terça-feira, 2 de abril de 2019

Outros Mundos d'A Bola

"Uma bomba-relógio prestes a detonar a qualquer momento", assim define o PSD o estado do país, que vai ser debatido no Parlamento.
Esperemos que seja como o Diabo do Passos Coelho.

A Dívida Pública de Portugal subiu em fevereiro, confirmou o Banco de Portugal.
Será de confiar no BdP?

A seca em Portugal vai ser frequente, diz o IPMA, que afirma que termos no verão alfaces mais caras que o bife na praça, não será impossível, alertando, também, para a necessidade de uma "boa gestão da água".

Relatório Anual de Segurança Interna refere que dois terços dos inquéritos relativos à violência doméstica são arquivados.

Os argentinos saíram à rua para gritar contra a ditadura militar, no aniversário do golpe de 1976, também uma forma de criticar a recente atitude de Jair Bolsonaro.

Marroquino que está a ser julgado em Portugal por terrorismo, diz que é uma "cabala" e que "parece filme de Hollywood".

Uma de hoje

Finlândia acusa Portugal de violar espaço aéreo do país

Um avião português terá violado o espaço aéreo da Finlândia. Força aérea portuguesa está a investigar.

in TSF

Números

"Posso deitar abaixo o Governo em 15 dias." O alerta para a ciber(in)segurança em Portugal

O professor e engenheiro informático José Tribolet alerta que "a fragilidade" dos "sistemas vitais é assustadora" em Portugal e ironiza que "com 100 mil euros e uma pequena equipa" deitava "abaixo um governo em 15 dias".

Em termos de cibersegurança, "a fragilidade dos nossos sistemas vitais, os sistemas críticos que fazem a sociedade funcionar, é assustadora", afirmou, em entrevista à Lusa, o presidente do Departamento de Engenharia Informática do IST de Lisboa e fundador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Investigação e Desenvolvimento (INESC).

Para "quem saiba criar perturbações", se "em vez de criar uma perturbação, criar quatro, cinco, seis ou sete e a repetir massivamente durante uma semana, não há nenhum governo que resista", afirmou, evitando dar exemplos práticos por que "não é apropriado", sublinhando, porém, que as forças de segurança em Portugal conhecem estes riscos.

E "é evidente que não há nenhuma medida de proteção tipo milagre de Fátima" nem para Portugal nem para os restantes países, acrescentou.

Sendo certo que este tipo de "ataques" cibernéticos "não tem nada a ver com grandes potências nem exige muito dinheiro", pode ser feito por pequenos grupos de pessoas, o que justifica a sua frase: "Eu, com 100 mil euros e uma pequena equipa, deito abaixo o governo deste país em 15 dias."

Para o professor universitário, que foi investigador no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, Portugal sofre de uma "falta de pensamento" na cibersegurança.

José Tribolet dá vários exemplos, a começar na administração pública, onde "não há um inventário" dos sistemas, de equipamentos, das instalações ou até dos técnicos.

A informação das conservatórias dos registos "tem de estar protegida" e, na administração pública, hoje está "tudo desconjuntado".
"Hoje em dia, essa informação está guardada em bancos de dados que não estão ligados a nada. Têm de estar numa cave, algures numa gruta, bem protegidos fisicamente", disse.

Depois, numa lógica quase militar nesta guerra de defesa cibernética, faltam, segundo o professor que foi aluno do Colégio Militar, "oficiais de combate", "comandos" para defenderem as estruturas vitais do país, como a distribuição de eletricidade, água ou telecomunicações.

O professor e fundador do INESC tem um plano, desde 2016, para fazer formação nesta área da segurança, mas não tem tido candidatos e a razão é simples: os alunos que saem das universidades portuguesas em áreas como engenharia informática ou engenharia de redes ou sistemas e computadores não têm falta de emprego.

A solução passa, por isso, por envolver, num curso pago, as cerca de 40 empresas, públicas e privadas, que operam sistemas sob concessão, nas águas, gás, eletricidade, transporte.

"Se cada um desses operadores se comprometer a recrutar" a formação de um técnico, por semestre, num curso do Instituto Superior Técnico (IST), então, durante quatro anos serão 320 os técnicos formados nesta área da cibersegurança.

Não são "precisos acordos ou criar institutos" e "o Estado não precisa de meter dinheiro nisto", afirmou.

Prestes a fazer 70 anos e a reformar-se, José Tribolet faz uma definição "sui generis" da sua ideia e do curso: "Isto é o trivial, é necessário e não há tempo a perder. É uma daquelas ideias à Tribolet. Na minha vida, felizmente que vou fazer 70 anos e vou-me reformar da universidade este ano, metade das ideias estúpidas que tive cumpriram-se e tiveram sucesso. Sou um homem feliz", concluiu.

