sábado, 13 de abril de 2019

Números

ASAE fecha 13 restaurantes ilegais. Clientes eram atraídos nas redes sociais

Tentavam aliciar os clientes promovendo-se, por exemplo, como "verdadeiros vegetarianos" ou "realmente asiático"

A atividade de 13 restaurantes da zona de Lisboa, que funcionavam em espaços ilegais, sem identificação visível e angariavam clientes pelas redes sociais foi suspensa, anunciou hoje a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

A operação foi realizada durante o mês de março e fiscalizou 17 destes estabelecimentos de restauração que a Autoridade apelida de "underground", tendo suspendido a atividade a 13 e instaurado 15 processos de contraordenação por diversas infrações, sobretudo relacionadas com o incumprimento de requisitos de higiene, quantificou a ASAE num comunicado.

Foram também apreendidos 285 quilogramas de géneros alimentícios vários, no valor de 1.014 euros, acrescentou a Autoridade.

Pedro Portugal Gaspar, inspetor-geral da ASAE, explicou à agência Lusa que esta ação foi realizada no âmbito do trabalho que a Autoridade está a desenvolver para fiscalizar as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, onde os responsáveis por estes estabelecimentos de restauração "captavam consumidores" apelando "a uma diferenciação" relativamente aos estabelecimentos legais e abertos ao público em geral.

Os locais que a ASAE fiscalizou e suspendeu em março funcionavam em espaços sem identificação, sem livros de reclamações e ou requisitos legais e tentavam aliciar os clientes promovendo-se, por exemplo, como "verdadeiros vegetarianos" ou "realmente asiático", precisou o inspetor-geral.

Além de dar resposta e fiscalizar estas novas formas de comunicação com os consumidores, a ASAE pretende também garantir a segurança alimentar e evitar "uma concorrência desleal" para com os restaurantes e espaços comerciais que pagam impostos e funcionam na legalidade, acrescentou.

"Como resultado da verificação de falta de condições de higiene e condições estruturais encontradas, procedeu-se à suspensão imediata da atividade de 13 destes estabelecimentos e à instauração de 15 processos de contraordenação por diversas infrações, tais como o incumprimento dos requisitos de higiene, a inexistência dos avisos obrigatórios inerentes ao setor, a falta de livro de reclamações, a falta de comunicações obrigatórias e a falta de número de operador/recetor", precisou.

O inspetor-geral da ASAE disse que as fiscalizações "têm que se adaptar também aos novos tempos" e olhar para as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, para assegurar o cumprimento dos requisitos legais exigíveis ao nível da segurança alimentar.

Questionado sobre se este tipo de fenómeno se concentra na zona de Lisboa, a mesma fonte respondeu que, "como é uma situação nova, acontece primeiro nas zonas mais povoadas e nas grandes cidades", mas assegurou que a ASAE vai estar atenta e procurar combatê-lo em todo o território nacional.

in TSF

Uma de hoje

Empregado precisa-se. Os dois setores onde os portugueses não querem trabalhar

Em Portugal há perto de 30 mil vagas de emprego por preencher. A área da Restauração e o setor da Construção são os dois setores em que a falta de candidatos é mais expressiva. Estará este fenómeno relacionado com os salários?

 
 in TSF

Melodia do Amor

City Of Stars





Frio, mas bom

Us Against The World


Caderneta de Cromos

Cromo 92 - A máquina de lavar


Um olhar alentejano

Uma das coisas que tenho constatado nesta minha presença no Alentejo, é a qualidade das estradas que tenho frequentado.
Muitas delas são estreitas, o que obriga a um cuidado redobrado na condução, mas, na maioria dos casos, em bom estado.
A manutenção das mesmas é outra preocupação.
As estradas regionais passaram há algum tempo para a responsabilidade das autarquias e nem todas as tratam da melhor maneira.
E no futuro as coisas podem piorar, pois um decreto-lei de novembro do ano passado fixa a descentralização das estradas nacionais que passam dentro dos perímetros urbanos para as Câmaras, partilhando responsabilidades com as Infraestruturas de Portugal.
Andando por aí, percebemos pelo estado do piso que mudámos de município.
Um exemplo prático.
Vimos de Portel em direção a Viana do Alentejo.
Piso excelente, marcações bem visíveis e sinalização eficiente.
De repente o carro começa a trepidar e o sossego dos últimos quilómetros desapareceu.
Entrámos no concelho de Viana do Alentejo.
Nem todas as Câmaras Municipais tratam o alcatrão com o mesmo carinho.

Quem faz anos hoje?

Lou Bega - 44 anos
Rudi Völler - 59 anos
 

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


Glen Boss com Brutal celebra a vitória na corrida 9, em The Star Doncaster Mile, em Sydney, Austrália.

6/04/2019

O disco no gelo

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Pedalando por aí

59th Itzulia Basque Country (2.UWT)
Stage 5  »  Arrigorriaga  ›  Arrate   (149.8k)

 GERAL

Talento aos Pontapés

Morte Lenta


Outros Mundos d'A Bola

Madonna vai atuar no festival da Eurovisão, em Israel, mas a organização está com medo da letra da canção.

Jules Assange, fundador da WikiLeaks foi detido em Londres, no interior da embaixada do Equador.

O presidente do Banco Mundial alertou que em 2030, nove de dez pessoas consideradas pobres vivem em África.

O Capuchinho Vermelho e mais outros 200 contos infantis foram proibidos em Barcelona, considerados "sexistas".

Nas rápidas, Marcelo Rebelo de Sousa quer proibir a nomeação de familiares do chefe de Estado, Lena d'Água lança, um disco em maio, trinta anos depois do último trabalho e o ministro da defesa do Sudão anunciou a detenção do presidente Omar al-Bashir.

