domingo, 14 de abril de 2019
sábado, 13 de abril de 2019
Outros Mundos d'A Bola
Aos 62 anos, Dina e o seu Amor de Água Fresca deixou-nos, depois de uma luta com treze anos.
Um estudo ontem divulgado avança com a idade de 69 anos para a reforma, de forma a garantir a sustentabilidade económica da Segurança Social.
Dois prédios colapsaram no Rio de Janeiro numa de construção interdita.
O aeroporto de Lisboa esteve encerrado uma hora devido ao acumular de restos de pneus.
Telegraficamente ficamos a saber que a Câmara de Lisboa vai devolver 3M€ de juros respeitantes a uma taxa cobrada indevidamente, a Orquestra Sinfónica Portuguesa vai estar presente no Festival de Música de Setúbal, Marcelo Rebelo de Sousa desmentiu ter tido reunião com o diretor da PJ Militar, procuradora sueca reabra caso de violação em que Assange é acusado e no dia 18 - Dia Internacional dos Monumentos - visitar museus, palácios e monumentos é grátis.
Um estudo ontem divulgado avança com a idade de 69 anos para a reforma, de forma a garantir a sustentabilidade económica da Segurança Social.
Dois prédios colapsaram no Rio de Janeiro numa de construção interdita.
O aeroporto de Lisboa esteve encerrado uma hora devido ao acumular de restos de pneus.
Telegraficamente ficamos a saber que a Câmara de Lisboa vai devolver 3M€ de juros respeitantes a uma taxa cobrada indevidamente, a Orquestra Sinfónica Portuguesa vai estar presente no Festival de Música de Setúbal, Marcelo Rebelo de Sousa desmentiu ter tido reunião com o diretor da PJ Militar, procuradora sueca reabra caso de violação em que Assange é acusado e no dia 18 - Dia Internacional dos Monumentos - visitar museus, palácios e monumentos é grátis.
Números
ASAE fecha 13 restaurantes ilegais. Clientes eram atraídos nas redes sociais
Tentavam aliciar os clientes promovendo-se, por exemplo, como "verdadeiros vegetarianos" ou "realmente asiático"
A atividade de 13 restaurantes da zona de Lisboa, que funcionavam em espaços ilegais, sem identificação visível e angariavam clientes pelas redes sociais foi suspensa, anunciou hoje a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
A operação foi realizada durante o mês de março e fiscalizou 17 destes estabelecimentos de restauração que a Autoridade apelida de "underground", tendo suspendido a atividade a 13 e instaurado 15 processos de contraordenação por diversas infrações, sobretudo relacionadas com o incumprimento de requisitos de higiene, quantificou a ASAE num comunicado.
Foram também apreendidos 285 quilogramas de géneros alimentícios vários, no valor de 1.014 euros, acrescentou a Autoridade.
Pedro Portugal Gaspar, inspetor-geral da ASAE, explicou à agência Lusa que esta ação foi realizada no âmbito do trabalho que a Autoridade está a desenvolver para fiscalizar as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, onde os responsáveis por estes estabelecimentos de restauração "captavam consumidores" apelando "a uma diferenciação" relativamente aos estabelecimentos legais e abertos ao público em geral.
Os locais que a ASAE fiscalizou e suspendeu em março funcionavam em espaços sem identificação, sem livros de reclamações e ou requisitos legais e tentavam aliciar os clientes promovendo-se, por exemplo, como "verdadeiros vegetarianos" ou "realmente asiático", precisou o inspetor-geral.
Além de dar resposta e fiscalizar estas novas formas de comunicação com os consumidores, a ASAE pretende também garantir a segurança alimentar e evitar "uma concorrência desleal" para com os restaurantes e espaços comerciais que pagam impostos e funcionam na legalidade, acrescentou.
"Como resultado da verificação de falta de condições de higiene e condições estruturais encontradas, procedeu-se à suspensão imediata da atividade de 13 destes estabelecimentos e à instauração de 15 processos de contraordenação por diversas infrações, tais como o incumprimento dos requisitos de higiene, a inexistência dos avisos obrigatórios inerentes ao setor, a falta de livro de reclamações, a falta de comunicações obrigatórias e a falta de número de operador/recetor", precisou.
O inspetor-geral da ASAE disse que as fiscalizações "têm que se adaptar também aos novos tempos" e olhar para as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, para assegurar o cumprimento dos requisitos legais exigíveis ao nível da segurança alimentar.
