terça-feira, 30 de abril de 2019
Acordei e ...
Depois de experimentar a vampiragem de Reguengos, hoje vamos dar hipótese à de Viana.
Pelo sim, pelo não, vamos os dois.
Pelo sim, pelo não, vamos os dois.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Top of Comercial
1º Bad Liar
Imagine Dragons
2º What if this Is all the Love You Ever Get?
Snow Patrol
3º Bellyache
Billie Eilish
Números
Só há quatro países na Europa sem partidos de extrema-direita no Parlamento. Portugal é um deles
O Vox faz eleger 24 deputados para o Parlamento
diminuindo o número de países europeus sem a presença da extrema-direita
nas assembleias nacionais. Também o Parlamento Europeu se está a
preparar para a possibilidade de uma aliança de partidos nacionalistas
se tornar na terceira força política europeia.
Com a entrada do Vox no Parlamento espanhol, resultado das eleições de domingo, Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta passam a ser os únicos países da União Europeia (UE) sem partidos de extrema-direita no Parlamento.
Os resultados mostram que o Vox obteve 24 assentos parlamentares, correspondentes aos 2,5 milhões de votos que conseguiu. O partido constituiu a preferência de 10,2% dos eleitores, transformando-se na quinta força política em Espanha depois destas eleições gerais.
Contados os votos, o PSOE ganhou as eleições e elege 123 deputados no Congresso, o PP – um dos grandes perdedores da noite – passa de 137 deputados para 66, o Cidadãos alcança 57 assentos e o Unidas Podemos 42.
Com o Vox no Parlamento de Espanha - um dos países com maior peso da UE – a extrema-direita europeia já está presente na quase totalidade dos parlamentos nacionais dos Estados-membros da UE e ganha força a menos de um mês das eleições para o Parlamento Europeu, de 23 a 26 de Maio.
Os partidos sob a denominação de extrema-direita são heterogéneos e incluem populistas, nacionalistas, ultraconservadores e até neonazis. O seu crescimento acentuado nos últimos anos deve-se a um cocktail de factores e a crise económica, as migrações, a descrença nos políticos e a desconfiança nas instituições são apenas as mais relevantes.
Sozinhos ou em coligação, os partidos de extrema-direita não só entraram na grande maioria dos Parlamentos nacionais como conseguiram subir ao poder em nove países europeus: governam sozinhos na Polónia, Hungria e República Checa e em coligação em Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária.
Além disso, na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês dá apoio pontual ao partido do Governo e em França o partido de Marine Le Pen ganha terreno.
A progressão destas forças políticas faz com que a aliança de partidos nacionalistas lançada pelo vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, possa vir a ter 80 eurodeputados e tornar-se a terceira força política no Parlamento Europeu, segundo contas baseadas numa projecção europeia divulgada em meados de Abril em Bruxelas.
in Público
Com a entrada do Vox no Parlamento espanhol, resultado das eleições de domingo, Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta passam a ser os únicos países da União Europeia (UE) sem partidos de extrema-direita no Parlamento.
Os resultados mostram que o Vox obteve 24 assentos parlamentares, correspondentes aos 2,5 milhões de votos que conseguiu. O partido constituiu a preferência de 10,2% dos eleitores, transformando-se na quinta força política em Espanha depois destas eleições gerais.
Contados os votos, o PSOE ganhou as eleições e elege 123 deputados no Congresso, o PP – um dos grandes perdedores da noite – passa de 137 deputados para 66, o Cidadãos alcança 57 assentos e o Unidas Podemos 42.
Com o Vox no Parlamento de Espanha - um dos países com maior peso da UE – a extrema-direita europeia já está presente na quase totalidade dos parlamentos nacionais dos Estados-membros da UE e ganha força a menos de um mês das eleições para o Parlamento Europeu, de 23 a 26 de Maio.
Os partidos sob a denominação de extrema-direita são heterogéneos e incluem populistas, nacionalistas, ultraconservadores e até neonazis. O seu crescimento acentuado nos últimos anos deve-se a um cocktail de factores e a crise económica, as migrações, a descrença nos políticos e a desconfiança nas instituições são apenas as mais relevantes.
Sozinhos ou em coligação, os partidos de extrema-direita não só entraram na grande maioria dos Parlamentos nacionais como conseguiram subir ao poder em nove países europeus: governam sozinhos na Polónia, Hungria e República Checa e em coligação em Itália, Áustria, Finlândia, Letónia, Eslováquia e Bulgária.
Além disso, na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês dá apoio pontual ao partido do Governo e em França o partido de Marine Le Pen ganha terreno.
A progressão destas forças políticas faz com que a aliança de partidos nacionalistas lançada pelo vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, possa vir a ter 80 eurodeputados e tornar-se a terceira força política no Parlamento Europeu, segundo contas baseadas numa projecção europeia divulgada em meados de Abril em Bruxelas.
in Público
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 28 de abril de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/gente-que-nao-sabe-estar-28-de-abril-de-2019-parte-2/5cc5ee1b0cf2709d145fe2ef?jwsource=cl
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 28 de abril de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/gente-que-nao-sabe-estar-28-de-abril-de-2019-parte-2/5cc5ee1b0cf2709d145fe2ef?jwsource=cl
Um olhar alentejano
Este texto era para ter sido escrito há um mês, a seguir ao Benfica - Tondela.
Mas achei melhor colocá-lo no frio, tomar umas notas e redigi-lo agora.
Duas informações prévias: Acho que ainda só dos poucos que acreditam na honestidade dos árbitros, mas comecei desconfiado com o VAR e ainda não me convenceu.
Há coisas que não se conseguem explicar, ou que talvez devessem ser explicadas pelos intervenientes, a bem da dita honestidade.
Depois há outra questão que devia ser esclarecida.
Porque motivo o árbitro umas vezes vais ver as imagens e outras não?
Certo é que a decisão é sempre do árbitro de campo, mas sendo assim, ele umas vezes confia em quem está no vídeo-árbitro e outras não?
Sabendo como os apaixonados do futebol são desconfiados em relação aos árbitros, não era excelente explicarem-nos estas diferentes atitudes?
Era bem mais importante do entrarmos em comparação entre as decisões do jogo da equipa A em relação ao da equipa B.
Fundamental era que todos os intervenientes nas decisões arbitrais fossem como a mulher de César.
Infelizmente, muitas vezes não são, nem parecem.
Mas achei melhor colocá-lo no frio, tomar umas notas e redigi-lo agora.
Duas informações prévias: Acho que ainda só dos poucos que acreditam na honestidade dos árbitros, mas comecei desconfiado com o VAR e ainda não me convenceu.
Há coisas que não se conseguem explicar, ou que talvez devessem ser explicadas pelos intervenientes, a bem da dita honestidade.
Depois há outra questão que devia ser esclarecida.
Porque motivo o árbitro umas vezes vais ver as imagens e outras não?
Certo é que a decisão é sempre do árbitro de campo, mas sendo assim, ele umas vezes confia em quem está no vídeo-árbitro e outras não?
Sabendo como os apaixonados do futebol são desconfiados em relação aos árbitros, não era excelente explicarem-nos estas diferentes atitudes?
Era bem mais importante do entrarmos em comparação entre as decisões do jogo da equipa A em relação ao da equipa B.
Fundamental era que todos os intervenientes nas decisões arbitrais fossem como a mulher de César.
Infelizmente, muitas vezes não são, nem parecem.
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