sábado, 6 de abril de 2019
Números
GNR desmantela rede ilegal de apostas desportivas centrada no norte do país
Durante
a operação 'Showdown' foram apreendidos veículos, computadores,
máquinas de jogo e telemóveis. No decorrer das diligências, foram ainda
arrestados bens imóveis e contas bancárias no montante de cerca de 292
mil euros.
A GNR anunciou este sábado que
desmantelou uma rede ilegal de apostas desportivas centrada no norte do
país, deteve nove suspeitos, constituiu outros 21 arguidos e apreendeu
50 veículos e 54 dispositivos informáticos.
"A atividade criminosa desmantelada consistia na disponibilização, gestão, pagamento e cobrança de valores relativos a apostas desportivas, as quais eram efetuadas mediante o acesso a sites disponibilizados em estabelecimentos comerciais", explica a Guarda Nacional Republicana (GNR), em comunicado.
Esta força de segurança acrescenta que, durante a operação, denominada de 'Showdown', os militares do Destacamento de Ação Fiscal do Porto apreenderam meia centena de veículos, com um valor estimado de um milhão e 200 mil euros, quatro motociclos, avaliados em 31 mil euros e 54 dispositivos informáticos utilizados na exploração do jogo ilícito e na realização de apostas desportivas online (tablets, discos externos, pen drives e impressoras).
A GNR apreendeu também 36 computadores, sete máquinas de jogo, 24 telemóveis e cerca de quatro mil euros em numerário.
No decorrer das diligências, foram ainda arrestados bens imóveis e contas bancárias no montante de cerca de 292 mil euros.
"No decurso desta operação, na qual foram empenhados 138 militares da Unidade de Ação Fiscal e da Unidade de Intervenção, foram realizadas 41 buscas em diferentes localidades dos distritos de Porto, Braga e Viana do Castelo, 20 das quais a estabelecimentos comerciais, onde eram disponibilizados os acessos aos sites para a prática ilícita de apostas desportivas, cinco a empresas envolvidas na exploração de sites de apostas desportivas, 15 a domicílios e uma a um armazém que funcionava em apoio à atividade ilícita desenvolvida", refere a GNR.
Em simultâneo, indica a nota, foram também realizadas buscas na Áustria e na Alemanha, países aonde se encontravam os servidores utilizados na exploração do jogo ilícito.
"Esta operação, considerando a dimensão transnacional dos ilícitos sob investigação, teve no plano da cooperação policial o patrocínio e o apoio operacional da EUROPOL (Serviço Europeu de Polícia), que disponibilizou também um analista para acompanhar as diligências em território nacional, e, no âmbito da coordenação da cooperação judiciária, a intervenção do EUROJUST (Unidade de Cooperação Judiciária da União Europeia)", conta a GNR.
No decorrer da operação foram detidos nove suspeitos e outros 21 foram constituídos arguidos, tendo sido elaborados nove autos de notícia por exploração ilícita de apostas desportivas e jogos de fortuna e azar.
Os nove detidos, indiciados pelos crimes de exploração ilícita de jogos e apostas online, de associação criminosa e de fraude fiscal qualificada, foram presentes na sexta-feira a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, tendo o juiz de instrução criminal decretado a prisão preventiva a um dos arguidos.
Os restantes oito suspeitos saíram em liberdade mediante o pagamento de caução, disse hoje à agência Lusa fonte da GNR.
A operação decorreu na quinta-feira e esteve a cargo da Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, no âmbito de uma investigação dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto, que visou o desmantelamento de uma rede ilegal de exploração de apostas desportivas.
in TSF
"A atividade criminosa desmantelada consistia na disponibilização, gestão, pagamento e cobrança de valores relativos a apostas desportivas, as quais eram efetuadas mediante o acesso a sites disponibilizados em estabelecimentos comerciais", explica a Guarda Nacional Republicana (GNR), em comunicado.
Esta força de segurança acrescenta que, durante a operação, denominada de 'Showdown', os militares do Destacamento de Ação Fiscal do Porto apreenderam meia centena de veículos, com um valor estimado de um milhão e 200 mil euros, quatro motociclos, avaliados em 31 mil euros e 54 dispositivos informáticos utilizados na exploração do jogo ilícito e na realização de apostas desportivas online (tablets, discos externos, pen drives e impressoras).
A GNR apreendeu também 36 computadores, sete máquinas de jogo, 24 telemóveis e cerca de quatro mil euros em numerário.
No decorrer das diligências, foram ainda arrestados bens imóveis e contas bancárias no montante de cerca de 292 mil euros.
"No decurso desta operação, na qual foram empenhados 138 militares da Unidade de Ação Fiscal e da Unidade de Intervenção, foram realizadas 41 buscas em diferentes localidades dos distritos de Porto, Braga e Viana do Castelo, 20 das quais a estabelecimentos comerciais, onde eram disponibilizados os acessos aos sites para a prática ilícita de apostas desportivas, cinco a empresas envolvidas na exploração de sites de apostas desportivas, 15 a domicílios e uma a um armazém que funcionava em apoio à atividade ilícita desenvolvida", refere a GNR.
