segunda-feira, 8 de abril de 2019
Imagens
O lituano Arminas Jasikonis, com uma Husqvarna, durante o MXGP Motocross World Championship, em Valkenswaard, Holanda.
31/03/2019
domingo, 7 de abril de 2019
No Reino da Águia
Deslocação do Benfica a Santa Maria da Feira para defrontar um já, quase, despromovido Feirense.
Os encarnados, naturalmente, com a iniciativa do jogo, mas sofreram um golo no primeiro remate dos locais à baliza. O Benfica manteve a mesma toada e deu a volta ao marcador por Pizzi - penalty - e André Almeida.
Parece que desta o vez VAR não estava distraído, anulando um golo ao Feirense - fora de jogo posicional, mas com influência - e uma falta, indiscutível, dentro da área de rigor.
Na segunda metade Seferovic marcou logo no início, deixando a, justa, vitória mais próxima, com o suiço a bisar perto do final do jogo.
Os encarnados, naturalmente, com a iniciativa do jogo, mas sofreram um golo no primeiro remate dos locais à baliza. O Benfica manteve a mesma toada e deu a volta ao marcador por Pizzi - penalty - e André Almeida.
Parece que desta o vez VAR não estava distraído, anulando um golo ao Feirense - fora de jogo posicional, mas com influência - e uma falta, indiscutível, dentro da área de rigor.
Na segunda metade Seferovic marcou logo no início, deixando a, justa, vitória mais próxima, com o suiço a bisar perto do final do jogo.
Uma de hoje
Portugal é o terceiro país da Europa com mais presos por crime rodoviário
Os
reclusos por crimes relacionados com o Código da Estrada, nos quais
avulta a condução sem carta, são 10,1% do total nas prisões portuguesas.
Muito acima da percentagem de presos por violência doméstica (2,57%),
violação (1,8%) ou ofensa à integridade física (3,2%). Na Europa só dois
países apresentam percentagem superior de presos por crimes
rodoviários.
in DN
in DN
Números
Milionários portugueses criam apenas 1,3% dos empregos
Das
dez maiores fortunas portuguesas, só os grupos Jerónimo Martins e José
de Mello dão trabalho a mais de dez mil colaboradores.
As dez famílias mais ricas de Portugal, com um património conjunto superior a 14 mil milhões de euros, dão emprego a apenas 65 mil pessoas no país, 1,3% do total de 4,8 milhões dos trabalhadores portugueses. A fortuna da maioria destes grupos empresariais está hoje assente em operações no estrangeiro. "Todos têm negócios fora do país, são grandes empresas a nível internacional e grande parte da riqueza é feita no exterior", sublinha o economista João Cerejeira. Exemplos são o grupo Amorim, a Jerónimo Martins ou a Farfetch.
A família Amorim, a mais rica de Portugal - a sua fortuna está avaliada em 4502 milhões de euros (números da Forbes Portugal), tem ativos financeiros, imobiliários e turísticos espalhados por mercados como Angola, Moçambique ou Brasil. A participação de 33,3% na Galp é a força motriz do grupo e consolida a sua internacionalização. A petrolífera marca presença em onze países e emprega mais de seis mil pessoas. Em território nacional, a sua força de trabalho está concentrada na Corticeira Amorim, onde responde por 3300 colaboradores, mas estende a sua atividade a áreas como o luxo e o turismo.
Também os 3419 milhões de euros da família Soares dos Santos são hoje alimentados por uma atividade no retalho alimentar que, desde há muitos anos, é marcadamente internacional. As operações na Polónia e na Colômbia já empregam 76 mil pessoas. Ainda assim, o negócio da Jerónimo Martins em Portugal garante mais de 32 mil empregos, a que se pode somar 1200 postos de trabalho espalhados por outras atividades em território nacional da segunda família mais rica. Entre as dez maiores fortunas nacionais, é este o clã que assegura o maior volume de emprego no país.
