sexta-feira, 15 de março de 2019

New York, New York

Entre festa dos 40 anos e férias do elementos das Manhãs - Palmeirim incluído - hoje não houve uma nova localidade.
Se quiser ouvir alguma das anteriores, elas estão todas por aqui.
Basta escolher a etiqueta new york.

Uma de hoje

Um regresso, duas estreias e uma grande surpresa. Os eleitos de Fernando Santos

Conheça os convocados para o Euro 2020.

 in TSF

Números

"Rezei a Deus para que o atirador ficasse sem balas." O ataque que fez 49 mortos e 48 feridos na Nova Zelândia

Quatro suspeitos foram detidos, um está a ser acusado por homicídio. Trata-se de um extremista de direita, 28 anos, que escreveu um manifesto anti-imigrantes.

Pelo menos 49 pessoas morreram e 48 ficaram feridas no ataque às mesquitas de Linwood Masjid e de Al Noor, perto de Hagley Park,na Nova Zelândia.

Os ataques tiveram início às 13h40 (00h40 em Lisboa). Todas as mesquitas estão, por agora, encerradas.

O comissário de polícia da Nova Zelândia, Mike Bush, adiantou que a polícia desativou uma série de engenhos explosivos improvisados encontrados num veículo após o tiroteio numa das mesquitas, em Christchurch.

A polícia neozelandesa encontra-se agora na cidade de Dunedin, no sul do país, que diz ser um "local de interesse" para as investigações do atentado terrorista. As autoridades isolaram a área e estão a evacuar as habitações, encaminhando os moradores para alojamento alternativo.

Três homens e uma mulher foram detidos, nenhum deles se encontrava referenciado pelas autoridades. Em conferência de imprensa, o comissário da polícia neozelandesa Mike Bush acrescentou que, entretanto, um dos homens foi acusado de homicídio e vai ser presente a tribunal pelos ataques.

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, revelou que o atirador é um cidadão australiano, descrevendo-o como "um extremista de direita e um terrorista violento". Brenton Tarrant, de 28 anos, reivindicou a responsabilidade pelos disparos e deixou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, no qual procurou justificar as ações.

No documento, o atacante explica que começou a planear o atentado terrorista depois de ter visitado a Europa, há dois anos. O australiano ficara enfurecido com os ataques perpetrados por militantes do Estado Islâmico, em particular na Suécia, e com a diversidade cultural existente em França.

O manifesto defende que "os europeus" estão a morre e a ser "substituídos" por imigrantes com um cultura inferior e perigosa. A conspiração é o centro de um vasto grupo de fóruns na Internet.
No documento, Tarrant garante que não era a fama que o motivava a levar a cabo o ataque e mostra a intenção de sobreviver ao acontecimento, esperando espalhar o medo. A mesquita de Al Noor tinha sido escolhida como alvo há três meses.

O atentado terrorista foi transmitido em direto pelo próprio atirador, nas redes sociais.
O vídeo, cuja autenticidade ainda não foi comprovada, mostra o homem a conduzir até uma mesquita, entrando na mesma e abrindo fogo sobre as pessoas que se encontravam lá dentro. As imagens mostram ainda corpos das vítimas amontoados no chão.

O Facebook, o Instagram, o Twitter e o YouTube já anunciaram que estão a eliminar as publicações feitas pelo atirador.

"A polícia alertou-nos, pouco depois do livestream ter começado, e rapidamente removemos o vídeo das contas de Facebook e Instagram do atirador", esclareceu a empresa. "Também vamos remover [destas redes sociais] qualquer manifestação de apoio ao crime aos atiradores", acrescentou.

O Twitter indicou que tem "processos rigorosos e uma equipa dedicada a gerir situações de emergência" como esta.
Já o YouTube garantiu que está "a trabalhar vigilantemente para remover quaisquer imagens violentas".

Na imprensa internacional, surgem relatos de várias testemunhas do ataque terrorista.
Mohan Ibrahim, que escapou ao tiroteio trepando por uma janela da mesquita, relatou à CNN que foram "10 a 15 minutos seguidos de tiros".

Outro homem contou, à saída da mesquita, que estava a rezar para que o atirador ficasse em balas.
"Estava a pedir a Deus, por favor, que fizesse com que ele ficasse sem mais balas", disse o homem, que conseguiu esconder-se e escapar.

Um imigrante que está a estudar na Nova Zelândia, conseguiu sair da mesquita, mas diz não acreditar no que os seus olhos viram.
"Nunca imaginei ver com os meus olhos as coisas que vi hoje. Montes de pessoas que eu conheço, com quem estou regularmente na mesquita, já cá não estão", lamentou.
"Vivo cá há cinco anos e sabia que a Nova Zelândia era um dos países mais seguros do mundo, mas agora estou tão assustado", admitiu.

