terça-feira, 26 de março de 2019
Números
Défice de 0,5% em 2018: abaixo da previsão do Governo
O défice de 2018 foi confirmado em 0,5% do PIB.
De acordo com os dados divulgados esta
terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) na notificação à
União Europeia no quadro dos Procedimentos por Défices Excessivos, o
INE mostra que o défice do ano passado foi de 0,5% do PIB.
"De acordo com os resultados provisórios obtidos neste exercício, em 2018 a necessidade de financiamento das Administrações Públicas (AP) atingiu 912,8 milhões de euros, o que correspondeu a 0,5% do PIB (3,0% em 2017)", pode ler-se no comunicado do INE.
De acordo com o INE, "um dos principais ajustamentos ao saldo de contabilidade pública corresponde à rubrica 'outros ajustamentos' que, em 2017, inclui o montante de 3 944 milhões de euros da operação extraordinária de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD)," valor que não se repetiu no ano passado.
Entretanto, os dados provisórios para este ano situam o défice de 2019 em 0,2% do PIB, um valor em linha com o Governo. Mas este valor não acomoda a utilização de 1149 milhões de euros em 2019 no Fundo de Resolução do Novo Banco, dos quais 400 milhões de euros já estão previstos no Orçamento do Estado para este ano e que de acordo com o Conselho das Finanças Públicas vão ter impacto nas contas nacionais.
No mês passado (fevereiro 2019), o ministro das Finanças, Mário Centeno, disse no parlamento que o défice orçamental de 2018 ficou próximo de 0,6% do PIB, e assim revia em baixa a última estimativa do executivo que era de 0,7%. Mas o cálculo do INE é o valor que conta para que Bruxelas avalie se as regras europeias estão a ser cumpridas.
A primeira Notificação do Procedimento de Défices Excessivos (PDE) de 2018, que inclui o valor do défice orçamental do conjunto do ano passado apurado em contas nacionais vai ser enviado pelo INE para a Comissão Europeia.
in TSF
"De acordo com os resultados provisórios obtidos neste exercício, em 2018 a necessidade de financiamento das Administrações Públicas (AP) atingiu 912,8 milhões de euros, o que correspondeu a 0,5% do PIB (3,0% em 2017)", pode ler-se no comunicado do INE.
De acordo com o INE, "um dos principais ajustamentos ao saldo de contabilidade pública corresponde à rubrica 'outros ajustamentos' que, em 2017, inclui o montante de 3 944 milhões de euros da operação extraordinária de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD)," valor que não se repetiu no ano passado.
Entretanto, os dados provisórios para este ano situam o défice de 2019 em 0,2% do PIB, um valor em linha com o Governo. Mas este valor não acomoda a utilização de 1149 milhões de euros em 2019 no Fundo de Resolução do Novo Banco, dos quais 400 milhões de euros já estão previstos no Orçamento do Estado para este ano e que de acordo com o Conselho das Finanças Públicas vão ter impacto nas contas nacionais.
No mês passado (fevereiro 2019), o ministro das Finanças, Mário Centeno, disse no parlamento que o défice orçamental de 2018 ficou próximo de 0,6% do PIB, e assim revia em baixa a última estimativa do executivo que era de 0,7%. Mas o cálculo do INE é o valor que conta para que Bruxelas avalie se as regras europeias estão a ser cumpridas.
A primeira Notificação do Procedimento de Défices Excessivos (PDE) de 2018, que inclui o valor do défice orçamental do conjunto do ano passado apurado em contas nacionais vai ser enviado pelo INE para a Comissão Europeia.
in TSF
Um olhar alentejano
Este era um texto que devia falar de delay, mas como eu não gosto de inglesices, vai falar de atraso.
Vou falar de futebol e resultados.
Quando comecei a ir ao futebol no velhinho estádio da Luz, todos os jogos eram às três da tarde.
Havia lá um enorme placard, por cima do marcador, onde um funcionário ia colocando o resultado dos 13 jogos que contavam para o totobola.
