terça-feira, 22 de janeiro de 2019
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Uma de hoje
Se os 26 mais ricos doassem 1% da sua riqueza todas as crianças do mundo podiam ir à escola
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) estreou ontem na TVI um programa novo e bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar no link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar - 20 janeiro de 2019 | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar no link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar - 20 janeiro de 2019 | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Pelo segundo ano consecutivo o número de vítimas mortais nas nossas estradas aumentou.
Há dias ouvia um oficial da Polícia de Segurança Pública, falando sobre o assunto, afirmando que os condutores são os atores principais desta calamidade.
Concordo.
O problema é que eles são uns maus atores.
Este problema entronca numa outra questão, bem mais vasta, da nossa sociedade.
A educação e o respeito pelos outros.
A forma como a maioria dos nossos condutores anda na estrada, assemelha-se muito à forma como procuram enganar o parceiro do lado numa qualquer fila de supermercado.
Temos esta mania da chico-espertice que se manifesta nos mais diversos temas, com a gravidade de nesta área o preço serem as vidas humanas.
Quantos utilizam a condução defensiva, fundamental para antecipar situações de potencial acidente?
Além destes aspetos fundamentais, tenho muitas dúvidas na qualidade do ensino automóvel em Portugal.
Quando vimos um artigo - como é o acesso à carta de condução - a um preço muito baixo, o pobre desconfia, lá diz o povo.
Ele que costuma ter sempre razão!
Há dias ouvia um oficial da Polícia de Segurança Pública, falando sobre o assunto, afirmando que os condutores são os atores principais desta calamidade.
Concordo.
O problema é que eles são uns maus atores.
Este problema entronca numa outra questão, bem mais vasta, da nossa sociedade.
A educação e o respeito pelos outros.
A forma como a maioria dos nossos condutores anda na estrada, assemelha-se muito à forma como procuram enganar o parceiro do lado numa qualquer fila de supermercado.
Temos esta mania da chico-espertice que se manifesta nos mais diversos temas, com a gravidade de nesta área o preço serem as vidas humanas.
Quantos utilizam a condução defensiva, fundamental para antecipar situações de potencial acidente?
Além destes aspetos fundamentais, tenho muitas dúvidas na qualidade do ensino automóvel em Portugal.
Quando vimos um artigo - como é o acesso à carta de condução - a um preço muito baixo, o pobre desconfia, lá diz o povo.
Ele que costuma ter sempre razão!
domingo, 20 de janeiro de 2019
Uma de hoje
Seis, sete deputados? “Não ficava triste com esse resultado, mas quero mais”, assume Santana
Um olhar alentejano
Hoje vou falar dos picas.
Dito assim, quase toda a gente vai lá, mas para quem nunca usou transportes públicos, nomeadamente o comboio, talvez não saiba do que estou a falar.
O pica é o revisor e a alcunha nasce da ponta do seu alicate.
Esta inspiração também teve o António Zambujo para escrever e cantar o Pica do Sete.
Mas estou-me a dispersar.
A CP (Comboio de Portugal) está a testar um novo sistema de fiscalização e venda a bordo dos comboios dentro de Lisboa, que será alargado a todo o País este ano.
O novo sistema funciona com um smartphone, com sistema operativo Android, que faz a leitura do bilhete ou passe, e um terminal TPA, que para além do pagamento, é utilizado para imprimir recibos e outros documentos que venham a ser necessários.
Este novo equipamento tem, também, o objetivo de aumentar a segurança dos revisores, pois transportam consigo menos dinheiro.
Eu estou mais preocupado com a marca dos telemóveis - que sejam dos baratinhos - e que sejam da CP e não dos trabalhadores.
É que a gatunagem anda aí, principalmente nos comboios.
Dito assim, quase toda a gente vai lá, mas para quem nunca usou transportes públicos, nomeadamente o comboio, talvez não saiba do que estou a falar.
O pica é o revisor e a alcunha nasce da ponta do seu alicate.
Esta inspiração também teve o António Zambujo para escrever e cantar o Pica do Sete.
Mas estou-me a dispersar.
A CP (Comboio de Portugal) está a testar um novo sistema de fiscalização e venda a bordo dos comboios dentro de Lisboa, que será alargado a todo o País este ano.
O novo sistema funciona com um smartphone, com sistema operativo Android, que faz a leitura do bilhete ou passe, e um terminal TPA, que para além do pagamento, é utilizado para imprimir recibos e outros documentos que venham a ser necessários.
Este novo equipamento tem, também, o objetivo de aumentar a segurança dos revisores, pois transportam consigo menos dinheiro.
Eu estou mais preocupado com a marca dos telemóveis - que sejam dos baratinhos - e que sejam da CP e não dos trabalhadores.
É que a gatunagem anda aí, principalmente nos comboios.
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