Depois de ter sido acusado de abusar de dois rapazes, sucedem-se as criticas e os apoios a Michael Jackson.
Desta vez foi Diana Ross, que era muito próxima do artista, que vem defendê-lo.
Em Sintra temos um problema que mete um cavalo, Basilio Horta e Madonna. Estão todos muito indignados, menos o bicho.
Vai subindo o número de mortos em Moçambique, na sequência do ciclone Idai, com mais de meio milhão de pessoas desalojadas.
Já não vai sendo notícia, porque se repete quase semanalmente. Mais uma 2ª feira e novo aumento do preço da gasolina, sendo que o preço do gasóleo se deve manter.
Em Madrid milhares de pessoas manifestaram-se contra o aborto, que em Espanha é permitido até às 14 semanas.
segunda-feira, 25 de março de 2019
Uma de hoje
Espanha e a falta de chuva transformaram o rio Tejo numa ribeira (que se atravessa a pé)
Números
Multa milionária para a Nike por proibir venda de produtos de clubes
A
Comissão Europeia anunciou uma multa de 12,5 milhões de euros à empresa
norte-americana Nike por ter proibido a comerciantes autorizados a
venda de produtos oficiais de clubes e federações de futebol noutros
países da Europa.
A multa deve-se à proibição imposta
pela companhia de "os comerciantes venderem produtos oficiais para
outros países do Espaço Económico Europeu [EEE]", restrição que afetou
"produtos de 'merchandising' de alguns dos clubes e federações de
futebol mais conhecidos da Europa, sobre os quais a Nike detém a
licença", justifica Bruxelas em comunicado.
Em causa está uma investigação aberta pela Comissão Europeia há dois anos, que concluiu que estas práticas ilegais de concorrência duraram 13 anos, entre 1 de julho de 2004 até 27 de outubro de 2017, tendo abrangido produtos como canecas, bolsas, lençóis, artigos de papelaria e brinquedos - todos protegidos por direitos de propriedade intelectual pertencentes à Nike - e os clubes FC Barcelona, Manchester United, Juventus, Inter de Milão e AS Roma, além de federações como a Federação Francesa de Futebol.
Enquanto empresa de roupa desportiva, a Nike é das principais marcas patrocinadoras de clubes de futebol, nomeadamente na Europa, mas também atua como intermediária concedendo a terceiros a licença de produção e distribuição de produtos de 'merchandising' destas equipas, sendo sobre esta última atividade que incide a multa.
"Os fãs de futebol costumam valorizar os produtos de marca das suas equipas favoritas, como camisolas ou cachecóis. A Nike impediu que muitos dos seus parceiros autorizados vendessem esses produtos num país diferente" do EEE, explica na nota a comissária europeia responsável pela área da Concorrência, Margrethe Vestager.
De acordo com Margrethe Vestager, "a decisão de hoje garante que os retalhistas e os consumidores podem aproveitar ao máximo um dos principais benefícios do mercado único, a possibilidade de comprar em toda a Europa".
A medida surge, também, para garantir "uma maior variedade de produtos e melhores ofertas", adianta a responsável.
Nesta investigação, Bruxelas detetou que "os acordos de distribuição e licenciamento não exclusivo da Nike violavam as regras de concorrência da União Europeia", desde logo porque a empresa norte-americana "impôs uma série de medidas diretas que restringem as vendas fora do território", isto aquando da celebração dos contratos com comerciantes autorizados.
Ao mesmo tempo, a empresa "aplicou medidas indiretas para implementar as restrições fora do território, por exemplo, ameaçando os comerciantes autorizados com o fim do contrato se vendessem fora do território ou recusando-se a fornecer o símbolo de produto oficial se receasse que as vendas pudessem ser direcionadas para outros territórios".
Para calcular a multa, a Comissão Europeia teve em conta as receitas relativas às vendas destes produtos, a gravidade da infração e a sua duração, mas também o facto de a Nike ter cooperado durante a investigação, o que garantiu uma redução de 40% no valor final.
