terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Imagens
A monegasca Lisa Caussin-Battaglia durante a prova feminina do Grande Prémio de Sharjah, em Khalid Lagoon, Emirados Árabes Unidos.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
Há nomes que são extremamente difíceis de pronunciar, complicando a tarefa dos profissionais da comunicação social e não só.
E se for num relato de futebol?
Vamos lá enquadrar esta história.
A União Democrata Cristã (CDU) elegeu recentemente o seu novo líder, sendo que a chanceler Angela Merkel não se recandidatou.
Aqui logo fica uma dúvida.
Merkel sempre defendeu que os cargos de chanceler e de líder do partido deviam andar de mãos dadas, pelo que vamos ver como vai desempenhar uma função sem a outra.
Mas voltemos à eleição.
Sem surpresas, depois de 18 anos de liderança feminina, vai manter-se uma mulher no cargo.
Tem 56 anos, casada com três filhos, ingressou no partido há quase quarenta anos, era na altura uma estudante de 19 anos, gosta dos AC/DC e de futebol.
A nova líder da CDU pode vir a substituir Angela Merkel em 2021, caso vença nessa altura as eleições.
Chama-se Annegret Kramp-Karrenbauer, mas para facilitar a vida aos alemães, eles chamam-lhe AKK.
Uma boa solução para resolvermos este trava-línguas.
E se for num relato de futebol?
Vamos lá enquadrar esta história.
A União Democrata Cristã (CDU) elegeu recentemente o seu novo líder, sendo que a chanceler Angela Merkel não se recandidatou.
Aqui logo fica uma dúvida.
Merkel sempre defendeu que os cargos de chanceler e de líder do partido deviam andar de mãos dadas, pelo que vamos ver como vai desempenhar uma função sem a outra.
Mas voltemos à eleição.
Sem surpresas, depois de 18 anos de liderança feminina, vai manter-se uma mulher no cargo.
Tem 56 anos, casada com três filhos, ingressou no partido há quase quarenta anos, era na altura uma estudante de 19 anos, gosta dos AC/DC e de futebol.
A nova líder da CDU pode vir a substituir Angela Merkel em 2021, caso vença nessa altura as eleições.
Chama-se Annegret Kramp-Karrenbauer, mas para facilitar a vida aos alemães, eles chamam-lhe AKK.
Uma boa solução para resolvermos este trava-línguas.
domingo, 9 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
Uma das classes profissionais que se tem mostrado mais reivindicativa nos últimos anos tem sido a dos enfermeiros.
Já o disse e escrevi que concordo com a maioria das suas lutas, mas por vezes é preciso perceber se existem condições para satisfazer, de uma só vez, todas essas reivindicações.
Uma das coisas que me faz confusão nesta luta, é que a maioria das situações se arrastam há muitos anos.
Esta convicção leva-me para outro patamar.
Até que ponto é que as lutas só aparecem, em grande escala, quando está um determinado governo?
Ana Rita Cavaco é a Bastonária dos Enfermeiros desde 2015.
Já tinha concorrido em 2011, mas não reunia as condições necessárias para a sua eleição.
Ligada ao PSD deste do tempo da jota, onde andou a capacidade critica desta senhora nos tempos dos governos laranjas?
Obviamente que todos os bastonários das diversas Ordens têm a sua cor partidária, senão não chegavam lá.
Mas será desta forma que defendem aqueles que os elegeram, só criticando quando o partido no governo não é o seu?
Pensando bem até percebo, pois depois de deixarem o cargo precisam que o partido lhes dê a mão.
Alguém acredita que se tivéssemos um Governo comunista, Mário Nogueira - seria o Bastonário se os professores tivessem um - passasse a vida a criticá-lo?
Já o disse e escrevi que concordo com a maioria das suas lutas, mas por vezes é preciso perceber se existem condições para satisfazer, de uma só vez, todas essas reivindicações.
Uma das coisas que me faz confusão nesta luta, é que a maioria das situações se arrastam há muitos anos.
Esta convicção leva-me para outro patamar.
Até que ponto é que as lutas só aparecem, em grande escala, quando está um determinado governo?
Ana Rita Cavaco é a Bastonária dos Enfermeiros desde 2015.
Já tinha concorrido em 2011, mas não reunia as condições necessárias para a sua eleição.
Ligada ao PSD deste do tempo da jota, onde andou a capacidade critica desta senhora nos tempos dos governos laranjas?
Obviamente que todos os bastonários das diversas Ordens têm a sua cor partidária, senão não chegavam lá.
Mas será desta forma que defendem aqueles que os elegeram, só criticando quando o partido no governo não é o seu?
Pensando bem até percebo, pois depois de deixarem o cargo precisam que o partido lhes dê a mão.