Cada vez que havia um golo, lá era mudada a placa.
Mais tarde os jogos mudaram de hora e, paulatinamente, começaram a dar na televisão.
Quando estava em casa, o jogo era visto na TV, com o som do relato na rádio.
Tudo chegava bem sincronizado.
Chegou a era digital e tive de desistir, pois a diferença entre o som e a imagem era incompatível.
Atualmente a dificuldade é outra.
Existem diversas aplicações para telemóveis espertos que apitam quando há golo, informação que chega quase sempre primeiro que o golo na televisão.
Mas o VAR trouxe mais uma novidade.
Não estou a ver o jogo, o telemóvel apita e diz que é golo.
Faço a festa, mas aparece aquela informação irritante: Correção da pontuação.
O mesmo que acontece muitas vezes dentro do campo.
Coisas do delay ... correção ... do atraso.
Vou falar de futebol e resultados.
Quando comecei a ir ao futebol no velhinho estádio da Luz, todos os jogos eram às três da tarde.
Havia lá um enorme placard, por cima do marcador, onde um funcionário ia colocando o resultado dos 13 jogos que contavam para o totobola.
Cada vez que havia um golo, lá era mudada a placa.
Mais tarde os jogos mudaram de hora e, paulatinamente, começaram a dar na televisão.
Quando estava em casa, o jogo era visto na TV, com o som do relato na rádio.
Tudo chegava bem sincronizado.
Chegou a era digital e tive de desistir, pois a diferença entre o som e a imagem era incompatível.
Atualmente a dificuldade é outra.
Existem diversas aplicações para telemóveis espertos que apitam quando há golo, informação que chega quase sempre primeiro que o golo na televisão.
Mas o VAR trouxe mais uma novidade.
Não estou a ver o jogo, o telemóvel apita e diz que é golo.
Faço a festa, mas aparece aquela informação irritante: Correção da pontuação.
O mesmo que acontece muitas vezes dentro do campo.
Coisas do delay ... correção ... do atraso.
segunda-feira, 25 de março de 2019
Nação Valente
Segundo jogo da fase de apuramento para o Euro'2020, receção à Sérvia, na Luz, partida que ganhou, ainda maior importância depois do empate com a Ucrânia na última 6ª feira.
A nossa primeira parte não foi brilhante. Sofremos cedo um golo de penalty, Ronaldo saiu lesionado aos 30 minutos, mas ainda conseguimos empatar com um grande golo de Danilo.
Rui Patrício e companhia passaram vários sustos, mas também podíamos ter marcado, pelo que o empate se aceitava.
Na segunda metade Portugal melhorou um bocadinho, andou várias vezes perto do golo, mas faltou discernimento na hora da decisão.
Para ajudar à festa, um polaco de nome arrevesado marcou um penalty - que existiu - contra a Sérvia, perante os protestos voltou atrás, aparentemente por indicação do auxiliar que estava do lado contrário, mas em vez de marcar pontapé de canto, pois o corte com o braço saiu pela linha final, recomeçou o jogo com uma bola ao solo.
Contas complicadas, como é habitual por estas bandas.
A nossa primeira parte não foi brilhante. Sofremos cedo um golo de penalty, Ronaldo saiu lesionado aos 30 minutos, mas ainda conseguimos empatar com um grande golo de Danilo.
Rui Patrício e companhia passaram vários sustos, mas também podíamos ter marcado, pelo que o empate se aceitava.
Na segunda metade Portugal melhorou um bocadinho, andou várias vezes perto do golo, mas faltou discernimento na hora da decisão.
Para ajudar à festa, um polaco de nome arrevesado marcou um penalty - que existiu - contra a Sérvia, perante os protestos voltou atrás, aparentemente por indicação do auxiliar que estava do lado contrário, mas em vez de marcar pontapé de canto, pois o corte com o braço saiu pela linha final, recomeçou o jogo com uma bola ao solo.
