quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Um olhar alentejano
Esta minha luta já vem de longe.
Tenho procurado esclarecimentos junto dos entendidos, mas não tem sido fácil.
Por esta hora estão vocês a perguntar: mas o que é que ele quer saber?
Não tenho nada contra aos guarda-redes, mas porque motivo os árbitros de futebol não assinalam falta, conforme diz a lei 12, se eles mantiverem a bola nas mãos durante mais de 6 segundos, antes de a soltar?
A punição é um livre indireto, mas esta é uma situação que acontece por todo o mundo, não exclusiva dos árbitros nacionais.
Há dias coloquei a seguinte questão à Comissão de Interpretação das Leis de Jogo, do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol: "Gostaria que me informassem se os árbitros têm indicações para não assinalar a regra dos 6 segundos ... e se não, porque motivo não marcam a infração?".
Saúde-se, a resposta chegou célere.
Confirmaram que a regra se mantém atual e esclarecerem "Na verdade já foi dada essa recomendação aos árbitros para que sejam mais interventivos, assinalado as respetivas infrações".
Percam um bocadinho de tempo e vejam quantas vezes num qualquer jogo esta regra é violada.
Qualquer dia um árbitro lembra-se de a cumprir e é crucificado.
Mas eu tenho um prémio para o primeiro árbitro português que cumprir regra.
Tenho procurado esclarecimentos junto dos entendidos, mas não tem sido fácil.
Por esta hora estão vocês a perguntar: mas o que é que ele quer saber?
Não tenho nada contra aos guarda-redes, mas porque motivo os árbitros de futebol não assinalam falta, conforme diz a lei 12, se eles mantiverem a bola nas mãos durante mais de 6 segundos, antes de a soltar?
A punição é um livre indireto, mas esta é uma situação que acontece por todo o mundo, não exclusiva dos árbitros nacionais.
Há dias coloquei a seguinte questão à Comissão de Interpretação das Leis de Jogo, do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol: "Gostaria que me informassem se os árbitros têm indicações para não assinalar a regra dos 6 segundos ... e se não, porque motivo não marcam a infração?".
Saúde-se, a resposta chegou célere.
Confirmaram que a regra se mantém atual e esclarecerem "Na verdade já foi dada essa recomendação aos árbitros para que sejam mais interventivos, assinalado as respetivas infrações".
Percam um bocadinho de tempo e vejam quantas vezes num qualquer jogo esta regra é violada.
Qualquer dia um árbitro lembra-se de a cumprir e é crucificado.
Mas eu tenho um prémio para o primeiro árbitro português que cumprir regra.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Notícia recorrente, sem fim à vista, o conflito israelo-palestianiano.
Um martírio que ninguém quer resolver.
O resto das notícias andam à volta do dinheiro, com o mundo da moda a ficar mais pobre com a morte de Karl Lagerfeld, direto criativo da casa Chanel.
O salário mínimo aumentou por cá, com a novidade de ser diferente para função pública (635€) em relação ao privado (600€).
Na luta pelas carreiras - e por uma melhor salário - continuam os enfermeiros, mas a greve, considerada ilegal, já vai dar direito a faltas injustificadas, sendo que os mais de nove anos dos professores voltam à mesa das negociações na próxima segunda-feira.
Enquanto por cá são os que acham que recebem pouco que reivindicam, no Reino Unido quem se zangou foi Jim Ratcliffe, o homem mais rico da nação - com uma fortuna pessoal de mais de 11 mil milhões de euros - que vai transferir as suas empresas para o Mónaco para poupar nos impostos.
Ratcliffe, um dos maiores apoiantes do Brexit deve-se ter cansado de esperar.
Um martírio que ninguém quer resolver.
O resto das notícias andam à volta do dinheiro, com o mundo da moda a ficar mais pobre com a morte de Karl Lagerfeld, direto criativo da casa Chanel.
O salário mínimo aumentou por cá, com a novidade de ser diferente para função pública (635€) em relação ao privado (600€).
Na luta pelas carreiras - e por uma melhor salário - continuam os enfermeiros, mas a greve, considerada ilegal, já vai dar direito a faltas injustificadas, sendo que os mais de nove anos dos professores voltam à mesa das negociações na próxima segunda-feira.
Enquanto por cá são os que acham que recebem pouco que reivindicam, no Reino Unido quem se zangou foi Jim Ratcliffe, o homem mais rico da nação - com uma fortuna pessoal de mais de 11 mil milhões de euros - que vai transferir as suas empresas para o Mónaco para poupar nos impostos.
Ratcliffe, um dos maiores apoiantes do Brexit deve-se ter cansado de esperar.
Um olhar alentejano
Não, não estou a falar por não termos dinheiro, mas sim porque não é fácil.
Um exemplo.
Um dia destes queria comprar chá erva-príncipe.
Corri a todas as prateleiras do chá e nada.
Finalmente lá encontrei uma caixa - apenas uma - do tal chá, mas acrescentado com camomila.
Na esmagadora maioria dos casos complicados, os pedidos são efetuados pela nossa esposa.
Quando tinha que comprar pensos higiénicos, quase nunca acertava.
Ou porque tinham alas, ou porque eram muito grandes ou então não acertava na marca.
Com a evolução tecnológica, resolvi o problema.
Antes de ir às compras tirava uma fotografia ao pacote velho e já não falhava.
Há anos existiam aquelas compras que nos embaraçava.
Ir à farmácia comprar preservativos.
Até existem muitas anedotas sobre os estratagemas que se usavam para os adquirir.
Hoje em dia - e muito bem - eles são vendidos em todos os lados e a vergonha já se foi.
Mas há dias lá veio mais um pedido esquisito.
Toalhitas de limpeza íntima!
Não podes pedir um quilo de cebolas?
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