segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Uma de hoje
Queiroz cita Sinatra e anuncia adeus ao Irão: «Fiz as coisas à minha maneira»
Técnico deixa seleção após afastamento na Taça da Ásia
in Record
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois links abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 27 de janeiro de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 27 de janeiro de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois links abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 27 de janeiro de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 27 de janeiro de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Provavelmente não sabia - eu só dei por isso há dias - mas os portugueses votaram pela primeira vez para elegerem a Árvore Portuguesa do Ano.
A eleição decorreu online, terminou em novembro de 2018 e escolheu a árvore que vai concorrer à Árvore Europeia de 2019.
Já o ano passado Portugal tinha concorrido pela primeira vez a este concurso europeu - que começou em 2011 - e na estreia vencemos.
Foi um Sobreiro Assobiador situado em Águas de Moura, com 234 anos, 17 metros de altura e 30 metros de diâmetro de copa, o escolhido numa votação que envolveu 12 árvores de diferentes países europeus.
E porquê assobiador?
Devido à sua copa muito larga, as aves poisam nele e chilreiam imenso.
Mas voltemos à escolha deste ano.
A mais votada foi uma Azinheira Secular, com cerca de 150 anos, situada no Monte Bárbaro, Mértola, cuja copa, com mais de 23 metros, pode envolver quatro ou cinco outras da sua espécie que tenham um tamanho normal, ocupando uma área com cerca de 487 metros quadrados e 10 metros de altura.
Agora resta esperar pela votação que vai decorrer no próximo mês, para percebermos se vamos bisar na Europa, no que às árvores diz respeito.
A eleição decorreu online, terminou em novembro de 2018 e escolheu a árvore que vai concorrer à Árvore Europeia de 2019.
Já o ano passado Portugal tinha concorrido pela primeira vez a este concurso europeu - que começou em 2011 - e na estreia vencemos.
Foi um Sobreiro Assobiador situado em Águas de Moura, com 234 anos, 17 metros de altura e 30 metros de diâmetro de copa, o escolhido numa votação que envolveu 12 árvores de diferentes países europeus.
E porquê assobiador?
Devido à sua copa muito larga, as aves poisam nele e chilreiam imenso.
Mas voltemos à escolha deste ano.A mais votada foi uma Azinheira Secular, com cerca de 150 anos, situada no Monte Bárbaro, Mértola, cuja copa, com mais de 23 metros, pode envolver quatro ou cinco outras da sua espécie que tenham um tamanho normal, ocupando uma área com cerca de 487 metros quadrados e 10 metros de altura.
Agora resta esperar pela votação que vai decorrer no próximo mês, para percebermos se vamos bisar na Europa, no que às árvores diz respeito.
Imagens
Os 15 Grand Slam ganhos por Novak Djokovic, desde o Open da Austrália (2008) até à 7ª vitória em Melbourne (2019).
27/01/2019
domingo, 27 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
Confesso que sou uma pessoa que aceita os erros.
Até no futebol, o que não é fácil.
Mas por vezes dou com alguns, até pela estrutura envolvente, que me deixam os cabelos em pé.
Vamos lá olhar para esta história de uma sucessão desastrosa.
A ministra da Cultura, Graça Fonseca, decidiu nomear Susana Graça como nova diretora-geral das Artes.
Esta nomeação visava a substituição de Sílvia Câmara, que segundo a ministra "foi articulada entre ambas, foi preparada e coincide com a vontade de a diretora cessar funções" e acrescentou que este calendário estava a ser preparado "há quase um mês".
Ups!
Mal preparado digo eu.
Porque horas depois do anúncio da nomeação da nova diretora-geral, o ministério da Cultura comunicou que foi anulada a decisão de nomear Susana Graça, depois de ter tomado conhecimento da existência de um processo judicial da nomeada contra a entidade que iria dirigir.
Deixa-me ver se percebi.
A Senhora tinha um processo contra a entidade que ia dirigir e não tinham dado por isso?
Ainda bem que a sucessão estava a ser preparada há um mês, pois se fosse há menos tempo, ainda nomeavam alguém com um cabelo mais esquisito que a ministra.
Um trocadilho - parvo - para terminar.
Quando uma Graça de nome próprio, nomeia uma Graça de apelido, isto não tem graça nenhuma.
Eu avisei que era parvo!
Até no futebol, o que não é fácil.
Mas por vezes dou com alguns, até pela estrutura envolvente, que me deixam os cabelos em pé.
Vamos lá olhar para esta história de uma sucessão desastrosa.
A ministra da Cultura, Graça Fonseca, decidiu nomear Susana Graça como nova diretora-geral das Artes.
Esta nomeação visava a substituição de Sílvia Câmara, que segundo a ministra "foi articulada entre ambas, foi preparada e coincide com a vontade de a diretora cessar funções" e acrescentou que este calendário estava a ser preparado "há quase um mês".
Ups!
Mal preparado digo eu.
Porque horas depois do anúncio da nomeação da nova diretora-geral, o ministério da Cultura comunicou que foi anulada a decisão de nomear Susana Graça, depois de ter tomado conhecimento da existência de um processo judicial da nomeada contra a entidade que iria dirigir.
Deixa-me ver se percebi.
A Senhora tinha um processo contra a entidade que ia dirigir e não tinham dado por isso?
Ainda bem que a sucessão estava a ser preparada há um mês, pois se fosse há menos tempo, ainda nomeavam alguém com um cabelo mais esquisito que a ministra.
Um trocadilho - parvo - para terminar.
Quando uma Graça de nome próprio, nomeia uma Graça de apelido, isto não tem graça nenhuma.
Eu avisei que era parvo!
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