Contas complicadas, como é habitual por estas bandas.
Top of Comercial
A Comercial tem o TNT - Todos No Top - que divulga ao domingo as 20 músicas mais votadas durante a semana.
Na 2ª feira, ao final do dia, o Tio Jorge trás o podium do dia anterior.
Na 2ª feira, ao final do dia, o Tio Jorge trás o podium do dia anterior.
1º Bad Liar
Imagine Dragons
2º Always Remember Us this Way
Lady Gaga
3ª Come Alive
Years & Years, Jess Glynne
Outros Mundos d'A Bola
Depois de ter sido acusado de abusar de dois rapazes, sucedem-se as criticas e os apoios a Michael Jackson.
Desta vez foi Diana Ross, que era muito próxima do artista, que vem defendê-lo.
Em Sintra temos um problema que mete um cavalo, Basilio Horta e Madonna. Estão todos muito indignados, menos o bicho.
Vai subindo o número de mortos em Moçambique, na sequência do ciclone Idai, com mais de meio milhão de pessoas desalojadas.
Já não vai sendo notícia, porque se repete quase semanalmente. Mais uma 2ª feira e novo aumento do preço da gasolina, sendo que o preço do gasóleo se deve manter.
Em Madrid milhares de pessoas manifestaram-se contra o aborto, que em Espanha é permitido até às 14 semanas.
Desta vez foi Diana Ross, que era muito próxima do artista, que vem defendê-lo.
Em Sintra temos um problema que mete um cavalo, Basilio Horta e Madonna. Estão todos muito indignados, menos o bicho.
Vai subindo o número de mortos em Moçambique, na sequência do ciclone Idai, com mais de meio milhão de pessoas desalojadas.
Já não vai sendo notícia, porque se repete quase semanalmente. Mais uma 2ª feira e novo aumento do preço da gasolina, sendo que o preço do gasóleo se deve manter.
Em Madrid milhares de pessoas manifestaram-se contra o aborto, que em Espanha é permitido até às 14 semanas.
Uma de hoje
Espanha e a falta de chuva transformaram o rio Tejo numa ribeira (que se atravessa a pé)
Números
Multa milionária para a Nike por proibir venda de produtos de clubes
A
Comissão Europeia anunciou uma multa de 12,5 milhões de euros à empresa
norte-americana Nike por ter proibido a comerciantes autorizados a
venda de produtos oficiais de clubes e federações de futebol noutros
países da Europa.
A multa deve-se à proibição imposta
pela companhia de "os comerciantes venderem produtos oficiais para
outros países do Espaço Económico Europeu [EEE]", restrição que afetou
"produtos de 'merchandising' de alguns dos clubes e federações de
futebol mais conhecidos da Europa, sobre os quais a Nike detém a
licença", justifica Bruxelas em comunicado.
Em causa está uma investigação aberta pela Comissão Europeia há dois anos, que concluiu que estas práticas ilegais de concorrência duraram 13 anos, entre 1 de julho de 2004 até 27 de outubro de 2017, tendo abrangido produtos como canecas, bolsas, lençóis, artigos de papelaria e brinquedos - todos protegidos por direitos de propriedade intelectual pertencentes à Nike - e os clubes FC Barcelona, Manchester United, Juventus, Inter de Milão e AS Roma, além de federações como a Federação Francesa de Futebol.
Enquanto empresa de roupa desportiva, a Nike é das principais marcas patrocinadoras de clubes de futebol, nomeadamente na Europa, mas também atua como intermediária concedendo a terceiros a licença de produção e distribuição de produtos de 'merchandising' destas equipas, sendo sobre esta última atividade que incide a multa.
"Os fãs de futebol costumam valorizar os produtos de marca das suas equipas favoritas, como camisolas ou cachecóis. A Nike impediu que muitos dos seus parceiros autorizados vendessem esses produtos num país diferente" do EEE, explica na nota a comissária europeia responsável pela área da Concorrência, Margrethe Vestager.