Esta verba será, depois, usada para atenuar as comparticipações dos Estados-membros no orçamento geral da UE.
in TSF
Em causa está uma investigação aberta pela Comissão Europeia há dois anos, que concluiu que estas práticas ilegais de concorrência duraram 13 anos, entre 1 de julho de 2004 até 27 de outubro de 2017, tendo abrangido produtos como canecas, bolsas, lençóis, artigos de papelaria e brinquedos - todos protegidos por direitos de propriedade intelectual pertencentes à Nike - e os clubes FC Barcelona, Manchester United, Juventus, Inter de Milão e AS Roma, além de federações como a Federação Francesa de Futebol.
Enquanto empresa de roupa desportiva, a Nike é das principais marcas patrocinadoras de clubes de futebol, nomeadamente na Europa, mas também atua como intermediária concedendo a terceiros a licença de produção e distribuição de produtos de 'merchandising' destas equipas, sendo sobre esta última atividade que incide a multa.
"Os fãs de futebol costumam valorizar os produtos de marca das suas equipas favoritas, como camisolas ou cachecóis. A Nike impediu que muitos dos seus parceiros autorizados vendessem esses produtos num país diferente" do EEE, explica na nota a comissária europeia responsável pela área da Concorrência, Margrethe Vestager.
De acordo com Margrethe Vestager, "a decisão de hoje garante que os retalhistas e os consumidores podem aproveitar ao máximo um dos principais benefícios do mercado único, a possibilidade de comprar em toda a Europa".
A medida surge, também, para garantir "uma maior variedade de produtos e melhores ofertas", adianta a responsável.
Nesta investigação, Bruxelas detetou que "os acordos de distribuição e licenciamento não exclusivo da Nike violavam as regras de concorrência da União Europeia", desde logo porque a empresa norte-americana "impôs uma série de medidas diretas que restringem as vendas fora do território", isto aquando da celebração dos contratos com comerciantes autorizados.
Ao mesmo tempo, a empresa "aplicou medidas indiretas para implementar as restrições fora do território, por exemplo, ameaçando os comerciantes autorizados com o fim do contrato se vendessem fora do território ou recusando-se a fornecer o símbolo de produto oficial se receasse que as vendas pudessem ser direcionadas para outros territórios".
Para calcular a multa, a Comissão Europeia teve em conta as receitas relativas às vendas destes produtos, a gravidade da infração e a sua duração, mas também o facto de a Nike ter cooperado durante a investigação, o que garantiu uma redução de 40% no valor final.
Esta verba será, depois, usada para atenuar as comparticipações dos Estados-membros no orçamento geral da UE.
in TSF
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos links abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 24 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 24 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos links abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 24 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 24 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Há coisas que muito nos surpreendem.
Esta é uma delas.
Aliás, duas delas.
Uma tartaruga gigante das Galápagos, estava classificada como extinta e foi descoberta na ilha de Fernandina.
A maior abelha do mundo, desaparecida há 38 anos, foi encontrada na Indonésia.
O que se passa com os animais?
Escondem-se e depois aparecem de surpresa?
Uma vista de olhos por estes dois espécimes raros.
A abelha gigante Wallace foi encontrada por biólogos dentro de um ninho de térmitas, ela que pode atingir quatro centímetros de comprimento.
Relativamente à tartaruga, pensava-se que tinha desaparecido há mais de um século, mas foi descoberta pelo governo equatoriano, tratando-se de uma fêmea que se acredita ter mais de 100 anos.
Acho que já percebi porque motivo estes animais se escondem durante tanto tempo.
Deve ser por terem vergonha do que os seres humanos fazem aos seus habitats naturais.
Esta é uma delas.
Aliás, duas delas.
Uma tartaruga gigante das Galápagos, estava classificada como extinta e foi descoberta na ilha de Fernandina.
A maior abelha do mundo, desaparecida há 38 anos, foi encontrada na Indonésia.
O que se passa com os animais?
Escondem-se e depois aparecem de surpresa?
Uma vista de olhos por estes dois espécimes raros.
A abelha gigante Wallace foi encontrada por biólogos dentro de um ninho de térmitas, ela que pode atingir quatro centímetros de comprimento.
Relativamente à tartaruga, pensava-se que tinha desaparecido há mais de um século, mas foi descoberta pelo governo equatoriano, tratando-se de uma fêmea que se acredita ter mais de 100 anos.
Acho que já percebi porque motivo estes animais se escondem durante tanto tempo.
