Open da Austrália - Dia 14
Voltamos a 26 de maio em Roland Garros
domingo, 27 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
Confesso que sou uma pessoa que aceita os erros.
Até no futebol, o que não é fácil.
Mas por vezes dou com alguns, até pela estrutura envolvente, que me deixam os cabelos em pé.
Vamos lá olhar para esta história de uma sucessão desastrosa.
A ministra da Cultura, Graça Fonseca, decidiu nomear Susana Graça como nova diretora-geral das Artes.
Esta nomeação visava a substituição de Sílvia Câmara, que segundo a ministra "foi articulada entre ambas, foi preparada e coincide com a vontade de a diretora cessar funções" e acrescentou que este calendário estava a ser preparado "há quase um mês".
Ups!
Mal preparado digo eu.
Porque horas depois do anúncio da nomeação da nova diretora-geral, o ministério da Cultura comunicou que foi anulada a decisão de nomear Susana Graça, depois de ter tomado conhecimento da existência de um processo judicial da nomeada contra a entidade que iria dirigir.
Deixa-me ver se percebi.
A Senhora tinha um processo contra a entidade que ia dirigir e não tinham dado por isso?
Ainda bem que a sucessão estava a ser preparada há um mês, pois se fosse há menos tempo, ainda nomeavam alguém com um cabelo mais esquisito que a ministra.
Um trocadilho - parvo - para terminar.
Quando uma Graça de nome próprio, nomeia uma Graça de apelido, isto não tem graça nenhuma.
Eu avisei que era parvo!
Até no futebol, o que não é fácil.
Mas por vezes dou com alguns, até pela estrutura envolvente, que me deixam os cabelos em pé.
Vamos lá olhar para esta história de uma sucessão desastrosa.
A ministra da Cultura, Graça Fonseca, decidiu nomear Susana Graça como nova diretora-geral das Artes.
Esta nomeação visava a substituição de Sílvia Câmara, que segundo a ministra "foi articulada entre ambas, foi preparada e coincide com a vontade de a diretora cessar funções" e acrescentou que este calendário estava a ser preparado "há quase um mês".
Ups!
Mal preparado digo eu.
Porque horas depois do anúncio da nomeação da nova diretora-geral, o ministério da Cultura comunicou que foi anulada a decisão de nomear Susana Graça, depois de ter tomado conhecimento da existência de um processo judicial da nomeada contra a entidade que iria dirigir.
Deixa-me ver se percebi.
A Senhora tinha um processo contra a entidade que ia dirigir e não tinham dado por isso?
Ainda bem que a sucessão estava a ser preparada há um mês, pois se fosse há menos tempo, ainda nomeavam alguém com um cabelo mais esquisito que a ministra.
Um trocadilho - parvo - para terminar.
Quando uma Graça de nome próprio, nomeia uma Graça de apelido, isto não tem graça nenhuma.
Eu avisei que era parvo!
Imagens
Dia 2 do Rally de Monte Carlo, Mónaco, com o Citroen de Sebastien Ogier e Julien Ingrassia.
26/01/2019
sábado, 26 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
O que é preciso para se tornar herói num jogo de futebol?
Imaginamos muitos feitos, nos grandes palcos, mas por vezes eles acontecem em jogos de menor impacto.
Aos 27 anos de idade, Will Evans, jogador do Chesterfield, conseguiu num curto espaço de tempo tornar-se na estrela do seu clube.
Tudo aconteceu num encontro em que sua equipa recebeu o Ebbsfleet United, partida da National League, o 5º escalão do futebol inglês.
A formação onde joga Evans estava na zona de descida, enquanto que o seu adversário era o 9º classificado.
Tudo parecia perdido ao intervalo, com o Chesterfield a perder por 0-3, mas os homens da casa conseguiram marcar por duas vezes na segunda parte e relançaram a indecisão no resultado.
Esgotou-se o tempo de jogo e foi já durante o tempo de compensação que o dia mudou para Will Evans.
Marcou o golo de empate aos 90+5, mas no minuto seguinte o guarda-redes da sua equipa cometeu um castigo máximo e foi expulso.
Substituições esgotadas, foi Evans que calçou as luvas para tentar evitar a derrota.
E ao minuto 90+9 defendeu o penalty, marcando esta data na sua memória e na dos adeptos do Chesterfield para sempre.
Imaginamos muitos feitos, nos grandes palcos, mas por vezes eles acontecem em jogos de menor impacto.
Aos 27 anos de idade, Will Evans, jogador do Chesterfield, conseguiu num curto espaço de tempo tornar-se na estrela do seu clube.
Tudo aconteceu num encontro em que sua equipa recebeu o Ebbsfleet United, partida da National League, o 5º escalão do futebol inglês.
A formação onde joga Evans estava na zona de descida, enquanto que o seu adversário era o 9º classificado.
Tudo parecia perdido ao intervalo, com o Chesterfield a perder por 0-3, mas os homens da casa conseguiram marcar por duas vezes na segunda parte e relançaram a indecisão no resultado.
Esgotou-se o tempo de jogo e foi já durante o tempo de compensação que o dia mudou para Will Evans.
Marcou o golo de empate aos 90+5, mas no minuto seguinte o guarda-redes da sua equipa cometeu um castigo máximo e foi expulso.
Substituições esgotadas, foi Evans que calçou as luvas para tentar evitar a derrota.
E ao minuto 90+9 defendeu o penalty, marcando esta data na sua memória e na dos adeptos do Chesterfield para sempre.
Subscrever:
Comentários (Atom)




















