segunda-feira, 8 de abril de 2019

Uma de hoje

Ligações familiares no Estado. Comissão diz não ter tempo para alterar regras

O constitucionalista e deputado socialista Pedro Bacelar Vasconcelos afirma que não é em cima de escândalos que se deve legislar.

 in TSF

Números

10 pessoas estão na administração Trump desde o início

Na equipa alargada da administração Trump, formada por 23 pessoas - incluindo o vice-presidente Mike Pence - menos de metade permanece no cargo desde o início.

Kirstjen Nielsen foi a terceira pessoa a liderar o Departamento de Segurança Interna desde o início da administração Trump, em janeiro de 2017. Ex-vice-chefe de gabinete, tinha sido promovida em dezembro de 2017 para o cargo, mas acabou demitida no domingo pelo presidente. Nielsen entra para uma lista cada vez mais longa de demissões e resignações aos cargos, quer da administração, quer de cargos associados, como conselheiros.

Se atentarmos apenas à equipa governamental e cargos equiparados (chefe de gabinete, diretor da CIA, etc.), formada por 23 entidades, só dez pessoas se mantêm na posição desde o início de funções.

Além do vice-presidente Mike Pence, estão com Trump, Steve Mnuchin, secretário do Tesouro; Sonny Perdue, secretário da Agricultura; Wilbur Ross, secretário do Comércio; Ben Carson, secretário da Habitação e do Desenvolvimento Urbano; Elaine Chao, secretária dos Transportes; Rick Perry, secretário da Energia; Betty DeVos, secretária da Educação; Robert Lighthizer, representante do Comércio dos EUA; e Mick Mulvaney, diretor da Agência da Administração e Orçamento (que acumula interinamente o cargo de chefe de gabinete da Casa Branca).

Linda McMahon, que liderava a Administração dos Pequenos Negócios, vai sair na sexta-feira. Esta empresária que, com o marido Vince geriu os negócios do wrestling na empresa World Wrestling Entertainment, é outro elemento a sair da equipa governamental. Neste caso, porém, as relações com o presidente mantêm-se. "Linda McMahon fez um trabalho incrível. Ela tem sido uma superestrela", afirmou Trump. Ambos vão continuar a trabalhar juntos. Agora McMahon vai trabalhar na equipa da campanha para a reeleição do republicano, como conta a NPR.

in DN

Melodia do Amor

A Lovely Night


Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP

O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
 Gente Que Não Sabe Estar: 7 de abril de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:

Gente Que Não Sabe Estar: 7 de abril de 2019 (parte 2) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:

Frio, mas bom

Mylo Xyloto / Hurts Like Heaven

 

Caderneta de Cromos

Cromo 87 - As botas Colibri


Um olhar alentejano

Estar a morar em Viana do Alentejo e não visitar o Santuário de Nossa Senhora de Aires, é no mínimo parvo.
É o que eu sou, assumo, mas a culpa não é minha.
O que se passa é que o Santuário está a sofrer obras que visam a conservação do monumento, modernização das infraestruturas de acolhimento ao visitante e valorização turística, estando por esse motivo encerrado.
Esta intervenção iniciou-se em novembro de 2017 e tem uma duração prevista de dois anos.
Vamos lá olhar um pouco para a história deste templo mariano, edificado entre 1743 e 1804, um projeto do Padre João Baptista, no local onde existia uma ermida quinhentista.
Está construído em estilo barroco, tem uma planta de cruz latina, composta por uma única nave, com cobertura em abóbada de berço.
Dois dos eventos mais emblemáticos de Viana do Alentejo
decorrem neste local: a feira franca que desde de 1751 decorre no quarto fim de semana de setembro, e a Romaria a Cavalo que percorre os 120 quilómetros entre a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem na Moita do Ribatejo e este santuário, que costuma realizar-se no quarto fim de semana de abril.
Se tudo correr como previsto, lá para 2020 vamos poder visitá-lo e vou deixar de ser parvo.

Quem faz anos hoje?

Marco Freitas - 31 anos
 Dulce Pontes - 50 anos

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


O lituano Arminas Jasikonis, com uma Husqvarna, durante o MXGP Motocross World Championship, em Valkenswaard, Holanda.

31/03/2019

Os cestos da NBA

domingo, 7 de abril de 2019

A Bola d'Évora

Liga Elite
Liga "AFE"

Pedalando por aí

103rd Ronde van Vlaanderen - Tour des Flandres (1.UWT)
One day race  »  Antwerp  ›  Oudenaarde   (270.1k)

No Reino da Águia

Deslocação do Benfica a Santa Maria da Feira para defrontar um já, quase, despromovido Feirense.
Os encarnados, naturalmente, com a iniciativa do jogo, mas sofreram um golo no primeiro remate dos locais à baliza. O Benfica manteve a mesma toada e deu a volta ao marcador por Pizzi - penalty - e André Almeida.
Parece que desta o vez VAR não estava distraído, anulando um golo ao Feirense - fora de jogo posicional, mas com influência - e uma falta, indiscutível, dentro da área de rigor.
Na segunda metade Seferovic marcou logo no início, deixando a, justa, vitória mais próxima, com o suiço a bisar perto do final do jogo.

