quarta-feira, 13 de março de 2019
Números
Efeito Ronaldo. Ações da Juventus disparam 30%
Os
três golos do avançado português que colocaram a Juventus nos
quartos-de-final da Champions estão a animar o mercado de ações
italiano.
O apuramento da Juventus para os quartos-de-final da Liga dos Campeões, após uma noite de sonho de Cristiano Ronaldo, autor dos três golos dos italianos, estão a mexer com o mercado da bolsa italiana, com as ações do clube a subirem a um máximo de 30%. Mais de 17 milhões de ações do clube já trocaram de mãos na manhã desta quarta-feira.
Um hat-trick do internacional português Cristiano Ronaldo permitiu à Juventus vencer em casa o Atlético de Madrid por 3-0 e qualificar-se para os quartos-de-final da Liga dos Campeões em futebol.
Depois do desaire por 2-0 em Madrid, Ronaldo, que só tinha um golo na presente edição da Champions, apontou três aos colchoneros, os dois primeiros de cabeça, aos 27 e 48 minutos, e o último de grande penalidade, aos 86.
Cristiano Ronaldo passou a contar 25 golos em 33 jogos com o Atlético de Madrid e 124 na Liga dos Campeões, em 159 encontros, reforçando o estatuto de melhor marcador da história da competição.
A Juventus, que só venceu por duas vezes a prova (1984/85 e 1995/96), junta-se nos quartos de final a FC Porto, Tottenham, Ajax, Manchester United e Manchester City.
in DN
O apuramento da Juventus para os quartos-de-final da Liga dos Campeões, após uma noite de sonho de Cristiano Ronaldo, autor dos três golos dos italianos, estão a mexer com o mercado da bolsa italiana, com as ações do clube a subirem a um máximo de 30%. Mais de 17 milhões de ações do clube já trocaram de mãos na manhã desta quarta-feira.
Um hat-trick do internacional português Cristiano Ronaldo permitiu à Juventus vencer em casa o Atlético de Madrid por 3-0 e qualificar-se para os quartos-de-final da Liga dos Campeões em futebol.
Depois do desaire por 2-0 em Madrid, Ronaldo, que só tinha um golo na presente edição da Champions, apontou três aos colchoneros, os dois primeiros de cabeça, aos 27 e 48 minutos, e o último de grande penalidade, aos 86.
Cristiano Ronaldo passou a contar 25 golos em 33 jogos com o Atlético de Madrid e 124 na Liga dos Campeões, em 159 encontros, reforçando o estatuto de melhor marcador da história da competição.
A Juventus, que só venceu por duas vezes a prova (1984/85 e 1995/96), junta-se nos quartos de final a FC Porto, Tottenham, Ajax, Manchester United e Manchester City.
in DN
Um olhar alentejano
Não é uma verdade fundamentada em qualquer estudo, mas apenas uma constatação baseada na minha memória, que provavelmente será partilhada por mais pessoas.
Não têm ideia que sempre que há notícia de um acidente aéreo, logo de seguida - um ou dois dias depois - acontece outro, sendo que durante bastante tempo anda tudo sossegado?
Eu, de brincadeira, até costumo dizer quando algum amigo meu vai voar que "podes ir à vontade que caíram dois há pouco tempo".
Recentemente voltou a confirmar-se este facto, com dois acidentes, em dias seguidos, na Colômbia e na Etiópia.
Depois há outra coisa que acontece sempre.
Alguém que era para ir no voo fatídico, mas que não embarcou por um qualquer motivo.
No acidente com o Boeing da Ethiopian Airlines foram dois os sortudos.
Ahmed Kalid, residente no Dubai, vinha num voo que se atrasou e perdeu a ligação.
Antonis Mavropoulos, grego, presidente da Associação Internacional de Resíduos Sólidos, barafustou com todos o que encontrou, por não o terem ajudado a encontrar a porta de embarque, até um polícia lhe dizer para agradecer a Deus em vez de protestar.
Será que as pessoas que tem esta sorte ficam com vontade de voar de novo?
Não têm ideia que sempre que há notícia de um acidente aéreo, logo de seguida - um ou dois dias depois - acontece outro, sendo que durante bastante tempo anda tudo sossegado?
Eu, de brincadeira, até costumo dizer quando algum amigo meu vai voar que "podes ir à vontade que caíram dois há pouco tempo".
Recentemente voltou a confirmar-se este facto, com dois acidentes, em dias seguidos, na Colômbia e na Etiópia.
Depois há outra coisa que acontece sempre.
Alguém que era para ir no voo fatídico, mas que não embarcou por um qualquer motivo.
No acidente com o Boeing da Ethiopian Airlines foram dois os sortudos.
Ahmed Kalid, residente no Dubai, vinha num voo que se atrasou e perdeu a ligação.
Antonis Mavropoulos, grego, presidente da Associação Internacional de Resíduos Sólidos, barafustou com todos o que encontrou, por não o terem ajudado a encontrar a porta de embarque, até um polícia lhe dizer para agradecer a Deus em vez de protestar.
Será que as pessoas que tem esta sorte ficam com vontade de voar de novo?
terça-feira, 12 de março de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Acontece quase sempre em acidentes aéreos.
Alguém que não embarcou e salvou-se da morte.
O despenhamento na Etiópia não fugiu à regra.
