domingo, 24 de março de 2019
Um olhar alentejano
Por vezes assisto a situações que me deixam perplexo.
Eu esforço-me para perceber, mas não consigo deixar de pensar que são mais uns candidatos ao imposto sobre a parvoíce, mais um que criei agora.
As histórias que vou trazer passaram-se no interior do Intercidades da CP, comboio que tem lugares marcados, tipo avião.
Entra um homem e pergunta a uma passageira que já estava sentada: "Está no seu lugar?"
Resposta: "Não, mas vou já mudar para o meu lugar".
Diz ele: "Deixe estar que eu sento-me noutro lado e se aparecer alguém logo se vê".
Questiona a senhora: "Mas o seu bilhete é para este lugar?"
"É, mas deixe estar", ripostou o jovem.
Outra história, esta passada comigo.
Entra uma senhora que pára em pé ao meu lado.
Olha para mim e pergunta: "Está alguém nesse lugar?", apontando para o banco disponível à minha esquerda.
Tentei perceber o alcance da pergunta e respondi: "Ainda não esteve aqui ninguém".
Resposta da senhora: "Muito bem, porque é o meu lugar".
Será que sou eu que sou muito rigoroso ou esta rapaziada anda um bocadinho estranha?
Eu esforço-me para perceber, mas não consigo deixar de pensar que são mais uns candidatos ao imposto sobre a parvoíce, mais um que criei agora.
As histórias que vou trazer passaram-se no interior do Intercidades da CP, comboio que tem lugares marcados, tipo avião.
Entra um homem e pergunta a uma passageira que já estava sentada: "Está no seu lugar?"
Resposta: "Não, mas vou já mudar para o meu lugar".
Diz ele: "Deixe estar que eu sento-me noutro lado e se aparecer alguém logo se vê".
Questiona a senhora: "Mas o seu bilhete é para este lugar?"
"É, mas deixe estar", ripostou o jovem.
Outra história, esta passada comigo.
Entra uma senhora que pára em pé ao meu lado.
Olha para mim e pergunta: "Está alguém nesse lugar?", apontando para o banco disponível à minha esquerda.
Tentei perceber o alcance da pergunta e respondi: "Ainda não esteve aqui ninguém".
Resposta da senhora: "Muito bem, porque é o meu lugar".
Será que sou eu que sou muito rigoroso ou esta rapaziada anda um bocadinho estranha?
Imagens
A equipa junior russa no campeonato do Mundo de Patinagem Sincronizada, em Neuchatel, Suiça.
16/03/2019
sábado, 23 de março de 2019
Pedalando por aí
37th Volta ao Alentejo (2.2)
Stage 4 » Ponte de Sor › Portalegre (74.3k)
GERAL
37th Volta ao Alentejo (2.2)
Stage 5 (ITT) » Castelo de Vide › Castelo de Vide (8.4k)
GERAL
110th Milano-Sanremo (1.UWT)
One day race » Milano › Sanremo (291k)
GERAL FINAL
Stage 4 » Ponte de Sor › Portalegre (74.3k)
GERAL
37th Volta ao Alentejo (2.2)
Stage 5 (ITT) » Castelo de Vide › Castelo de Vide (8.4k)
GERAL
110th Milano-Sanremo (1.UWT)
One day race » Milano › Sanremo (291k)
GERAL FINAL
Uma de hoje
"Todo o apoio é insuficiente." Há mais de três milhões de pessoas afetadas pelo ciclone Idai
Números
PJ recupera as 430 embalagens do potente analgésico desaparecido este mês
Autoridades dizem ter recuperado todas as unidades desaparecidas do analgésico 50 vezes mais potente do que a heroína.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou este
sábado ter recuperado as 430 embalagens do potente analgésico Fentanilo
Basi, que haviam desaparecido no início do mês, mas não precisou o
local, nem constituiu arguidos, prosseguindo ainda as investigações.
De acordo com um comunicado enviado este sábado às redações, a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária informa ter localizado e apreendido a totalidade das embalagens daquele medicamento de uso humano dadas como desaparecidas.
No dia 7 de março, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) anunciou o desaparecimento, do distribuidor em Portugal, de 430 unidades do medicamento Fentanilo Basi, um opioide 50 vezes mais potente do que a heroína, usado como componente da anestesia, bem como analgésico em pós-operatório ou no caso de dores extremas provocadas por doenças crónicas e oncológicas.