New York, New York

Viana do Castelo


Uma de hoje

Aeroporto de Lisboa esteve encerrado mais de uma hora. Voos foram desviados

Não foi possível aterrar ou descolar no aeroporto de Lisboa entre as 12h00 e as 13h10, desta sexta-feira. A presença de detritos na pista principal terá estado na origem do encerramento.

 in TSF

Números

Cantora Dina morre aos 62 anos

A cantora Dina, que venceu o Festival da Canção da RTP e participou no festival da Eurovisão em 1992, morreu na noite de quinta-feira no Hospital Pulido Valente

Morreu aos 62 anos a cantora Dina. Estava internada no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, e morreu na noite de quinta-feira.

A cantora sofria de uma fibrose pulmonar grave e estava a precisar de transplante de pulmão urgente. Tinha a doença há 12 anos, mas ultimamente a situação agravara-se e precisava de andar com uma garrafa de oxigénio todo o dia.
"Limita-me muito. Não se tem força para muita coisa", disse a cantora em entrevista à TV 7 Dias.

Para celebrar os quase 40 anos de carreira da cantora e compositora, cerca de 15 músicos portugueses juntaram-se no Teatro São Luiz, em Lisboa, e no Teatro Rivoli, no Porto, em 2016.

O seu nome verdadeiro era Ondina Maria Farias Veloso, mas ficou conhecida no meio musical como Dina quando cantou Amor de Água Fresca no Festival da Canção em 1992, 12 anos depois de ter ganhado visibilidade no Festival da Canção da RTP com o tema Guardado em Mim.

Nascida a 18 de junho de 1956 em Carregal do Sal, distrito de Viseu, iniciou a sua atividade como compositora em 1975, no Quinteto Angola, e gravou o seu primeiro EP [obra musical que contém mais músicas do que um single] no ano seguinte, para a editora Alvorada, ainda sobre o nome artístico de Ondina. Mais tarde, destacou-se com discos como Dinamite (1982), Aqui e Agora (1991), Guardado em Mim (1993) e Sentidos (1997).

A cantora Ana Bacalhau, que participou em dois concertos de homenagem a Dina com a presença da própria, lamentou a perda. "Conheci-a pessoalmente aquando do espetáculo que fizemos a homenagear a obra da Dina, o Dinamite, em 2015. E repetimos em 2016, sempre com a presença dela. Conheço a obra dela quase desde que nasci, foi uma obra importante para mim. Era uma mulher autora e cantora, com canções que pertencem ao nosso cancioneiro. A Dina foi importante para mim no meu crescimento e acho que para muita gente, para toda uma geração. Conhecê-la em 2015 foi fantástico, porque era uma pessoa incrível, de uma amizade e um carinho incríveis e de grande talento, com uma voz maravilhosa e aquela forma de estar e de interpretar dela. Foi mesmo bonito sentir a amizade que estava a crescer entre todos nós e que ela estava feliz com o que estava a acontecer e com o que estávamos a fazer com a obra dela", afirmou ao DN a artista que ficou celebrizada como vocalista do grupo Deolinda.

O antigo líder do CDS Manuel Monteiro diz que existia entre ambos "muito respeito", apesar de "defendermos coisas muito diferentes na vida", incluindo "as opções sexuais". Dina era assumidamente lésbica "sem ter necessidade de causar espalhafato com Isso", sublinha Monteiro.

A ligação da cantora ao partido data da altura da liderança de Monteiro no início dos anos 90. O antigo dirigente do CDS-PP conta ao DN que foi Dina quem abordou o então seu braço direito e mais tarde líder parlamentar da bancada, Jorge Ferreira, a propor-lhe compor um novo hino para o partido porque "se identificava muito com as ideias do Dr. Manuel Monteiro". A proposta foi aceite e Dina desafiou Rosa Lobato Faria a escrever a letra e assim nasceu o novo hino do PP.

"Nunca me pediu nada, foi tudo gratuitamente. E só mais tarde percebi que tinha sido prejudicada por se ter aproximado do CDS-PP. As músicas dela começaram a passar menos na rádio. Mas nunca se queixou",- afirma Manuel Monteiro.

Mais tarde, depois de ter deixado a liderança do CDS, e na altura da fundação da Nova Democracia foi Monteiro quem a desafiou a compor o hino do novo partido. A cantora respondeu logo "sim".
Também o antigo vice-presidente da comissão política nacional do CDS e ex-Secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, enalteceu a obra da cantora e compositora, considerando que Dina "nunca conseguiu encontrar o reconhecimento devido, acantonada numa equivoca categoria muito em voga nos anos 80 de música popular portuguesa". "Classifico o seu primeiro álbum, Dinamite, de extraordinário, tristemente esquecido até há uns poucos anos, revisitado pelos melhores nomes da atual música portuguesa", frisou.

"A morte de Dina toca a memória coletiva das canções românticas, cantadas ao desafio entre amigos, catalisadoras de comunidades efémeras", disse, numa nota de pesar enviada às redações, a ministra da Cultura, Graça Fonseca.

"Pelas suas letras, bem como nas suas interpretações, passava uma alegria contagiante na relação com a vida, a amizade e o amor que, muitos anos depois, seriam a marca distintiva de um percurso que pautou sempre pela discrição", acrescenta.

O velório da cantora Dina, que morreu na quinta-feira, aos 62 anos, realiza-se a partir das 17.00 desta sexta-feira na Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino, em Lisboa, disse à agência Lusa fonte próxima da família.

Segundo a mesma fonte, o funeral, reservado a familiares e amigos da cantora, está marcado para as 14.00 de sábado, no Cemitério dos Olivais.

in DN

Melodia do Amor

Summer Montage / Madeline





Frio, mas bom

Up In Flames