Situação idêntica vive a família Silva Ribeiro, que tem forte presença em Angola e no Brasil. Os seus ativos mais conhecidos são a construtora Alves Ribeiro e a Mundicenter. Com uma fortuna avaliada em 1401 milhões, o grupo estende os seus negócios à banca, através do Banco Invest, e ao imobiliário. A Alves Ribeiro emprega cerca de 500 pessoas, a que se soma cerca de 180 na Mundicenter.
Entre os negócios do papel, cimento e hotelaria, a família Queiroz Pereira emprega 4551 pessoas em Portugal. Com uma fortuna avaliada em 1129 milhões, não deixa de marcar presença no estrangeiro, onde tem 1798 colaboradores. As famílias Manuel Violas e Rita Violas e Sá (889 milhões de euros) têm um universo de mais de três mil profissionais nas suas empresas. Entre os principais ativos encontra-se a participação no Super Bock Group, a Solverde e a Cotesi, unidade que tem três fábricas no exterior.
Com uma fortuna de 822 milhões, a família Luís Vicente responde por mais de 5000 empregos. Os seus negócios marcam presença em vários países, com destaque para Portugal, Brasil e Angola, tendo este último grande relevo. A mais recente aposta foi a expansão da marca de mobiliário Kinda, que nasceu em Angola, para Portugal.
Curioso, ou não, José Neves, que detém a Farfetch e uma fortuna de 689 milhões, que o colocava no ano passado no penúltimo lugar dos dez mais ricos (entretanto revista em alta para mais de mil milhões), optou por Portugal para instalar o centro de operações da empresa distribuidora de produtos de luxo. No país, tem 1700 colaboradores, de um total de três mil.
Fernando Pinho Teixeira, que encerra a lista dos dez mais ricos (612 milhões), dá trabalho a mais de 1240 pessoas no grupo Ferpinta, mais de 900 em Portugal.
in DN
As dez famílias mais ricas de Portugal, com um património conjunto superior a 14 mil milhões de euros, dão emprego a apenas 65 mil pessoas no país, 1,3% do total de 4,8 milhões dos trabalhadores portugueses. A fortuna da maioria destes grupos empresariais está hoje assente em operações no estrangeiro. "Todos têm negócios fora do país, são grandes empresas a nível internacional e grande parte da riqueza é feita no exterior", sublinha o economista João Cerejeira. Exemplos são o grupo Amorim, a Jerónimo Martins ou a Farfetch.
A família Amorim, a mais rica de Portugal - a sua fortuna está avaliada em 4502 milhões de euros (números da Forbes Portugal), tem ativos financeiros, imobiliários e turísticos espalhados por mercados como Angola, Moçambique ou Brasil. A participação de 33,3% na Galp é a força motriz do grupo e consolida a sua internacionalização. A petrolífera marca presença em onze países e emprega mais de seis mil pessoas. Em território nacional, a sua força de trabalho está concentrada na Corticeira Amorim, onde responde por 3300 colaboradores, mas estende a sua atividade a áreas como o luxo e o turismo.
Também os 3419 milhões de euros da família Soares dos Santos são hoje alimentados por uma atividade no retalho alimentar que, desde há muitos anos, é marcadamente internacional. As operações na Polónia e na Colômbia já empregam 76 mil pessoas. Ainda assim, o negócio da Jerónimo Martins em Portugal garante mais de 32 mil empregos, a que se pode somar 1200 postos de trabalho espalhados por outras atividades em território nacional da segunda família mais rica. Entre as dez maiores fortunas nacionais, é este o clã que assegura o maior volume de emprego no país.
Situação idêntica vive a família Silva Ribeiro, que tem forte presença em Angola e no Brasil. Os seus ativos mais conhecidos são a construtora Alves Ribeiro e a Mundicenter. Com uma fortuna avaliada em 1401 milhões, o grupo estende os seus negócios à banca, através do Banco Invest, e ao imobiliário. A Alves Ribeiro emprega cerca de 500 pessoas, a que se soma cerca de 180 na Mundicenter.