Abba Mia!

Fernando


 

Frio, mas bom

Charlie Brown


Caderneta de Cromos

Cromo 81 - Bud Spencer era italiano



Um olhar alentejano

Por cá temos o hábito de elogiarmos tudo o que se faz lá fora, da mesma forma que somos muito críticos com as organizações internas.
Vejam lá esta história que aconteceu na Bélgica há um mês.
Realizou-se a 74ª edição da Omloop Het Nieuwsblad, uma prova de ciclismo de um dia, nos escalões feminino e masculino.
Os homens partiram 10 minutos antes das senhoras, sendo que 7 quilómetros depois da partida a ciclista suíça Nicole Hanselmann atacou, ganhou vantagem e aos 30 quilómetros já tinha 2 minutos de avanço.
Foi aí que aconteceu o insólito.
A organização mandou-a parar, para repor a diferença entre o pelotão masculino e o feminino.
Nicole partilhou o momento no Instagram "Ataquei no início da prova e estava sozinha ... mas depois aconteceu um momento estranho e eu quase vi as costas do pelotão dos homens. Se calhar eu e as outras mulheres estávamos muito rápidas ou os homens muito lentos".
Esteve parada à espera do pelotão feminino e quando retomou a prova já não estava com a mesma força.
"Foi triste para mim porque estava a sentir-me bem e o grupo quando me viu parada ganhou nova motivação".
Não se esqueçam que estamos a falar duma prova da UCI World Tour.
Inacreditável!
E o que aconteceu à Nicole Hanselmann?
Acabou a prova no 74º lugar. 

Quem faz anos hoje?

David Ferrer - 37 anos
Adam Rodriguez - 44 anos 
 Linford Christie - 59 anos

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura

Mixórdia Alves Fernandes

O Champion teve um fim de semana muito difícil e mereceu uma dispensa do Pedro Ribeiro para 2ª feira.
Recuperemos uma mixórdia já passada.

Remédio caseiro para birras infantis


Sensual


Imagens


O colombiano Egan Bernal (Team Sky) termina a pé uma etapa da Volta à Catalunha.

29/03/2019

O disco no gelo

Os cestos da NBA

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Top of Comercial

1º Bad Liar
Imagine Dragons
Why
Shawn Mendes, Leon Bridges
Come Alive
Years & Years, Jess Glynne

Talento aos Pontapés

De Madrugada (Tu & Eu)

 

Uma de hoje

Ucrânia. Comediante leva larga vantagem para a segunda volta

Inexperiente na política, o comediante Volodymyr Zelensky ficou muito à frente na primeira volta das eleições presidenciais ucranianas, assumindo uma posição forte para a segunda volta, que está prevista para 21 de abril contra o atual presidente Petro Poroshenko.

in DN

Números

Adidas vai produzir 11 milhões de ténis com lixo dos oceanos

Marca alemã começou a produzir ténis com plástico - que representa quase 80 por cento do lixo marinho - em 2017
 
A Adidas anunciou que vai duplicar a produção de ténis feitos a partir do plástico retirado dos oceanos e promete produzir 11 milhões de pares.

Eric Liedtke, do conselho executivo da marca, disse que esta decisão é uma resposta aos consumidores, que estão cada vez mais preocupados com o ambiente e com aquilo que compram. Segundo dados divulgados pelas Nações Unidas, o plástico representa 80% do lixo marinho - a estimativa é que em 2050 haja mais resíduos nos mares do que peixes.

Nos últimos dois anos, a marca desportiva vendeu cerca de seis milhões de ténis produzidos com esta matéria-prima.

Desde 2015 que a Adidas trabalha em estreita colaboração com ambientalistas. Em 2016 a Adidas fez uma parceria com a Parley, empresa norte-americana que aposta no uso de plástico reciclado. Nessa altura, a gigante alemã anunciou que até 2024 todos os seus produtos deverão conter plástico reciclado.

Por outro lado, a Adidas tem uma parceira com a estilista britânica Stella McCartney, conhecida pelas suas preocupações ambientais.

Os primeiros ténis feitos de lixo dos mares foram lançados em 2017 - só nesse ano vendeu-se um milhão de pares e aquela que era para ser uma linha promocional para sensibilizar os consumidores acabou por ficar. O CEO da Adidas, Kasper Rorsted, explicou então que no fabrico de um par de ténis eram usadas 11 garrafas de plástico.

A fase de produção é outra das preocupações da empresa que está a usar materiais sustentáveis com vista a diminuir as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera e a redução de resíduos.

in DN

Abba Mia!

I've Been Waiting For You