domingo, 23 de dezembro de 2018

No Reino da Águia


Perto do Natal o Benfica recebeu o Sporting de Braga na Catedral.
Rui Vitória utilizou o onze habitual após Munique, com Cervi no lugar do lesionado Rafa.
Excelente primeira parte dos encarnados, que marcaram por Pizzi e Jardel, mas podiam ter dilatado a vantagem. O bracarenses tentaram contrariar a superioridade dos da casa, mas apenas Ricardo Horta testou Vlachodimos.
Na segunda metade o Benfica voltou a entrar muito bem, chegou ao terceiro golo por Grimaldo, resposta imediata, com o Braga a reduzir por Dyego Sousa, mas pouco depois chegou o quarto, por Jonas, e a sorte do jogo ficou decidida a trinta minutos do fim.
Mais três golos - Cervi, André Almeida e João Novais - num grande jogo de futebol, no dia em que a retoma chegou com meia dúzia de golos.

Um olhar alentejano

Quem acompanha o futebol de perto, deve ter visto ou ouvido as declarações de José Manuel Viage, treinador do Montalegre, no final do jogo com o Benfica, ele que não esteve no banco por se encontrar castigado.
Vou recuperá-las: "Em Portugal somos muito fortes com os fracos e muito fracos com os fortes. Tenho respeito pelo Sérgio Conceição e pelo Abel Ferreira, admiro-os. mas ... o Sérgio Conceição foi expulso seis vezes e nunca ficou fora do banco. Se o José Manuel Viage se chamasse Jorge Jesus, Rui Vitória ou José Mourinho, não estaria 80 dias de fora por algo normal e caricato".
Até fiquei com pena do homem!
Mas afinal porque motivo ele estava castigado?
No jogo do Campeonato de Portugal, agrediu um jogador do Fafe, aquando dos festejos de um golo, uma estalada que lhe valeu 45 dias de suspensão.
Durante o castigo - ao 26º dia - resolveu ir para o banco no jogo da Taça de Portugal, contra o Águeda, jogo que deu o passaporte para esta eliminatória, sendo suspenso por mais 30 dias.
Para já ficámos a saber que para Viage dar um estalo num jogador adversário é "algo normal e caricato".
Sobre o resto só me apetece dizer que é preciso ter uma grande lata e descaramento!  

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


O brasileiro Yago Dora durante o Circuito Mundial de Surf, em Gianyar, Bali, Indonésia.

29/05/2018

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sábado, 22 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Com 15 anos de idade, Gretha Thunberg fez greve na escola para protestar contra as alterações climáticas.
Dai a ser convidada para discursar na Cimeira do Clima em Katowice, Polónia, foi um pulo.
A jovem sueca silenciou os mais de 200 representantes e sem papas na língua apontou o dedo aos líderes mundiais, afirmando que vocês "não são maduros o suficiente para encarar os factos e estão a deixar o peso das alterações climáticas para as crianças. A nossa civilização está a ser sacrificada para que pessoas ricas em países como o meu possam viver luxuosamente. É o sofrimento de muitos que paga pelos luxos de poucos".
Tudo começou quando Gretha tinha 8 anos e lhe explicaram o que estava a acontecer ao planeta e porque motivo era preciso poupar água, reciclar e não desperdiçar comida.
Em meados de agosto deste ano, com a aproximação das eleições para o Parlamento sueco, decidiu sentar-se todos os dias nas escadas do edifício em Estocolmo durante o horário escolar.
Chamou-lhe "greve à escola contra as alterações climáticas" e o objetivo era pressionar o Governo a adotar uma postura radical no combate a este problema real.
Em Katowice alertou "Dizem que amam os vossos filhos mais do que tudo, mas estão a arruinar o seu futuro perante os seus olhos".
Embrulhem Trump e companhia!

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


O francês Yannick Borel e o russo Pavel Sukhov durante o Campeonato Europeu de Esgrima, em Novi Sad, Sérvia.

20/06/2018

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

O nosso Parlamento é uma maravilha.
Para quem tem escrever um texto diariamente, os nossos deputados ajudam muito.
Vamos aos factos.
O Tribunal de Contas fez uma auditoria ao exercício da Assembleia em 2017 e verificou, entre outras coisas, que não existem comprovativos das despesas com deslocações efetuadas pelos deputados dos Açores e Madeira, respeitantes aos valores por eles recebidos, num montante de 3,1 milhões de euros.
Vou dar de barato que eles são todos honestos e gastaram os euros, efetivamente, nas viagens e faço uma pergunta.
Porque motivo temos que lhes pagar as viagens de e para Lisboa?
Vamos ver um exemplo de um cidadão que, por exemplo, mora na Madeira, concorre a um cargo na função pública em Lisboa e é escolhido, alguém lhe paga as viagens para ir e vir?
Claro que não.
O que ele faz é alugar ou comprar um apartamento e mudar-se para cá.
Porque é que os deputados insulares não fazem o mesmo?
Querem ser deputados, arranjem alojamento permanente por cá.
Já nos poupavam 3 milhões de euros por ano.

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura