domingo, 17 de março de 2019
Uma de hoje
Atletas africanos dominam meia maratona de Lisboa
A
corrida de 21 kms que atravessa a Ponte 25 de abril foi ganha pelo
etíope Mosinet Geremew e pela queniana Vivian Cheruiyot. Os melhores
portugueses foram Hermano Ferreira e Sara Moreira. Nos pódios masculino e
feminino as medalhas de prata e bronze foram para outros atletas da
Etiópia e do Quénia.
in TSF
in TSF
Números
Carlos Lisboa regressa ao comando da equipa de basquetebol do Benfica
O
treinador Carlos Lisboa vai regressar ao comando técnico da equipa de
basquetebol do Benfica, sucedendo ao espanhol Arturo Alvárez, anunciou o
clube.
Alvárez, de 42 anos, chegou ao Benfica no
início da temporada, proveniente dos espanhóis do Prat Juventut, e
deixou o emblema lisboeta depois da eliminação frente à Ovarense, por
65-64, nos quartos de final da Taça de Portugal, e de ter terminado a
fase regular da Liga portuguesa na segunda posição, atrás da campeã
Oliveirense.
Carlos
Lisboa, antigo basquetebolista e treinador do Benfica, desempenhava as
funções de diretor-geral das modalidades do clube, que passou a exercer a
tempo inteiro em junho de 2017, após ter levado as 'águias' à conquista
do título português de 2016/17, então o quinto em seis temporadas.
Nascido
em 23 de julho de 1958, Lisboa vai cumprir a terceira passagem pelo
comando técnico dos 'encarnados', depois de uma primeira, de três anos,
no final dos anos 1990, em que só conquistou uma Supertaça, na época
1998/99.
Na segunda passagem, de
2011/12 a 2016/17, ganhou quase todos os troféus nacionais que o Benfica
disputou: cinco campeonatos, quatro edições da Taça de Portugal, quatro
da Supertaça, mais quatro troféus Hugo dos Santos e quatro António
Pratas.
Antes, como jogador do Benfica,
de 1984/85 a 1995/96, Carlos Humberto Lehmann de Almeida Benholiel
Lisboa Santos conquistou 10 campeonatos nacionais e ganhou cinco vezes a
Taça de Portugal, a Supertaça e a Taça da Liga.
No
seu currículo como técnico, conta ainda um Torneio dos Campeões - prova que então abria a temporada -, em 2002/03, ao serviço do Aveiro
Basket.
in JN
Um olhar alentejano
Este texto começa na escadaria do Parlamento Europeu em Bruxelas, mais concretamente nos 110 degraus alcatifados do Espace Léopold.
Foi a primeira incursão do Up Stairs Challenge fora de portas, um desafio da equipa Trial Portugal e dos manos Sousa, que consiste em subir escadas em cima de uma bicicleta, sem selim e sem colocar os pés no chão.
Daniel Sousa, o irmão mais velho, percorreu este desafio em 3 minutos e 35 segundos, com uma facilidade que até irrita.
Este Challenge começou em 2016 no edifício Primavera em Braga e os seus 200 degraus.
Depois José Sousa - que não fez esta subida em Bruxelas por estar a recuperar de uma intervenção cirúrgica - efetuou mais três escaladas em 2017.
Os 251 degraus do edifício Liberty Seguros em Lisboa, mais 281 na Câmara Municipal de Lisboa e os 400 degraus da Torre do Lidador na Câmara Municipal da Maia.
Depois da estreia fora do nosso País, já está outra no horizonte.
"Será num outro edifício fora de Portugal. Só não revelo o local porque ainda estamos em conversações para acontecer já no final do ano ou início do próximo" explicou Daniel Sousa.
Vamos lá ver onde será a próxima subida do Up Staisrs Challenge, a sexta.
Foi a primeira incursão do Up Stairs Challenge fora de portas, um desafio da equipa Trial Portugal e dos manos Sousa, que consiste em subir escadas em cima de uma bicicleta, sem selim e sem colocar os pés no chão.
Daniel Sousa, o irmão mais velho, percorreu este desafio em 3 minutos e 35 segundos, com uma facilidade que até irrita.
Este Challenge começou em 2016 no edifício Primavera em Braga e os seus 200 degraus.
Depois José Sousa - que não fez esta subida em Bruxelas por estar a recuperar de uma intervenção cirúrgica - efetuou mais três escaladas em 2017.
Os 251 degraus do edifício Liberty Seguros em Lisboa, mais 281 na Câmara Municipal de Lisboa e os 400 degraus da Torre do Lidador na Câmara Municipal da Maia.
Depois da estreia fora do nosso País, já está outra no horizonte.