Em simultâneo, indica a nota, foram também realizadas buscas na Áustria e na Alemanha, países aonde se encontravam os servidores utilizados na exploração do jogo ilícito.
"Esta operação, considerando a dimensão transnacional dos ilícitos sob investigação, teve no plano da cooperação policial o patrocínio e o apoio operacional da EUROPOL (Serviço Europeu de Polícia), que disponibilizou também um analista para acompanhar as diligências em território nacional, e, no âmbito da coordenação da cooperação judiciária, a intervenção do EUROJUST (Unidade de Cooperação Judiciária da União Europeia)", conta a GNR.
No decorrer da operação foram detidos nove suspeitos e outros 21 foram constituídos arguidos, tendo sido elaborados nove autos de notícia por exploração ilícita de apostas desportivas e jogos de fortuna e azar.
Os nove detidos, indiciados pelos crimes de exploração ilícita de jogos e apostas online, de associação criminosa e de fraude fiscal qualificada, foram presentes na sexta-feira a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, tendo o juiz de instrução criminal decretado a prisão preventiva a um dos arguidos.
Os restantes oito suspeitos saíram em liberdade mediante o pagamento de caução, disse hoje à agência Lusa fonte da GNR.
A operação decorreu na quinta-feira e esteve a cargo da Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, no âmbito de uma investigação dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto, que visou o desmantelamento de uma rede ilegal de exploração de apostas desportivas.
in TSF
Um olhar alentejano
Depois de almoço, quando nos apetece, nos dias de semana - desde que não haja futebol - vemos uma longa metragem.
Sempre gostámos de cinema, mas foram poucas as vezes que fomos aos espaços públicos.
Tudo começou ainda em Alverca onde comecei a ver todos os episódios da Guerra das Estrelas, sendo que o último já vimos cá.
Há dias escolhemos o último da saga Missão: Impossível, o sexto, de nome Fallout e fiquei com vontade de ver os anteriores.
Como a Princesa já os tinha visto, fui à procura deles e já estão todos visionados.
Missão: Impossível 1, 2 e 3, Operação Fantasma e Nação Secreta, todos dentro do mesmo enquadramento, recordando a original Missão: Impossível, uma série de televisão norte-americana que relatava as missões de uma agência governamental secreta conhecida como Impossible Missions Force (IMF), que foi emitida entre 1966 e 1973 pela CBS e que também fez sucesso por cá.
Agora temos o Tom Cruise a dar cabo deles, onde não podem faltar as mulheres bonitas, helicópteros, assim como perseguições de carros e motas.
Uma forma entretida de passar o tempo.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Segundo o relatório preliminar, o sistema automático de compensação do avião terá estado na origem do acidente com o Boeing 737 na Etiópia.
Na Dinamarca os homens que se quiserem divorciar têm que fazer um curso on-line para dissolver o casamento.
A ilha de Komodo na Indonésia vai ser encerrada a turistas, como forma de preservar os dragões, uma espécie em vias de extinção e uma grande atração turística.
Jair Bolsonaro elogiou a polícia pela morte de 11 assaltantes a duas caixa multibanco.
A cantora norte-america Britney Spears decidiu internar-se, de forma voluntária, numa clínica de saúde mental.
Nas rápidas de hoje ficamos a saber que o Sindicato Democrático dos Enfermeiros suspendeu a greve até 16 de abril, a polícia neozelandesa avançou com 50 acusações de homicídio contra Brenton Tarrant e Franquelim Lobo, considerado o maior traficante de droga português, foi ontem entre às autoridades nacionais.
Na Dinamarca os homens que se quiserem divorciar têm que fazer um curso on-line para dissolver o casamento.
A ilha de Komodo na Indonésia vai ser encerrada a turistas, como forma de preservar os dragões, uma espécie em vias de extinção e uma grande atração turística.
Jair Bolsonaro elogiou a polícia pela morte de 11 assaltantes a duas caixa multibanco.
A cantora norte-america Britney Spears decidiu internar-se, de forma voluntária, numa clínica de saúde mental.
Nas rápidas de hoje ficamos a saber que o Sindicato Democrático dos Enfermeiros suspendeu a greve até 16 de abril, a polícia neozelandesa avançou com 50 acusações de homicídio contra Brenton Tarrant e Franquelim Lobo, considerado o maior traficante de droga português, foi ontem entre às autoridades nacionais.
Números
Devolver 40 mil euros por erro nos salários? Governo diz que podem ser pagos em prestações
Um
erro dos serviços da administração pública colocou funcionários a
receber acima do que era devido. Agora que a situação foi detetada, o
Estado pede o dinheiro de volta. Uma situação injusta, dizem os
sindicatos, mas legal, segundo o Ministério das Finanças.
Trabalhadores de diversos institutos públicos podem ter de devolver ao Estado verbas recebidas a mais por causa de um erro na posição remuneratória, no âmbito da mobilidade intercarreiras.
