sábado, 16 de março de 2019

Talento aos Pontapés

Ai Se Ele Cai



Uma de hoje

Escolas estão a cortar aulas de História 

Maioria dos estabelecimentos do básico e secundário eliminou uma aula por semana para incluir disciplina de “Cidadania”, agora obrigatória, denunciam professores 

in Expresso

Números

Transportes. Afinal, o passe família em Lisboa só arranca em julho

Durante três meses famílias vão ter de continuar a comprar o título de transporte de forma individual. Pessoas com mais de 65 anos, reformados e pensionistas vão pagar 20 euros e poder viajar em toda a Área Metropolitana de Lisboa.

As famílias que moram em Lisboa e nos restantes 17 municípios da área metropolitana só vão aceder ao passe família a partir de julho e não já no próximo dia 1 de abril.

A junção de um agregado familiar num único passe - levando a que cada família pague no máximo dois títulos - é uma das grandes mudanças nos tarifários dos transportes públicos que está prometida para o primeiro dia do próximo mês, no entanto, durante três meses os passes vão continuar a ser comprados de forma individual.

Em nota divulgada ao início da tarde desta sexta-feira, a Área Metropolitana de Lisboa, que está a liderar este processo, não explica a razão do atraso neste tarifário específico, mas ao DN, o primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto, já tinha avançado que o passe família era a situação "mais difícil do ponto de vista técnico e que ainda [a 3 de março] está a ser estudada. Há muitas coisas que é preciso ter em conta e precisamos da cooperação de várias entidades do Estado central, senão as pessoas têm de andar com vários papéis atrás. O passe família é o que é tecnologicamente mais difícil".

A partir do primeiro dia de abril haverá dois tipos de passes: navegante municipal (circulação em qualquer transporte na área de um município) com um preço de 30 euros; e navegante metropolitano que custará 40 euros e possibilitará a utilização de qualquer operador. Por exemplo, no caso da AML um utilizador pode ir de Setúbal a Mafra sem pagar mais qualquer tarifa.

Além destes dois passes vai existir o Navegante Metropolitano +65, destinado a maiores de 65 anos, reformados e pensionistas, que poderão usar todos os transportes públicos na AML pagando 20 euros por mês.

As crianças até aos 13 anos não vão pagar para utilizar os transportes públicos: chamar-se-á Navegante 12 e também é válido para toda a área metropolitana. Ou seja, no máximo uma família passará a pagar 80 euros se viver fora de Lisboa (a partir de julho e com a junção de todos os passes do agregado familiar) e 60 se morar na capital.

De acordo, com a nota da AML a partir do primeiro dia de abril vão passar a existir 19 novos passes: o metropolitano e 18 municipais (um para cada município) e todos vão ter validade mensal deixando de existir os chamados passes deslizantes - os que não começam no primeiro dia do mês. Sendo que em abril deverá existir uma forma de alinhamento do passe para os detentores de títulos que, por exemplo, sejam válidos até ao dia 15 desse mês.

Estas explicações devem ser dadas na próxima segunda-feira durante a cerimónia de assinatura dos Contratos Interadministrativos relativos a estes novos tarifários, que contará com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, do ministro das Finanças, Mário Centeno, do presidente da Área Metropolitana de Lisboa (AML), Fernando Medina, do primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto de Carvalho, e dos presidentes das câmaras da AML.

Devido a este acordo o Estado - que manterá o apoio que já existe a alguns passes, como o para estudantes - vai comparticipar a redução do preço dos passes com a transferência para as empresas de transporte de 104 milhões de euros, recebendo as operadoras da AML 73 milhões. Para a Área Metropolitana do Porto vão seguir 15,9 milhões e a restante verba será entregue às comunidades intermunicipais que vão implementar este tipo de programa de redução de preços.

in DN

Abba Mia!

Take A Chance On Me


Frio, mas bom

God Put A Smile Upon Your Face


Caderneta de Cromos

Cromo 64 - As pastilhas Pirata


Um olhar alentejano

Continuo a falar de golos, pelo terceiro dia consecutivo.
Um dia destes dei com as imagens dum golo, daqueles que nos deixam de boca aberta.
Bola recuperada no círculo central, olhos na baliza e um grande golo de meio campo.
Inicialmente não vi quem tinha sido o autor, mas quando o reconheci, festejei como se fosse um golo do Benfica.
Não foi, mas ele vai ser sempre um dos nossos.
Óscar Tacuara Cardozo, que foi o melhor marcador estrangeiro dos encarnados, com 172 golos em 293 jogos, aos 35 anos sagrou-se Bota de Ouro em 2018, no seu país, o Paraguai, ao serviço do Libertad.
Sempre gostei muito dele, ao ponto de a única camisola que tenho do Benfica, com o nome de um jogador estampado, seja uma com o número 7 de Cardozo.
Como em todos os clubes, há sempre gente estúpida - mais uns a contribuir para o imposto - e numa altura em que tinha um cativo, mais o Ricardo, na Luz, atrás de nós habitavam uns palermas que passavam o tempo inteiro a dizer mal do Cardozo, exceto quando ele marcava um dos muitos golos que obteve com a camisola dos encarnados.
Para já uma coisa é certa.
O próximo cão que tiver - se isso acontecer - vai-se chamar Óscar.
Obrigado Tacuara! 
Aqui ficam os 172 tentos obtidos com o manto sagrado.


