terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Imagens
O fogo de artifício no final do jogo entre Clemson Tigers e Notre Dame Fighting Irish, durante a meia final do Goodyear Cotton Bowl Classic, em Arlington, Texas.
29/12/2018
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
Por esse Mundo fora existem inúmeras tradições que se cumprem no final do ano, início do novo.
Por cá temos as passas que se comem, pedindo os desejos enquanto tocam as badaladas, tudo marcado pelo número doze.
Em Espanha é quase tudo igual, mas as passas são substituídas por uvas, enquanto na Bolívia esconde-se uma moeda dentro do bolo e quem a encontrar vai ter sorte no novo ano.
Continuando à mesa, os estónios comem sete vezes no dia um, para garantir a abundância no ano novo, havendo alguns que se alimentam entre 9 e 12 vezes, dois dos números da sorte na Estónia.
Na Dinamarca guardam-se pratos velhos durante o ano, com a tradição a passar por atirá-los às portas de familiares e amigos para desejar boa sorte para o ano seguinte.
Tens mobílias velhas e não sabe os que lhes fazer?
Faça como italianos e sul-africanos, lance-as pela janela quando ano estiver a terminar para esquecer o que aconteceu de mau no que agora termina.
Antes de lhes desejar um Enorme 2019, fique a saber que os filipinos acreditam que tudo deve ser redondo, para representar moedas e trazer riqueza. À meia-noite usam roupas com bolinhas, comem alimentos redondos e não se esquecem de ter as moedas nos bolsos.
É caso para dizer, cada maluco, cada mania!
O Tio Jorge deseja-lhe um espetacular Ano Novo.
Por cá temos as passas que se comem, pedindo os desejos enquanto tocam as badaladas, tudo marcado pelo número doze.
Em Espanha é quase tudo igual, mas as passas são substituídas por uvas, enquanto na Bolívia esconde-se uma moeda dentro do bolo e quem a encontrar vai ter sorte no novo ano.
Continuando à mesa, os estónios comem sete vezes no dia um, para garantir a abundância no ano novo, havendo alguns que se alimentam entre 9 e 12 vezes, dois dos números da sorte na Estónia.
Na Dinamarca guardam-se pratos velhos durante o ano, com a tradição a passar por atirá-los às portas de familiares e amigos para desejar boa sorte para o ano seguinte.
Tens mobílias velhas e não sabe os que lhes fazer?
Faça como italianos e sul-africanos, lance-as pela janela quando ano estiver a terminar para esquecer o que aconteceu de mau no que agora termina.
Antes de lhes desejar um Enorme 2019, fique a saber que os filipinos acreditam que tudo deve ser redondo, para representar moedas e trazer riqueza. À meia-noite usam roupas com bolinhas, comem alimentos redondos e não se esquecem de ter as moedas nos bolsos.
É caso para dizer, cada maluco, cada mania!
O Tio Jorge deseja-lhe um espetacular Ano Novo.
Imagens
Cristiano Ronaldo marca um golo fabuloso frente à Juventus, no Allianz Stadium em Turim, jogo da Liga dos Campeões.
3/04/2018
domingo, 30 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
Hoje trago um bocadinho da história de Portugal, numa altura em que o século XX estava no seu início.
A personagem que vos trago nasceu a 1 de maio de 1872 em Caminha.
Durante a sua vida foi oficial de artilharia, embaixador de Portugal em Berlim, exerceu diversos cargos políticos e foi professor na Universidade de Coimbra.
A 5 de dezembro de 1917 derrubou o governo radical de Afonso Costa, assumindo três dias depois o cargo de presidente da Junta Revolucionária.
Tornou-se ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros, e no fim desse mês, Presidente da República até às eleições que decorrerem por voto direto, não condicionado por razões de dinheiro ou saber ler e escrever, onde só as mulheres não podiam votar, sendo formalmente empossado em 9 de maio de 1918 como o quarto Presidente da República Portuguesa.
