quinta-feira, 29 de novembro de 2018

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O italiano Edoardo Molinari no primeiro dia do AfrAsia Bank Open, que decorre nas Ilhas Maurícias.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Um olhar alentejano

Ontem recebi um mail do Benfica.
Nele surgia um apelo: Não fechem a Luz!
O motivo desta ação tem a ver com a reincidência - principalmente fora de portas, como aconteceu em Tondela - de uma cambada de energúmenos, que se dizem ser adeptos dos encarnados, mas só sabem expressar essa ligação enviando objetos pirotécnicos para dentro das quatro linhas.
Alguém me consegue convencer que estes estúpidos gostam de futebol?
Há hora em que escrevo isto, foi anunciado que a segunda mão da Taça Libertadores não será realizada na Argentina.
Mais um caso gravíssimo, os atos de violência do adeptos do River Plate, atacando o autocarro do Boca Juniors, numa altura em que o estádio Monumental em Buenos Aires já estava lotado.
Quem eram aqueles atrasados mentais?
Esta gente não gosta de futebol.
Ficou-me na retina as imagens daquela mãe a esconder artefactos pirotécnicos junto ao corpo do seu filho com seis anos, de forma a não serem detetados na entrada do estádio.
Felizmente já foi detida, arriscando pena de prisão de 6 anos e a perda da guarda do filho.
São estes pseudo-adeptos, como os que referi no início, que estragam o futebol.

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A austríaca Tamara Tippler durante a Taça do Mundo de Ski Alpino, em Lake Louise, Alberta, Canadá.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

No Reino da Águia



Quinta jornada da Champions com a deslocação a Munique.
Antes do jogo - conhecida a vitória do Ajax em Atenas - o Benfica ficou a saber que tinha garantida a presença na Liga Europa.
Mais um jogo que acompanhei pelo relato da Antena 1, pois a Liga dos Campeões é para poucos.
Na primeira parte o Benfica praticamente não existiu, chegando, naturalmente, ao intervalo a perder por 3-0.
Na segunda metade Gedson marcou logo no 1º minuto - entrou ao intervalo - mas foi sol de pouca dura, terminado com uma derrota pesada (5-1).

Um olhar alentejano

Ainda há pouco tempo falei deste assunto e já o trago de volta.
A leitura, agora vista por outro prisma.
Desde muito pequeno que comecei a ler o jornal A Bola, que era o que o meu Pai lia.
Ao longo dos anos sempre a li e o meu filho, Ricardo, aprendeu mesmo a ler - sozinho - recorrendo ao mesmo jornal.
Com a chegada dos tablets, deixei de ter o cheiro do papel de jornal e da tinta nos dedos, pois aderi à sua leitura digital.
Com os livros o processo foi semelhante, mas nunca deixei de os ler com o seu peso de muitas páginas nos braços.
Como grande fã da saga de Harry Potter, descobri há dias que JK Rowling tem mais dois livros sobre a mesma temática e fiquei com vontade de os ler.
Por ser a maneira mais fácil e também mais barata, já estou a ler o livro digital de Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los - que já deu origem a um filme - sendo que de seguida vou devorar Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.
Gosto mesmo da Rowling! 

A Minha Câmara Escura


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Afundanço de Jayson Tatum dos Boston Celtics, na vitória (124 - 107) da sua equipa sobre os New Orleans Pelicans, no Smoothie King Center, em New Orleans.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Um olhar alentejano

Sem a mínima dúvida que se tivéssemos de eleger uma profissão, como aquela em que os seus integrantes mais mentem, acho que a esmagadora maioria escolheria os políticos, seguida dos advogados.
Talvez por isso, olhando para o parlamento, existe uma quantidade assinalável dos que acumulam estas duas profissões.
Claro que os advogados dizem que nunca mentem, que apenas interpretam a lei conforme é mais favorável aos seus clientes.
Mas já ouviram algum advogado dizer que o seu constituinte é culpado?
Os políticos têm uma necessidade diferente.
Como sabem que a memória humana é curta, mentem hoje, na esperança de que amanhã já ninguém se lembre do que disseram noutra altura.
E mentem com um enorme descaramento, conseguindo fazê-lo sem se rirem.
Referindo de novo as duas profissões referidas - políticos e advogados - na altura da pregarem a treta acrescentam a de ator.
Mas há exageros.
Ouvir o José Silvano chamar mentiroso ao António Costa só pode dar vontade de rir.
A isto chama-se falta de vergonha!

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Um golo solitário de Deyverson deu a vitória ao Palmeiras sobre o Vasco da Gama e o título no Brasileirão.

domingo, 25 de novembro de 2018

Um olhar alentejano

Como o tempo passa depressa.
Daqui a trinta dias é dia de Natal.
Aliás, durante o ano, vamos utilizando esta referência quando queremos exprimir a ideia de que o calendário anda acelerado.
"Não tarda nada é Natal", dizemos muitas vezes, mas agora é a sério.
Como em tudo nesta vida, há os que gostam e os que não apreciam, que exibem como principal argumento que se trata de uma época consumista.
E a Black Friday?
E o Dia da Mãe, da Criança e afins também não o são?
Eu faço parte do primeiro grupo e gosto muito de oferecer umas prendinhas e também de as receber, claro.
Neste novo ciclo da vida, já temos uma pequena árvore de Natal, verde, que comprei há dias, pois a maior - branca - está algures dentro de uma caixa.
Agora é contar os euros, escolher as prendas, embrulhá-las e
colocá-las à volta da árvore.
O Pai Natal vai fazer a sua distribuição em Alverca, depois de comermos o bacalhau com couves.
Daqui a um mês!

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Golo de Kevin Gameiro na vitória (3-0) do Valência sobre o Rayo Vallecano no estádio Metalla.

sábado, 24 de novembro de 2018

Um olhar alentejano

Na Web Summit deste ano, que decorreu entre 5 e 8 deste mês, em Lisboa, foi anunciado que os carros voadores serão uma realidade em 2025.
Remo Gerber, fundador da Lilium Aviation explicou que "daqui a sete anos é bem possível que esta tecnologia esteja implementada. Vamos reorganizar a mobilidade das cidades, as regiões vão estar mais ligadas e não será preciso criar mais estradas."
Esta startup norte-americana está a projetar e a fabricar o Jet Lilium, um carro elétrico que descola e aterra na vertical, pode atingir a velocidade de 300 kms/h e uma autonomia de 300 kms.
O mesmo responsável afirmou que esta mobilidade aérea irá "revolucionar a forma como as pessoas se deslocam nas cidades", onde se poderá demorar 10 minutos num percurso
que agora se faz numa hora.
Comecei a imaginar este futuro próximo e logo me surgiram muitas perguntas na minha cabeça.
Deixo algumas.
Quem vai gerir este tráfico aéreo?
Vai existir uma Polícia de Segurança Aérea?
E como funcionam os parques de estacionamento?
Já agora uma última pergunta.
Também vão existir arrumadores a pedir uma moedinha?

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