Estas mini férias açorianas incluíam o relato do Candelária - Alenquer.
Tudo pronto para sairmos para o pavilhão, dei por falta da gerigonça.
Stress instalado, confirmei com o Ricardo que tinha ficado em casa.
A Isabel fez imensos contactos, mas a solução foi fazer o relato à anos 90, de telemóvel encostado à orelha.
Sobre o jogo em si, vitória (4-1) dos da casa, com o golo dos alenquerenses a ser obtido pelo Henrique Pereira, uma arbitragem caseira e a esperança de manutenção dos picoenses a continuar bem viva.
sábado, 28 de abril de 2018
Pico, dia 2
Levantei-me cedo neste segundo dia nos Açores.
A vista de casa da Isabel deixa-nos ver, ao longe, as Lages do Pico.
A montanha fica por trás da habitação, não visível daqui.
O tempo está magnífico.
Cada vez gosto mais destas ilhas.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Cães mais lindos!
Quando pensamos em passar alguns dias fora do Principado, os nossos filhos de quatro patas são a principal preocupação.
Desta vez vamos regressar - amanhã - à ilha do Pico, perto de vinte anos depois.
O Pablo e o Pizzi ficaram já hoje na Quinta da Patada.
Custa sempre deixar os filhos fora da nossa casa!
Desta vez vamos regressar - amanhã - à ilha do Pico, perto de vinte anos depois.
O Pablo e o Pizzi ficaram já hoje na Quinta da Patada.
Custa sempre deixar os filhos fora da nossa casa!
quarta-feira, 25 de abril de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Este é o futebol que eu gosto
Não tem nada a ver com a cor das camisolas, nem com o emblema.
A minha equipa quando estou a trabalhar é a Rádio.
Seja aquela onde estiver.
Ao longo destes últimos anos tenho acompanhado de perto o Vilafranquense.
Estou contente por se terem apurado.
Mas importante do que isso, é perceber a amizade que se vai criando com estes artistas da bola, que não são nomes grandes do futebol português, mas a forma educada como se relacionam comigo, deixam orgulhoso.
Luís Pinto é o exemplo disso.
Passou por grandes palcos, mas a sua humildade é o seu principal atributo, muito para lá das maravilhas que faz dentro do campo.
Já exultei com subidas de divisão como jogador - no Alhandra SC - do FC Alverca, já com o micro na mão, da mesma maneira que, em Miranda do Corvo, me diverti com o título de Campeão Nacional da 3ª Divisão obtido pelo Vilafranquense.
O meu maior orgulho é em trinta anos de Rádio só ter acumulado amigos.
Agora é desfrutar desse play-off.
A minha equipa quando estou a trabalhar é a Rádio.
Seja aquela onde estiver.
Ao longo destes últimos anos tenho acompanhado de perto o Vilafranquense.
Estou contente por se terem apurado.
Mas importante do que isso, é perceber a amizade que se vai criando com estes artistas da bola, que não são nomes grandes do futebol português, mas a forma educada como se relacionam comigo, deixam orgulhoso.
Luís Pinto é o exemplo disso.
Passou por grandes palcos, mas a sua humildade é o seu principal atributo, muito para lá das maravilhas que faz dentro do campo.
Já exultei com subidas de divisão como jogador - no Alhandra SC - do FC Alverca, já com o micro na mão, da mesma maneira que, em Miranda do Corvo, me diverti com o título de Campeão Nacional da 3ª Divisão obtido pelo Vilafranquense.
O meu maior orgulho é em trinta anos de Rádio só ter acumulado amigos.
Agora é desfrutar desse play-off.
domingo, 22 de abril de 2018
Em direto
Jogo decisivo no Cevadeiro esta tarde.
O Vilafranquense precisava de fazer o mesmo resultado que o Oriental - jogava em Moncarrapacho com o último da série E - pois tinha o primeiro fator de desempate (diferença entre golos marcados e sofridos) a seu favor por mais 10 golos.
Os ribatejanos controlaram todas a partida, marcaram o primeiro golos aos 25' por Luís Pinto - um golão - beneficiaram do vermelho direto a Faia, capitão dos forasteiros e foram para o intervalo a vencer por um golo.
Na segunda metade mantiveram o domínio do jogo, mas só após surgir o segundo tento (62'), obtido por Luquinhas, percebeu-se que o play-off já não fugia, até porque nessa altura o Oriental vencia apenas por um golo.
Para a festa acabar em beleza, Rui Varela carimbou (82') o resultado final com mais um excelente golo.
Amanhã às 16:30 horas, na Cidade do Futebol, temos o sorteio da fase decisiva do Campeonato de Portugal.
Obrigado Vítor Neno pelos bonecos.
O Vilafranquense precisava de fazer o mesmo resultado que o Oriental - jogava em Moncarrapacho com o último da série E - pois tinha o primeiro fator de desempate (diferença entre golos marcados e sofridos) a seu favor por mais 10 golos.
Os ribatejanos controlaram todas a partida, marcaram o primeiro golos aos 25' por Luís Pinto - um golão - beneficiaram do vermelho direto a Faia, capitão dos forasteiros e foram para o intervalo a vencer por um golo.
Na segunda metade mantiveram o domínio do jogo, mas só após surgir o segundo tento (62'), obtido por Luquinhas, percebeu-se que o play-off já não fugia, até porque nessa altura o Oriental vencia apenas por um golo.
Para a festa acabar em beleza, Rui Varela carimbou (82') o resultado final com mais um excelente golo.
Amanhã às 16:30 horas, na Cidade do Futebol, temos o sorteio da fase decisiva do Campeonato de Portugal.
Obrigado Vítor Neno pelos bonecos.
sábado, 21 de abril de 2018
Em direto
Este sábado no Pavilhão do Alenquer e Benfica, os locais receberam a equipa B do Sporting Clube de Portugal.
Já era esperado um jogo com um grande ritmo, não andando muito longe dessa previsão.
Mais fortes os alenquerenses na primeira metade, muito fruto de dois golos marcados na parte final, levando para o intervalo uma vantagem (3-1) de dois golos, com Henrique Pereira a bisar e Alexandre Silva a marcar de livre direto.
A segunda metade foi diferente.
Os verde-e-brancos tiveram supremacia, deram a volta ao marcador a meio da segunda parte, permitiram o empate a quatro - mais um livre direto do capitão do Alenquer marcado de forma irrepreensível - mas consentiram o quinto golo a cinco minutos do fim e não conseguiram voltar à discussão do resultado.
No dia em que os Ultras Alenquer festejaram os seus 16 anos, a equipa não conseguiu dar-lhe a prenda que todos pretendiam.
Já era esperado um jogo com um grande ritmo, não andando muito longe dessa previsão.
Mais fortes os alenquerenses na primeira metade, muito fruto de dois golos marcados na parte final, levando para o intervalo uma vantagem (3-1) de dois golos, com Henrique Pereira a bisar e Alexandre Silva a marcar de livre direto.
A segunda metade foi diferente.
Os verde-e-brancos tiveram supremacia, deram a volta ao marcador a meio da segunda parte, permitiram o empate a quatro - mais um livre direto do capitão do Alenquer marcado de forma irrepreensível - mas consentiram o quinto golo a cinco minutos do fim e não conseguiram voltar à discussão do resultado.
No dia em que os Ultras Alenquer festejaram os seus 16 anos, a equipa não conseguiu dar-lhe a prenda que todos pretendiam.
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