Em oposição está Vasco Mello e família. O património deste agregado, o quarto mais rico de Portugal, atinge os 1179 milhões e os seus negócios estão concentrados no país. Só na José de Mello Saúde, que explora a rede CUF, emprega mais de 8900 pessoas, e na Brisa 2580. O grupo responde por um total de 12 650 colaboradores, com apenas 29 no exterior.
Entre os negócios do papel, cimento e hotelaria, a família Queiroz Pereira emprega 4551 pessoas em Portugal. Com uma fortuna avaliada em 1129 milhões, não deixa de marcar presença no estrangeiro, onde tem 1798 colaboradores. As famílias Manuel Violas e Rita Violas e Sá (889 milhões de euros) têm um universo de mais de três mil profissionais nas suas empresas. Entre os principais ativos encontra-se a participação no Super Bock Group, a Solverde e a Cotesi, unidade que tem três fábricas no exterior.
Com uma fortuna de 822 milhões, a família Luís Vicente responde por mais de 5000 empregos. Os seus negócios marcam presença em vários países, com destaque para Portugal, Brasil e Angola, tendo este último grande relevo. A mais recente aposta foi a expansão da marca de mobiliário Kinda, que nasceu em Angola, para Portugal.
Curioso, ou não, José Neves, que detém a Farfetch e uma fortuna de 689 milhões, que o colocava no ano passado no penúltimo lugar dos dez mais ricos (entretanto revista em alta para mais de mil milhões), optou por Portugal para instalar o centro de operações da empresa distribuidora de produtos de luxo. No país, tem 1700 colaboradores, de um total de três mil.
Fernando Pinho Teixeira, que encerra a lista dos dez mais ricos (612 milhões), dá trabalho a mais de 1240 pessoas no grupo Ferpinta, mais de 900 em Portugal.
in DN
Um olhar alentejano
Um domingo destes resolvemos em fazer uma incursão a duas barragens da zona.
Num dia de muito sol e com uma temperatura excelente, lá fomos até à barragem de Odivelas.
Excelente plano de água, zonas envolventes bem equipadas, mas aquela hora da manhã - perto das 11 horas - éramos os únicos visitantes.
Dali seguimos para a barragem de Albergaria dos Fusos, na zona do Alvito.
Já lá bem perto, encontrámos um elemento da GNR no cruzamento para onde queríamos virar.
Muito educadamente explicou-nos que não podíamos passar, nem à esquerda, nem em frente, pois estava a decorrer uma prova de triatlo.
A opção era inverter o sentido da marcha, regressando a Viana do Alentejo.
Foi o que fizemos, sendo que assim que cheguei foi perceber que prova era aquela que não nos deixou passar.
Tratava-se do III Triatlo de Cuba, primeira prova pontuável para a Taça de Portugal da modalidade, que o ano passado - fiquei a saber - foi ganha no setor feminino pela equipa do Alhandra Sporting Club, clube que representei 13 anos nos meus tempos do pontapé na bola.
Em relação à Albergaria dos Fusos, a visita ficou marcada para outra data.
Num dia de muito sol e com uma temperatura excelente, lá fomos até à barragem de Odivelas.
Excelente plano de água, zonas envolventes bem equipadas, mas aquela hora da manhã - perto das 11 horas - éramos os únicos visitantes.
Dali seguimos para a barragem de Albergaria dos Fusos, na zona do Alvito.
Já lá bem perto, encontrámos um elemento da GNR no cruzamento para onde queríamos virar.
Muito educadamente explicou-nos que não podíamos passar, nem à esquerda, nem em frente, pois estava a decorrer uma prova de triatlo.
A opção era inverter o sentido da marcha, regressando a Viana do Alentejo.
Foi o que fizemos, sendo que assim que cheguei foi perceber que prova era aquela que não nos deixou passar.
Tratava-se do III Triatlo de Cuba, primeira prova pontuável para a Taça de Portugal da modalidade, que o ano passado - fiquei a saber - foi ganha no setor feminino pela equipa do Alhandra Sporting Club, clube que representei 13 anos nos meus tempos do pontapé na bola.
Em relação à Albergaria dos Fusos, a visita ficou marcada para outra data.
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