Segundo o jornal Público , só no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) há 18 casos, alguns dos quais podem ter de devolver valores que chegam aos 40 mil euros. Os trabalhadores terão ganho "1.201,48 euros, em vez de receberem 995,51 euros mensais".
"Há funcionários que terão de devolver, no mínimo, 17.301 euros que se referem a seis anos. E há outros que apenas terão de devolver dois anos de salários. Nestas situações, a devolução mínima ronda os 5.700 euros", escreve o Público.
Contudo, os valores variam consoante o trabalho efetuado pelos funcionários, uma vez que, por exemplo, terão de ser contabilizadas verbas referentes às horas extraordinárias.
A situação foi detetada no início do ano, quando a direção dos recursos humanos do INEM, no âmbito de pedidos de consolidação das carreiras, solicitou parecer à Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), que concluiu que havia um erro na posição salarial e que os funcionários deviam repor os valores.
Funcionários do INEM dizem que, assim que forem notificados, tencionam avançar com processos em tribunal e a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP)já veio dizer que estes trabalhadores terão de ser apoiados juridicamente.
Em declarações à TSF, José Abraão, líder da FESAP, classificou a situação como "altamente injusta". "Seria de uma violência enorme estar a pedir agora, passados alguns anos, que os trabalhadores que ganham tão pouco tenham que repor dinheiro de um ato que foi cometido pela administração e do qual não têm culpa nenhuma", defendeu.
O Ministério das Finanças esclarece, em comunicado, que o processo de mobilidade de carreiras é feito "de forma descentralizada" pelos serviços da administração pública, "bastando a anuência do dirigente máximo do serviço e do trabalhador" para que a alteração de posição na carreira se verifique.
"Durante a mobilidade alguns serviços colocaram os trabalhadores em posições remuneratórias, superiores ou inferiores, àquelas em que deveriam ficar, não sendo este processo, nos termos da lei, acompanhado por qualquer organismo externo a esses serviços", indica o comunicado. "As situações detetadas foram comunicadas aos respetivos serviços bem como à IGF [Autoridade de Auditoria], enquanto organismo de controlo", acrescenta ainda.
O Ministério das Finanças sublinha que "sempre que são recebidos valores indevidos compete ao dirigente máximo de cada serviço pugnar pela respetiva cobrança", sendo que "os montantes em causa [podem] ser repostos em prestações".
in TSF
Trabalhadores de diversos institutos públicos podem ter de devolver ao Estado verbas recebidas a mais por causa de um erro na posição remuneratória, no âmbito da mobilidade intercarreiras.
Segundo o jornal Público , só no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) há 18 casos, alguns dos quais podem ter de devolver valores que chegam aos 40 mil euros. Os trabalhadores terão ganho "1.201,48 euros, em vez de receberem 995,51 euros mensais".
"Há funcionários que terão de devolver, no mínimo, 17.301 euros que se referem a seis anos. E há outros que apenas terão de devolver dois anos de salários. Nestas situações, a devolução mínima ronda os 5.700 euros", escreve o Público.
Contudo, os valores variam consoante o trabalho efetuado pelos funcionários, uma vez que, por exemplo, terão de ser contabilizadas verbas referentes às horas extraordinárias.
A situação foi detetada no início do ano, quando a direção dos recursos humanos do INEM, no âmbito de pedidos de consolidação das carreiras, solicitou parecer à Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), que concluiu que havia um erro na posição salarial e que os funcionários deviam repor os valores.
Funcionários do INEM dizem que, assim que forem notificados, tencionam avançar com processos em tribunal e a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP)já veio dizer que estes trabalhadores terão de ser apoiados juridicamente.
Em declarações à TSF, José Abraão, líder da FESAP, classificou a situação como "altamente injusta". "Seria de uma violência enorme estar a pedir agora, passados alguns anos, que os trabalhadores que ganham tão pouco tenham que repor dinheiro de um ato que foi cometido pela administração e do qual não têm culpa nenhuma", defendeu.
O Ministério das Finanças esclarece, em comunicado, que o processo de mobilidade de carreiras é feito "de forma descentralizada" pelos serviços da administração pública, "bastando a anuência do dirigente máximo do serviço e do trabalhador" para que a alteração de posição na carreira se verifique.
"Durante a mobilidade alguns serviços colocaram os trabalhadores em posições remuneratórias, superiores ou inferiores, àquelas em que deveriam ficar, não sendo este processo, nos termos da lei, acompanhado por qualquer organismo externo a esses serviços", indica o comunicado. "As situações detetadas foram comunicadas aos respetivos serviços bem como à IGF [Autoridade de Auditoria], enquanto organismo de controlo", acrescenta ainda.
O Ministério das Finanças sublinha que "sempre que são recebidos valores indevidos compete ao dirigente máximo de cada serviço pugnar pela respetiva cobrança", sendo que "os montantes em causa [podem] ser repostos em prestações".
in TSF
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