"Na sequência do desaparecimento, nos circuitos de distribuição, de 430 embalagens de 10 unidades cada uma do medicamento de uso humano designado Fentanilo Basi, que se apresentava na forma de solução injetável de 0,05 mg/ml por ampola, a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, iniciou prontamente uma investigação no âmbito de inquérito crime tendo em vista determinar as circunstâncias do desaparecimento de tal medicamento", uma vez que, devido às suas substâncias, configura uma "droga", nos termos da lei.
A PJ adianta ainda que as investigações foram levadas a cabo com o apoio da Diretoria do Norte, tendo sido "possível localizar e apreender, no decurso da corrente semana, a totalidade das embalagens que tinham sido dadas como desaparecidas".
No entanto, salvaguarda que "perante os elementos apurados, não se procedeu à constituição de qualquer arguido, prosseguindo a investigação a cargo da Polícia Judiciária para total e completo esclarecimento dos factos".
in TSF
De acordo com um comunicado enviado este sábado às redações, a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária informa ter localizado e apreendido a totalidade das embalagens daquele medicamento de uso humano dadas como desaparecidas.
No dia 7 de março, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) anunciou o desaparecimento, do distribuidor em Portugal, de 430 unidades do medicamento Fentanilo Basi, um opioide 50 vezes mais potente do que a heroína, usado como componente da anestesia, bem como analgésico em pós-operatório ou no caso de dores extremas provocadas por doenças crónicas e oncológicas.
"Na sequência do desaparecimento, nos circuitos de distribuição, de 430 embalagens de 10 unidades cada uma do medicamento de uso humano designado Fentanilo Basi, que se apresentava na forma de solução injetável de 0,05 mg/ml por ampola, a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, iniciou prontamente uma investigação no âmbito de inquérito crime tendo em vista determinar as circunstâncias do desaparecimento de tal medicamento", uma vez que, devido às suas substâncias, configura uma "droga", nos termos da lei.
A PJ adianta ainda que as investigações foram levadas a cabo com o apoio da Diretoria do Norte, tendo sido "possível localizar e apreender, no decurso da corrente semana, a totalidade das embalagens que tinham sido dadas como desaparecidas".
No entanto, salvaguarda que "perante os elementos apurados, não se procedeu à constituição de qualquer arguido, prosseguindo a investigação a cargo da Polícia Judiciária para total e completo esclarecimento dos factos".
in TSF
Um olhar alentejano
Há tempos falei aqui nas trotinetes de Lisboa e agora volto ao assunto, não pelos melhores motivos.
A notícia não me espanta.
A rapaziada pega nelas, vai até onde precisa e ... ficam aí.
Atualmente existem entre 2000 a 2500 trotinetes elétricas, existindo perto de 400 locais identificados de paragem, sinalizados com autocolantes.
Mas parece que a malta não consegue encontrar nenhum, pois os passeios ou as vias públicas são os locais onde elas ficam abandonadas.
A Câmara de Lisboa já avisou as cinco empresas de trotinetes partilhadas que vão passar a ser multadas, quando os utentes se esquecerem de as colocarem no sítio correto.
Mas os utilizadores também vão estar sujeitos a coimas.
Se forem apanhados com a boca na botija, pagam logo ali.
Nas situações em que o utente não for identificado, a coima é imputada à empresa, que depois, como tem a identificação do utilizador, vai tentar repercutir o custo no mesmo.
Então se a imaginação dos condutores, consegue encontrar locais para estacionar os automóveis que não lembravam ao diabo, deixar a trotinete em cima do passeio é uma brincadeira para meninos.
Mas que pode vir a ficar cara!
A notícia não me espanta.
A rapaziada pega nelas, vai até onde precisa e ... ficam aí.
Atualmente existem entre 2000 a 2500 trotinetes elétricas, existindo perto de 400 locais identificados de paragem, sinalizados com autocolantes.
Mas parece que a malta não consegue encontrar nenhum, pois os passeios ou as vias públicas são os locais onde elas ficam abandonadas.
A Câmara de Lisboa já avisou as cinco empresas de trotinetes partilhadas que vão passar a ser multadas, quando os utentes se esquecerem de as colocarem no sítio correto.
Mas os utilizadores também vão estar sujeitos a coimas.
Se forem apanhados com a boca na botija, pagam logo ali.
Nas situações em que o utente não for identificado, a coima é imputada à empresa, que depois, como tem a identificação do utilizador, vai tentar repercutir o custo no mesmo.
Então se a imaginação dos condutores, consegue encontrar locais para estacionar os automóveis que não lembravam ao diabo, deixar a trotinete em cima do passeio é uma brincadeira para meninos.
Mas que pode vir a ficar cara!
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