sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
No Reino da Águia
Neste frenético início de ano, o Benfica iniciou quatro jogos fora de casa, começando com uma deslocação aos Açores, no encerramento da primeira volta da Liga.
Num estádio de São Miguel quase esgotado, mas com um relvado em mau estado, o Benfica controlou a primeira parte e marcou por Seferovic. Em cima do intervalo, um lance de penalty - a falta pareceu-me dentro da área - foi transformado pelo VAR em livre direto, mas valeu a expulsão a Fábio Cardoso.
No recomeço chegou cedo o segundo golo - por Jardel - os encarnados baixaram o ritmo, mas ainda desperdiçaram vários golos que podiam ter valido uma goleada.
Um olhar alentejano
Uma das modalidades desportivas que mais admiro é o ciclismo.
Desde miúdo que me habituei a gostar, tendo este prazer aumentando a partir do momento em que comecei a acompanhar - para a rádio - algumas provas.
Habitualmente associamos um desporto de que gostamos a um praticante da modalidade.
Eu não fujo à regra.
O atleta em questão, espanhol de nascimento, abandonou a sua carreira em 2017, sendo que ao longo do seu excelente percurso profissional venceu três Voltas a França, duas Voltas a Itália e também duas ao seu País, entre outros importantes triunfos.
Deixou de competir, mas não deu descanso à bicicleta, tendo nas últimas semanas sendo visita assídua do circuito permanente de Parla, nos arredores de Madrid.
Entre 11 e 13 de janeiro vai participar nos campeonatos nacionais de ciclocrosse, em Pontevedra, onde já fez saber que não vai correr para as medalhas, por se tratar de uma disciplina muito complicada, além de partir da última fila por não ter pontuação e palmarés na modalidade.
O mais importante é o regresso do grande Alberto Contador.
Desde miúdo que me habituei a gostar, tendo este prazer aumentando a partir do momento em que comecei a acompanhar - para a rádio - algumas provas.
Habitualmente associamos um desporto de que gostamos a um praticante da modalidade.
Eu não fujo à regra.
O atleta em questão, espanhol de nascimento, abandonou a sua carreira em 2017, sendo que ao longo do seu excelente percurso profissional venceu três Voltas a França, duas Voltas a Itália e também duas ao seu País, entre outros importantes triunfos.
Deixou de competir, mas não deu descanso à bicicleta, tendo nas últimas semanas sendo visita assídua do circuito permanente de Parla, nos arredores de Madrid.
Entre 11 e 13 de janeiro vai participar nos campeonatos nacionais de ciclocrosse, em Pontevedra, onde já fez saber que não vai correr para as medalhas, por se tratar de uma disciplina muito complicada, além de partir da última fila por não ter pontuação e palmarés na modalidade.
O mais importante é o regresso do grande Alberto Contador.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
Os meus amigos sportinguistas - felizmente tenho muitos - que me perdoem, mas hoje tenho que falar do vosso clube.
Em conversas anteriores sempre afirmei que os responsáveis pelo Sporting ao longo dos anos - e uma grande maioria dos seus sócios e simpatizantes - sempre se preocuparam mais em ficar à frente do Benfica do que serem campeões.
Claro que a rivalidade é isto, querer sempre ficar à frente do vizinho, mas não se pode transformá-la em campeonato da segunda Circular, pois esse não dá títulos.
Esta situação ocorrida em Tondela veio reforçar esta minha ideia.
Beto Severo, o team manager do Sporting foi expulso no final do jogo, segundo o relatório do árbitro, por ter dito "Vieste aqui encomendado pelo Benfica".
Vamos olhar para a classificação antes do Tondela - Sporting.
Os verde-e-brancos estavam a 1 ponto do Befica, 2 do Braga e 5 do líder FC Porto, que também jogava nessa noite.
Portanto, segundo este responsável leonino, o árbitro teria prejudicado o seu clube para beneficiar o Benfica.
Então se estão a lutar pelo título, não seria mais lógico que a dita encomenda fosse efetuada pelos portistas, que assim vão a Alvalade com 8 pontos de vantagem?