Questionado sobre se este tipo de fenómeno se concentra na zona de Lisboa, a mesma fonte respondeu que, "como é uma situação nova, acontece primeiro nas zonas mais povoadas e nas grandes cidades", mas assegurou que a ASAE vai estar atenta e procurar combatê-lo em todo o território nacional.
in TSF
A atividade de 13 restaurantes da zona de Lisboa, que funcionavam em espaços ilegais, sem identificação visível e angariavam clientes pelas redes sociais foi suspensa, anunciou hoje a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
A operação foi realizada durante o mês de março e fiscalizou 17 destes estabelecimentos de restauração que a Autoridade apelida de "underground", tendo suspendido a atividade a 13 e instaurado 15 processos de contraordenação por diversas infrações, sobretudo relacionadas com o incumprimento de requisitos de higiene, quantificou a ASAE num comunicado.
Foram também apreendidos 285 quilogramas de géneros alimentícios vários, no valor de 1.014 euros, acrescentou a Autoridade.
Pedro Portugal Gaspar, inspetor-geral da ASAE, explicou à agência Lusa que esta ação foi realizada no âmbito do trabalho que a Autoridade está a desenvolver para fiscalizar as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, onde os responsáveis por estes estabelecimentos de restauração "captavam consumidores" apelando "a uma diferenciação" relativamente aos estabelecimentos legais e abertos ao público em geral.
Os locais que a ASAE fiscalizou e suspendeu em março funcionavam em espaços sem identificação, sem livros de reclamações e ou requisitos legais e tentavam aliciar os clientes promovendo-se, por exemplo, como "verdadeiros vegetarianos" ou "realmente asiático", precisou o inspetor-geral.
Além de dar resposta e fiscalizar estas novas formas de comunicação com os consumidores, a ASAE pretende também garantir a segurança alimentar e evitar "uma concorrência desleal" para com os restaurantes e espaços comerciais que pagam impostos e funcionam na legalidade, acrescentou.
"Como resultado da verificação de falta de condições de higiene e condições estruturais encontradas, procedeu-se à suspensão imediata da atividade de 13 destes estabelecimentos e à instauração de 15 processos de contraordenação por diversas infrações, tais como o incumprimento dos requisitos de higiene, a inexistência dos avisos obrigatórios inerentes ao setor, a falta de livro de reclamações, a falta de comunicações obrigatórias e a falta de número de operador/recetor", precisou.
O inspetor-geral da ASAE disse que as fiscalizações "têm que se adaptar também aos novos tempos" e olhar para as novas formas de consumo através da internet e das redes sociais, para assegurar o cumprimento dos requisitos legais exigíveis ao nível da segurança alimentar.
Questionado sobre se este tipo de fenómeno se concentra na zona de Lisboa, a mesma fonte respondeu que, "como é uma situação nova, acontece primeiro nas zonas mais povoadas e nas grandes cidades", mas assegurou que a ASAE vai estar atenta e procurar combatê-lo em todo o território nacional.
in TSF
Um olhar alentejano
Uma das coisas que tenho constatado nesta minha presença no Alentejo, é a qualidade das estradas que tenho frequentado.
Muitas delas são estreitas, o que obriga a um cuidado redobrado na condução, mas, na maioria dos casos, em bom estado.
A manutenção das mesmas é outra preocupação.
As estradas regionais passaram há algum tempo para a responsabilidade das autarquias e nem todas as tratam da melhor maneira.
E no futuro as coisas podem piorar, pois um decreto-lei de novembro do ano passado fixa a descentralização das estradas nacionais que passam dentro dos perímetros urbanos para as Câmaras, partilhando responsabilidades com as Infraestruturas de Portugal.
Andando por aí, percebemos pelo estado do piso que mudámos de município.
Um exemplo prático.
Vimos de Portel em direção a Viana do Alentejo.
Piso excelente, marcações bem visíveis e sinalização eficiente.
De repente o carro começa a trepidar e o sossego dos últimos quilómetros desapareceu.
Entrámos no concelho de Viana do Alentejo.
Nem todas as Câmaras Municipais tratam o alcatrão com o mesmo carinho.
Muitas delas são estreitas, o que obriga a um cuidado redobrado na condução, mas, na maioria dos casos, em bom estado.
A manutenção das mesmas é outra preocupação.
As estradas regionais passaram há algum tempo para a responsabilidade das autarquias e nem todas as tratam da melhor maneira.
E no futuro as coisas podem piorar, pois um decreto-lei de novembro do ano passado fixa a descentralização das estradas nacionais que passam dentro dos perímetros urbanos para as Câmaras, partilhando responsabilidades com as Infraestruturas de Portugal.
Andando por aí, percebemos pelo estado do piso que mudámos de município.
Um exemplo prático.
Vimos de Portel em direção a Viana do Alentejo.
Piso excelente, marcações bem visíveis e sinalização eficiente.
De repente o carro começa a trepidar e o sossego dos últimos quilómetros desapareceu.
Entrámos no concelho de Viana do Alentejo.
Nem todas as Câmaras Municipais tratam o alcatrão com o mesmo carinho.
Imagens
Glen Boss com Brutal celebra a vitória na corrida 9, em The Star Doncaster Mile, em Sydney, Austrália.
6/04/2019
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