Enquanto se aguarda os primeiros resultados das eleições na Guiné-Bissau, o PAIGC já veio dizer que ganhou as eleições e Marcelo Rebelo de Sousa já destacou a forma pacífica como decorreu o ato.
Confirmou-se a notícia dada aquando do conhecimento da morte.
Keith Flint, vocalista dos The Prodigy suicidou-se por enforcamento.
O Parlamento russo quer o controlo total do que se passa no seu país, pelo que foi aprovada uma lei que possibilita em casos de "crise" e "ameaça à segurança nacional" pode "minimizar o fluxo de dados trocados com o exterior".
E quem define quando há "crise" e "ameaça"?
Deve ser um amigo do Putin.
Matou o genro a tiro, foi condenado a 4 anos e 9 meses de prisão efetiva e ganhou o título do recluso mais velho em Portugal, agora que está perto dos 90 anos.
Alguém que não embarcou e salvou-se da morte.
O despenhamento na Etiópia não fugiu à regra.
Enquanto se aguarda os primeiros resultados das eleições na Guiné-Bissau, o PAIGC já veio dizer que ganhou as eleições e Marcelo Rebelo de Sousa já destacou a forma pacífica como decorreu o ato.
Confirmou-se a notícia dada aquando do conhecimento da morte.
Keith Flint, vocalista dos The Prodigy suicidou-se por enforcamento.
O Parlamento russo quer o controlo total do que se passa no seu país, pelo que foi aprovada uma lei que possibilita em casos de "crise" e "ameaça à segurança nacional" pode "minimizar o fluxo de dados trocados com o exterior".
E quem define quando há "crise" e "ameaça"?
Deve ser um amigo do Putin.
Matou o genro a tiro, foi condenado a 4 anos e 9 meses de prisão efetiva e ganhou o título do recluso mais velho em Portugal, agora que está perto dos 90 anos.
Números
Advogada iraniana, prémio Sakharov, condenada a 38 anos de cadeia... e 148 chicotadas
Nasrin
Sotoudeh foi detida em junho de 2018 quando representava diversas
mulheres que se recusaram a usar o hijab. Para além do tempo de cadeia, a
advogada vai ainda receber 148 chicotadas.
A informação foi avançada pelo marido
no Facebook. Reza Kandan escreveu, há algumas horas, que falou ao
telefone com a mulher e que ela lhe contou o resultado deste último
julgamento.
As autoridades iranianas dizem que a condenação foi a cinco anos de cadeia, mas tanto o marido de Sotoudeh como o Centro de Direitos Humanos do Irão garantem que essa foi apenas a pena de um dos processos. No outro, que terminou em janeiro, a condenação foi a 33 anos e 148 chicotadas. Somadas, as duas penas representam 38 anos de encarceramento.
A ativista dos direitos humanos iraniana, que em 2012 recebeu o Prémio Sakharov, foi considerada culpada pelos crimes de espionagem, difusão de propaganda contra o Estado, insultos ao líder supremo do Irão, encorajamento à corrupção e à prostituição, por aparecer em tribunal sem hijab, por perturbar a paz e a ordem pública e por pertencer a organizações cívicas.
Sotoudeh, que tem 55 anos, já em 2011 tinha sido condenada a seis anos de prisão por agir contra a segurança nacional. Foi nessa altura que o Parlamento Europeu lhe atribuiu o prémio Sakharov, pelo trabalho enquanto representante dos ativistas da oposição iraniana.
A notícia desta nova condenação surge depois de o Irão ter nomeado um novo chefe do sistema judicial, um clérigo da linha dura que é um protegido do líder supremo, Ali Khamenei. A nomeação foi vista como uma ação para enfraquecer a influência política do Presidente Hassan Rouhani, que é considerado um moderado.
A Amnistia Internacional já condenou a atuação da justiça iraniana, considerando uma vergonha a sentença aplicada à advogada por causa do trabalho que faz em defesa dos direitos humanos.
in TSF
As autoridades iranianas dizem que a condenação foi a cinco anos de cadeia, mas tanto o marido de Sotoudeh como o Centro de Direitos Humanos do Irão garantem que essa foi apenas a pena de um dos processos. No outro, que terminou em janeiro, a condenação foi a 33 anos e 148 chicotadas. Somadas, as duas penas representam 38 anos de encarceramento.
A ativista dos direitos humanos iraniana, que em 2012 recebeu o Prémio Sakharov, foi considerada culpada pelos crimes de espionagem, difusão de propaganda contra o Estado, insultos ao líder supremo do Irão, encorajamento à corrupção e à prostituição, por aparecer em tribunal sem hijab, por perturbar a paz e a ordem pública e por pertencer a organizações cívicas.
Sotoudeh, que tem 55 anos, já em 2011 tinha sido condenada a seis anos de prisão por agir contra a segurança nacional. Foi nessa altura que o Parlamento Europeu lhe atribuiu o prémio Sakharov, pelo trabalho enquanto representante dos ativistas da oposição iraniana.
A notícia desta nova condenação surge depois de o Irão ter nomeado um novo chefe do sistema judicial, um clérigo da linha dura que é um protegido do líder supremo, Ali Khamenei. A nomeação foi vista como uma ação para enfraquecer a influência política do Presidente Hassan Rouhani, que é considerado um moderado.
A Amnistia Internacional já condenou a atuação da justiça iraniana, considerando uma vergonha a sentença aplicada à advogada por causa do trabalho que faz em defesa dos direitos humanos.
in TSF
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