quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Não temos medo, dizem os enfermeiros.
Mas nós não estamos descansados.
Em Aljustrel morreu mais um mineiro, diz o Sindicato que não se vê nada lá dentro da mina.
Provavelmente mais uma investigação, depois de alguém ter morrido, que vai concluir que ... azar para quem estava no sítio errado à hora errada.
E os enfermeiros, em greve, pagos por crownfunding, podem trabalhar no privado numa altura em que são grevistas?
Serviços mínimos, cumpriram ou não?
Nós não estamos descansados!
Temos uma desaceleração na economia, diz Centeno, por causa do Brexit.
Já estou farto desta treta dos bifes.
Devia chamar-se Tretaxit.
Quem também desacelerou contra o solo foi um helicóptero militar em Istambul, no lado asiático da cidade turca.
Não sei que queriam acertar nalguma loja do chinês, mas tiveram mais sorte que o Brexit e os quatro que iam a bordo safaram-se com vida.
A experiência foi um sucesso em Nova Iorque e Barcelona.
Não, não a de festas em prisões.
Isso é mais por cá, com o alto patrocínio do Correio da Manhã.
Não acham demasiada coincidência a festa ter ocorrido num dia, no dia seguinte ser primeira página do jornal, sendo que na CMTV passou nesse dia para aí um milhão de vezes o vídeo produzido na prisão de Paços de Ferreira?
Voltemos à experiência bem intencionada.
Na Andaluzia contentores do lixo velhos ou inutilizados estão a ser usados como abrigo para gatos.
Será que a ideia chega a Portugal?
Mas nós não estamos descansados.
Em Aljustrel morreu mais um mineiro, diz o Sindicato que não se vê nada lá dentro da mina.
Provavelmente mais uma investigação, depois de alguém ter morrido, que vai concluir que ... azar para quem estava no sítio errado à hora errada.
E os enfermeiros, em greve, pagos por crownfunding, podem trabalhar no privado numa altura em que são grevistas?
Serviços mínimos, cumpriram ou não?
Nós não estamos descansados!
Temos uma desaceleração na economia, diz Centeno, por causa do Brexit.
Já estou farto desta treta dos bifes.
Devia chamar-se Tretaxit.
Quem também desacelerou contra o solo foi um helicóptero militar em Istambul, no lado asiático da cidade turca.
Não sei que queriam acertar nalguma loja do chinês, mas tiveram mais sorte que o Brexit e os quatro que iam a bordo safaram-se com vida.
A experiência foi um sucesso em Nova Iorque e Barcelona.
Não, não a de festas em prisões.
Isso é mais por cá, com o alto patrocínio do Correio da Manhã.
Não acham demasiada coincidência a festa ter ocorrido num dia, no dia seguinte ser primeira página do jornal, sendo que na CMTV passou nesse dia para aí um milhão de vezes o vídeo produzido na prisão de Paços de Ferreira?
Voltemos à experiência bem intencionada.
Na Andaluzia contentores do lixo velhos ou inutilizados estão a ser usados como abrigo para gatos.
Será que a ideia chega a Portugal?
Um olhar alentejano
Por se tratar de um facto anormal, foi comentado e falado por esse mundo fora.
A goleada do Benfica sobre o Nacional da Madeira por 10-0 é um resultado que surge, principalmente nos dias que correm, muito esporadicamente, como referiu Bruno Lage, treinador dos encarnados, num dia em que "os astros se alinharam".
Todo a gente tem direito a comentar, muito mais num país onde temos resmas de treinadores de bancada.
Até a vereadora do PSD na Câmara de Lisboa que produziu este brilhante comentário: "Contra os 10-0. No alto rendimento não se deve humilhar, nem espezinhar. Aos 5-0 substituía-se a equipa e dava-se tempo de jogo aos menos usados. Tirava-se o pé do acelerador. Sou benfiquista e não gostava de ver a minha equipa assim humilhada. É preciso saber ganhar."
Fiquei tão impressionado com esta explanação, que até me estava a esquecer de dizer o nome da senhora.
Chama-se Sofia Vala Rocha e já aqui deixou uma dica para os senhores que alteram as regras do futebol.
Quando uma equipa estiver a vencer por 5-0, pode tirar os 11 jogadores e colocar outros 11, pois só as três substituições que Lage fez é muito pouco.
Será que esta senhora tem consciência que numa competição profissional, a melhor forma de respeitar os adversários é dar sempre o máximo dentro do campo, independentemente do adversário e do resultado?
Temos aqui mais uma candidata a pagar imposto, quando a estupidez começar a ser taxada.
A goleada do Benfica sobre o Nacional da Madeira por 10-0 é um resultado que surge, principalmente nos dias que correm, muito esporadicamente, como referiu Bruno Lage, treinador dos encarnados, num dia em que "os astros se alinharam".
Todo a gente tem direito a comentar, muito mais num país onde temos resmas de treinadores de bancada.
Até a vereadora do PSD na Câmara de Lisboa que produziu este brilhante comentário: "Contra os 10-0. No alto rendimento não se deve humilhar, nem espezinhar. Aos 5-0 substituía-se a equipa e dava-se tempo de jogo aos menos usados. Tirava-se o pé do acelerador. Sou benfiquista e não gostava de ver a minha equipa assim humilhada. É preciso saber ganhar."
Fiquei tão impressionado com esta explanação, que até me estava a esquecer de dizer o nome da senhora.
Chama-se Sofia Vala Rocha e já aqui deixou uma dica para os senhores que alteram as regras do futebol.
Quando uma equipa estiver a vencer por 5-0, pode tirar os 11 jogadores e colocar outros 11, pois só as três substituições que Lage fez é muito pouco.
Será que esta senhora tem consciência que numa competição profissional, a melhor forma de respeitar os adversários é dar sempre o máximo dentro do campo, independentemente do adversário e do resultado?
Temos aqui mais uma candidata a pagar imposto, quando a estupidez começar a ser taxada.
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