Carl Pomare, que estava passar de carro por uma das mesquitas, relatou ter visto várias pessoas a correr pela vida, e depois começar a ouvir tiros. "Vi as pessoas a serem atingidas pelas costas e a caírem ao chão", contou à BBC.

Entre os sobreviventes estão também os membros da seleção nacional de críquete do Bangladesh, que estava na Nova Zelândia para disputar uma partida no próximo domingo (que, entretanto, foi cancelada). A equipa estava prestes a entrar na mesquita junto Hagley Park, quando a tentado começou.

"Tivemos muita sorte. Se tivéssemos chegado três a quatro minutos antes, estaríamos dentro da mesquita durante o ataque", disse o responsável pela equipa, Khaled Mashud.

"Toda a equipa está salvo dos atiradores", revelou um dos jogadores no Twitter.
"[Os jogadores] estão a salvo, mas estão mentalmente em estado de choque. Pedimos à equipa que não saísse do hotel", afirmou o porta-voz da seleção.

O nível de ameaça à segurança nacional foi entretanto elevado para alto, mas o ataque está fazer soar campainhas fora da Nova Zelândia. Outras cidades estão já a reforçar a segurança junto aos edifícios religiosos.

O presidente da câmara de Londres, no Reino Unido, anunciou que vão estar polícias armados nas imediações das mesquitas.

Também o ministro francês do Interior, Christophe Castaner, declarou que vão ser reforçadas as patrulhas de segurança em redor dos locais religiosos de França, "por precaução".

Em Nova Iorque, foi reforçado o dispositivo policial junto às mesquitas. "A Polícia de Nova Iorque está comprometida em salvaguardar a segurança de todos e a liberdade de praticarem a sua religião livremente sem qualquer medo", referiu na sua página de Twitter.


A Câmara dos Comuns da Nova Zelândia anunciou que será feito, ainda esta sexta-feira, um minuto de silêncio em memória das vítimas.
"Não há lugar na Nova Zelândia para atos desta violência extrema e sem precedentes", declarou a primeira-ministra neozelandesa, que considera que os ataques foram planeados durante bastante tempo.

O vice-primeiro-ministro neozelandês, Winston Peters, disse que o ataque marca o "fim da idade da inocência" na Nova Zelândia.
"Vimos o que acontecera quando terroristas atacaram outros países, mas nunca, embora nos tenhamos preparado, imaginámos que pudessem acontecer desta forma na Nova Zelândia", notou. "A verdade é que nunca soubemos o que era este nível de terror".
Winston Peters adiantou que as leis de controlo de armas terão de ser revistas, assim como o controlo de segurança e de fronteiras do país.

Também a autarca de Christchurch, Lianne Dalziel, classificou o ataque como "devastador" e afirmou que aquela cidade nunca mais será a mesma. "Agora é tempo de tolerância e compreensão", declarou Dalziel, em comunicado.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

in TSF

Abba Mia!

Say I Do / When All Is Said And Done


 

Frio, mas bom

The Hardets Part / Postcards From Far Away


Caderneta de Cromos

Cromo 63 - As 3 vidas da música Live


Um olhar alentejano

Sabemos que o futebol é uma modalidade que transforma as pessoas.
Cidadãos calmos no dia a dia, viram bicho quando se trata de defender o seu clube.
Basta ler e ouvir declarações e opiniões de políticos ou jornalistas, por exemplo, para se perceber que ficam insanos quando se referem aos seus adversários.
Talvez por isso os próprios jogadores tenham necessidade de se proteger em determinadas situações, nomeadamente quando defrontam uma equipa que já defenderam anteriormente.
Para mim a essência do futebol é o golo e a sua festa.
Já não basta as leis que penalizam os festejos, como ainda não poderem exteriorizar esse momento e terem de pedir desculpa aos adeptos da anterior equipa.
Pedir desculpa por marcar um golo?
A mim parece-me um disparate, pois o importante é os jogadores serem bons profissionais dentro do campo, respeitando os seus antigos adeptos fora das quatro linhas.
Pena que nas bancadas por esse mundo fora não se pense desta maneira.

À volta da Comercial


A MInha Câmara Escura

 

Mixórdia Alves Fernandes

Internet esteve encerrada


Sensual


Imagens


Niko Goodrum dos Detroit Tigers num jogo de baseball com os The Blues Jays.

