segunda-feira, 29 de abril de 2019
Números
Só há quatro países na Europa sem partidos de extrema-direita no Parlamento. Portugal é um deles
O Vox faz eleger 24 deputados para o Parlamento
diminuindo o número de países europeus sem a presença da extrema-direita
nas assembleias nacionais. Também o Parlamento Europeu se está a
preparar para a possibilidade de uma aliança de partidos nacionalistas
se tornar na terceira força política europeia.
Com a entrada do Vox no Parlamento espanhol, resultado das eleições de domingo, Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta passam a ser os únicos países da União Europeia (UE) sem partidos de extrema-direita no Parlamento.
Os resultados mostram que o Vox obteve 24 assentos parlamentares, correspondentes aos 2,5 milhões de votos que conseguiu. O partido constituiu a preferência de 10,2% dos eleitores, transformando-se na quinta força política em Espanha depois destas eleições gerais.
Contados os votos, o PSOE ganhou as eleições e elege 123 deputados no Congresso, o PP – um dos grandes perdedores da noite – passa de 137 deputados para 66, o Cidadãos alcança 57 assentos e o Unidas Podemos 42.
Com o Vox no Parlamento de Espanha - um dos países com maior peso da UE – a extrema-direita europeia já está presente na quase totalidade dos parlamentos nacionais dos Estados-membros da UE e ganha força a menos de um mês das eleições para o Parlamento Europeu, de 23 a 26 de Maio.
Os partidos sob a denominação de extrema-direita são heterogéneos e incluem populistas, nacionalistas, ultraconservadores e até neonazis. O seu crescimento acentuado nos últimos anos deve-se a um cocktail de factores e a crise económica, as migrações, a descrença nos políticos e a desconfiança nas instituições são apenas as mais relevantes.
Sozinhos ou em coligação, os partidos de extrema-direita não só entraram na grande maioria dos Parlamentos nacionais como conseguiram subir ao poder em nove países europeus: governam sozinhos na Polónia, Hungria e República Checa e em coligação em Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária.
Além disso, na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês dá apoio pontual ao partido do Governo e em França o partido de Marine Le Pen ganha terreno.
A progressão destas forças políticas faz com que a aliança de partidos nacionalistas lançada pelo vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, possa vir a ter 80 eurodeputados e tornar-se a terceira força política no Parlamento Europeu, segundo contas baseadas numa projecção europeia divulgada em meados de Abril em Bruxelas.
in Público
Com a entrada do Vox no Parlamento espanhol, resultado das eleições de domingo, Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta passam a ser os únicos países da União Europeia (UE) sem partidos de extrema-direita no Parlamento.
Os resultados mostram que o Vox obteve 24 assentos parlamentares, correspondentes aos 2,5 milhões de votos que conseguiu. O partido constituiu a preferência de 10,2% dos eleitores, transformando-se na quinta força política em Espanha depois destas eleições gerais.
Contados os votos, o PSOE ganhou as eleições e elege 123 deputados no Congresso, o PP – um dos grandes perdedores da noite – passa de 137 deputados para 66, o Cidadãos alcança 57 assentos e o Unidas Podemos 42.
Com o Vox no Parlamento de Espanha - um dos países com maior peso da UE – a extrema-direita europeia já está presente na quase totalidade dos parlamentos nacionais dos Estados-membros da UE e ganha força a menos de um mês das eleições para o Parlamento Europeu, de 23 a 26 de Maio.
Os partidos sob a denominação de extrema-direita são heterogéneos e incluem populistas, nacionalistas, ultraconservadores e até neonazis. O seu crescimento acentuado nos últimos anos deve-se a um cocktail de factores e a crise económica, as migrações, a descrença nos políticos e a desconfiança nas instituições são apenas as mais relevantes.
Sozinhos ou em coligação, os partidos de extrema-direita não só entraram na grande maioria dos Parlamentos nacionais como conseguiram subir ao poder em nove países europeus: governam sozinhos na Polónia, Hungria e República Checa e em coligação em Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária.
Além disso, na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês dá apoio pontual ao partido do Governo e em França o partido de Marine Le Pen ganha terreno.
A progressão destas forças políticas faz com que a aliança de partidos nacionalistas lançada pelo vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, possa vir a ter 80 eurodeputados e tornar-se a terceira força política no Parlamento Europeu, segundo contas baseadas numa projecção europeia divulgada em meados de Abril em Bruxelas.
in Público
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 28 de abril de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/gente-que-nao-sabe-estar-28-de-abril-de-2019-parte-2/5cc5ee1b0cf2709d145fe2ef?jwsource=cl
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 28 de abril de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/gente-que-nao-sabe-estar-28-de-abril-de-2019-parte-2/5cc5ee1b0cf2709d145fe2ef?jwsource=cl
Um olhar alentejano
Este texto era para ter sido escrito há um mês, a seguir ao Benfica - Tondela.
Mas achei melhor colocá-lo no frio, tomar umas notas e redigi-lo agora.
Duas informações prévias: Acho que ainda só dos poucos que acreditam na honestidade dos árbitros, mas comecei desconfiado com o VAR e ainda não me convenceu.
Há coisas que não se conseguem explicar, ou que talvez devessem ser explicadas pelos intervenientes, a bem da dita honestidade.
Depois há outra questão que devia ser esclarecida.
Porque motivo o árbitro umas vezes vais ver as imagens e outras não?
Certo é que a decisão é sempre do árbitro de campo, mas sendo assim, ele umas vezes confia em quem está no vídeo-árbitro e outras não?
Sabendo como os apaixonados do futebol são desconfiados em relação aos árbitros, não era excelente explicarem-nos estas diferentes atitudes?
Era bem mais importante do entrarmos em comparação entre as decisões do jogo da equipa A em relação ao da equipa B.
Fundamental era que todos os intervenientes nas decisões arbitrais fossem como a mulher de César.
Infelizmente, muitas vezes não são, nem parecem.
Mas achei melhor colocá-lo no frio, tomar umas notas e redigi-lo agora.
Duas informações prévias: Acho que ainda só dos poucos que acreditam na honestidade dos árbitros, mas comecei desconfiado com o VAR e ainda não me convenceu.
Há coisas que não se conseguem explicar, ou que talvez devessem ser explicadas pelos intervenientes, a bem da dita honestidade.
Depois há outra questão que devia ser esclarecida.
Porque motivo o árbitro umas vezes vais ver as imagens e outras não?
Certo é que a decisão é sempre do árbitro de campo, mas sendo assim, ele umas vezes confia em quem está no vídeo-árbitro e outras não?
Sabendo como os apaixonados do futebol são desconfiados em relação aos árbitros, não era excelente explicarem-nos estas diferentes atitudes?
Era bem mais importante do entrarmos em comparação entre as decisões do jogo da equipa A em relação ao da equipa B.
Fundamental era que todos os intervenientes nas decisões arbitrais fossem como a mulher de César.
Infelizmente, muitas vezes não são, nem parecem.
Acordei e ...
Encontrem a diferença.
O FC Porto venceu (2-3) em Braga com dois pénaltis a favor e um contra, que não foi assinalado.
O Benfica venceu (1-4) em Braga com dois pénaltis a favor e um contra.
O FC Porto venceu (2-3) em Braga com dois pénaltis a favor e um contra, que não foi assinalado.
O Benfica venceu (1-4) em Braga com dois pénaltis a favor e um contra.
domingo, 28 de abril de 2019
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