domingo, 3 de fevereiro de 2019
No Reino da Águia
Este domingo o Benfica deslocou-se a Alvalade para jogar o grande derby português.
Melhores os encarnados na primeira metade que marcaram duas vezes - Seferovic e João Félix - com o Sporting a reduzir, já perto do intervalo, por Bruno Fernandes.
João Félix marcou mais um golo, mas Soares Dias depois de visionar as imagens, invalidou o golo, assinalando uma falta anterior. Admito que possa ser assinalada esta falta em Portugal - em Inglaterra não era nada - mas tem que se perceber porque é que lances semelhantes, com outros intervenientes, não merecem decisões idênticas.
No reinício do jogo, quando se esperava uma reação do Sporting, Rúben Dias marcou e praticamente arrumou o encontro.
Até ao fim mais dois golos, ambos de pontapé de penalty, com Pizzi a marcar.
Vitória justa do Benfica, que acabou reduzido a dez jogadores por expulsão de Vlachodimos.
Um olhar alentejano
Vou falar de um assunto que tem tanto de complicado, como de parvo.
Dada a complexidade, tenho muitas dúvidas quanto à legalidade das ações de ambas as partes, pois parece que nem os tribunais são unânimes.
As duas partes são o Clube de Futebol Os Belenenses e o Belenenses SAD.
Para facilitar vou falar em Clube e SAD.
O assunto vem de há muito, parecendo não ter solução, principalmente quando há dinheiro envolvido.
Mas vamos ao caso de quero falar.
No final de janeiro, estava agendado um jogo do campeonato de sub-16 da Associação de Futebol de Lisboa, entre o Clube e a SAD, que seria uma data histórica, face ao rocambolesco de todo este envolvimento, marcado para o mítico Campo das Salésias.
Na semana que antecedeu o jogo, um comunicado do Clube dava a entender que podiam haver problemas.
No dia do jogo chegou o autocarro com os jogadores da SAD, familiares dos jovens jogadores, polícia, adeptos das duas claques - que não criaram qualquer problema - mas o portão de acesso ao campo nunca se abriu, apesar da presença de um vice-presidente do Clube.
Meus senhores, estamos a falar de miúdos que só queriam jogar futebol.
Quando vai acabar esta vergonha?
Dada a complexidade, tenho muitas dúvidas quanto à legalidade das ações de ambas as partes, pois parece que nem os tribunais são unânimes.
As duas partes são o Clube de Futebol Os Belenenses e o Belenenses SAD.
Para facilitar vou falar em Clube e SAD.
O assunto vem de há muito, parecendo não ter solução, principalmente quando há dinheiro envolvido.
Mas vamos ao caso de quero falar.
No final de janeiro, estava agendado um jogo do campeonato de sub-16 da Associação de Futebol de Lisboa, entre o Clube e a SAD, que seria uma data histórica, face ao rocambolesco de todo este envolvimento, marcado para o mítico Campo das Salésias.
Na semana que antecedeu o jogo, um comunicado do Clube dava a entender que podiam haver problemas.
No dia do jogo chegou o autocarro com os jogadores da SAD, familiares dos jovens jogadores, polícia, adeptos das duas claques - que não criaram qualquer problema - mas o portão de acesso ao campo nunca se abriu, apesar da presença de um vice-presidente do Clube.
Meus senhores, estamos a falar de miúdos que só queriam jogar futebol.
Quando vai acabar esta vergonha?
Imagens
Ensaio do inglês Henry Slade no jogo do Torneio das 6 Nações, entre Inglaterra e Irlanda, em Dublin.
2/02/2019
sábado, 2 de fevereiro de 2019
Um olhar alentejano
Instalados que estamos em Viana do Alentejo, está na altura de falar como foi a mudança.
Recordo para aqueles que não tem acompanhado a nossa transferência para o Alentejo, que ainda temos uma garagem cheia de grande parte do recheio da anterior habitação.
Pontualmente já lá fomos buscar reforços, mas coisa pouca.
Voltemos à mudança.
Como não temos cá muita coisa e vamos de um local mobilado para outro idêntico, mas maior, duas viagens a Viana do Alentejo, com a ajuda dos braços do Ricardo e do Nani, além do carro do puto, foram suficientes, com a terceira ida a ser a definitiva.
Mas nem tudo correu bem!
Quando levámos os dois carros, depois de trinta minutos de viagem - não foi mau de todo - lembrei-me que tinha deixado a chave de casa em Cabeça de Carneiro.
Lá foi uma hora para o boneco!
Mas no primeiro dia foi melhor.
Estava a preparar-me para regressar, quando ouvi um estrondo na rua.
O meu vizinho do lado - um velhote de 82 anos, que ficou preocupadíssimo - partiu-me o espelho retrovisor do carro.
Tudo tratado rapidamente, só falta ultrapassar as burocracias das seguradoras para ter um espelho novo.
Levando isto com um sorriso nos lábios, cada um tem a sua maneira de nos receber na sua terra.
Recordo para aqueles que não tem acompanhado a nossa transferência para o Alentejo, que ainda temos uma garagem cheia de grande parte do recheio da anterior habitação.
Pontualmente já lá fomos buscar reforços, mas coisa pouca.
Voltemos à mudança.
Como não temos cá muita coisa e vamos de um local mobilado para outro idêntico, mas maior, duas viagens a Viana do Alentejo, com a ajuda dos braços do Ricardo e do Nani, além do carro do puto, foram suficientes, com a terceira ida a ser a definitiva.
Mas nem tudo correu bem!
Quando levámos os dois carros, depois de trinta minutos de viagem - não foi mau de todo - lembrei-me que tinha deixado a chave de casa em Cabeça de Carneiro.
Lá foi uma hora para o boneco!
Mas no primeiro dia foi melhor.
Estava a preparar-me para regressar, quando ouvi um estrondo na rua.
O meu vizinho do lado - um velhote de 82 anos, que ficou preocupadíssimo - partiu-me o espelho retrovisor do carro.
Tudo tratado rapidamente, só falta ultrapassar as burocracias das seguradoras para ter um espelho novo.
Levando isto com um sorriso nos lábios, cada um tem a sua maneira de nos receber na sua terra.
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