Enquanto se preocuparem demais com o campeonato da Segunda Circular, vai ser mais difícil voltar a serem campeões, o que não acontece desde 2002.
Em conversas anteriores sempre afirmei que os responsáveis pelo Sporting ao longo dos anos - e uma grande maioria dos seus sócios e simpatizantes - sempre se preocuparam mais em ficar à frente do Benfica do que serem campeões.
Claro que a rivalidade é isto, querer sempre ficar à frente do vizinho, mas não se pode transformá-la em campeonato da segunda Circular, pois esse não dá títulos.
Esta situação ocorrida em Tondela veio reforçar esta minha ideia.
Beto Severo, o team manager do Sporting foi expulso no final do jogo, segundo o relatório do árbitro, por ter dito "Vieste aqui encomendado pelo Benfica".
Vamos olhar para a classificação antes do Tondela - Sporting.
Os verde-e-brancos estavam a 1 ponto do Befica, 2 do Braga e 5 do líder FC Porto, que também jogava nessa noite.
Portanto, segundo este responsável leonino, o árbitro teria prejudicado o seu clube para beneficiar o Benfica.
Então se estão a lutar pelo título, não seria mais lógico que a dita encomenda fosse efetuada pelos portistas, que assim vão a Alvalade com 8 pontos de vantagem?
Enquanto se preocuparem demais com o campeonato da Segunda Circular, vai ser mais difícil voltar a serem campeões, o que não acontece desde 2002.
Imagens
A japonesa Kurumi Nara durante a qualificação para o Open da Austrália, no Melbourne Park.
10/01/2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
Vamos lá arranjar aqui uma boa polémica.
A brincar, claro!
A SIC tem um jornalista brasileiro, de nome Leonardo Monteiro, que faz um bocadinho de confusão.
Claro que com a globalização nada disto é estranho, mas ao princípio até ficámos na dúvida se não estávamos a ver a TV Globo.
Depois algumas palavras que utiliza - não há acordo ortográfico que lhe valha - obriga-nos a um esforço para perceber o que ele quer dizer.
Há semanas, aquando do acidente com um elétrico em Lisboa, o Leonardo lá estava em direto.
Entre liberações e ataduras lá chegou a altura de falar do Instituto Nacional de Urgência Médica (INEM).
Nessa altura ele prenunciou: inem, como se fosse nem, mas com um i atrás.
Olhámos para a ambulância que nos habituamos a ser do INEM e rimo-nos.
Já agora deixo uma ideia.
Aproveitamos a deixa do Leonardo e entramos o 2019 com um novo acrónimo para definir a nossa urgência médica.
E nem precisamos de gastar dinheiro a pintar as ambulâncias, porque se escreve da mesma maneira.
Como diria o saudoso Fernando Pessa: E esta, hein?!
A brincar, claro!
A SIC tem um jornalista brasileiro, de nome Leonardo Monteiro, que faz um bocadinho de confusão.
Claro que com a globalização nada disto é estranho, mas ao princípio até ficámos na dúvida se não estávamos a ver a TV Globo.
Depois algumas palavras que utiliza - não há acordo ortográfico que lhe valha - obriga-nos a um esforço para perceber o que ele quer dizer.
Há semanas, aquando do acidente com um elétrico em Lisboa, o Leonardo lá estava em direto.
Entre liberações e ataduras lá chegou a altura de falar do Instituto Nacional de Urgência Médica (INEM).
Nessa altura ele prenunciou: inem, como se fosse nem, mas com um i atrás.
Olhámos para a ambulância que nos habituamos a ser do INEM e rimo-nos.
Já agora deixo uma ideia.
Aproveitamos a deixa do Leonardo e entramos o 2019 com um novo acrónimo para definir a nossa urgência médica.
E nem precisamos de gastar dinheiro a pintar as ambulâncias, porque se escreve da mesma maneira.
Como diria o saudoso Fernando Pessa: E esta, hein?!
Subscrever:
Comentários (Atom)






















