venceram com inteira justiça.
João Freitas abriu o ativo em cima da meia hora, Marocas marcou três minutos depois e bisou no início da segunda metade.
O Mafra venceu (0-4) no João Paulo II o Lusitânia, enquanto que o Praiense empatou (0-0) com o Coruchense e atrasou-se
um pouco.
Lembrei-me da afirmação de André Luís, treinador dos coruchenses, no último domingo, quando referiu que um ponto todos os domingos, pode chegar para a manutenção.
Hoje conseguiu mais um.
Depois de ter perdido a liderança há uma semana em Coruche, os ribatejanos controlaram o jogo até ao terceiro golo, levantaram o pé, permitiram uma tímida reação dos forasteiros, mas venceram com inteira justiça.João Freitas abriu o ativo em cima da meia hora, Marocas marcou três minutos depois e bisou no início da segunda metade.
O Mafra venceu (0-4) no João Paulo II o Lusitânia, enquanto que o Praiense empatou (0-0) com o Coruchense e atrasou-se
um pouco.
Lembrei-me da afirmação de André Luís, treinador dos coruchenses, no último domingo, quando referiu que um ponto todos os domingos, pode chegar para a manutenção.
Hoje conseguiu mais um.
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Em direto
Esta tarde a narração foi no pavilhão do Alenquer e Benfica.
Depois de ter conquistado a liderança no último sábado no Estoril, os alenquerenses encontravam o Marítimo de Ponta Delgada, que já tinha eliminado o Alenquer na 2ª eliminatória da Taça de Portugal, no desempate por grandes penalidades.
Recordando esse jogo, o de hoje não foi muito diferente.
Um Alenquer sobre brasas, nunca conseguiu controlar a partida, acusando muito a responsabilidade de ser primeiro da zona Sul da 2ª divisão.
Os açorianos usaram de um hóquei cínico, com um grande grau de eficácia e acabaram por justificar a vitória.
Como referiu Diogo Ganchas no final da partida, a equipa - muito jovem - tem que interiorizar que agora está na luta pela subida.
Depois de ter conquistado a liderança no último sábado no Estoril, os alenquerenses encontravam o Marítimo de Ponta Delgada, que já tinha eliminado o Alenquer na 2ª eliminatória da Taça de Portugal, no desempate por grandes penalidades.
Recordando esse jogo, o de hoje não foi muito diferente.
Um Alenquer sobre brasas, nunca conseguiu controlar a partida, acusando muito a responsabilidade de ser primeiro da zona Sul da 2ª divisão.
Os açorianos usaram de um hóquei cínico, com um grande grau de eficácia e acabaram por justificar a vitória.
Como referiu Diogo Ganchas no final da partida, a equipa - muito jovem - tem que interiorizar que agora está na luta pela subida.
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