À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Mixórdia Alves Fernandes

Pessoas que fazer a pontuação oralmente


Sensual


Imagens


13ª edição da Strade Bianche, Siena, Itália.

9/03/2019

O disco no gelo


Os cestos da NBA


sexta-feira, 15 de março de 2019

Pedalando por aí

77th Paris - Nice (2.UWT)
Stage 6  »  Peynier  ›  Brignoles   (176.5k)


GERAL

54th Tirreno-Adriatico (2.UWT)
Stage 3  »  Pomarance  ›  Foligno   (226k)


GERAL

Talento aos Pontapés

Longa Se Torna A Espera


Outros Mundos d'A Bola

A morte e as homenagens subsequentes ocupam grande parte deste espaço de hoje.
No Brasil ficou a saber-se que os dois jovens assassinos planearam o ataque durante um ano, na Etiópia os familiares da vítimas do acidente aéreo fazem o luto no local da queda do avião e por cá o mundo dos bonecos ficou mais pobre com o desaparecimento de Augusto Cid, com Rebelo de Sousa a apelidá-lo como "um homem de grandes causas".

Também o Brexit está quase morto ou, ao que tudo indica, adiado, obrigando os britânico a gastarem mais uma catrefa de libras nas eleições europeias.

Nas rápidas de hoje, Armando Vara ficou sem a Ordem do Infante, os americanos ficaram com menos um mafioso, o Facebook ficou umas horas sem funcionar e o México vai continuar sem muro.

New York, New York

Entre festa dos 40 anos e férias do elementos das Manhãs - Palmeirim incluído - hoje não houve uma nova localidade.
Se quiser ouvir alguma das anteriores, elas estão todas por aqui.
Basta escolher a etiqueta new york.

Uma de hoje

Um regresso, duas estreias e uma grande surpresa. Os eleitos de Fernando Santos

Conheça os convocados para o Euro 2020.

 in TSF

Números

"Rezei a Deus para que o atirador ficasse sem balas." O ataque que fez 49 mortos e 48 feridos na Nova Zelândia

Quatro suspeitos foram detidos, um está a ser acusado por homicídio. Trata-se de um extremista de direita, 28 anos, que escreveu um manifesto anti-imigrantes.

Pelo menos 49 pessoas morreram e 48 ficaram feridas no ataque às mesquitas de Linwood Masjid e de Al Noor, perto de Hagley Park,na Nova Zelândia.

Os ataques tiveram início às 13h40 (00h40 em Lisboa). Todas as mesquitas estão, por agora, encerradas.

O comissário de polícia da Nova Zelândia, Mike Bush, adiantou que a polícia desativou uma série de engenhos explosivos improvisados encontrados num veículo após o tiroteio numa das mesquitas, em Christchurch.

A polícia neozelandesa encontra-se agora na cidade de Dunedin, no sul do país, que diz ser um "local de interesse" para as investigações do atentado terrorista. As autoridades isolaram a área e estão a evacuar as habitações, encaminhando os moradores para alojamento alternativo.

Três homens e uma mulher foram detidos, nenhum deles se encontrava referenciado pelas autoridades. Em conferência de imprensa, o comissário da polícia neozelandesa Mike Bush acrescentou que, entretanto, um dos homens foi acusado de homicídio e vai ser presente a tribunal pelos ataques.

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, revelou que o atirador é um cidadão australiano, descrevendo-o como "um extremista de direita e um terrorista violento". Brenton Tarrant, de 28 anos, reivindicou a responsabilidade pelos disparos e deixou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, no qual procurou justificar as ações.

No documento, o atacante explica que começou a planear o atentado terrorista depois de ter visitado a Europa, há dois anos. O australiano ficara enfurecido com os ataques perpetrados por militantes do Estado Islâmico, em particular na Suécia, e com a diversidade cultural existente em França.

O manifesto defende que "os europeus" estão a morre e a ser "substituídos" por imigrantes com um cultura inferior e perigosa. A conspiração é o centro de um vasto grupo de fóruns na Internet.
No documento, Tarrant garante que não era a fama que o motivava a levar a cabo o ataque e mostra a intenção de sobreviver ao acontecimento, esperando espalhar o medo. A mesquita de Al Noor tinha sido escolhida como alvo há três meses.