Talento aos Pontapés

Tonto

 

Uma de hoje

Portugal é o terceiro país da Europa com mais presos por crime rodoviário

Os reclusos por crimes relacionados com o Código da Estrada, nos quais avulta a condução sem carta, são 10,1% do total nas prisões portuguesas. Muito acima da percentagem de presos por violência doméstica (2,57%), violação (1,8%) ou ofensa à integridade física (3,2%). Na Europa só dois países apresentam percentagem superior de presos por crimes rodoviários.

 in DN

Números

Milionários portugueses criam apenas 1,3% dos empregos

Das dez maiores fortunas portuguesas, só os grupos Jerónimo Martins e José de Mello dão trabalho a mais de dez mil colaboradores.

As dez famílias mais ricas de Portugal, com um património conjunto superior a 14 mil milhões de euros, dão emprego a apenas 65 mil pessoas no país, 1,3% do total de 4,8 milhões dos trabalhadores portugueses. A fortuna da maioria destes grupos empresariais está hoje assente em operações no estrangeiro. "Todos têm negócios fora do país, são grandes empresas a nível internacional e grande parte da riqueza é feita no exterior", sublinha o economista João Cerejeira. Exemplos são o grupo Amorim, a Jerónimo Martins ou a Farfetch.

A família Amorim, a mais rica de Portugal - a sua fortuna está avaliada em 4502 milhões de euros (números da Forbes Portugal), tem ativos financeiros, imobiliários e turísticos espalhados por mercados como Angola, Moçambique ou Brasil. A participação de 33,3% na Galp é a força motriz do grupo e consolida a sua internacionalização. A petrolífera marca presença em onze países e emprega mais de seis mil pessoas. Em território nacional, a sua força de trabalho está concentrada na Corticeira Amorim, onde responde por 3300 colaboradores, mas estende a sua atividade a áreas como o luxo e o turismo.

Também os 3419 milhões de euros da família Soares dos Santos são hoje alimentados por uma atividade no retalho alimentar que, desde há muitos anos, é marcadamente internacional. As operações na Polónia e na Colômbia já empregam 76 mil pessoas. Ainda assim, o negócio da Jerónimo Martins em Portugal garante mais de 32 mil empregos, a que se pode somar 1200 postos de trabalho espalhados por outras atividades em território nacional da segunda família mais rica. Entre as dez maiores fortunas nacionais, é este o clã que assegura o maior volume de emprego no país.

Situação idêntica vive a família Silva Ribeiro, que tem forte presença em Angola e no Brasil. Os seus ativos mais conhecidos são a construtora Alves Ribeiro e a Mundicenter. Com uma fortuna avaliada em 1401 milhões, o grupo estende os seus negócios à banca, através do Banco Invest, e ao imobiliário. A Alves Ribeiro emprega cerca de 500 pessoas, a que se soma cerca de 180 na Mundicenter.

Em oposição está Vasco Mello e família. O património deste agregado, o quarto mais rico de Portugal, atinge os 1179 milhões e os seus negócios estão concentrados no país. Só na José de Mello Saúde, que explora a rede CUF, emprega mais de 8900 pessoas, e na Brisa 2580. O grupo responde por um total de 12 650 colaboradores, com apenas 29 no exterior.

Entre os negócios do papel, cimento e hotelaria, a família Queiroz Pereira emprega 4551 pessoas em Portugal. Com uma fortuna avaliada em 1129 milhões, não deixa de marcar presença no estrangeiro, onde tem 1798 colaboradores. As famílias Manuel Violas e Rita Violas e Sá (889 milhões de euros) têm um universo de mais de três mil profissionais nas suas empresas. Entre os principais ativos encontra-se a participação no Super Bock Group, a Solverde e a Cotesi, unidade que tem três fábricas no exterior.

Com uma fortuna de 822 milhões, a família Luís Vicente responde por mais de 5000 empregos. Os seus negócios marcam presença em vários países, com destaque para Portugal, Brasil e Angola, tendo este último grande relevo. A mais recente aposta foi a expansão da marca de mobiliário Kinda, que nasceu em Angola, para Portugal.

Curioso, ou não, José Neves, que detém a Farfetch e uma fortuna de 689 milhões, que o colocava no ano passado no penúltimo lugar dos dez mais ricos (entretanto revista em alta para mais de mil milhões), optou por Portugal para instalar o centro de operações da empresa distribuidora de produtos de luxo. No país, tem 1700 colaboradores, de um total de três mil.

Fernando Pinho Teixeira, que encerra a lista dos dez mais ricos (612 milhões), dá trabalho a mais de 1240 pessoas no grupo Ferpinta, mais de 900 em Portugal.

in DN

Melodia do Amor

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