sábado, 29 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

A prestigiada revista Time escolhe anualmente uma personalidade como a pessoa mais influente do Ano, sendo que em 2018 foram escolhidos os jornalistas assassinados ou perseguidos.
Jamal Khashoggi, colunista do Washington Post - que personaliza a capa da revista - crítico do príncipe herdeiro, saudita foi morto no interior do consulado da Arábia Saudita, na Turquia.
Ele foi o último das muitas pessoas que anualmente são mortas, cujo único crime que cometem é trazerem à luz do dia a verdade que incomoda muita gente.
Lamentavelmente, na esmagadora maioria dos casos, não há responsáveis condenados.
Além destas situações extremas, existem inúmeros casos de tentativa de evitar a publicação de notícias, como a repórter Patrícia Campos Mello, que segundo a Time, foi ameaçada depois de noticiar que partidários de Bolsonaro tinham financiado uma campanha de notícias falsas contra o PT.
Eu não escolhi a minha profissão, senão não tinha sido bancário, mas foi o que a vida me proporcionou.
Se tivesse podido escolher tinha sido jornalista.
Aqui fica a minha singela homenagem a todos os que lutam por divulgar a verdade.

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


A brasileira Maya Gabeira a surfar uma onda gigante na Praia do Norte, Nazaré.

18/08/2018

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

No Reino da Águia

 

Última jornada da fase de grupos da Taça da Liga, com a deslocação do Benfica à Vila das Aves, sendo que um empate levava os encarnados para a final a quatro em Braga.
Boa primeira metade, grande envolvimento de ambas as equipas e um Aves mais perigoso.
Na segunda parte o jogo não foi tão bom, os visitantes continuaram bem, chegaram ao golo, mas o Benfica reagiu, Seferovic marcou e colocou o carimbo no passaporte para a Pedreira, entre 22 e 26 de janeiro. 

Um olhar alentejano

Só dei pela situação agora, apesar de o jogo ter decorrido a 7 de dezembro.
Na noite desse dia o FC Porto recebeu no Dragão o Portimonense, o jogo foi difundido pela Sport TV, que transmite todos os jogos da 1ª Liga portuguesa.
Eu não vi o jogo e agora deparei com as queixas do Benfica contra a operadora.
Tudo tem a ver com um lance de penalty - que existiu, mas que não foi assinalado - protagonizado por Felipe e Nakagima.
Segundo as águias, as imagens da repetição do lance, transmitidas ao intervalo, foram manipuladas.
Fui à procura das ditas imagens.
Vê-se um plano aberto, distante, onde parece haver falta e depois duas repetições onde não existe qualquer falta.
O problema é que esta repetição é diferente daquela que tinha visto aquando dos resumos transmitidos pela RTP e SIC.
A minha dúvida é se este lance é outro, muito semelhante, onde não existiu qualquer infração, ou se houve manipulação das imagens.
Em qualquer dos casos - mais grave se houve adulteração das imagens originais - é muito grave o que a Sport TV fez.
Quem querem beneficiar com estas trafulhices, enganando os telespetadores que pagam o serviço?
Vergonhoso e lamentável!

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


O par russo, Kristina Astakhova e Alexey Rogonov, nos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, na Arena Gangneung, Coreia do Sul.

15/02/2018

Os cestos da NBA

 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Acontece-nos muitas vezes ... demasiadas vezes.
Idealizamos um projeto - nalguns casos somos pioneiros - recebemos elogios do exterior e deixamos as bases para a sua evolução.
E depois o que acontece?
Os que agarraram a nossa ideia vão fazendo com que ele evolua e nós regredimos.
Estou a falar concretamente do videoárbitro, o conhecido VAR.
A Federação Portuguesa de Futebol lançou o projeto, FIFA, UEFA e alguns dos principais campeonatos europeus já o adotaram, sendo que os resultados têm sido elogiados.
Porque cá passa-se o contrário e porquê?
Em minha opinião a culpa é dos árbitros.
Como em muitas classes profissionais, também esta é cooperativista.
Um erro do árbitro dentro do campo, não é devidamente avaliado pelo VAR, para que não seja detetado o erro cometido na avaliação dentro das quatro linhas, tipo "ele errou, mas nós com os recursos que temos também não vimos".
E como se resolve este problema?
De certeza que não é colocando na videoarbitragem árbitros que eram maus dentro do campo, mas sim criando e formando elementos para uma carreira como VAR, independente dos árbitros de campo.
Talvez assim consigamos chegar aos bons resultados que se esperavam desta ferramenta.

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


O estádio do Henninsvaer FC, em Henninsvaer, ilhas Lofoten, norte da Noruega, no Círculo Polar Ártico.

8/03/2018

Os cestos da NBA