A sua morte gerou grande comoção popular, culminando no poema-elogio fúnebre de Fernando Pessoa que lhe deu o epíteto de Presidente-Rei.
No dia 14 de dezembro fez 100 anos que Sidónio Pais foi assassinado na estação do Rossio em Lisboa.
Há que diga que foi o primeiro Presidente português dos afetos.
A personagem que vos trago nasceu a 1 de maio de 1872 em Caminha.
Durante a sua vida foi oficial de artilharia, embaixador de Portugal em Berlim, exerceu diversos cargos políticos e foi professor na Universidade de Coimbra.
A 5 de dezembro de 1917 derrubou o governo radical de Afonso Costa, assumindo três dias depois o cargo de presidente da Junta Revolucionária.
Tornou-se ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros, e no fim desse mês, Presidente da República até às eleições que decorrerem por voto direto, não condicionado por razões de dinheiro ou saber ler e escrever, onde só as mulheres não podiam votar, sendo formalmente empossado em 9 de maio de 1918 como o quarto Presidente da República Portuguesa.
A sua morte gerou grande comoção popular, culminando no poema-elogio fúnebre de Fernando Pessoa que lhe deu o epíteto de Presidente-Rei.
No dia 14 de dezembro fez 100 anos que Sidónio Pais foi assassinado na estação do Rossio em Lisboa.
Há que diga que foi o primeiro Presidente português dos afetos.
Imagens
Acidente do Mitsubishi da piloto espanhola Cristina Gutierrez Herrero, com o co-piloto Gabriel Noiset Ferrer, na 1ª etapa do Dakar entre Lima e Pisco, Peru.
6/01/2018
sábado, 29 de dezembro de 2018
Um olhar alentejano
A prestigiada revista Time escolhe anualmente uma personalidade como a pessoa mais influente do Ano, sendo que em 2018 foram escolhidos os jornalistas assassinados ou perseguidos.
Jamal Khashoggi, colunista do Washington Post - que personaliza a capa da revista - crítico do príncipe herdeiro, saudita foi morto no interior do consulado da Arábia Saudita, na Turquia.
Ele foi o último das muitas pessoas que anualmente são mortas, cujo único crime que cometem é trazerem à luz do dia a verdade que incomoda muita gente.
Lamentavelmente, na esmagadora maioria dos casos, não há responsáveis condenados.
Além destas situações extremas, existem inúmeros casos de tentativa de evitar a publicação de notícias, como a repórter Patrícia Campos Mello, que segundo a Time, foi ameaçada depois de noticiar que partidários de Bolsonaro tinham financiado uma campanha de notícias falsas contra o PT.
Eu não escolhi a minha profissão, senão não tinha sido bancário, mas foi o que a vida me proporcionou.
Se tivesse podido escolher tinha sido jornalista.
Aqui fica a minha singela homenagem a todos os que lutam por divulgar a verdade.
Jamal Khashoggi, colunista do Washington Post - que personaliza a capa da revista - crítico do príncipe herdeiro, saudita foi morto no interior do consulado da Arábia Saudita, na Turquia.
Ele foi o último das muitas pessoas que anualmente são mortas, cujo único crime que cometem é trazerem à luz do dia a verdade que incomoda muita gente.
Lamentavelmente, na esmagadora maioria dos casos, não há responsáveis condenados.
Além destas situações extremas, existem inúmeros casos de tentativa de evitar a publicação de notícias, como a repórter Patrícia Campos Mello, que segundo a Time, foi ameaçada depois de noticiar que partidários de Bolsonaro tinham financiado uma campanha de notícias falsas contra o PT.
Eu não escolhi a minha profissão, senão não tinha sido bancário, mas foi o que a vida me proporcionou.
Se tivesse podido escolher tinha sido jornalista.
Aqui fica a minha singela homenagem a todos os que lutam por divulgar a verdade.
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