De acordo com Margrethe Vestager, "a decisão de hoje garante que os retalhistas e os consumidores podem aproveitar ao máximo um dos principais benefícios do mercado único, a possibilidade de comprar em toda a Europa".
A medida surge, também, para garantir "uma maior variedade de produtos e melhores ofertas", adianta a responsável.
Nesta investigação, Bruxelas detetou que "os acordos de distribuição e licenciamento não exclusivo da Nike violavam as regras de concorrência da União Europeia", desde logo porque a empresa norte-americana "impôs uma série de medidas diretas que restringem as vendas fora do território", isto aquando da celebração dos contratos com comerciantes autorizados.
Ao mesmo tempo, a empresa "aplicou medidas indiretas para implementar as restrições fora do território, por exemplo, ameaçando os comerciantes autorizados com o fim do contrato se vendessem fora do território ou recusando-se a fornecer o símbolo de produto oficial se receasse que as vendas pudessem ser direcionadas para outros territórios".
Para calcular a multa, a Comissão Europeia teve em conta as receitas relativas às vendas destes produtos, a gravidade da infração e a sua duração, mas também o facto de a Nike ter cooperado durante a investigação, o que garantiu uma redução de 40% no valor final.
Esta verba será, depois, usada para atenuar as comparticipações dos Estados-membros no orçamento geral da UE.
in TSF
Em causa está uma investigação aberta pela Comissão Europeia há dois anos, que concluiu que estas práticas ilegais de concorrência duraram 13 anos, entre 1 de julho de 2004 até 27 de outubro de 2017, tendo abrangido produtos como canecas, bolsas, lençóis, artigos de papelaria e brinquedos - todos protegidos por direitos de propriedade intelectual pertencentes à Nike - e os clubes FC Barcelona, Manchester United, Juventus, Inter de Milão e AS Roma, além de federações como a Federação Francesa de Futebol.
Enquanto empresa de roupa desportiva, a Nike é das principais marcas patrocinadoras de clubes de futebol, nomeadamente na Europa, mas também atua como intermediária concedendo a terceiros a licença de produção e distribuição de produtos de 'merchandising' destas equipas, sendo sobre esta última atividade que incide a multa.
"Os fãs de futebol costumam valorizar os produtos de marca das suas equipas favoritas, como camisolas ou cachecóis. A Nike impediu que muitos dos seus parceiros autorizados vendessem esses produtos num país diferente" do EEE, explica na nota a comissária europeia responsável pela área da Concorrência, Margrethe Vestager.
De acordo com Margrethe Vestager, "a decisão de hoje garante que os retalhistas e os consumidores podem aproveitar ao máximo um dos principais benefícios do mercado único, a possibilidade de comprar em toda a Europa".
A medida surge, também, para garantir "uma maior variedade de produtos e melhores ofertas", adianta a responsável.
Nesta investigação, Bruxelas detetou que "os acordos de distribuição e licenciamento não exclusivo da Nike violavam as regras de concorrência da União Europeia", desde logo porque a empresa norte-americana "impôs uma série de medidas diretas que restringem as vendas fora do território", isto aquando da celebração dos contratos com comerciantes autorizados.
Ao mesmo tempo, a empresa "aplicou medidas indiretas para implementar as restrições fora do território, por exemplo, ameaçando os comerciantes autorizados com o fim do contrato se vendessem fora do território ou recusando-se a fornecer o símbolo de produto oficial se receasse que as vendas pudessem ser direcionadas para outros territórios".
Para calcular a multa, a Comissão Europeia teve em conta as receitas relativas às vendas destes produtos, a gravidade da infração e a sua duração, mas também o facto de a Nike ter cooperado durante a investigação, o que garantiu uma redução de 40% no valor final.
Esta verba será, depois, usada para atenuar as comparticipações dos Estados-membros no orçamento geral da UE.
in TSF
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