Deve ser por terem vergonha do que os seres humanos fazem aos seus habitats naturais.
Imagens
Jogo entre os Wests Tigers e os New Zealand Warriors, no estádio Camplelltown em Sydney, Austrália.
24/03/2019
domingo, 24 de março de 2019
Números
Cruzeiro à deriva na costa norueguesa. Quase 500 pessoas resgatadas
Há cinco helicópteros a participar na operação de resgate ao largo da Noruega. Já foram retirados 479 passageiros.
O navio de cruzeiro com mais de 1.300 passageiros que se encontra à deriva na costa norueguesa conseguiu reiniciar três dos seus quatro motores e será rebocado ainda hoje para um porto nas proximidades, anunciaram as autoridades norueguesas.
Até ao momento, foram retirados 479 passageiros, 20 dos quais foram transferidos para o hospital, devido a ferimentos. Como o navio está a ser rebocado para o porto de Molde, o transporte aéreo de passageiros - maioritariamente dos EUA e da Grã-Bretanha - foi entretanto suspenso.
Os rebocadores, que se encontram na parte da frente e de trás da embarcação, estão a rebocar o navio a uma velocidade de 13 quilómetros por hora, sendo que este se situava a cerca de 80 quilómetros do porto, que fica na costa oeste da Noruega.
Segundo um porta-voz das operações de resgate, citado pela Reuters, "o capitão diz que considera segura a situação dos passageiros a bordo".
Em comunicado, a Cruz Vermelha adiantou que muitos passageiros ficaram traumatizados com o episódio, pelo que vão precisar de apoio quando chegarem a terra.
Neste momento, estão a ser organizadas as viagens dos passageiros para casa, sendo expectável que os primeiros a ser retirados regressem ainda hoje. Segundo as informações da televisão pública norueguesa NRK, o navio poderá demorar cerca de quatro horas até chegar a terra.
Os serviços de resgate norueguês relataram na sua conta no Twitter que há cinco helicópteros a participar na operação, bem como um número indeterminado de embarcações.
"O navio de cruzeiro Viking Sky enviou um sinal de socorro indicando problemas no motor numa situação de mau tempo. Enviámos vários helicópteros e barcos para a área", disseram os serviços de resgate do condado de Møre em comunicado.
Enquanto esperavam pelo resgate, alguns passageiros foram partilhando fotografias e vídeos no interior do navio.
in TSF
O navio de cruzeiro com mais de 1.300 passageiros que se encontra à deriva na costa norueguesa conseguiu reiniciar três dos seus quatro motores e será rebocado ainda hoje para um porto nas proximidades, anunciaram as autoridades norueguesas.
Até ao momento, foram retirados 479 passageiros, 20 dos quais foram transferidos para o hospital, devido a ferimentos. Como o navio está a ser rebocado para o porto de Molde, o transporte aéreo de passageiros - maioritariamente dos EUA e da Grã-Bretanha - foi entretanto suspenso.
Os rebocadores, que se encontram na parte da frente e de trás da embarcação, estão a rebocar o navio a uma velocidade de 13 quilómetros por hora, sendo que este se situava a cerca de 80 quilómetros do porto, que fica na costa oeste da Noruega.
Segundo um porta-voz das operações de resgate, citado pela Reuters, "o capitão diz que considera segura a situação dos passageiros a bordo".
Em comunicado, a Cruz Vermelha adiantou que muitos passageiros ficaram traumatizados com o episódio, pelo que vão precisar de apoio quando chegarem a terra.
Neste momento, estão a ser organizadas as viagens dos passageiros para casa, sendo expectável que os primeiros a ser retirados regressem ainda hoje. Segundo as informações da televisão pública norueguesa NRK, o navio poderá demorar cerca de quatro horas até chegar a terra.
Os serviços de resgate norueguês relataram na sua conta no Twitter que há cinco helicópteros a participar na operação, bem como um número indeterminado de embarcações.
"O navio de cruzeiro Viking Sky enviou um sinal de socorro indicando problemas no motor numa situação de mau tempo. Enviámos vários helicópteros e barcos para a área", disseram os serviços de resgate do condado de Møre em comunicado.
Enquanto esperavam pelo resgate, alguns passageiros foram partilhando fotografias e vídeos no interior do navio.
in TSF
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