sexta-feira, 19 de abril de 2019

Pano Verde

Este é um dos desportos que gosto de ver na televisão.
Amanhã começa o Mundial de Snooker, como habitualmente no Crucible Theatre em Londres.
Diariamente vou deixar por aqui os resultados e uma fotografia.
Para já fica o sorteio das duas primeiras rondas.

Pedalando por aí

55th Presidential Cycling Tour of Turkey (2.UWT)
Stage 4  »  Balıkesir  ›  Bursa   (194.3k)


GERAL

Talento aos Pontapés

Para Sempre


Uma de hoje

Quem é o advogado de Maserati que dirige os camionistas  

O país descobriu-o como vice-presidente do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas. Mas Pedro Pardal Henriques é advogado. E dele há más memórias em França e referências pouco claras em Portugal. Retrato de um desconhecido trazido à ribalta pelo protesto que parou Portugal.

 in DN

Números

Doentes faltam 600 vezes por dia em Santa Maria e Pulido Valente

Comparando, por exemplo, com as consultas não realizadas por motivo de greve em 2018 (um total de 2.262), as que não aconteceram por falta do doente são cinquenta vezes mais.
 
Mais de 135 mil consultas não foram realizadas porque os doentes faltaram no ano passado só no Centro Hospitalar Lisboa Norte, uma tendência que tem crescido nos últimos anos.

Dados do Centro Hospitalar que engloba o Santa Maria e o Pulido Valente, a que a agência Lusa teve acesso, mostram que as consultas não realizadas por falta do doente representam mais de 15% do total de 700 mil consultas feitas em 2018 naqueles hospitais.

Em média, por dia, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) tem cerca de 600 consultas por dia que não são feitas porque os doentes não comparecem, se forem descontados os fins de semana, altura em que não há consultas externas.

Comparando, por exemplo, com as consultas não realizadas por motivo de greve em 2018 (um total de 2.262), as que não aconteceram por falta do doente são cinquenta vezes mais.

O presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar assume que é "um número muito elevado" o das consultas perdidas porque o doente não comparece e recorda que geralmente não há aviso prévio por parte do utente.

Em declarações à Lusa, Carlos Martins adianta que já foi criado dentro do CHULN um grupo para estudar esta questão e que deve, até ao final deste semestre, apresentar propostas para melhorar a forma de comunicação com os cidadãos.

O administrador reconhece que "nem sempre as falhas serão apenas do cidadão" e admite que seja necessário criar mecanismos mais eficazes de contacto para as consultas, para que os utentes não se esqueçam da marcação, por exemplo.

"Vamos ter que repensar o nosso 'contact center' e a formação de recursos humanos para termos profissionais dedicados a esta missão de contacto", acrescentou.

O sistema de aviso por mensagem telefónica ou por correio eletrónico são alguns dos exemplos de avisos aos utentes, mas Carlos Martins recorda que há uma população "com média etária elevada" e que o contacto telefónico não pode também ser esquecido.

O Centro Hospitalar acrescenta ainda que a partir da segunda falta sem aviso já não é remarcada automaticamente nova consulta.

Os dados das consultas a que os doentes faltaram mostram que nos últimos três anos houve uma tendência de subida e que as especialidades com mais faltas se mantêm as mesmas.

Dermatologia, psiquiatria e saúde mental, pediatria médica, oftalmologia e pneumologia são os cinco serviços com maior número de consultas não realizadas por falta dos doentes.

Os serviços que têm apresentado menor número de faltas dos doentes são a cirurgia cardiotorácica, a neonatologia, a cirurgia torácica, o serviço de medicina e a radioterapia.

Os números têm vindo a subir desde 2016, pelo menos. Entre 2016 e 2017 as consultas não realizadas por falta do doente no CHULN subiram 6% e entre 2017 e 2018 voltaram a crescer quase 3%.

Dados do primeiro trimestre deste ano, indicam que o peso de consultas não realizadas por ausência do doente permanece com um peso de 15,5%.

Nos primeiros três meses deste ano houve já mais de 34 mil consultas não realizadas por falta dos utentes nos hospitais Santa Maria e Pulido Valente, o que significa uma média diária de mais de 550 consultas não dadas.

in TSF

Melodia do Amor

Hoje termina o La La Land.
Amanhã temos um novo musical.

City Of Stars (Humming) 


 

Frio, mas bom

Life Is For Living


Caderneta de Cromos

Cromo 98 - 2º aniversário da Caderneta de Cromos!

Outras Câmaras Escuras


Um olhar alentejano

O mês passado, quase depois de trinta anos no poder, demitiu-se o presidente do Cazaquistão, Nursultam Nazarbayev, sendo que o seu mandato só terminava em abril do próximo ano.
O presidente cazaque estava a perder alguma popularidade, fruto da crise económica que está a afetar o país.
Até às eleições do próximo ano, ficará interinamente no cargo o porta-voz do Parlamento do Cazaquistão, Kassym Jomart Tokayev.
E qual foi a primeira medida proposta pelo presidente interino?
Uma coisa normal.
Alterar o nome da capital do país de Astana para Nursultam - primeiro nome do antigo presidente - em honra ao antigo chefe de estado.
Agora a equipa de ciclismo, o clube de futebol local, a companhia aérea, lá vão ter uma trabalheira a mudarem o seu nome para, por exemplo, Futebol Club Nursultam e a Air Nursultam.
Esta rapaziada de leste tem cada ideia.
Se a muda pega, já estou aqui a imaginar uma hipótese para Portugal.
Marcelo Rebelo de Sousa faz mais um mandato, até 2026, António Costa sucede-lhe e como são bons amigos, Costa propõe a mudança do nome de Lisboa para Marcelo.
Nessa altura passávamos a ter o Sport Marcelo e Benfica.

Quem faz anos hoje?

Roberto Carlos - 78 anos


À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Mixórdia Alves Fernandes

Adeus para sempre


Sensual


Imagens


Fabian Coulthard e Scott McLaughlin na Phillips Island 500, Austrália.

14/04/2019

O disco no gelo