domingo, 7 de abril de 2019

Números

Milionários portugueses criam apenas 1,3% dos empregos

Das dez maiores fortunas portuguesas, só os grupos Jerónimo Martins e José de Mello dão trabalho a mais de dez mil colaboradores.

As dez famílias mais ricas de Portugal, com um património conjunto superior a 14 mil milhões de euros, dão emprego a apenas 65 mil pessoas no país, 1,3% do total de 4,8 milhões dos trabalhadores portugueses. A fortuna da maioria destes grupos empresariais está hoje assente em operações no estrangeiro. "Todos têm negócios fora do país, são grandes empresas a nível internacional e grande parte da riqueza é feita no exterior", sublinha o economista João Cerejeira. Exemplos são o grupo Amorim, a Jerónimo Martins ou a Farfetch.

A família Amorim, a mais rica de Portugal - a sua fortuna está avaliada em 4502 milhões de euros (números da Forbes Portugal), tem ativos financeiros, imobiliários e turísticos espalhados por mercados como Angola, Moçambique ou Brasil. A participação de 33,3% na Galp é a força motriz do grupo e consolida a sua internacionalização. A petrolífera marca presença em onze países e emprega mais de seis mil pessoas. Em território nacional, a sua força de trabalho está concentrada na Corticeira Amorim, onde responde por 3300 colaboradores, mas estende a sua atividade a áreas como o luxo e o turismo.

Também os 3419 milhões de euros da família Soares dos Santos são hoje alimentados por uma atividade no retalho alimentar que, desde há muitos anos, é marcadamente internacional. As operações na Polónia e na Colômbia já empregam 76 mil pessoas. Ainda assim, o negócio da Jerónimo Martins em Portugal garante mais de 32 mil empregos, a que se pode somar 1200 postos de trabalho espalhados por outras atividades em território nacional da segunda família mais rica. Entre as dez maiores fortunas nacionais, é este o clã que assegura o maior volume de emprego no país.

Situação idêntica vive a família Silva Ribeiro, que tem forte presença em Angola e no Brasil. Os seus ativos mais conhecidos são a construtora Alves Ribeiro e a Mundicenter. Com uma fortuna avaliada em 1401 milhões, o grupo estende os seus negócios à banca, através do Banco Invest, e ao imobiliário. A Alves Ribeiro emprega cerca de 500 pessoas, a que se soma cerca de 180 na Mundicenter.

Em oposição está Vasco Mello e família. O património deste agregado, o quarto mais rico de Portugal, atinge os 1179 milhões e os seus negócios estão concentrados no país. Só na José de Mello Saúde, que explora a rede CUF, emprega mais de 8900 pessoas, e na Brisa 2580. O grupo responde por um total de 12 650 colaboradores, com apenas 29 no exterior.

Entre os negócios do papel, cimento e hotelaria, a família Queiroz Pereira emprega 4551 pessoas em Portugal. Com uma fortuna avaliada em 1129 milhões, não deixa de marcar presença no estrangeiro, onde tem 1798 colaboradores. As famílias Manuel Violas e Rita Violas e Sá (889 milhões de euros) têm um universo de mais de três mil profissionais nas suas empresas. Entre os principais ativos encontra-se a participação no Super Bock Group, a Solverde e a Cotesi, unidade que tem três fábricas no exterior.

Com uma fortuna de 822 milhões, a família Luís Vicente responde por mais de 5000 empregos. Os seus negócios marcam presença em vários países, com destaque para Portugal, Brasil e Angola, tendo este último grande relevo. A mais recente aposta foi a expansão da marca de mobiliário Kinda, que nasceu em Angola, para Portugal.

Curioso, ou não, José Neves, que detém a Farfetch e uma fortuna de 689 milhões, que o colocava no ano passado no penúltimo lugar dos dez mais ricos (entretanto revista em alta para mais de mil milhões), optou por Portugal para instalar o centro de operações da empresa distribuidora de produtos de luxo. No país, tem 1700 colaboradores, de um total de três mil.

Fernando Pinho Teixeira, que encerra a lista dos dez mais ricos (612 milhões), dá trabalho a mais de 1240 pessoas no grupo Ferpinta, mais de 900 em Portugal.

in DN

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Cromo 86 - As cábulas


Um olhar alentejano

Um domingo destes resolvemos em fazer uma incursão a duas barragens da zona.
Num dia de muito sol e com uma temperatura excelente, lá fomos até à barragem de Odivelas.
Excelente plano de água, zonas envolventes bem equipadas, mas aquela hora da manhã - perto das 11 horas - éramos os únicos visitantes.
Dali seguimos para a barragem de Albergaria dos Fusos, na zona do Alvito.
Já lá bem perto, encontrámos um elemento da GNR no cruzamento para onde queríamos virar.
Muito educadamente explicou-nos que não podíamos passar, nem à esquerda, nem em frente, pois estava a decorrer uma prova de triatlo.
A opção era inverter o sentido da marcha, regressando a Viana do Alentejo.
Foi o que fizemos, sendo que assim que cheguei foi perceber que prova era aquela que não nos deixou passar.
Tratava-se do III Triatlo de Cuba, primeira prova pontuável para a Taça de Portugal da modalidade, que o ano passado - fiquei a saber - foi ganha no setor feminino pela equipa do Alhandra Sporting Club, clube que representei 13 anos nos meus tempos do pontapé na bola.
Em relação à Albergaria dos Fusos, a visita ficou marcada para outra data.

Quem faz anos hoje?

Russell Crowe - 55 anos
 Jackie Chan - 65 anos
Francis Ford Coppola - 80 anos

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens

Jogo da Bundesliga entre o Nuremberga e o Augsburgo.

