O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Um olhar alentejano
Em vez de tentar arranjar uma boa mentira para o 1º de abril, resolvi procurar a origem deste hábito, onde se procura uma boa peta para enganar o maior número de pessoas.
Há várias explicações para o Dia das Mentiras ser nesta data, mas aquela que reúne mais consenso tem a ver com o Ano Novo.
Em várias culturas a entrada do novo ano era festejada a 1 de abril, por ser uma data próxima do equinócio da primavera.
Assim foi até ao século XVI, mas em 1582 o Papa Gregório decidiu adotar um novo calendário, o gregoriano, onde o Ano Novo era festejado a 1 de janeiro.
Muito recusaram viver com as novas regras e continuaram a fazer os festejos a 1 de abril.
Essas pessoas começaram a ser objeto de piadas e eram alcunhados de tolos que viviam numa mentira.
São inúmeras as patranhas que se pregam nesta data e fui à procura de uma bem engraçada.
Uma das mais bem sucedidas teve como protagonista Thomas Edison, esse mesmo, o inventor da lâmpada elétrica.
O jornal nova-iorquino Graphic noticiou que Edison tinha inventado uma máquina que transformava a água em vinho. Vários jornais acreditaram na história e publicaram-na.
Uma máquina que teria imensa saída por cá!
Há várias explicações para o Dia das Mentiras ser nesta data, mas aquela que reúne mais consenso tem a ver com o Ano Novo.
Em várias culturas a entrada do novo ano era festejada a 1 de abril, por ser uma data próxima do equinócio da primavera.
Assim foi até ao século XVI, mas em 1582 o Papa Gregório decidiu adotar um novo calendário, o gregoriano, onde o Ano Novo era festejado a 1 de janeiro.
Muito recusaram viver com as novas regras e continuaram a fazer os festejos a 1 de abril.
Essas pessoas começaram a ser objeto de piadas e eram alcunhados de tolos que viviam numa mentira.
São inúmeras as patranhas que se pregam nesta data e fui à procura de uma bem engraçada.
Uma das mais bem sucedidas teve como protagonista Thomas Edison, esse mesmo, o inventor da lâmpada elétrica.
O jornal nova-iorquino Graphic noticiou que Edison tinha inventado uma máquina que transformava a água em vinho. Vários jornais acreditaram na história e publicaram-na.
Uma máquina que teria imensa saída por cá!
Imagens
Jogo do campeonato australiano entre os Western Sydney Wanderers e os Melbourne City, em Sydney.
30/03/2019
domingo, 31 de março de 2019
Miguel Red Bull
Depois da estreia, em 1988, de Felisberto Teixeira no GP de Espanha em 500 cc, Miguel Oliveira integra a equipa Red Bull KTM Tech3.
Vou acompanhar a prestação do Miguel, na sua KTM número 88, à maneira do Tio Jorge.
GP do Qatar
GP da Argentina
GERAL
Pedalando por aí
99th Volta Ciclista a Catalunya (2.UWT)
Stage 7 » Barcelona › Barcelona (143.1k)
GERAL FINAL
81st Gent-Wevelgem in Flanders Fields (1.UWT)
One day race » Deinze › Wevelgem (251.5k)
Stage 7 » Barcelona › Barcelona (143.1k)
GERAL FINAL
81st Gent-Wevelgem in Flanders Fields (1.UWT)
One day race » Deinze › Wevelgem (251.5k)
Números
Já está! Seis milhões assinaram petição para revogar Brexit
Na segunda-feira, o Parlamento britânico vai debater o texto, que o Governo de Londres já disse não cumprir. Petição nasceu por causa da "demissão do Parlamento" em relação "a metade do eleitorado".
Já chegou aos seis milhões de assinaturas a petição que exige a revogação do Artigo 50.º, que estabelece o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia. Pelas 10.00 deste domingo, na véspera da discussão no Parlamento britânico, que é esta segunda-feira, 1 de abril, a petição passou a marca dos seis milhões, mas o Governo de Londres já respondeu que não vai acatar o pedido dos cidadãos.
A autora da petição, Margaret Georgiadou, que esperava eventualmente atingir uns dez mil subscritores, argumentou num texto no Independent que esteve à espera "que alguém desafiasse efetivamente a mentira de que o Brexit era 'a vontade do povo', mas esse alguém não chegou. Então decidi tentar ser esse alguém".
A britânica defende que "a génese da petição está numa raiva frustrada", perante "a demissão do Parlamento" em relação "a metade do eleitorado". "Um grito silencioso, se quiser, já que aqueles que detêm opiniões contrárias aos do governo e que foram rotulados de traidores e inimigos do povo."
Margaret Georgiadou replica que "ninguém no Governo se preocupou com os restantes" eleitores: "Nós éramos educados, fazíamos marchas pacíficas, éramos razoáveis e não nos revoltávamos. Assim, os Leavers e os Remainers foram deixados a lutar entre si, numa tática também conhecida de dividir para reinar, todos encorajados a culpar a UE pelos nossos problemas infligidos pelo governo."
Segundo o executivo de Theresa May, na resposta dada ao Parlamento, em 26 de março, "continua a ser firme a política do Governo de não revogar o Artigo 50.º. Honraremos o resultado do referendo de 2016 e trabalharemos para entregar uma saída que beneficie a todos, quer tenham votado Leave (sair da UE) ou Remain (permanecer na UE)".
Para o executivo, respeitar o pedido da petição, que é o de "revogar o Artigo 50.º, e assim permanecer na União Europeia, prejudicaria tanto a nossa democracia quanto a confiança depositada por milhões de eleitores no Governo".
Na resposta, o gabinete de Theresa May reconhece "o número considerável de pessoas que assinaram esta petição", mas sublinha que "cerca de três quartos do eleitorado participaram do referendo de 2016, confiando que o resultado seria respeitado".
No texto diz-se que o "governo escreveu a todas as famílias antes do referendo, prometendo que o resultado do referendo seria implementado". Para os governantes, "17,4 milhões de pessoas votaram então para deixar a União Europeia, fornecendo o maior mandato democrático para qualquer ação já dirigida ao governo do Reino Unido".
in DN
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