Alguém acredita que se tivéssemos um Governo comunista, Mário Nogueira - seria o Bastonário se os professores tivessem um - passasse a vida a criticá-lo?
sábado, 8 de dezembro de 2018
No Reino da Águia
Esta noite o Benfica deslocou-se ao estádio do Bonfim, uma deslocação tradicionalmente difícil.
O jogo começou com a habitual agressividade dos vitorianos, sempre que defrontam o Benfica, sem o árbitro agir, aliás, foi mostrando cartões aos jogadores encarnados.
O melhor momento da primeira parte foi o golo do Benfica, uma grande jogada finalizada por Jonas.
Na segunda metade os encarnados controlaram o jogo, tiveram oportunidades para arrumar o jogo, sendo que o Vitória apenas obrigou Vlachodimos a uma defesa importante.
Vitória justa com Carlos Xistra - que prejudica sempre o Benfica - a fazer uma arbitragem deplorável.
Conseguiu assinalar um fora de jogo a Zivkovic - que acabou por introduzir a bola na baliza - com este a partir do meio campo defensivo, além de ter perdoado o segundo amarelo a Mano.
Um olhar alentejano
Há dias dei como uma notícia no Facebook que me deixou a pensar.
Nos tempos que correm são diversos os grupos profissionais que fazem ou já fizeram greve, provocando os inerentes problemas aos utilizadores.
Claro que é um direito, mas causa transtorno, senão não tinha impacto reivindicativo.
Os juízes estão em greve.
Os auxiliares de justiça estão em greve.
Os enfermeiros estão em greve.
Os estivadores estão em greve.
Os profissionais da saúde fazem greve.
Os professores fazem greve.
Os ferroviários fazem muitas vezes greve.
Os guardas prisionais estão em greve.
Os bombeiros profissionais vão fazer greve.
Os trabalhadores do Metro já fizeram greve.
E os da Soflusa também.
Nesta altura acho que tenho tratado, de forma injusta, uma classe profissional que nunca faz greve.
Os nossos deputados.
E mesmo quando fazem greve, alguém carrega no botão por eles.
Nos tempos que correm são diversos os grupos profissionais que fazem ou já fizeram greve, provocando os inerentes problemas aos utilizadores.
Claro que é um direito, mas causa transtorno, senão não tinha impacto reivindicativo.
Os juízes estão em greve.
Os auxiliares de justiça estão em greve.
Os enfermeiros estão em greve.
Os estivadores estão em greve.
Os profissionais da saúde fazem greve.
Os professores fazem greve.
Os ferroviários fazem muitas vezes greve.
Os guardas prisionais estão em greve.
Os bombeiros profissionais vão fazer greve.
Os trabalhadores do Metro já fizeram greve.
E os da Soflusa também.
Nesta altura acho que tenho tratado, de forma injusta, uma classe profissional que nunca faz greve.
Os nossos deputados.
E mesmo quando fazem greve, alguém carrega no botão por eles.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
Ainda sobre a minha ida a Lisboa.
Este texto de hoje é especial para os ouvintes da Rádio Voz de Alenquer.
Principalmente para alguns.
Vou pedir a quem tiver automóveis das marcas Mercedes, Audi e BMW que tirem som ao vosso rádio durante 20 segundos.
Eu já andava desconfiado, mas nesta deslocação à capital confirmei.
Os veículos das marcas que citei têm um problema nas luzes dos pisca-pisca.
Não funcionam!
Para ajudar a esta limitação, os condutores não respeitam o código da estrada.
Entre as mais graves, não passam cartão às regras da prioridade.
Eu acho que é por terem carros muito finos, pensam que são mais importantes que os outros que tem viaturas de segunda classe, na opinião deles.
Já viram o que era um Mercedes deixar passar um reles Citroen, por exemplo?
E serem destas marcas e brancos?
Ui, aí é que ninguém os agarra!
Amigos que tem Audis, BMW's e Mercedes, para a semana podem ouvir outra vez o Tio Jorge no Alentejo, por inteiro.
Este texto de hoje é especial para os ouvintes da Rádio Voz de Alenquer.
Principalmente para alguns.
Vou pedir a quem tiver automóveis das marcas Mercedes, Audi e BMW que tirem som ao vosso rádio durante 20 segundos.
Eu já andava desconfiado, mas nesta deslocação à capital confirmei.
Os veículos das marcas que citei têm um problema nas luzes dos pisca-pisca.
Não funcionam!
Para ajudar a esta limitação, os condutores não respeitam o código da estrada.
Entre as mais graves, não passam cartão às regras da prioridade.
Eu acho que é por terem carros muito finos, pensam que são mais importantes que os outros que tem viaturas de segunda classe, na opinião deles.
Já viram o que era um Mercedes deixar passar um reles Citroen, por exemplo?
E serem destas marcas e brancos?
Ui, aí é que ninguém os agarra!
Amigos que tem Audis, BMW's e Mercedes, para a semana podem ouvir outra vez o Tio Jorge no Alentejo, por inteiro.
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