"Será num outro edifício fora de Portugal. Só não revelo o local porque ainda estamos em conversações para acontecer já no final do ano ou início do próximo" explicou Daniel Sousa.
Vamos lá ver onde será a próxima subida do Up Staisrs Challenge, a sexta.
sábado, 16 de março de 2019
Em direto
Depois de dez meses - mais coisa, menos coisa - a descansar, voltei ao microfone da Rádio Voz de Alenquer.
Depois da ausência prolongada e sem comentador, claro que a voz se ressentiu, mas cheguei vivo ao fim.
Como aconteceu na esmagadora maioria dos textos que fiz sobre este assunto, hoje também me esqueci da tirar a fotografia para o ilustrar, pelo que recorri a uma que andava na rede.
Sobre o jogo, foi o Grândola - Alenquer em hóquei em patins.
Não foi uma partida bem jogada - longe disso - mas acabou por ser mais feliz a equipa alentejana, com grande contributo do seu guarda-redes, Ricardo Piteira.
Para história ficou a vitória (4-2), sendo que o Alenquer andou sempre atrás do resultado.
Depois da ausência prolongada e sem comentador, claro que a voz se ressentiu, mas cheguei vivo ao fim.
Como aconteceu na esmagadora maioria dos textos que fiz sobre este assunto, hoje também me esqueci da tirar a fotografia para o ilustrar, pelo que recorri a uma que andava na rede.
Sobre o jogo, foi o Grândola - Alenquer em hóquei em patins.
Não foi uma partida bem jogada - longe disso - mas acabou por ser mais feliz a equipa alentejana, com grande contributo do seu guarda-redes, Ricardo Piteira.
Para história ficou a vitória (4-2), sendo que o Alenquer andou sempre atrás do resultado.
Primeira Fórmula
Mais um novo espaço no Tio Jorge para acompanhar a época da F1.
Uma foto e classificações, vão surgir por aqui ao domingo à noite, sempre que houver corrida.
Para abrir o apetite, deixo o calendário e as equipas para 2019.
Uma foto e classificações, vão surgir por aqui ao domingo à noite, sempre que houver corrida.
Para abrir o apetite, deixo o calendário e as equipas para 2019.
Pedalando por aí
77th Paris - Nice (2.UWT)
Stage 7 » Nice › Col de Turini (181.5k)
GERAL
54th Tirreno-Adriatico (2.UWT)
Stage 4 » Foligno › Fossombrone (221k)
Stage 7 » Nice › Col de Turini (181.5k)
GERAL
54th Tirreno-Adriatico (2.UWT)
Stage 4 » Foligno › Fossombrone (221k)
GERAL
Uma de hoje
Escolas estão a cortar aulas de História
Maioria dos estabelecimentos do básico e secundário eliminou uma aula por semana para incluir disciplina de “Cidadania”, agora obrigatória, denunciam professores
in Expresso
Números
Transportes. Afinal, o passe família em Lisboa só arranca em julho
Durante
três meses famílias vão ter de continuar a comprar o título de
transporte de forma individual. Pessoas com mais de 65 anos, reformados e
pensionistas vão pagar 20 euros e poder viajar em toda a Área
Metropolitana de Lisboa.
As famílias que moram em Lisboa e nos restantes 17 municípios da área metropolitana só vão aceder ao passe família a partir de julho e não já no próximo dia 1 de abril.
A junção de um agregado familiar num único passe - levando a que cada família pague no máximo dois títulos - é uma das grandes mudanças nos tarifários dos transportes públicos que está prometida para o primeiro dia do próximo mês, no entanto, durante três meses os passes vão continuar a ser comprados de forma individual.
Em nota divulgada ao início da tarde desta sexta-feira, a Área Metropolitana de Lisboa, que está a liderar este processo, não explica a razão do atraso neste tarifário específico, mas ao DN, o primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto, já tinha avançado que o passe família era a situação "mais difícil do ponto de vista técnico e que ainda [a 3 de março] está a ser estudada. Há muitas coisas que é preciso ter em conta e precisamos da cooperação de várias entidades do Estado central, senão as pessoas têm de andar com vários papéis atrás. O passe família é o que é tecnologicamente mais difícil".
A partir do primeiro dia de abril haverá dois tipos de passes: navegante municipal (circulação em qualquer transporte na área de um município) com um preço de 30 euros; e navegante metropolitano que custará 40 euros e possibilitará a utilização de qualquer operador. Por exemplo, no caso da AML um utilizador pode ir de Setúbal a Mafra sem pagar mais qualquer tarifa.
Além destes dois passes vai existir o Navegante Metropolitano +65, destinado a maiores de 65 anos, reformados e pensionistas, que poderão usar todos os transportes públicos na AML pagando 20 euros por mês.