5/03/2019

O disco no gelo

 

Os cestos da NBA


quinta-feira, 14 de março de 2019

No Reino da Águia


2ª mão dos oitavos de final da Liga Europa na Luz, depois da derrota (1-0) em Zagreb.
Domínio total do Benfica na primeira parte, sempre mais perto do golo, perante uns croatas a jogarem muito com o relógio.
Na segunda parte os encarnados encurralaram o Dínamo junto à sua área, chegando ao golo por Jonas, que empatou a eliminatória.
Sempre mais perto do golo o Benfica, mas o jogo foi para prolongamento.
Cedo no tempo extra chegaram dois grandes golos - Ferro e Grimaldo - e o carimbo no passaporte para os quartos de final.
Sorteio amanhã às 12 horas, com os possíveis adversários a serem o Arsenal, Chelsea, Nápoles, Slávia Praga, Eintracht Frankfurt e Villarreal.

Pedalando por aí

77th Paris - Nice (2.UWT)
Stage 5 (ITT)  »  Barbentane  ›  Barbentane   (25.5k)


GERAL

54th Tirreno-Adriatico (2.UWT)
Stage 2  »  Camaiore  ›  Pomarance   (195k)


GERAL 

Talento aos Pontapés

Dia de S. Receber

Outros Mundos d'A Bola

A loucura, a insanidade e a incompetência matou crianças no Brasil e na Nigéria.
No país mais populoso de África, uma escola desabou levando consigo muitas crianças.
Em São Paulo foram as armas que Bolsonaro quer aumentar nas ruas, que causaram terror numa escola.

Já começa a ser uma não notícia, tal a sua repetição diária.
Brexit, agora à bruta, ou mais tarde, vem aí mais uma votação.
Será desta?

Outra notícia que já chateia.
O sindicato coordenado por aquele valente que fez greve de fome, por ... uma noite, anunciou uma nova greve para todo o mês de abril.
Não é de fome, mas dos enfermeiros.

O antigo chefe de campanha de Trump foi condenado a mais quatro anos de prisão.
Lavagem de dinheiro, obstrução à Justiça e falta de declaração de trabalhos de lobbying.
Aprendeu bem com o antigo Chefe.

Uma de hoje

Beto O’Rourke, estrela do Partido Democrata, confirma que é candidato à presidência

Ex-congressista do Texas, que se bateu contra Ted Cruz nas eleições de Novembro, anuncia finalmente que está na corrida para a nomeação democrata.

 in Público

Números

Vem aí mais uma greve. Estudantes vão parar... em defesa do planeta

Na véspera da greve climática estudantil, Francisca Salema de 16 anos, uma das estudantes que fazem parte da organização do protesto defende que o combate às alterações climáticas é uma luta urgente quer se quer mundial e intergeracional.

"Dr. António Costa, queremos viver na terra em 2050" ou "Pensem em nós". Estas são apenas duas das frases que vão aparecer nos cartazes da manifestação de 15 de março. Em defesa do planeta, os estudantes portugueses responderam ao apelo internacional e organizaram uma greve climática estudantil. Amanhã saem à rua a exigir medidas urgentes para que o futuro não fique comprometido."É basicamente a luta pelo nosso futuro, os governos de todos os países ainda não perceberem o quão urgente é este assunto", lamento Francisca Salema.

"A greve é um ato simbólico, não temos um sindicato por trás, somos apenas estudantes, a greve é uma chamada de atenção para que o problema das alterações climáticas seja uma prioridade para os governos", explica a jovem de 16 anos que se juntou ao movimento para inspirar outras pessoas. "Conheci o movimento através das redes sociais, depois perguntei se me podia envolver e acabei por envolver-me em vários projetos." Francisca já deu várias palestras na escola, realizou um vídeo de sensibilização e ajudou a fazer cartazes para a manifestação de dia 15 de março. Além disso está a ajudar na criação dos cânticos que vão levar para a rua.

Francisca Salema explica que o movimento tem objetivos bem definidos para cada país. "No caso de Portugal, nós temos a meta de neutralidade carbónica para 2050, mas isso é muito tarde, nós queremos que a data baixe para 2030, só temos 12 anos para impedir que as alterações climáticas tenham um efeito mais grave, também queremos que os transportes públicos sejam melhorados para substituir transportes privados, fechar as centrais que ainda funcionam com combustíveis fósseis e acabar com os projetos de perfuração que ainda podem ocorrer em Portugal."

Esta semana, um grupo de jovens reuniu-se com o ministro do Ambiente e Francisca Salema sublinha que isso mostra que é possível haver um diálogo entre as pessoas mais novas e as pessoas que estão no poder. "O que nós queremos mesmo com este movimento é comunicação intergeracional, porque não são apenas os jovens que vão mudar a sociedade toda."

"Os hábitos individuais são extremamente importantes, mas se queremos que haja uma mudança significativa temos que juntarmo-nos a movimentos cívicos como este. Só numa escala mais mundial e mais governamental vamos conseguir resolver o problema", afirma Francisca Salema, aluna da Escola Secundária Rainha Dona Leonor.

in TSF