30/03/2019

O disco no gelo

 

Os cestos da NBA

 
 

sábado, 6 de abril de 2019

Pedalando por aí

21st Gran Premio Miguel Indurain (1.1)
One day race  »  Estella  ›  Estella   (192.9k)

Talento aos Pontapés

Ligações Directas


Uma de hoje

Vai o Governo britânico continuar a pagar propinas a portugueses depois do Brexit?

Nunca tantos estudantes escolheram o Reino Unido para tirar um curso superior, mas na eminência do Brexit surge a dúvida se podem continuar a contar com propinas pagas.

 in TSF

Números

GNR desmantela rede ilegal de apostas desportivas centrada no norte do país

Durante a operação 'Showdown' foram apreendidos veículos, computadores, máquinas de jogo e telemóveis. No decorrer das diligências, foram ainda arrestados bens imóveis e contas bancárias no montante de cerca de 292 mil euros.

A GNR anunciou este sábado que desmantelou uma rede ilegal de apostas desportivas centrada no norte do país, deteve nove suspeitos, constituiu outros 21 arguidos e apreendeu 50 veículos e 54 dispositivos informáticos.

"A atividade criminosa desmantelada consistia na disponibilização, gestão, pagamento e cobrança de valores relativos a apostas desportivas, as quais eram efetuadas mediante o acesso a sites disponibilizados em estabelecimentos comerciais", explica a Guarda Nacional Republicana (GNR), em comunicado.

Esta força de segurança acrescenta que, durante a operação, denominada de 'Showdown', os militares do Destacamento de Ação Fiscal do Porto apreenderam meia centena de veículos, com um valor estimado de um milhão e 200 mil euros, quatro motociclos, avaliados em 31 mil euros e 54 dispositivos informáticos utilizados na exploração do jogo ilícito e na realização de apostas desportivas online (tablets, discos externos, pen drives e impressoras).

A GNR apreendeu também 36 computadores, sete máquinas de jogo, 24 telemóveis e cerca de quatro mil euros em numerário.

No decorrer das diligências, foram ainda arrestados bens imóveis e contas bancárias no montante de cerca de 292 mil euros.

"No decurso desta operação, na qual foram empenhados 138 militares da Unidade de Ação Fiscal e da Unidade de Intervenção, foram realizadas 41 buscas em diferentes localidades dos distritos de Porto, Braga e Viana do Castelo, 20 das quais a estabelecimentos comerciais, onde eram disponibilizados os acessos aos sites para a prática ilícita de apostas desportivas, cinco a empresas envolvidas na exploração de sites de apostas desportivas, 15 a domicílios e uma a um armazém que funcionava em apoio à atividade ilícita desenvolvida", refere a GNR.

Em simultâneo, indica a nota, foram também realizadas buscas na Áustria e na Alemanha, países aonde se encontravam os servidores utilizados na exploração do jogo ilícito.

"Esta operação, considerando a dimensão transnacional dos ilícitos sob investigação, teve no plano da cooperação policial o patrocínio e o apoio operacional da EUROPOL (Serviço Europeu de Polícia), que disponibilizou também um analista para acompanhar as diligências em território nacional, e, no âmbito da coordenação da cooperação judiciária, a intervenção do EUROJUST (Unidade de Cooperação Judiciária da União Europeia)", conta a GNR.

No decorrer da operação foram detidos nove suspeitos e outros 21 foram constituídos arguidos, tendo sido elaborados nove autos de notícia por exploração ilícita de apostas desportivas e jogos de fortuna e azar.

Os nove detidos, indiciados pelos crimes de exploração ilícita de jogos e apostas online, de associação criminosa e de fraude fiscal qualificada, foram presentes na sexta-feira a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, tendo o juiz de instrução criminal decretado a prisão preventiva a um dos arguidos.

Os restantes oito suspeitos saíram em liberdade mediante o pagamento de caução, disse hoje à agência Lusa fonte da GNR.

A operação decorreu na quinta-feira e esteve a cargo da Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, no âmbito de uma investigação dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto, que visou o desmantelamento de uma rede ilegal de exploração de apostas desportivas.

in TSF

Melodia do Amor

Someone In The Crowd


Frio, mas bom

Glass Of Water


Caderneta de Cromos

Cromo 85 - As viagens para o Algarve


Um olhar alentejano

Desde que chegámos ao Alentejo já inventámos mais um espaço cultural.
Depois de almoço, quando nos apetece, nos dias de semana - desde que não haja futebol - vemos uma longa metragem.
Sempre gostámos de cinema, mas foram poucas as vezes que fomos aos espaços públicos.
Tudo começou ainda em Alverca onde comecei a ver todos os episódios da Guerra das Estrelas, sendo que o último já vimos cá.
Há dias escolhemos o último da saga Missão: Impossível, o sexto, de nome Fallout e fiquei com vontade de ver os anteriores.
Como a Princesa já os tinha visto, fui à procura deles e já estão todos visionados.
Missão: Impossível 1, 2 e 3, Operação Fantasma e Nação Secreta, todos dentro do mesmo enquadramento, recordando a original Missão: Impossível, uma série de televisão norte-americana que relatava as missões de uma agência governamental secreta conhecida como Impossible Missions Force (IMF), que foi emitida entre 1966 e 1973 pela CBS e que também fez sucesso por cá.
Agora temos o Tom Cruise a dar cabo deles, onde não podem faltar as mulheres bonitas, helicópteros, assim como perseguições de carros e motas.
Uma forma entretida de passar o tempo.