As crianças até aos 13 anos não vão pagar para utilizar os transportes públicos: chamar-se-á Navegante 12 e também é válido para toda a área metropolitana. Ou seja, no máximo uma família passará a pagar 80 euros se viver fora de Lisboa (a partir de julho e com a junção de todos os passes do agregado familiar) e 60 se morar na capital.
De acordo, com a nota da AML a partir do primeiro dia de abril vão passar a existir 19 novos passes: o metropolitano e 18 municipais (um para cada município) e todos vão ter validade mensal deixando de existir os chamados passes deslizantes - os que não começam no primeiro dia do mês. Sendo que em abril deverá existir uma forma de alinhamento do passe para os detentores de títulos que, por exemplo, sejam válidos até ao dia 15 desse mês.
Estas explicações devem ser dadas na próxima segunda-feira durante a cerimónia de assinatura dos Contratos Interadministrativos relativos a estes novos tarifários, que contará com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, do ministro das Finanças, Mário Centeno, do presidente da Área Metropolitana de Lisboa (AML), Fernando Medina, do primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto de Carvalho, e dos presidentes das câmaras da AML.
Devido a este acordo o Estado - que manterá o apoio que já existe a alguns passes, como o para estudantes - vai comparticipar a redução do preço dos passes com a transferência para as empresas de transporte de 104 milhões de euros, recebendo as operadoras da AML 73 milhões. Para a Área Metropolitana do Porto vão seguir 15,9 milhões e a restante verba será entregue às comunidades intermunicipais que vão implementar este tipo de programa de redução de preços.
in DN
As famílias que moram em Lisboa e nos restantes 17 municípios da área metropolitana só vão aceder ao passe família a partir de julho e não já no próximo dia 1 de abril.
A junção de um agregado familiar num único passe - levando a que cada família pague no máximo dois títulos - é uma das grandes mudanças nos tarifários dos transportes públicos que está prometida para o primeiro dia do próximo mês, no entanto, durante três meses os passes vão continuar a ser comprados de forma individual.
Em nota divulgada ao início da tarde desta sexta-feira, a Área Metropolitana de Lisboa, que está a liderar este processo, não explica a razão do atraso neste tarifário específico, mas ao DN, o primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto, já tinha avançado que o passe família era a situação "mais difícil do ponto de vista técnico e que ainda [a 3 de março] está a ser estudada. Há muitas coisas que é preciso ter em conta e precisamos da cooperação de várias entidades do Estado central, senão as pessoas têm de andar com vários papéis atrás. O passe família é o que é tecnologicamente mais difícil".
A partir do primeiro dia de abril haverá dois tipos de passes: navegante municipal (circulação em qualquer transporte na área de um município) com um preço de 30 euros; e navegante metropolitano que custará 40 euros e possibilitará a utilização de qualquer operador. Por exemplo, no caso da AML um utilizador pode ir de Setúbal a Mafra sem pagar mais qualquer tarifa.
Além destes dois passes vai existir o Navegante Metropolitano +65, destinado a maiores de 65 anos, reformados e pensionistas, que poderão usar todos os transportes públicos na AML pagando 20 euros por mês.
As crianças até aos 13 anos não vão pagar para utilizar os transportes públicos: chamar-se-á Navegante 12 e também é válido para toda a área metropolitana. Ou seja, no máximo uma família passará a pagar 80 euros se viver fora de Lisboa (a partir de julho e com a junção de todos os passes do agregado familiar) e 60 se morar na capital.
De acordo, com a nota da AML a partir do primeiro dia de abril vão passar a existir 19 novos passes: o metropolitano e 18 municipais (um para cada município) e todos vão ter validade mensal deixando de existir os chamados passes deslizantes - os que não começam no primeiro dia do mês. Sendo que em abril deverá existir uma forma de alinhamento do passe para os detentores de títulos que, por exemplo, sejam válidos até ao dia 15 desse mês.
Estas explicações devem ser dadas na próxima segunda-feira durante a cerimónia de assinatura dos Contratos Interadministrativos relativos a estes novos tarifários, que contará com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, do ministro das Finanças, Mário Centeno, do presidente da Área Metropolitana de Lisboa (AML), Fernando Medina, do primeiro-secretário Metropolitano, Carlos Humberto de Carvalho, e dos presidentes das câmaras da AML.
Devido a este acordo o Estado - que manterá o apoio que já existe a alguns passes, como o para estudantes - vai comparticipar a redução do preço dos passes com a transferência para as empresas de transporte de 104 milhões de euros, recebendo as operadoras da AML 73 milhões. Para a Área Metropolitana do Porto vão seguir 15,9 milhões e a restante verba será entregue às comunidades intermunicipais que vão implementar este tipo de programa de redução de preços.
in DN
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