O atentado terrorista foi transmitido em direto pelo próprio atirador, nas redes sociais.
O vídeo, cuja autenticidade ainda não foi comprovada, mostra o homem a conduzir até uma mesquita, entrando na mesma e abrindo fogo sobre as pessoas que se encontravam lá dentro. As imagens mostram ainda corpos das vítimas amontoados no chão.

O Facebook, o Instagram, o Twitter e o YouTube já anunciaram que estão a eliminar as publicações feitas pelo atirador.

"A polícia alertou-nos, pouco depois do livestream ter começado, e rapidamente removemos o vídeo das contas de Facebook e Instagram do atirador", esclareceu a empresa. "Também vamos remover [destas redes sociais] qualquer manifestação de apoio ao crime aos atiradores", acrescentou.

O Twitter indicou que tem "processos rigorosos e uma equipa dedicada a gerir situações de emergência" como esta.
Já o YouTube garantiu que está "a trabalhar vigilantemente para remover quaisquer imagens violentas".

Na imprensa internacional, surgem relatos de várias testemunhas do ataque terrorista.
Mohan Ibrahim, que escapou ao tiroteio trepando por uma janela da mesquita, relatou à CNN que foram "10 a 15 minutos seguidos de tiros".

Outro homem contou, à saída da mesquita, que estava a rezar para que o atirador ficasse em balas.
"Estava a pedir a Deus, por favor, que fizesse com que ele ficasse sem mais balas", disse o homem, que conseguiu esconder-se e escapar.

Um imigrante que está a estudar na Nova Zelândia, conseguiu sair da mesquita, mas diz não acreditar no que os seus olhos viram.
"Nunca imaginei ver com os meus olhos as coisas que vi hoje. Montes de pessoas que eu conheço, com quem estou regularmente na mesquita, já cá não estão", lamentou.
"Vivo cá há cinco anos e sabia que a Nova Zelândia era um dos países mais seguros do mundo, mas agora estou tão assustado", admitiu.

Carl Pomare, que estava passar de carro por uma das mesquitas, relatou ter visto várias pessoas a correr pela vida, e depois começar a ouvir tiros. "Vi as pessoas a serem atingidas pelas costas e a caírem ao chão", contou à BBC.

Entre os sobreviventes estão também os membros da seleção nacional de críquete do Bangladesh, que estava na Nova Zelândia para disputar uma partida no próximo domingo (que, entretanto, foi cancelada). A equipa estava prestes a entrar na mesquita junto Hagley Park, quando a tentado começou.

"Tivemos muita sorte. Se tivéssemos chegado três a quatro minutos antes, estaríamos dentro da mesquita durante o ataque", disse o responsável pela equipa, Khaled Mashud.

"Toda a equipa está salvo dos atiradores", revelou um dos jogadores no Twitter.
"[Os jogadores] estão a salvo, mas estão mentalmente em estado de choque. Pedimos à equipa que não saísse do hotel", afirmou o porta-voz da seleção.

O nível de ameaça à segurança nacional foi entretanto elevado para alto, mas o ataque está fazer soar campainhas fora da Nova Zelândia. Outras cidades estão já a reforçar a segurança junto aos edifícios religiosos.

O presidente da câmara de Londres, no Reino Unido, anunciou que vão estar polícias armados nas imediações das mesquitas.

Também o ministro francês do Interior, Christophe Castaner, declarou que vão ser reforçadas as patrulhas de segurança em redor dos locais religiosos de França, "por precaução".

Em Nova Iorque, foi reforçado o dispositivo policial junto às mesquitas. "A Polícia de Nova Iorque está comprometida em salvaguardar a segurança de todos e a liberdade de praticarem a sua religião livremente sem qualquer medo", referiu na sua página de Twitter.


A Câmara dos Comuns da Nova Zelândia anunciou que será feito, ainda esta sexta-feira, um minuto de silêncio em memória das vítimas.
"Não há lugar na Nova Zelândia para atos desta violência extrema e sem precedentes", declarou a primeira-ministra neozelandesa, que considera que os ataques foram planeados durante bastante tempo.

O vice-primeiro-ministro neozelandês, Winston Peters, disse que o ataque marca o "fim da idade da inocência" na Nova Zelândia.
"Vimos o que acontecera quando terroristas atacaram outros países, mas nunca, embora nos tenhamos preparado, imaginámos que pudessem acontecer desta forma na Nova Zelândia", notou. "A verdade é que nunca soubemos o que era este nível de terror".
Winston Peters adiantou que as leis de controlo de armas terão de ser revistas, assim como o controlo de segurança e de fronteiras do país.

Também a autarca de Christchurch, Lianne Dalziel, classificou o ataque como "devastador" e afirmou que aquela cidade nunca mais será a mesma. "Agora é tempo de tolerância e compreensão", declarou Dalziel, em comunicado.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

in TSF